Mostrando postagens com marcador corpo de Cristo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador corpo de Cristo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

OMG News: Cientistas afirmam que Santo Sudário é autêntico

Santo Sudário
O jornal The Telegraph, um dos mais conceituados da Inglaterra, publicou uma extensa matéria sobre o Santo Sudário. Recentemente, cientistas italianos fizeram uma série de experimentos avançados nas marcas do tecido, presumivelmente deixadas pelo corpo de Cristo.

Esses exames comprovariam que as marcas não poderiam ter sido forjadas com a tecnologia disponível na época medieval. Logo, não há como negar sua autenticidade.

Ao longo dos anos, os céticos têm sustentado que o sudário é uma falsificação medieval, e testes de radiocarbono realizadas por laboratórios em Oxford, Zurique e Arizona, em 1988, apontam para a teoria de datação entre 1260 e 1390.

Contudo, os especialistas da Agência Nacional para Novas Tecnologias, Energia e Desenvolvimento Sustentável dizem que, para conseguir a nuance, a textura e a profundidade exatas da imagem no pano, seria necessário um laser ultravioleta, algo que obviamente os medievais não conheciam.

Conforme os escritores Bruno Barberis e Massimo Bocaletti, especialistas no assunto, existem três níveis de “autenticidade” do Sudário. No primeiro nível, admite-se que a imagem foi realmente produzida por um cadáver humano e por meios naturais. No segundo nível, admite-se que o lençol seja efetivamente uma mortalha do século I que envolveu um cadáver, mas não necessariamente o de Jesus Cristo.

No terceiro nível de autenticidade, admite-se que o Sudário é realmente a mortalha mencionada nos Evangelhos e que envolveu o corpo de Cristo após sua morte na cruz. A ciência não tem como atestar o terceiro nível de autenticidade; no máximo, consegue chegar até o segundo nível.

As conclusões mais famosas são do Projeto de Pesquisa do Sudário de Torino (Sturp), que reuniu dezenas de pesquisadores de várias áreas. A conclusão do Projeto é que a imagem não foi feita com pigmentos, nem teria sido obra de um artista. Na verdade, a imagem não tem  explicação científica. Mais de 30 anos depois do encerramento das pesquisas do Sturp, o mistério continua.

O jornalista Tom Chivers, do Telegraph afirma que a “datação por carbono 14 atestou a origem medieval do Sudário”. Um pesquisador do laboratório de Oxford que fez os testes nos anos 1980, defende os resultados da datação e explica por que as hipóteses que desqualificam o teste estariam erradas.

Ao comentar a possibilidade de a amostra ser de um dos vários remendos feitos no Sudário, Christopher Ramsey afirma que “a maioria de nós concorda que isso não é plausível”.

O caso está longe de ser encerrado. É preciso um novo Sturp? A tecnologia avançou muito nos últimos anos, mas o acesso ao Sudário é restrito  e controlado pela Igreja Católica, que não precisa de comprovações científicas para crer. O presidente do Centro Sindonológico do Brasil, José Humberto Resende, não concorda com novas rodadas de testes.

“Todas as vezes que o Sudário foi submetido a exames, alguém, por ato criminoso, tentou destruí-lo, como aconteceu no incêndio de 1997. Acho que só se deveríamos submetê-lo a novo exame quando tivéssemos um teste que fosse 100% infalível. Do contrário, é melhor esperar a vontade de Deus”, argumenta.

Como essa tecnologia ainda não existe, parece que epígrafe do livro de Barberis e Boccaletti continua atual: “o Sudário não teme o exame; teme apenas não ser examinado”.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 8 de abril de 2009

MG News : Episcopais e luteranos firmam acordo de comunhão

Com a entusiasta participação de membros e pastores da Igreja Evangélica Luterana do Equador e da Diocese Episcopal do Equador Central, as duas denominações celebraram acordo de comunhão e fraternidade, no templo da Luterana, em Quito, na sexta-feira, 3 de abril.

A liturgia de celebração, elaborada pelo reverendo Brian Turnbow, pastor da congregação de fala inglesa, iniciou com uma introdução do reverendo Rüdiger Schloz, pastor da congregação luterana de fala alemã, e palavras do reverendo canônigo Geoffrey Reeson, sacerdote da Igreja Episcopal e pastor emérito da congregação de fala inglesa.

Depois de leituras bíblicas lidas por membros das duas igrejas, o bispo Wilfrido Ramos Orench, da Diocese Episcopal, comunicou a esperança que este acordo, sendo “um instrumento para fortalecer nossas igrejas e nossos ministérios,” também possa ser um exemplo “de nosso chamado cristão de ser um”.

Em seu sermão, o pastor Felipe Adolf, da congregação luterana de fala castelhana, afirmou que “é fácil dividir-nos, mas tão difícil procurar a unidade” e "viver a realidade que há um só corpo em Cristo”. No entanto, “em todos nós há este desejo de ser um” e é preciso manter “uma predisposição à paz e à unidade”, expressou.

Assinalando a longa trajetória que precedeu este momento, Adolf disse que o Acordo, sendo “um início, não um final,” é “um passo, mas a concretização da fraternidade pode ser um suporte para ajudar-nos a superar nossas limitações”.

Como sinal visível da unidade expressada por este compromisso de intercomunhão, depois da assinatura do Acordo entre representantes das duas igrejas, a celebração concluiu com a Santa Ceia.

Fonte: ALC

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails