quarta-feira, 18 de maio de 2016

José Dirceu é condenado a 23 anos de prisão em ação da Lava Jato

Ex-ministro foi preso em agosto de 2015 na 17ª etapa da operação. Outras dez pessoas também foram condenadas no mesmo processo

A Justiça Federal condenou, nesta quarta-feira (18), o ex-ministro José Dirceu, a 23 anos e três meses de prisão por crimes como corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa no esquema de corrupção descoberto na Petrobras pela Operação Lava Jato. Esta é a primeira condenação dele pela Lava Jato. Cabe recurso. Outras dez pessoas também foram condenadas na mesma ação penal.



LISTA DE CONDENADOS E PENAS

Gerson de Mello Almada - ex-vice-presidente da Engevix - corrupção ativa e lavagem de dinheiro - 15 anos e seis meses de prisão em regime inicial fechado.
Renato de Souza Duque - ex-diretor da Petrobras - corrupção passiva - 10 anos de prisão em regime inicial fechado.
Pedro José Barusco Filho - ex-gerente da Petrobras - corrupção passiva. Pena de 9 anos de prisão em regime inicial fechado. A condenação foi suspensa por conta do acordo de delação premiada, que tem pena máxima estipulada em 15 anos. Barusco já foi condenado em outra ação.
João Vaccari Neto - ex-tesoureiro do PT - corrupção passiva - 9 anos de prisão, regime inicial fechado.
Milton Pascowitch - operador - corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa - 20 anos e dez meses de reclusão. Como tem acordo de delação, ele vai ficar em prisão domiciliar até 21 de maio, com tornozeleira. Depois, até 21 de maio de 2017, deve cumprir regime semi-aberto diferenciado (prisão  com  recolhimento  domiciliar  nos  finais  de  semana  e  durante  a  noite,  com tornozeleira  eletrônica).
José Adolfo Pascowitch - irmão de Pascowitch - corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa - 19 anos de prisão. Ele também tem acordo de delação e deve cumprir regime aberto diferenciado.
José Dirceu de Oliveira e Silva - ex-ministro - corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa - 23 anos e três meses de prisão em regime inicial fechado.
Fernando Antônio Guimarães Hourneaux de Moura - lobista - corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa -16 anos e dois meses de prisão em regime inicial fechado.
Luiz Eduardo de Oliveira e Silva - irmão de Dirceu - lavagem de dinheiro e organização criminosa - 8 anos e nove meses de prisão, regime inicial fechado.
Júlio Cesar dos Santos - ex-sócio da JD Consultoria - lavagem de dinheiro e organização criminosa - 8 anos de prisão, regime inicial fechado.
Roberto Marques – ex-assessor de Dirceu - organização criminosa - 3 anos e seis meses de prisão em regime inicial aberto.

Fonte: G1

Barroso diz que colocar grampo em gabinete no STF é fato 'gravíssimo'

Renan Ramalho
Do G1, em Brasília

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou considerar "gravíssimo" o fato de alguém ter instalado em seu gabinete uma escuta ambiental, dispositivo que grava áudio em determinado local. A existência do grampo, encontrado no último dia 11 de abril, foi confirmada nesta terça (17) pela assessoria do STF.
"Do ponto de vista institucional, é gravíssimo alguém ter a ousadia de colocar um grampo num gabinete do ministro do Supremo. É uma desfaçatez absoluta. Do ponto de vista pessoal, estou totalmente tranquilo e confortável. Aqui recebo em audiência e converso com meus assessores sobre os processos", afirmou.

"A gravidade é alguém saber por antecipação o que eventualmente estou pensando em fazer num processo. Mas fora isso, aqui é um espaço totalmente republicano, de modo que não há risco de ter aparecido qualquer coisa errada", completou em seguida.

O aparelho foi encontrado numa varredura de rotina por seguranças do STF e estava desativada. Não há informações sobre quem instalou o aparelho ou quando, nem se conversas do ministro ou de sua equipe foram interceptadas.

No início da tarde, a assessoria do STF informou que o caso não seria investigado. No início da noite, porém, afirmou que já está em curso uma “investigação preliminar”, sem participação de outros órgãos, como a Polícia Federal.

O gravador é menor que uma caixa de fósforo e estava acoplado numa caixa de telefone posicionada abaixo da mesa do ministro. Em conversa com jornalistas, Barroso disse não ver maiores riscos de ter ocorrido vazamento de informações em processos sigilosos ou delicados que tramitam na Corte, pois costuma preparar os votos em casa.
Servidores do gabinete não têm ideia de quando o aparelho foi colocado no local. Barroso passou a despachar no gabinete em junho de 2013, quando tomou posse na Corte. Na época, fez uma reforma grande no local.

Antes de Barroso, quem ocupava o gabinete era o ministro aposentado Joaquim Barbosa, relator do processo do mensalão. Ele deixou o local de trabalho em novembro de 2012, quando assumiu a presidência do STF, cujo gabinete se situa no prédio principal do STF.

Recentemente, entre os casos mais importantes da Corte, o ministro relatou ação que definiu o rito do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.
Outro caso
Esta não é a primeira vez que surgem indícios de espionagem no STF. Em 2008, uma reportagem da revista “Veja” revelou uma conversa telefônica entre o então presidente da Corte, ministro Gilmar Mendes, e o ex-senador Demóstenes Torres (DEM-GO).
A suspeita era de que o grampo teria sido repassado por um servidor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), subordinada ao governo. Na época, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou o afastamento provisório de toda a cúpula da Abin. Lula disse, na ocasião, que o afastamento ocorreu para que houvesse transparência nas investigações sobre grampos ilegais.
Em depoimento à PF, Mendes afirmou que teve acesso apenas ao texto do diálogo, confirmando que a conversa com o senador de fato ocorreu. A gravação em áudio, porém, nunca apareceu. O ministro também disse suspeitar que teve uma conversa gravada com o então procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, durante a Operação Navalha, que investigou corrupção envolvendo a empreiteira Gautama.

Senado quer definir impeachment de Dilma até setembro; entenda

Senado quer vincular o calendário do processo ao tempo de mandato de Ricardo Lewandowski como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, a expectativa é de realizar o julgamento final de Dilma Rousseff até 10 de setembro, data em que Lewandowski passará o comando da Corte para a ministra Cármen Lúcia. O prazo agrada também por permitir a conclusão antes das eleições municipais de outubro. Com a admissibilidade aprovada na quinta-feira passada, Dilma está afastada do cargo até novembro.

Os senadores acreditam que seria melhor ter o mesmo ministro no comando do processo para evitar que haja qualquer contradição de posicionamentos sobre a direção dos trabalhos. Ressaltam que Lewandowski acompanha o caso desde o início, tendo socorrido tanto deputados quanto senadores diante de questionamentos. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), já teve alguns encontros com ele desde abril. Nesta terça-feira (17) haverá nova reunião no Supremo com o presidente da comissão especial, Raimundo Lira (PMDB-PB), e o relator, Antonio Anatasia (PSDB-MG), para tratar dos próximos passos do processo.

Os parlamentares avaliam que o atual presidente da Corte é mais afeito ao meio político do que sua sucessora. Apesar de ter sua origem vinculada ao PT e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Lewandowski é respeitado pela oposição e já prometeu aos senadores que terá uma atuação “equidistante” no processo.

Na reunião desta terça-feira, a ideia é elaborar um plano de trabalho para essa fase de produção de provas e colocá-lo em votação no dia 24. Serão juntados aos autos documentos que as duas partes considerarem necessários, tomados depoimentos, entre outras ações de investigação. A fase será concluída com nova votação no plenário para a pronúncia, na qual mais uma vez é necessário apenas maioria simples.

Superada essa fase, o processo chegaria ao julgamento propriamente dito, quando serão necessários os 54 votos para afastar Dilma em definitivo. Para os senadores dos dois lados, porém, o fato de a marca já ter sido superada na admissibilidade, quando houve 55 votos, faz com que sejam pequenas as chances de uma reviravolta.

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Fonte: O Globo e verdade gospel

terça-feira, 17 de maio de 2016

PT não inventou corrupção na Petrobrás, mas sistematizou atuação partidária, diz Delcídio


Delcídio participou do programa Roda Viva na TV Cultura e respondeu a todos os questionamentos feito pelos jornalistas presentes. Veja o resumo na matéria.

SÃO PAULO - O senador cassado Delcídio Amaral (sem partido-MS) disse que o PT "não inventou a corrupção na Petrobras". Delcídio, que atuou durante décadas no setor energético, afirmou contudo que, com o Partido dos Trabalhadores, houve uma "sistematização" da atuação partidária para operar desvios na Petrobras e em outras estatais.

"Realmente, esse processo foi num crescendo. Qual a diferença (em relação a governos anteriores)? Começou a haver uma espécie de atuação sistêmica nas diretorias e atuação partidária muito mais ampla, concatenada, com participação das principais lideranças partidárias que compunham a base do governo Lula e Dilma. Deu no que deu", afirmou o senador cassado.

Segundo Delcídio, desde o governo FHC, Itamar e anteriores, havia corrupção nas estatais, mas não de forma tão sistematizada. Para explicar, ele relata que governos anteriores ao PT não chegavam ao "detalhe" de indicar gerentes e chefes de departamento ligados a partido. "O diretor ajustava sua equipe, não tinha isso de colocar em todos os espaços alguém ligado a partido".

Lula e Dilma sabiam. Questionado se corroborava a afirmação de que Lula e Dilma sabiam do esquema de corrupção, Delcídio repetiu que sim. Para o ex-senador, a argumentação de que Lula não sabia dos desvios ou que Dilma recebeu um parecer "falho" para decidir sobre o investimento na refinaria de Pasadena é assumir que as pessoas são "idiotas". "Tenha paciência, é achar que todo mundo é ignorante, idiota. A Petrobras sempre foi do presidente."

Presidente do Conselho da Petrobras, à época da aquisição de Pasadena, Dilma alegou ter recebido um parecer falho da diretoria Internacional para chancelar o negócio. Segundo o Tribunal de Contas da União, a compra da refinaria rendeu um prejuízo de quase US$ 800 milhões à Petrobras. "Nas estatais, especialmente na Petrobras, não há a possibilidade de você levar um processo (parecer) incompleto pra diretoria, pro conselho de administração", afirmou Delcídio ao citar todas as instâncias internas da companhia pelas quais passam esse tipo de documento. Questionado se a então presidente da República mentiu sobre o caso, Delcídio respondeu afirmativamente. "Absolutamente, ela não assumiu a responsabilidade que era dela."

Delcídio repetiu também a alegação que, sob comando direto de Dilma, negociou a indicação de Marcelo Navarro para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) em troca da decisão favorável a liberação da prisão de empreiteiros implicados na Lava Jato. Segundo o ex-senador, ele cobrou em conversa com Navarro, no térreo do Palácio do Planalto, em uma "salinha", que ele cumprisse o compromisso de liberar determinadas pessoas que estavam presas em Curitiba. "Ele disse: Sei muito bem da minha tarefa. Eu fui chamado na época de mentiroso, mas o tempo é o juiz das coisas. O Marcelo Odebrecht, em delação agora, confirmou essa história."

Sobre Lula, Delcídio repetiu que o petista pediu que ele solucionasse o "problema" com Nestor Cerveró - que estava preso e com suspeita que fecharia acordo de delação. "Ele (Lula) me disse: precisamos resolver essa questão."

Aécio e PMDB. Apesar de confirmar a informação de que o senador Aécio Neves, presidente do PSDB, teria envolvimento nos desvios de Furnas, Delcídio Amaral evitou frisar a suposta culpa do tucano. Disse apenas que, com a evolução da Lava Jato, a questão vai se esclarecer, pois Furnas é a "joia da Coroa" - empresa com atuação no setor energético do Sudeste, a região mais valorizada do País - e há muita informação já nas investigações sobre desvios envolvendo ela. "Não está tão difícil rastrear de onde vem, pra onde vai e quem recebe. As evidências e o histórico de Furnas são inapeláveis."

A respeito do PMDB, Delcídio disse que o partido teve uma "posição proeminente" nos desvios em estatais. "Isso vai aparecer nitidamente", disse ao citar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) - a quem chamou de 'cangaceiro', o senador licenciado e agora ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR) e o senador Edison Lobão (PMDB-MA).

Assista os melhores momentos do programa.



Fonte: Estadão
Por Ana Fernandes

segunda-feira, 16 de maio de 2016

THOUSAND FOOT KRUTCH LANÇA VÍDEO CLIPE

A banda Thousand Foot Kruth lançará, no mês de junho, seu novo trabalho. Exhale, como o nome sugere, vai pela direção do anterior trabalho do grupo, Oxygen: Inhale. O single da obra, "Running With Giants", foi liberado, também em videoclipe. 

Faixas 
1. Running with Giants 
2. Incomplete 
3. Give Up the Ghost 
4. A Different Kind of Dynamite 
5. The River 
6. Push 
7. Off the Rails 
8. Adrenaline 
9. Lifeline 
10. Can´t Stop This 
11. Born Again 
12. Honest 

Thousand Foot Krutch (ou TFK) é uma banda canadense de metal cristão.

Assista o ultimo trabalho da banda; Running With Giants (Lyric Video)

PGR não tem mais dúvidas: Lula agiu contra a Lava Jato

Em sua última aparição pública, na manhã de quinta-feira (5), Lula estava abatido. Cabelos desgrenhados, cabisbaixo, olhar vacilante, entristecido. Havia motivos mais que suficientes para justificar o comportamento distante. Afinal, Dilma Rousseff, a sucessora escolhida por ele para dar sequência ao projeto de poder petista, estava sendo apeada do cargo. O fracasso dela era o fracasso dele. Isso certamente fragilizou o ex-presidente, mas não só.

Há dois anos, Lula vê sua biografia ser destruída capítulo a capítulo. Seu governo é considerado o mais corrupto da história. Seus amigos mais próximos estão presos. Seus antigos companheiros de sindicato cumprem pena no presídio. Seus filhos são investigados pela polícia. Dilma, sua invenção, perdeu o cargo. O PT, sua maior criação, corre o risco de deixar de existir. E para ele, Lula, o futuro, tudo indica, ainda reserva o pior dos pesadelos. O outrora presidente mais popular da história corre o risco real de também se tornar o primeiro presidente a ser preso por cometer um crime.

‘Veja’ teve acesso a documentos que embasam uma denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente. São mensagens eletrônicas, extratos bancários e telefônicos que mostram, segundo os investigadores, a participação de Lula numa ousada trama para subornar uma testemunha e, com isso, tentar impedir o depoimento dela, que iria envolver a ele, a presidente Dilma e outros petistas no escândalo de corrupção na Petrobras. Se comprovada a acusação, o ex-presidente terá cometido crime de obstrução da Justiça, que prevê uma pena de até oito anos de prisão. Além disso, Lula é acusado de integrar uma organização criminosa. Há dois meses, para proteger o ex-presidente de um pedido de prisão que estava nas mãos do juiz Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, a presidente Dilma nomeou Lula ministro de Estado, o que lhe garantiu foro privilegiado. Na semana passada, exonerado do governo, a proteção acabou.

Há várias investigações sobre o ex-­presidente. De tráfico de influência a lavagem de dinheiro. Em todas elas, apesar das sólidas evidências, os investigadores ainda estão em busca de provas. Como Al Capone, o mafioso que sucumbiu à Justiça por um deslize no imposto de renda, Lula pode ser apanhado por um crime menor. Após analisar quebras de sigilo bancário e telefônico e cruzar essas informações com dados de companhias aéreas, além de depoimentos de delatores da Lava Jato, o procurador-geral Rodrigo Janot concluiu que Lula exerceu papel de mando numa quadrilha cujo objetivo principal era minar o avanço das investigações do petrolão. Diz o procurador-geral: “Ocupando papel central, determinando e dirigindo a atividade criminosa praticada por Delcídio do Amaral, André Santos Esteves, Edson de Siqueira Ribeiro, Diogo Ferreira Rodrigues, José Carlos Costa Marques Bumlai e Maurício de Barros Bumlai (…), Luiz Inácio Lula da Silva impediu e/ou embaraçou a investigação criminal que envolve organização criminosa”.

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Fonte: Veja



Cunha diz que Dilma lhe ofereceu ajuda para enfrentar o STF

Desde que foi afastado do cargo de presidente da Câmara, em 5 de maio, Eduardo Cunha manteve-se longe dos holofotes e agora, em sua primeira entrevista à imprensa, revelou que Dilma teria oferecido ajuda para ele enfrentar o Supremo Tribunal Federal (STF).

À ‘Folha de S. Paulo’ deste domingo (15), Cunha afirmou que Dilma teria dito que tinha cinco ministros do Supremo que poderiam ajudá-lo.

“A presidente, no dia em que estive com ela, em 1º setembro, fui para uma audiência que ela convocou para falar de medidas e sei lá o quê. Ela disse que tinha cinco ministros para poder me ajudar… Ela não disse os nomes nem ajudar no quê. Eu simplesmente ignorei”, disse Cunha à ‘Folha de S. Paulo’.

Cunha ainda afirmou ao jornal que não se considera o capitão do golpe, como é chamado pela presidente. Segundo ele, a decisão de aceitar o pedido de impeachment foi técnica.

“Eu tive 53 pedidos de impeachment… Dos 53, eu rejeitei 41, aprovei 1 e ainda deixei 12 que não foram decididos. Se eu fosse capitão do golpe já teria tido impeachment muito tempo atrás. Eu rejeitei o conceito de que o mandato anterior contaminava o atual. Não entrei no mérito da corrupção. Ela promoveu despesas sem autorização do Poder Legislativo. Foi técnico”, afirmou Cunha à ‘Folha de S. Paulo’.

Acusações

Eduardo Cunha enfrenta uma série de acusações investigadas pela Operação Lava Jato. Embora negue todas as acusações, a procuradoria geral da república (PGR) comprovou que Cunha possui algumas contas bancárias na Suíça.

O peemedebista é suspeito de participar do esquema de corrupção da Petrobras e em diversas delações da Operação Lava Jato teve seu nome citado por presos.

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Fonte: Exame

Encontro entre Aécio Neves e Gilmar Mendes irrita Rodrigo Janot

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não gostou nada do encontro de mais de uma hora entre o senador Aécio Neves e Gilmar Mendes, no gabinete do ministro, na véspera de ele suspender o inquérito contra o senador tucano.

Segundo nota da coluna Radar de ‘Veja’, em documento que enviará ao Supremo Tribunal Federal, Janot será duro. Dirá que o inquérito não pode ser arquivado e que Aécio precisa, sim, ser investigado pela acusação de propina em Furnas.

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Fonte: Veja

Espelhado no Brasil, povo da Venezuela vai às ruas por saída de Maduro

A semana foi marcante na Venezuela.

A quarta-feira (11), dia em que o senado brasileiro reuniu-se para votar a admissibilidade do impeachment e o consequente afastamento da presidente Dilma Rousseff, foi inspiradora para o povo venezuelano.

Uma multidão foi às ruas para protestar contra Nicolás Maduro.

O povo venezuelano quer a contagem imediata das assinaturas que foram entregues ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE) pedindo a convocação de referendo para revogar o mandato do atual presidente.

O manifesto aconteceu em inúmeras cidades de todos os estados da Venezuela.
A oposição acusa o CNE de estar aliado ao governo, fazendo gestões para evitar o referendo.

Entretanto, com o notável crescimento de apoio popular, a oposição acredita que inevitavelmente até o final deste ano o referendo seja realizado.

Pesquisas demonstram que mais de 70 por cento da população quer a saída de Nícolas Maduro e os acontecimentos no Brasil, redobraram a força do povo venezuelano.

Fonte: Jornal da Cidade On Line

Ex-BBB é preso durante operação da Polícia Civil no Paraná

Apesar de Ana Paula (Olha ela) ser reconhecida como uma "louca" pelos espectadores em geral, conseguiu enxergar o "canalha" dentro do caráter do "filosofo" Laércio Moura.

(Foto: Reprodução)
O ex-BBB Laércio de Moura foi preso durante uma operação do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) na manhã desta segunda-feira (16), na casa dele, em Curitiba. O mandado expedido contra o Laércio é preventivo, ou seja, ele não tem prazo  para deixar a carceragem.

Segundo a Polícia Civil, ele é suspeito de praticar o crime de estupro de vulnerável e de fornecer bebidas alcoólicas para menores de idade. A defesa de Laércio não comentou o fato.

Pelo visto a produção do BBB não está nem aí com as suas escolhas, que já teve outros "tipos" como esse. 

Fonte: G1

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