terça-feira, 23 de abril de 2013

Amigo gay de Marco Feliciano defende o deputado: 'somos amigos', 'ele não é homofóbico'

Um amigo há 15 anos do deputado e pastor, Marco Feliciano (PSC-SP), o decorador e empresário do ramo de eventos, Aluísio Antônio de Souza, de 35 anos, que é homossexual assumido, afirmou que os ataques contra o deputado são para prejudicar sua carreira política, segundo entrevista para o site MSN.

Com o objetivo de justificar que não é homofóbico, como vem sendo acusado por manifestantes e ativistas do movimento GLBT, que pedem sua renúncia da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), Marco Feliciano já havia citado que tinha um amigo gay em seu Twitter.

O decorador diz que não está em favor do deputado, no entanto, acredita que ele tem o direito de achar e 'desachar' o que quiser. Ele afirmou que, apesar de toda polêmica em torno dos comentários considerados homofóbicos de Feliciano, o deputado sempre lhe respeitou e não acredita que pensa assim como vem sendo falado.

O empresário, que é responsável pela decoração das casas do deputado, diz que somente resolveu falar porque achou que estão fazendo muita injustiça contra o Deputado que, segundo ele, “de repente, não é esse monstro que todo mundo está divulgando".

O homem diz que começou a decorar a casa de Feliciano após tornarem-se amigos e que frequenta a casa dele e tem contato ainda com suas filhas e esposa. “Faço as festas de suas filhas. Enfim, somos amigos, sempre vejo e sempre falo com ele”, disse ao MSN.

Na opinião decorador, se o pastor Feliciano fosse realmente homofóbico não lhe aceitaria na casa dele da forma como aceita. O decorador contou ainda que o pastor nunca lhe faltou com o respeito nem por não ser da mesma religião e nem por ser gay.

Aluísio disse ainda que as opiniões de Feliciano lhe incomodam um pouco, mas não muito, porque acredita que as declarações às vezes são mal interpretadas e que se ele fosse realmente homofóbico, aí, sim, incomodariam.

O decorador contou ainda que o prédio onde localiza a sua empresa de eventos pertence a Feliciano, que no começo foi um grande incentivador do seu negócio. Quando pensou em alugar o espaço ficou com receio de ele não aceitar por ser uma empresa de festa, e foi incentivado por Feliciano.

As críticas ao pastor se dão pela sua postura religiosa que começaram por seus comentários postados no Twitter, que foram interpretados por muitos como homofóbico e racista. O deputado deu diversas entrevistas dizendo que não é homofóbico e racista. Disse que não aceita a prática homossexual, mas aceita os homossexuais e que é filho de uma negra.

Fonte: The Christian Post

Jornalista desafia ativistas a imitarem protesto de evangélicos, veja video.

Foto Divulgação
A jornalista Rachel Sheherazade, âncora do jornal ‘SBT Brasil’, criticou mais uma vez a corrupção e os ativistas contrários ao deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP). (Vale a pena conferir o vídeo abaixo).

No dia 17 de abril, a jornalista desafiou os “ativistas anti-Feliciano” a protestarem contra a “bancada mensaleira”, formada pelos deputados João Paulo Cunha e José Genoíno, ambos do PT de São Paulo e condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo conhecido como mensalão.

Rachel ressaltou que nenhum movimento social se mobilizou para protestar contra os parlamentares condenados num dos maiores casos de corrupção do páis.

Veja  o video, clique aqui. 

Fonte: Verdade Gospel

Estudioso diz que Igreja Universal presta um “desserviço à fé cristã”

O pastor batista David Allen Bledsoe, 44, nasceu no EUA mas vive no Brasil desde 1998. Possui um doutorado em Teologia, além de formação em Administração e Engenharia. Ele fez uma extensa pesquisa sobre a Igreja Universal do Reino de Deus. Passou três anos lendo sobre o assunto, frequentando cultos da IURD, entrevistando fiéis e líderes. Seu material foi publicado no livro Movimento neopentecostal brasileiro: um estudo de caso, da Editora Hagnos.

Segundo o autor, o trabalho pretende colaborar com a Igreja brasileira: “Há poucos estudos que analisam os ensinos e abordagens neopentecostais com parâmetros evangélicos, sob uma perspectiva missiológica. Eu queria verificar se igrejas como a Universal impulsionam ou prejudicam a evangelização do povo brasileiro e de outras nações para onde suas igrejas enviam missionários”.

Morando atualmente em Belo Horizonte (MG) com a mulher e os dois filhos, Bledsoe deu uma entrevista à revista CRISTIANISMO HOJE, onde fez declarações contundentes.

“Escolhi a Igreja Universal como foco porque ela é a manifestação neopentecostal mais reconhecida no país. Além disso, comecei a me preocupar mais com os membros das igrejas neopentecostais em relação ao seu entendimento da salvação. Percebi um problema grave através de conversas com eles – encontrei muitas pessoas sinceras e fervorosas, mas com dificuldades em articular uma razão para sua salvação que se baseasse na fé evangélica”, explica o pesquisador.

Para ele, as denominações neopentecostais como a Igreja Universal causam sérios danos à evangelização no Brasil. Ele aponta alguns motivos para isso: “primeiro lugar, porque projetam uma caricatura de Cristianismo diante da sociedade. Segundo, porque essas organizações religiosas são muito antropocêntricas e pouco centradas em Cristo – ao contrário, há uma forte ênfase no diabo, no poder maligno”.

Como o pesquisador acredita que “é raro ouvir um adepto desse movimento que faça menção ao nome de Jesus para a base de sua salvação”, sua conclusão é que a Igreja Universal não é uma denominação evangélica. Principalmente por que “propaga uma mensagem distorcida do Evangelho, prendendo seus adeptos em uma cosmovisão religiosa popular, em vez de libertá-los dessa artimanha diabólica. Ela também emprega rituais religiosos narcisistas e animistas. Outra característica que a desqualifica como evangélica é que não promove laços fraternais esperados para uma igreja baseada no Novo Testamento”.

O pastor batista assevera que a IURD tem uma postura característica das seitas, “agindo com aversão e superioridade para com os outros grupos. Isso, sem falar na exploração de seus fiéis, tratando dízimos e ofertas como um ato quase sacramental”.

Sendo assim, as denominações neopentecostais de mesmo perfil, como a Igreja da Graça e a Igreja Mundial do Poder de Deus seriam, para ele, “grupos religiosos populares que saíram do pentecostalismo brasileiro, mas que não tiveram continuidade em áreas fundamentais para serem incluídos no campo evangélico”.

Mas reconhece que a igreja liderada pelo bispo Edir Macedo “cresce no meio de múltiplos escândalos… mesmo diante de seu declínio revelado no último Censo…  A Universal é associada, na mente do brasileiro, à Rede Record, a catedrais bonitas em regiões nobres de grandes cidades e a uma voz de peso em várias camadas da política nacional”.

Em relação ao futuro, Bledsoe acredita que essas igrejas continuarão existindo por um motivo simples: “Sempre teremos pessoas com problemas físicos, econômicos, conjugais e outras crises para superar. Além disso, o brasileiro é naturalmente místico, o que supera a visão racional das coisas. As pessoas encontram ali um serviço especializado, baseado em lemas como “pare de sofrer” ou “aqui o milagre acontece”.

O estudioso norte-americano defende que falta às igrejas evangélicas uma identidade doutrinária que possa deixar claro sua diferença das neopentecostais como a IURD, IMPD, Graça e outras. Por isso as igrejas que possuem preocupação com a necessidade de se estudar a Bíblia e estabelecer doutrina claras, acabam se perdendo em meio ao crescente número de prédios que ostentam placas dizendo ser uma igreja evangélica.

“A igreja é um grupo, mas nem todos os grupos são igrejas”, resume.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Suspeito de atentado em Boston é morto em troca de tiros com a polícia americana



Por Maria Carolina Caiafa  

Ed Davis, chefe da polícia de Boston, confirmou nesta sexta-feira (19) que um dos suspeitos do atentado na Maratona de Boston, na segunda-feira (15), Tamerlan Tsarnaev, de 26 anos, foi morto durante essa última madrugada em uma troca de tiros nas imediações de um shopping na região de Watertown, nos arredores de Boston, no estado Massachusetts, na parte leste dos EUA.

O segundo suspeito, Dzhokhar A. Tsarnaev, de 19 anos, segue foragido, mas é alvo de uma caçada pública, realizada por centenas de policiais, nas cidades de Watertown e de Boston. Os suspeitos são irmãos de origem chechena, que moravam em Cambridge, também na região de Boston.

O rapaz morto é o suspeito do boné preto, óculos de sol e com uma mochila, presente na foto apresentada pelo FBI (Federal Bureau of Investigation). As autoridades acreditam que nessa mochila estava uma das bombas usadas no atentado.

A polícia chegou aos rapazes, após um incidente no famoso campus do Massachusetts Institute of Technology (MIT), em Boston, onde um policial foi encontrado morto em seu carro. Pouco depois, os policiais receberam outras informações sobre um roubo de carro na região.

O motorista teria sido mantido refém por meia hora e solto em um posto. O carro foi então localizado e houve uma perseguição. Nessa busca, a dupla atacou a polícia com explosivos e tiros. Tamerlan Tsarnaev foi baleado, detido e levado ao hospital, onde acabou morrendo. Um outro policial ficou ferido na operação.

Um médico, que não quis se identificar e que teria atendido o rapaz morto no Beth Israel Deaconess Medical Center, disse que o suspeito morreu vítima de múltiplas feridas de tiros e possivelmente também de um estouro de um explosivo.

Em busca do segundo suspeito, a polícia isolou mais de 20 quarteirões. Todo o sistema de transporte da baía de Boston também foi suspenso. As autoridades pedem aos moradores que continuem em suas casas e não atendam às campainhas de casa. Os policiais, federais e locais, fazem uma busca em todas as casas da região.

As televisões dos Estados Unidos transmitem ao vivo o desdobramento da ação dos agentes, que vasculham a área minuciosamente.

O ataque na reta de chegada da maratona deixou 3 mortos e 176 feridos. Uma autoridade federal ouvida pela Reuters disse que a suspeita é que o extremismo islâmico seria a motivação do ataque.

Fonte: The Christian Post

Daniela Mercury é oportunista, diz Marco Feliciano no Amaury Jr.


Por Amanda Gigliotti 

O polêmico deputado evangélico Marco Feliciano, em entrevista ao Amaury Jr. defendeu suas posições sobre homossexualismo e falou sobre o oportunismo de Daniela Mercury. A cantora que citou o nome do deputado ao se declarar homossexual foi capa da revista Veja.

Segundo Marco Feliciano, apesar de não conhecer a cantora, acredita que ela se enquadre na categoria dos artistas que estavam no ostracismo e esquecidos, e que “pegaram carona com uma polêmica para voltar”.

“Imagina ela sendo capa da revista Veja... Há cinco dias atrás (sic) ela jamais teria tido esta oportunidade. Então, existe muito oportunismo nisso”, afirmou Feliciano.

O deputado e pastor da Igreja Catedral do Avivamento virou foco da mídia desde que foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minoria da Câmara. Ele virou alvo de protestos por suas posições contra o homossexualismo e declarações sobre uma interpretação bíblica dos descendentes de Noé.

Firme em sua posição contra o casamento gay, Marco Feliciano defendeu seu direito de crença e advertiu que não faz distinção de cor.

“Homofobia é uma doença, são pessoas violentas ou assassinas. Eu tenho é posicionamento. Sou contra o casamento gay por princípio. Na Constituição Brasileira, a união estável é reconhecida entre homem e mulher. Segundo a Bíblia isso não é casamento”, esclareceu.

Segundo ele, ele não pode ser considerado homofóbico por não aceitar o casamento gay. “Existe uma superproteção em cima de um segmento”, referindo-se aos defensores da causa LGBT.

Sobre os africanos, Feliciano explicou, "nunca disse que os africanos são amaldiçoados e, sim, que os ancestrais africanos são amaldiçoados, isso está na Bíblia e eu creio na Bíblia”.

Em todas as manifestações que foram feitas contra ele, Feliciano retrucou que não devem ter reunido mais que 5 mil pessoas.

“Eu tenho conseguido reverter e mostrar que não sou esse monstro que pintaram.”

Clique aqui e veja o vídeo! 

Fonte: The Christian Post

Evangélicos protestam pacificamente contra petistas condenados pelo STF

Nesta quarta-feira (17) um grupo de evangélicos se reuniu na sala onde acontecia a reunião da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ), em Brasília, para protestar contra a permanência dos deputados José Genoino (PT-SP) e João Paulo Cunha (PT-SP), ambos condenados pelo Supremo Tribunal Federal.
Com placas com os dizeres “Fora Genoino”, “Sim à Família”, “Cristão protesta com educação” e outras, os manifestantes não atrapalharam a sessão e nem fizeram tumultos.
O protesto também serviu para pedir a permanência do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM). O parlamentar que é pastor evangélico tem enfrentado diversos protestos por acusações de racismo e homofobia.
Por conta dos tumultos causados pelos manifestantes que tentam barrar as reuniões da CDHM, a reunião desta quarta aconteceu em uma sala fechada ao público para que as pautas não fossem prejudicas.


Malafaia elogia protesto pacífico
Ao tomar conhecimento da atitude dos evangélicos que não atrapalharam a reunião da CCJ, o pastor Silas Malafaia parabenizou o ato e disse que os envolvidos ensinaram os ativistas gay (que protestam contra Feliciano) como se deve fazer uma manifestação.
“O que vimos acontecer agora em uma manifestação na CCJC, pedindo a saída de José Genoino e de João Paulo Cunha, deputados condenados pelo STF no processo do mensalão, é uma aula de democracia e civilidade. Nenhuma gritaria, nenhum palavrão, nenhum cartaz com ofensas morais. Na verdade, nenhuma palavra dita, apenas cartazes com dizeres civilizados.”
Malafaia está organizando uma manifestação pacífica em nome da família tradicional, contra o aborto e pela liberdade de expressão e religiosa para o dia 5 de junho.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Dilma Rousseff foge de polêmica para manter paz com evangélicos


Visando manter o apoio do publico evangélico, a presidente Dilma Rousseff (foto) quer que sua equipe fique longe da polêmica em torno do deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP).

A presidente Dilma Rousseff pretende manter intocadas as legislações sobre aborto e casamento gay, como prometeu em 2010. Mas o governo também não quer se vincular à pauta dos evangélicos, que considera conservadora. No Palácio do Planalto, a tônica na relação com as denominações pentecostais e neopentecostais é uma só: manter uma "união estável".

De olho nessa estabilidade, Dilma mandou sua equipe tomar distância da polêmica em torno do presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Marco Feliciano (PSC-SP). Críticas, se forem inevitáveis, devem ser feitas ao deputado e pastor, jamais aos evangélicos.

Durante os dois primeiros anos de governo Dilma, a relação do Planalto com as igrejas evangélicas e católica tem sido pulverizada e distante. O diálogo é melhor com as denominações protestantes tradicionais, como luterana, metodista e presbiteriana.

Nas pentecostais, caso da Assembleia de Deus (12,3 milhões de fiéis em 2010), e neopentecostais, como a Universal do Reino de Deus (1,8 milhão), a relação é mais difícil e vista por setores do Executivo como mais utilitarista.

Embora com um rebanho muito menor, a Universal conquistou o Ministério da Pesca em 2012. Motivo: ajudar o PT na eleição municipal. Titular da pasta, Marcelo Crivella tem sido um dos interlocutores, ao lado do colega Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República), responsável formal pela ponte entre Planalto e igrejas em geral.

A nomeação despertou o interesse de outras denominações. Há algumas semanas, a Assembleia de Deus tentou emplacar um fiel congressista do PR no Ministério dos Transportes. Dilma, porém, optou por outro nome do partido, o ex-governador baiano César Borges.
No legislativo, a bancada evangélica costuma se unir em torno de temas caros à religião, como casamento gay e aborto. Atrai, com isso, alas católicas e congressistas de linha mais conservadora.

Também há outra pauta comum, mas de reivindicação individual: a cobrança por patrocínio público para eventos gospel, concessões de rádio e televisão e pedidos de mais propaganda oficial nos veículos evangélicos.

Nas demais demandas, como cargos, a negociação segue a liturgia tradicional dos deputados e senadores da base do governo, o varejo.

Um dos principais expoentes da bancada evangélica é o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), embora seja da Sara Nossa Terra, muito menor que as outras igrejas.

Em 2010, ele foi um dos que ajudou Dilma a desarmar boatos de que a petista liberaria, se eleita, o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo, discussão explorada à época por seu adversário tucano, José Serra.

Dilma já se posicionou a favor da descriminalização do aborto, mas mudou de ideia na campanha eleitoral.

O Palácio do Planalto espera que os dois temas não sejam centrais na disputa por 2014, o que diminuiria o peso das demandas evangélicas na corrida eleitoral.

Entre os líderes com maior interlocução com o Planalto estão Manuel Ferreira e Paulo Freire, ambos da Assembleia de Deus, e o próprio Marcelo Crivella.

Fonte: Folha de São Paulo

Vídeo de cristãs sendo estupradas por muçulmanos gera polêmica

Foto Ilustrativa

Nos últimos dias um vídeo começou a circular em sites de língua árabe mostrando um grupo de muçulmanos agredindo e estuprando duas mulheres cristãs em uma rua movimentada na capital do Egito em plena luz do dia. No início da filmagem é possível ouvir os estupradores gritando repetidamente a palavra “Nasara”, uma forma depreciativa de identificar os cristãos no Alcorão.
Isso indica que as duas mulheres que gritam e correm são coptas, maior denominação cristã do Egito.  Elas são derrubadas por vários muçulmanos que as atacam, tiram a roupa, e tentam estuprá-las. As mulheres gritam de terror, enquanto os homens gritam mais alto “Allahu Akbar” [Alá é Grande], além de fazer a shahada, ou profissão de fé islâmica: “Não há Deus além de Alá e Maomé é o único profeta de Deus.” Nenhuma das pessoas que estão na rua tenta intervir.
Embora não se tenha muitas informações sobre o vídeo, sabe-se que foi filmado em 2009 e que estaria sendo usado agora numa campanha que defende a “violência sectária”.
Segundo alguns sites em árabe, a fúria muçulmana foi além. Nos últimos tempos o Egito está sendo governado por partidários da Irmandade Muçulmana. São corriqueiras as invasões e destruições de lojas, igrejas e casas dos cristãos.
Alguns clérigos muçulmanos já emitiram fatwas [ensinamentos religiosos] permitindo o estupro, como fez Ahmad Al Baghdadi Al Hassani durante uma entrevista ao Al Baghdadia, um canal de TV egípcio. O conhecido defensor da jihad [guerra santa], assegurou que todos os cristãos do país precisam escolher “o Islã ou a morte”. Com informações Front Page Mag e Raymond Ibrahim.

Assista: Clique aqui! 

Fonte: Gospel Prime

Criador de 'Uma família da pesada' critica vídeo falso sobre Boston


Vídeo que mostra protagonista detonando bombas em maratona foi retirado.
Explosões na segunda-feira mataram 3 pessoas e deixaram 176 feridas.

Da AFP

O criador da série de animação "Family Guy", Seth MacFarlane, condenou nesta terça-feira (16) um vídeo falso do programa, divulgado na internet, que mostra o protagonista do desenho utilizando um telefone celular para detonar as explosões na maratona de Boston.
O vídeo falso é baseado em cenas de um episódio da série exibido mês passado, e que foi retirado pelo canal Fox de seu serviço online Hulu.com na segunda-feira.
"O vídeo editado de Family Guy que atualmente circula é repugnante. O fato foi um crime e uma tragédia, e meus pensamentos estão com as vítimas", escreveu MacFarlane no Twitter.
No vídeo, o protagonista da série, Peter Griffith, utilizando um celular para detonar as explosões, para vencer a maratona.
No episódio completo original, "Turban Cowboys", exibido mês passado, Peter Griffith se converte muçulmano e descobre que é parte de um plano terrorista para destruir uma ponte.
O episódio foi retirado dos sites Fox.com e Hulu.com, informou a Fox.
Uma porta-voz disse que a decisão foi tomada de forma independente da controvérsia provocada pelo vídeo falso.
A fonte disse ainda que está de acordo com as decisões que tanto a Fox como outras emissoras tomam regularmente quando histórias de ficção inadvertidamente entram em conflito com fatos da vida real.

Fonte: G1

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Ana Paula Valadão se pronuncia em apoio a Marco Feliciano

Por Giana Guterres Após a escolha do deputado pastor Marco Feliciano para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), muitos ativistas gays e artistas estão fazendo uma campanha contra a sua permanência. Recentemente, uma campanha nas redes sociais criticava o silêncio de líderes evangélicos e artistas gospel sobre o caso. Cantores como o baiano Lázaro e Ana Paula Valadão já se pronunciaram em apoio.

Ana Paula Valadão fez várias postagens em apoio à permanência de Feliciano na CDHM. “Nesse país opinião não é crime! Ouça comentário do jornalista Alexandre Garcia sobre Marco Feliciano: http://youtu.be/_BSpz9YDUHI”, escreveu em seu Twitter.

A líder de louvor do ministério Diante do Trono também pediu que os cristãos se posicionassem e votassem em uma enquete sobre a situação com o pastor. “Vota lá, povo de Deus! RT Marisa Lobo: #MostreNossaForça. Enquete da Folha de S.Paulo pergunta se o pastor Marco Feliciano deveria renunciar”, postou no microblog.

“Vote #NÃO, é claro, pois o deputado representa uma parcela da sociedade brasileira e foi eleito pelo voto popular e pelo voto do colegiado”, acrescentou Ana Paula.

Uma fanpage no Facebook – com mais de 870 mil seguidores-, destinada aos fãs de Ana Paula Valadão também comentou sobre o assunto. “Muitos estão enviando comentários ao veículo dedicado cobrando uma posição de Ana Paula sobre a pressão despejada sobre Marco Feliciano sobre a mídia e alguns grupos pró-homossexuais”, eles explicam citando comentários de Ana no Twitter.

“Se posicione. Não é Marco Feliciano, Partido Social Cristão, quem está ali na Comissão de Direitos Humanos e Minorias hoje… é o Cristianismo. Se falhar nesse momento, o pastor acha que poderá demorar 20 ou 30 anos para outro momento como esse, e como disse o colunista da VEJA, Reinaldo Azevedo, o que está em questão para os ativistas é o controle da mídia”, um convoca a página a um posicionamento dos cristãos.





Lembrando que, depois que a enquete começou a ser anunciada pelos evangélicos a Folha encerrou-a rapidamente. É lamentavel!

Fonte: The Christian Post

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails