Mostrando postagens com marcador Deputado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Deputado. Mostrar todas as postagens

sábado, 19 de outubro de 2013

Direitos Humanos aprova projeto que desobriga igrejas de casar homossexuais

Por Maria Carolina Caiafa  

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, presidida pelo pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), aprovou na quarta-feira (16) um projeto de lei que determina que as igrejas possam se recusar a realizar casamentos de pessoas que violem seus valores, doutrinas ou crenças, sem que essa conduta seja considerada discriminação. A medida seria estendida também a rejeitar aqueles que desrespeitam o ambiente religioso. A consequência dessa nova norma será resguardar o direito das instituições de não serem obrigadas a realizar casamentos homossexuais
A proposta 1411/11, elaborada por Washington Reis (PMDB-RJ), acrescenta um artigo à Lei 7.716/89, que cuida dos crimes resultantes de preconceito.

Segundo o autor, a prática homossexual está em desacordo com muitas doutrinas religiosas. Assim, em sua opinião, a preservação do direito das minorias não pode levar ao desrespeito “de outros direitos e garantias constitucionais”. Washington acredita que a proposta está de acordo com a liberdade de consciência e de crença, cláusula pétrea da Constituição brasileira.

O relator da CDHM, deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), apresentou parecer favorável à matéria. Segundo ele, há casos de casais homossexuais que procuram igrejas para se casar e, diante da recusa, processam padres e pastores. “Nós queremos descriminalizar essa atitude do pastor em defesa da linha da sua igreja, que é um direito dele não realizar aquele casamento”, argumenta.

Bolsonaro garante ainda que “ninguém quer expulsar gays de igreja” e os indivíduos serão avaliados “pelo comportamento”, uma vez que não há outra forma de saber quem é ou não homossexual. O deputado afirma ainda que “os homossexuais também, como um todo, não querem se casar em igreja” e que “essa minoria vai lá [nos cultos] para provocar”.

O projeto será avaliado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Já para o deputado Chico Alencar (Psol-RJ), o texto do projeto confere à autoridade religiosa, dentro da sua igreja, “um tipo de poder discriminatório que ofende, inclusive, a lei, corretíssima, contra qualquer discriminação”. Isso porque caberá ao padre ou ao pastor verificar se a pessoa se comporta ou tem valores em acordo ou desacordo com a doutrina que professa. E completa: “É um projeto que faz um agito, talvez arrebanhe gente, tenha alguma função eleitoral futura, mas não passa no quesito da constitucionalidade”.

Marco Feliciano, em sua página no Twitter, comenta sobre a repercussão do caso na imprensa: “Mais uma vez uma parte da mídia mente deslavadamente! Dizendo que foi aprovado um projeto que proíbe a entrada de pessoas em cultos. Quando aprenderem a ler os projetos e interpretá-los sem preconceito talvez haja paz. Como podemos impedir alguém de ir à igreja? Todos tem o direito de ir e vir. Independente de sexo, cor ou fé, todavia o respeito aos cultos, templos e homilias tem q ser observados. Sejam todos benvindos aos cultos evangélicos e católicos! Cultuem conosco! Adorem a Deus conosco! Um abraço a todos!”.

Fonte: The Christian Post

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Pastor Silas Malafaia solta o verbo em programa na CNT; veja o vídeo

O pastor Silas Malafaia participou do programa Jogo do Poder, na CNT, neste domingo (17), e falou sobre diversos assuntos polêmicos. Entre eles, o seu posicionamento contrário ao homossexualismo.

Durante o programa, o pastor disse que as igrejas evangélicas não obrigam ninguém a mudar sua opção sexual, mas que oferecem ajuda para os que desejam mudar.

Na ocasião, o pastor Silas também desafiou o deputado federal Jean Wyllys (PSOL) que provasse as acusações feitas contra ele. Em entrevista ao mesmo programa, o deputado disse que o pastor deveria abrir suas contas e mostra se usa o dinheiro da igreja de maneira indevida.
Veja o video:


Fonte: Verdade Gospel

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

OMG News: PT Acionará Comissão de Ética Contra Jair Bolsonaro por insinuar que Dilma é homossexual

Deputado Jair Bolsonaro
Por Amanda Gigliotti

Depois de uma declaração polêmica de Jair Bolsonaro referindo-se à Dilma Rousseff como sendo homossexual em um uma audiência na Câmara, o PT decidiu acionar a Comissão de ética e Decoro Parlamentar da Câmara contra o deputado.

Em uma declaração nesta sexta-feira o PT falou sobre a atitude de Bolsonaro como um “comportamento reiteradamente homofóbico e não condizente com a dignidade e a responsabilidade”.

O PT anunciou que “repudia com veemência a nova manifestação preconceituosa, discriminatória e homofóbica do deputado”.

O partido reafirmou também suas bandeiras históricas contra qualquer tipo de discriminação e preconceito. “Esta deve ser uma luta permanente de toda a sociedade que se queira democrática e preconceito. Esta deve ser uma luta permanente de toda a sociedade que se queira democrática, tolerante e que respeite as diferenças”.

O discurso de Bolsonaro veio depois da intenção do Ministério da Educação (MEC) de incluir o combate à homofobia nos currículos escolares com a distribuição de kits anti-homofobia em cerca de 6 mil escolas públicas.

O kit, que seria composto de cartilhas, cartazes, folders e vídeos educativos, encontrou, porém, grande oposição por parte da bancada religiosa grupos pró-família.

O deputado afirmou à agência Estado que sua intenção era de questionar a distribuição desse material nas escolas e não a de questionar a sexualidade de Dilma. “Não me interessa a opção sexual dela, eu só não quero que esse material vá para a escola”.

Apesar da polêmica, Bolsonaro ficou feliz com a repercussão de suas declarações dizendo de uma forma positiva que a “frase equivocada” está ajudando a levantar o mérito da questão.

"O kit gay não foi sepultado ainda. Dilma Rousseff, pare de mentir. Se gosta de homossexual, assume. Se o teu negócio é amor com homossexual, assuma. Mas não deixe que essa covardia entre nas escolas de 1º grau", disse Bolsonaro em sua polêmica declaração.

A pedido do deputado Marcon (PT-RS), o pronuciamento do deputado foi retirado das notas taquigráficas pelo deputado Domingos Dutra (PT-MA), que ocupava a presidência da sessão.

The Christian Post

sexta-feira, 25 de março de 2011

OMG News: Deputado gay Jean Wyllys afirma que recebeu ameaças de morte vindas de cristãos

Jean Wyllys o deputado gay
O deputado federal Jean Wyllys (Psol – BA) sofreu três ameaças de morte nesta sexta-feira (18) pelo Twitter. Professor e ex-participante do Big Brother Brasil, ele atribui os ataques a fanáticos religiosos que se opõem a ele por defender no Congresso a aprovação da união civil homossexual. Wyllys também e é a favor da distribuição de material didático anti-homofobia (chamado pejorativamente de “kit gay”) nas escolas.

Uma das mensagens direcionadas ao deputado nesta tarde dizia: “é por ofender a bondade de Deus que você deve morrer”, conta Wyllys. A segunda ameaçava: “cuidado ao sair de casa, você pode não voltar”. E, por fim, outro recado na rede social afirmava que “a morte chega, você não tarda por esperar”. O baiano respondeu avisando que denunciaria os casos a delegacia de crimes virtuais.

Esta não é a primeira vez que o parlamentar – assumidamente homossexual – se envolve em polêmicas na internet. Ele já entregou a seu advogado material que conseguiu guardar de dois perfis do Twitter que defendiam o assassinato de gays. Um dos internautas defendia ideias neonazistas, relata. Outro misturava ataques com pregações evangélicas.

“São fanáticos, são pessoas doentes”, afirma. “Não posso minimizar a responsabilidade dos pastores evangélicos nisso, porque eles conduzem as pessoas demonizando minorias”.

Wyllys é favorável ao PLC 122, projeto de lei desarquivado pela senadora Marta Suplicy (PT – SP), que trata da união homoafetiva. Ele afirma que também foi alvo de críticas por conta de discursar a favor do polêmico “kit gay”. Esse foi o “apelido” dado pelo deputado evangélico Jair Bolsonaro (PP – RJ) a cartilhas
e vídeos sobre preconceito e bulliyng que o Ministério da Educação quer distribuir em escolas públicas.

Exposição

Quando primeiro se envolveu com ofensas a homossexuais na internet ainda este ano, o deputado conta que não havia sido atacado diretamente. Ele nega, porém, que a atitude de levar os dois primeiros casos à polícia tenha provocado retaliações. “Só reagi porque estavam incitando a morte de homossexuais”. Wyllys acredita que tenha se tornado alvo fácil também pela status de “celebridade” conquistado com a participação no reality show da TV.

Fonte: Jornal do Brasil

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails