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terça-feira, 14 de março de 2017

domingo, 25 de setembro de 2016

Advogados de réus comemoram decisão do STF, que afasta Moro de processos da Lava Jato

O STF (Supremo Tribunal Federal) em decisão extremamente temerária e lamentável, que poderá ir de encontro ao futuro dos processos oriundos da Operação Lava Jato, decidiu nesta quarta-feira desmembrar a investigação contra a senadora Gleisi Hoffmann, do PT.

Guiado pelo entendimento de que o caso da petista não está diretamente conectado ao petrolão, outro ministro deverá analisar as denúncias. O escolhido foi justamente, José Dias Toffoli.

Por outro lado, uma outra parte da apuração, que não envolve políticos com mandato, será remetida para a Justiça de primeira instância, em São Paulo.

A decisão do Supremo abre precedente para que a Lava Jato seja toda fatiada e suas ações penais, hoje nas mãos do juiz Sérgio Moro na primeira instância e do ministro Teori Zavascki em Brasília, acabem espraiadas pelas diferentes cortes do país. Em síntese, o Supremo entendeu que os processos deverão ser analisados por juízes instalados nas Varas onde os crimes foram cometidos.

A primeira consequência da decisão de espalhar pedaços da Lava Jato pela Justiça nos estados será tirar parte considerável das investigações da responsabilidade do juiz Sérgio Moro e da equipe de procuradores do Ministério Público Federal do Paraná. 

A decisão também mina o pilar central da Lava Jato: de que foi uma mesma quadrilha quem operou um contínuo assalto à República, cujo pano de fundo era um projeto de perpetuação do Partido dos Trabalhadores e seus aliados no poder.

Na segunda-feira (21), o procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima resumiu o ponto-chave da investigação: "Quando falamos que estamos investigando esquema de compra de apoio político para o governo federal através de corrupção, estamos dizendo que os casos Mensalão, Petrolão e Eletronuclear são todos conexos porque dentro deles está a mesma organização criminosa e as pessoas ligadas aos partidos políticos. Não tenho dúvida nenhuma de que todos ligados à Casa Civil do governo Lula, tudo foi originado dentro da Casa Civil". 

Na terça-feira (22), antevendo os possíveis danos de uma decisão como a que o Supremo tomou, disse que o desmembramento das ações "pode ser o fim da Lava Jato", como ela foi desenhada.

A partir de agora, o caminho está aberto para que uma enxurrada de recursos questione, por exemplo, porque o esquema de corrupção em Angra 3 não está sendo julgado no Rio de Janeiro ou os processos que tratam essencialmente da atuação criminosa do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto em esquemas anexos ao petrolão não poderiam tramitar na Justiça de São Paulo. Mais: o julgamento desta quarta-feira (23) fortalece a tese capenga dos defensores de que quadrilhas autônomas e desconectadas atuaram no roubo à República e que teria havido uma espécie de "encontro fortuito" de casos de corrupção em outros órgãos.

Os votos dos ministros foram comemorados por advogados de presos pela operação da Polícia Federal. Tirar os processos das mãos do juiz Sérgio Moro, considerado irredutível e duro, era uma das principais táticas dos defensores para tentar escapar de condenações.
Dos dez ministros presentes na corte - Luiz Fux não estava -, somente Gilmar Mendes e o decano Celso de Mello votaram contra retirar os processos da Lava Jato da Justiça Federal do Paraná. "No fundo, o que se espera é que processos saiam de Curitiba e não tenham a devida sequência em outros lugares. É bom que se diga em português claro", advertiu Mendes.

Em um célebre voto, Celso de Mello afirmou: "O Ministério Público Federal destacou que a investigação penal, não obstante fragmentada em diversos inquéritos e procedimentos de apuração de delito, tem por objeto uma vasta organização criminosa de projeção tentacular com métodos homogêneos de atuação, integrada por diversos atores e protagonistas e operando por intermédio de vários núcleos com idêntico ou semelhante modus operandi na captação, operacionalização e distribuição criminosa de vantagens ilícitas".

Fonte: Jornal da Cidade

terça-feira, 20 de setembro de 2016

É preciso acabar com exibicionismo da Lava Jato, diz Renan

© REUTERS/Ueslei Marcelino
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou nesta terça-feira que é preciso acabar com o "exibicionismo" da Lava Jato e criticou a exposição de pessoas "sem culpa formada".

Para Renan, citado em delações relacionadas à operação que apura esquema de corrupção envolvendo a Petrobras, a Lava Jato precisa separar o "joio do trigo" e não pode "nivelar todos sob uma acusação genérica".

"A Lava Jato é importante, nada vai deter a Lava Jato, mas é muito importante... precisa acabar com esse exibicionismo, com esse processo de exposição das pessoas sem culpa formada", disse a jornalistas, citando a denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"É preciso de uma vez por todas fazer denúncias, claro, investigar, claro, mas fazer denúnicas que tenham começo, meio e fim, que sejam consistentes, e não fazer denúncia por mobilização política", afirmou.


Fonte: Reuters

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Haddad tira de mendigos cobertores doados por igrejas

As medidas determinadas pelo prefeito de São Paulo, Fernando Hadadd (PT) tem causado revolta na população de rua da maior cidade do Brasil. Ele se defende dizendo que não há “proibição expressa de recolher” pertences pessoais das pessoas sem teto, mas confirma ter dado a orientação de “não deixar favelizar praças públicas”.

Após cinco mortes suspeitas de moradores de rua por causa do frio na última semana, voluntários que trabalham com as pessoas que vivem nas ruas denunciaram que a GCM (Guarda Civil Metropolitana) está retirando cobertores, colchões e até pedaços de papelão que eles utilizam para se proteger do frio.
A decisão de implantar uma política “higienista” são denunciadas pela Pastoral do Povo de Rua de São Paulo. Os funcionários da prefeitura realizam operações de zeladoria, conhecidas popularmente como “rapa”.

Eles chegam e recolhem tudo que encontram, jogando posteriormente no lixo. Isso revolta as pessoas que já tem muito pouco para chamar de seu, pois as expõe ainda mais ao frio recorde que a cidade está experimentando.

Para o padre Júlio Lancellotti, coordenador da Pastoral do Povo de Rua, isso é revoltante. “Eles têm retirado cobertores, colchões e o resto que essa população tem para se proteger do frio. O argumento que eles dão é que estão fazendo ‘limpeza pública’”, critica.

Parte dessas mantas foi doada pela igreja. A Arquidiocese de São Paulo cobra providências urgentes. Em nota, expressou “profunda tristeza e preocupação pelos quatro moradores de rua que morreram nas noites da semana em que a cidade Paulo enfrentou uma forte onda de frio”. Afirmou ainda que “o ‘problema dos pobres’ desafia toda a cidade de São Paulo a se mostrar acolhedora e sensível diante das necessidades do próximo”.

Além disso, o Convento São Francisco, no cento da capital, comunicou que está abrindo suas portas à noite para receber moradores de rua durante o inverno. Com a possibilidade do frio incomum que atingiu a cidade faça mais vítimas durante a madrugada, eles acomodaram mais de 60 camas com cobertores.

O convento vai oferecer uma refeição quente, banho e corte de cabelo para os que desejarem. Pelo Facebook, está fazendo uma campanha para arrecadação de alimentos, produtos de higiene pessoal e roupas que serão doados aos sem teto. Com informações Diário de SP e Razões para acreditar

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 7 de junho de 2016

Cerveró: não existe superfaturamento na Petrobras, o que existe é a propina

Em depoimento aos investigadores da Operação Lava Jato, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró afirmou ser falsa a suspeita de que exista superfaturamento em obras contratadas pela Petrobras. Ele explicou existir somente propina, com valor previsto no custo, destinada a políticos.
"Criou-se uma história de superfaturamento. Não existe superfaturamento [em obras da Petrobras]. Se tem um negócio na Petrobras que é muito bem controlado é o preço", disse o ex-diretor em diálogo com investigadores durante depoimento na delação premiada.
"O que existe é a propina. É feita uma avaliação, isso vale para o Brasil e vale para os Estados Unidos. Vale para qualquer obra. [...] Propina é internacional", completou depois.

Cerveró contou que há um controle interno "rigoroso" na fixação do preço na Petrobras, válido também para a compra de plataformas de petróleo. Dentro do valor, disse, está embutido o montante reservado para a propina.
No diálogo, ele também contou que muitos políticos reclamavam do percentual dos contratos destinados à propina nos contratos da Petrobras.
"Tem muito político que pensa... Isso funciona muito em obra estadual, aí a comissão é 10%. Tinha político ali [na Petrobras] que ficava revoltado: 'Porra, só isso que vc pode pagar? Fiz uma estradinha e levei 20%'", contou o ex-diretor.

Em outro depoimento aos investigadores, Cerveró também disse considerar "praticamente impossível" que Dilma não tivesse conhecimento das irregularidades na Petrobras "porque constantemente vinha a questão do superfaturamento da Abreu e Lima", disse, em referência à construção da refinaria em Pernambuco, alvo de investigações.
"Havia denúncias e ela tinha conhecimento de irregularidades que aconteciam. No mínimo se lesse o jornal sabia disso", afirmou o ex-diretor.

Em nota divulgada nesta segunda, Dilma disse que "jamais teve conhecimento sobre as atividades ilícitas praticadas por Nestor Cerveró na Petrobras e, portanto, jamais compactuou com tais condutas"

"Este teatro montado por esta pessoa que não tem credibilidade e é suspeito de crimes, não intimida a senhora presidenta Dilma Rousseff. Ela tem a consciência tranquila e reitera que as provas que demonstram as calúnias de Nestor Cerveró são contundentes", diz nota divulgada pela assessoria da petista.


Fonte: G1

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Espelhado no Brasil, povo da Venezuela vai às ruas por saída de Maduro

A semana foi marcante na Venezuela.

A quarta-feira (11), dia em que o senado brasileiro reuniu-se para votar a admissibilidade do impeachment e o consequente afastamento da presidente Dilma Rousseff, foi inspiradora para o povo venezuelano.

Uma multidão foi às ruas para protestar contra Nicolás Maduro.

O povo venezuelano quer a contagem imediata das assinaturas que foram entregues ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE) pedindo a convocação de referendo para revogar o mandato do atual presidente.

O manifesto aconteceu em inúmeras cidades de todos os estados da Venezuela.
A oposição acusa o CNE de estar aliado ao governo, fazendo gestões para evitar o referendo.

Entretanto, com o notável crescimento de apoio popular, a oposição acredita que inevitavelmente até o final deste ano o referendo seja realizado.

Pesquisas demonstram que mais de 70 por cento da população quer a saída de Nícolas Maduro e os acontecimentos no Brasil, redobraram a força do povo venezuelano.

Fonte: Jornal da Cidade On Line

sexta-feira, 13 de maio de 2016

O presidente do STF Ricardo Lewandowski foi indicado pelo parceiro de Bumlai

Em 2012, a Época fez uma reportagem sobre as pessoas mais próximas de Lula: Luiz Marinho, Ricardo Lewandowski e Laerte Demarchi, dono dos terrenos repassados a José Carlos Bumlai e vendidos posteriormente ao dono da Focal.

A reportagem dizia:

“Marinho, Lewandowski, Demarchi e Lula pertencem a um mesmo círculo de amigos – e o relacionamento dos quatro vem se estreitando nos últimos tempos.

Lewandowski ingressou na vida pública pelas mãos dos Demarchis. Quando Walter Demarchi, irmão de Laerte, era vice-prefeito de São Bernardo, entre 1983 e 1988, ele convidou o então advogado a ocupar a Secretaria de Assuntos Jurídicos.

O então prefeito, Aron Galante, mal conhecia Lewandowski. Ele recorda: ‘Foi a família Demarchi que indicou o secretário jurídico’.

A família Demarchi se orgulha de ter sugerido o nome de Lewandowski quando surgiu uma vaga no Supremo. ‘O único favor que pedimos ao Lula, que foi meu irmão Laerte quem pediu, foi para que ele colocasse o Ricardo como ministro’. O Lula falou: ‘Tudo bem’”.

Agora que a Lava Jato investiga o elo entre Lula, José Carlos Bumlai e Laerte Demarchi, o que vai dizer o presidente do STF, indicado para o cargo pelo próprio Laerte Demarchi? Tudo bem?

Fonte: O Antagonista.

sábado, 7 de maio de 2016

Aleluia diz: "PCdoB querer defender a democracia é piada”


 “Só pode ser pilhéria o PCdoB dizer que defende a democracia. E que desfaçatez é essa de não assumir que a ditadura é o ideal de governo de todo partido comunista”, reage com ironia o dep. federal José Carlos Aleluia aos ataques raivosos dos comunistas ao Democratas. 

“O autoritarismo, o totalitarismo e a ditadura compõem o DNA do Partido Comunista do Brasil”, lembra Aleluia. Segundo ele, a ruptura com o Partidão (PCB) da qual resultou a legenda foi justamente porque o grupo que criou o PC do B defendia o ditador Josef Stalin.“Enquanto a União Soviética, por meio do líder Nikita Kruschev, fazia uma revisão de sua história, denunciando ao mundo o assassínio de milhões de russos por Stalin, o PC do B surgia para defender os ideais de um ditador cruel e sanguinário, que chegou a fazer um pacto com Hitler”, conta o presidente estadual do Democratas.

Para Aleluia, um partido com esse tipo de origem não pode ser levado a sério quando fala em contraditório e democracia. “O PC do B defende o partido único. Era assim na extinta União Soviética e na Albânia, um miserável país dominado durante décadas pelo ditador Enver Hoxha, que, enquanto esteve vivo, foi o ídolo dos comunistas do PC do B”.

Segundo Aleluia, onde o comunismo tomou o poder só existiu um partido. “Ainda hoje nos remanescentes países comunistas, como Cuba e Coréia do Norte, prevalece o partido único comandando o modo de governar totalitário tão admirado pelo PC do B. 

A China de Mao Tsé Tung já foi o sonho de comunismo do PC do B. Mas certamente deixou de ser depois do choque de capitalismo chinês, embora por lá ainda hoje só haja um partido”.


"Todos às ruas para defender a democracia e contra o golpe". Esse é o mote da propaganda do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) que foi exibido em rede nacional de televisão nesta quinta-feira(28) nas emissoras de todo o Brasil. 

Os comunistas denunciam no programa a farsa do impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff e destacam que o golpe põe fim a uma das maiores conquistas dos brasileiros nos últimos tempos: a democracia. 


Fonte: Politica Livre

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Delcídio diz que foi ‘explorado para benefícios’ de Lula e filho de Cerveró

Em suas alegações finais ao Conselho de Ética do Senado, o senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) diz que foi “explorado para benefícios de terceiros” e cita o ex-presidente Luiz Inácio do Lula da Silva e Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

Delcídio responde a um processo no colegiado por suposta quebra de decoro por ter sido flagrado em uma gravação negociando um plano de fuga para o ex-diretor da estatal, alvo da Operação Lava Jato.

No documento, protocolado na sexta-feira (29) e ao qual a ‘Globonews’ teve acesso, a defesa classifica a representação apresentada no conselho contra Delcídio de “fantasiosa”, “confusa” e “estapafúrdia” e pede a anulação do processo alegando não haver provas. A votação do parecer recomendando ou não a cassação do mandato parlamentar dele está prevista para a próxima terça-feira (3).

A defesa de Delcídio sustenta que “toda a prova que a defesa requereu que fosse trasladada do STF (Supremo Tribunal Federal) para o Conselho de Ética demonstraria que Delcídio do Amaral jamais foi o articulador disso tudo”.

E continua: “Ao contrário! Delcídio do Amaral foi explorado para benefícios de terceiros: de um lado, de Lula para proteger a família do amigo (José Carlos) Bumlai; de outro lado, de Bernando Cerveró (filho do ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró) que o atraiu por truques cênicos para criar a ‘cama de gato’ e conseguir o trunfo da colaboração do pai”.

Procurado pela reportagem, o Instituto Lula informou que “o ex-presidente já falou sobre o assunto em depoimento à Procuradoria Geral da República e negou a fantasiosa tese de Delcídio do Amaral e de sua defesa”.

A defesa de Bernando Cerveró nega a utilização de truques cênicos e afirma que a reunião em que foi realizada a gravação aconteceu nos mesmos moldes de outras reuniões entre Bernardo e Delcídio.

Segundo a defesa do senador, um dos alvos da delação de Cerveró seria Bumlai e Delcídio teria a missão de demover o ex-diretor da Petrobras da ideia de fechar acordo com o Ministério Público Federal.

Ex-líder do governo no Senado, Delcídio foi preso pela Polícia Federal em novembro do ano passado acusado de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato. Em conversa que teve o áudio gravado, o senador trata de um plano de fuga para que Cerveró não fechasse acordo de delação premiada e, se fechasse, que não o citasse. A gravação foi feita por Bernardo Cerveró e entregue ao Ministério Público.

Falta de provas

Os advogados de Delcídio argumentam ainda que a representação contém apenas o teor do áudio degravado, sem estar autenticado, e não o áudio em si.

“O único elemento de prova que pretende lastrear a malsinada imputação vertida na confusa e fantasiosa representação é um documento apócrifo – mais do que apócrifo, anônimo – que se autodenomina de ‘degravação’”, escreveu a defesa.

A defesa também diz que a gravação foi obtida por “meio enganoso”, porque Bernardo se aproveitou da relação de confiança que Delcídio possuía com a família do ex-diretor da Petrobras para induzi-lo a se “autoincriminar”.

Os advogados alegam ainda que a representação não deixa clara qual é a imputação contra o senador. “As malversadas construções vertidas na estapafúrdia peça inaugural não revelam com mínima clareza no que teria consistido exatamente a quebra de decoro”.

A peça entregue no conselho afirma que o dispositivo pelo qual o PPS e a Rede, autores da representação, pedem a sua cassação diz que a quebra do decoro ocorreria mediante a prática de “irregularidades graves”, incluindo o desvio de verba para enriquecimento do senador ou a aplicação indevida de recursos públicos.

A defesa sustenta, porém, que nenhum dos casos de aplica à conduta atribuída ao senador na representação. “A representação é pródiga em vituperar ignomínias e maledicências contra o senador Delcídio. Todavia, quando se trata de amoldar tecnicamente em qual hipótese de tipicidade concreta teria incorrido a sua conduta, a representação deixa um vazio, sintomático da sua inépcia”, afirma nas alegações finais.

Os advogados pedem ainda o cancelamento da sessão desta terça-feira e que a fase de instrução seja reaberta. Requer ainda que ele seja absolvido, mas, caso o processo seja considerado procedente, que Delcídio receba uma punição mais branda do que a cassação do mandato parlamentar. Pelo Código de Ética, as demais penas previstas são censura, advertência ou perda temporária do exercício do mandato.

Suspeição

Nas alegações finais, os advogados também solicitam que o relator Telmário Mota (PDT-RR) e todos os demais integrantes do Conselho de Ética sejam declarados “suspeitos” para decidirem sobre o caso, porque “publicamente anteciparam juízos de valor” sobre a denúncia.

Procurado pelo ‘G1′, Telmário Mota disse que considera o pedido de suspeição “incrível” porque ele deu “várias oportunidades” para Delcídio se defender no Conselho de Ética. O parlamentar também afirmou que conselho está julgando o “comportamento” do senador e não o crime que ele teria cometido, por isso os documentos não são fundamentais para o processo administrativo. Telmário também afirmou que a intenção da defesa é atrasar os trabalhos do colegiado.

Além disso, os advogados querem que o Conselho de Ética marque uma nova data para que Delcídio preste depoimento ao colegiado.

Ao todo, o conselho marcou quatro datas para que ele fosse ouvido. No entanto, o senador apresentou licenças médicas e não compareceu a nenhuma das sessões agendadas.

Deixe o seu comentário.

Fonte: G1


quinta-feira, 28 de abril de 2016

Saiba quem são os Senadores que são contra o Impeachment e os indecisos


Contra o impeachment

Angela Portela - PT/RR
Donizeti Nogueira - PT/TO
Douglas Cintra - PTB/PE
Edison Lobão - PMDB/MA
Fátima Bezerra - PT/RN
Gleisi Hoffmann - PT/PR
Humberto Costa - PT/PE
Jader Barbalho - PMDB/PA
João Capiberibe - PSB/AP
Jorge Viana - PT/AC
José Pimentel - PT/CE
Lídice da Mata - PSB/BA
Lindbergh Farias - PT/RJ
Otto Alencar - PSD/BA
Paulo Paim - PT/RS
Paulo Rocha - PT/PA
Randolfe Rodrigues - REDE/AP
Regina Sousa - PT/PI
Renan Calheiros - PMDB/AL
Roberto Requião - PMDB/PR
Telmário Mota - PDT/RR
Vanessa Grazziotin - PCdoB/AM
Wellington Fagundes - PR/MT

Indecisos

Benedito de Lira - PP/AL
Cristovam Buarque - PPS/DF
Elmano Férrer - PTB/PI
Eunício Oliveira - PMDB/CE
Fernando Collor - PTC/AL
Hélio José - PMDB/DF
João Alberto Souza - PMDB/MA
Raimundo Lira - PMDB/PB
Roberto Rocha - PSB/MA
Sandra Braga - PMDB/AM
Vicentinho Alves - PR/TO
Walter Pinheiro - Sem Partido/BA

Saiba mais aqui no Mapa do Impeachment


Começa a estrategia do medo no PT

No apagar das luzes, a presidente Dilma, assinará a autorização de vários projetos engavetados para que não caia no colo de Temer. Entre eles, estão o projeto de quatro aeroportos e dois portos.

O discurso do PT e do governo ainda é o de "golpe" contra a democracia, para que os militantes acatem a tarefa de infernizar o governo de Temer, colocando-os na rua com protestos dirigidos pelos famosos black bloks.

Reconhecendo que o partido não assume mais nada por um bom tempo a meta é anarquizar e infernizar tudo e a todos. É só esperar para ver de onde vem tanta mortadela e quem vai pagar. 

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Encontro de Renan com Dilma. Ela começa a fazer as malas para a mudança.

Por Cristiana Lôbo

O presidente do Senado, Renan Calheiros, esteve no Palácio do Planalto para uma conversa com a presidente Dilma Rousseff. 

O encontro já tinha sido marcado anteriormente, quando já estava prevista a reunião para instalação da Comissão Especial do Impeachment que vai decidir em no máximo 15 dias sobre o afastamento ou não da presidente por 180 dias.

Diante do cenário adverso para ela – na comissão do impeachment ela tem apenas cinco dos 21 votos –, a presidente vai se preparando para os dias seguintes: caixas com documentos e objetos estão sendo retirados dos gabinetes no Palácio do Planalto e transportados para o Palácio da Alvorada. 

Segundo assessores, Dilma pretende permanecer no Alvorada durante o período em que estiver afastada do governo. Ela continuará morando perto da residência oficial ocupada por Temer.

A previsão para a votação em plenário também não é otimista para a presidente. Segundo cálculos de aliados, ela deve ter apenas votos de senadores do PT, do PC do B, e de alguns senadores de partidos como PSB, PDT e PMDB, porém, com número insuficiente para evitar seu afastamento.

Fonte: G1

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Pr. Silas prova que quem votou contra o impeachment é covarde e omisso; confira!

Como seu jeito de falar o que pensa o Pr. Malafaia grava um vídeo onde diz que os deputados que votaram contra o impeachment são covardes e omissos. O Pr. lembrou que não viu nenhum deputado da base governista que votou contra, dizer que o STF aplicou golpe. Então, se foi golpe, ele foi dado pela Suprema Corte que determinou o rito na câmara dos deputados.

Veja o vídeo:


segunda-feira, 18 de abril de 2016

Senado Federal, a bola da vez. Impeachment Já!


Agora começa a outra etapa do impeachment da presidente Dilma e a luta que continua tem outro destino: O Senado Federal.

Para quem ainda não sabe, o movimento “Vem Pra Rua” – um dos grandes articuladores das manifestações em todo o país -, lançou mais uma plataforma de ataque: o site “Mapa do Impeachment”.

Eles mapearam todos os senador, em todos os estados, com informações sobre quem é contra, quem é indeciso e quem é a favor do Impeachment. 

Vale ressaltar que se o internauta clicar na imagem de um senador que é contra ou indeciso em relação ao impeachment, ele terá acesso a todos os dados do referido senador, inclusive telefone, e-mail, site, evolução patrimonial, bens declarados e principais doadores de campanha.


Poderá também gostar de:

Após cuspir em Bolsonaro, Jean Wyllys pode ter seu mandato cassado por quebra de decoro

Jair Bolsonaro tem provas suficientes para dar entrada com uma ação no STF para cassar o mandato de Jean Wyllys por quebra de decoro parlamentar.

Segue:

Decoro parlamentar é a conduta individual exemplar que se espera ser adotada pelos políticos, representantes eleitos de sua sociedade.

O decoro parlamentar está descrito no regimento interno de cada casa do Congresso Nacional brasileiro. Na constituição federal brasileira, no artigo 55, parágrafo 1º diz: "É incompatível com o decoro parlamentar, além dos casos definidos no regimento interno, o abuso das prerrogativas (art. 53) asseguradas a membro do Congresso Nacional ou a percepção de vantagens indevidas".

Veja como foi: 


Seria mais uma vitória para o nosso Brasil !!!

Fonte: Papo TV

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Movimento Vem Pra Rua mostra pelo site o “Mapa do Impeachment”

Diante do crescimento do apoio dos brasileiros ao Impeachment da Presidente Dilma Rousseff, o movimento “Vem Pra Rua” – um dos grandes articuladores das manifestações em todo o país -, lançou mais uma plataforma de ataque: o site “Mapa do Impeachment”.

Eles mapearam todos os deputados, em todos os estados, com informações sobre quem é contra, quem é indeciso e quem é a favor do Impeachment. 

Vale ressaltar que se o internauta clicar na imagem de um deputado que é contra ou indeciso em relação ao impeachment, ele terá acesso a todos os dados do referido deputado, inclusive telefone, e-mail, site, evolução patrimonial, bens declarados e principais doadores de campanha.



quarta-feira, 6 de abril de 2016

MBL vai pedir impeachment do ministro do STF Marco Aurélio

O Movimento Brasil Livre (MBL) vai protocolar pedido, no Senado, de abertura de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello nesta quarta-feira (6), segundo o jornal 'Folha de S. Paulo'.

O pedido é uma resposta à decisão do ministro, ontem, de que o presidente da Câmara Eduardo Cunha dê seguimento a pedido de impeachment contra o o vice-presidente da República Michel Temer.

Eles acreditam que o ministro 'passou por cima da separação dos Poderes', atuou de forma "desidiosa" (desleixada) com a medida e usam como base o artigo 39, da Lei 1.079 de 1950, que determina os crimes de responsabilidade dos ministros do STF.

Rubens Nunes, advogado e coordenador nacional do MBL, vai a Brasília hoje para cuidar pessoalmente do caso.

"Eu não acho preocupante existir um processo de impeachment contra o vice-presidente Michel Temer, uma vez que ele siga os trâmites legais", disse Nunes.

"O que nós não achamos normal é o STF intervindo na Câmara, a função do STF é julgar e da Câmara, legislar", completou o jurista.

Fonte: MSN.COM

terça-feira, 5 de abril de 2016

WhatsApp protege mensagens em chats e grupos com criptografia ponta a ponta


"As mensagens que você enviar para esta conversa e chamadas agora são protegidas com criptografia de ponta-a-ponta"Essa frase já apareceu para você?

Foto de reprodução
por THÁSSIUS VELOSO

O WhatsApp adotou uma nova forma de proteção das mensagens enviadas entre os usuários que promete deixá-lo mais seguro e difícil de ser invadido. Internautas que estavam no meio de conversas receberam o aviso, que aparece para donos de celulares com Android, para proprietários de iPhone (iOS) e também para quem utiliza o WhatsApp no PC por meio da ferramenta WhatsApp Web.

O que é criptografia? Reportagem explica como a tecnologia de proteção funciona

Ao menos no smartphone da Apple, a mensagem é aberta em uma janela e o usuário precisa confirmar que a leu. Ele ainda tem a opção de saber mais sobre o tema. Embora o TechTudo não tenha testado em Windows Phone, alguns usuários do sistema da Microsoft disseram que a mensagem também foi enviada para os dispositivos compatíveis.

A empresa por trás do app explicou que nesta terça-feira (5) concluiu o desenvolvimento de uma tecnologia que faz do WhatsApp "líder em proteger suas comunicações particulares". A criptografia impede que o conteúdo das mensagens seja interceptado e lido por terceiros. Segundo o WhatsApp, nem mesmos seus engenheiros e funcionários seriam capazes de acessar os conteúdos que aproximadamente um bilhão de usuários ativos trocam diariamente. São 42 bilhões de mensagens por dia, segundo estatísticas oficiais.
A criptografia ponta a ponta vale para "todas as ligações de voz que você quiser, e qualquer mensagem, foto, vídeo, arquivo ou mensagem de voz que enviar, (...) incluindo os chats em grupo". Ainda segundo os criadores do app, "ninguém" consegue ler dentro da mensagem. "Nem criminosos, nem hackers, nem regimes opressores. Nem mesmo nós."

O WhatsApp esclareceu que todas as mensagens critptografadas só podem ser lidas pelos destinarários. Para tanto, basta usar a versão mais recente do comunicador instantâneo. "A encriptação completa é ativada por padrão e em todo o tempo."

Em outras palavras, o WhatsApp mais seguro começa a funcionar hoje mesmo, sem que os usuários do mensageiro na versão mais atual precisem fazer nada. Basta continuar usando. O processo é todo feito por meio da Tecnologia da Informação para manter as mensagens seguras.

À frente do Facebook, YouTube e Instagram, o WhatsApp é o app mais usado pelos brasileiros, de acordo com um estudo revelado em dezembro de 2015. Ele é utilizado por nove de cada dez entrevistados no levantamento. Eles também disseram ter em média 15 programas instalados no smartphone.

O aplicativo apresenta o seguinte texto: "As mensagens que você enviar para esta conversa e chamadas agora são protegias com criptografia de ponta-a-ponta".

Fonte: Techtudo

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Moro já mandou ao STF cerca de seis processos referentes a Lula

Em uma sessão na qual o ministro Teori Zavascki demonstrou preocupação com possível anulação da Operação Lava Jato, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou nesta quinta-feira (31) que é a própria corte quem decidirá onde devem correr as investigações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Até lá, todos os processos relacionados a ele ficam no tribunal. Não há prazo sobre quando a corte vai separar a parte das apurações que fica no Supremo e qual deve, eventualmente, ser devolvida para o juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, que julgava o caso até então.

A decisão confirmou liminar de Teori dada na semana passada, o que já era esperado. Nela, o relator da Lava Jato na corte ordenou que deveriam ser enviados ao tribunal todos os procedimentos relacionados a Lula, e não apenas as escutas telefônicas que captaram conversas dele com a presidente Dilma Rousseff, ministros de Estado e demais autoridades com foro privilegiado no STF. Os procedimentos já foram enviados pela 13ª Vara, mas, até ontem, a informação em Curitiba era que faltava um inquérito referente a um tríplex em Guarujá (SP), que inicialmente era analisado na Justiça Estadual de São Paulo, mas estava pendente de análise de um recurso do Ministério Público.

No julgamento, os ministros também referendaram a ordem de Teori para suspender a divulgação das escutas telefônicas. Os ministros Luiz Fux e Marco Aurélio concordaram com a retomada do sigilo dos áudios, mas afirmaram que Sérgio Moro tinha competência para avaliar qual parte deveria ser enviada ao STF e qual não deveria. “Eu fico a imaginar se o juiz de primeiro grau não tem o mínimo de possibilidade de aferição da seriedade dos fatos que se passam sob o seu crivo antes de remeter os áudios ao STF”, disse Fux, ao defender o magistrado da 13ª Vara.

Por sugestão de Teori, o julgamento desta quinta-feira deverá ser cumprido imediatamente antes da publicação. “Com isso, se agiliza essa decisão e se decide o que fica e o que deve ser cindido [dividido]”, esclareceu Teori. “E que sejamos tão rápidos no gatilho como tem sido o juiz Sérgio Moro”, brincou Marco Aurélio. Moro já mandou ao Supremo pelo menos seis processos referentes a Lula. Um deles apura se Lula é dono oculto de um sítio em Atibaia (SP), registrado em nome de empresários amigos de um de seus filhos e com reformas bancadas por empreiteiras acusadas de desviar dinheiro da Petrobras. Noutro, se tentou obstruir as investigações do caso.

Fonte: Correio Braziliense

segunda-feira, 16 de março de 2015

Existe base jurídica para um pedido de impeachment de Dilma?

A oposição fala de golpe no pedido de impeachment da presidenta Dilma, dizendo ser inconstitucional. Então vamos aos fatos e vejamos se ela tem culpa ou não.

O que diz a constituição?

Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra: 

I - a existência da União; 

II - o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;

Grifo meu:  Dois crimes: 1 - Liberação de R$ 748 mil para cada deputado. 2 - Tirou o livre exercício do Poder Legislativo.

III - o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais; 

Grifo meu: Considerando crime o pedido de impeachment da população ela limita o exercício dos direitos individuais e sociais, ameaçando convocar as forças nacionais se preciso for e ai sim, aproveitar, como todo o bom petista, para dar um golpe de estado. 

IV - a segurança interna do País; 

Grifo meu: A Presidente conseguiu através do congresso nacional aprovar uma lei que permite a entrada das forças armadas de outros países para deixar aberta a entrada de qualquer exercito de países que apóiam o governo do PT. Com isso, o governo tem liberado a entrada de pessoas de outros países com idade apropriada para pegar em armas, sem as mulheres e filhos. Isso é uma grande ameaça a segurança interna do país.

V - a probidade na administração; 

Grifo meu: A presidente Dilma Rousseff (PT) gastou demais e descumpriu a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o que é um crime já consumado. Sua solução, à moda petista, foi mandar para o Congresso um projeto que torna legal o que é ilegal, alterando a LDO para eliminar a meta não cumprida de superávit de 2014.

VI - a lei orçamentária; 

Grifo meu: Já destacado acima.

VII - o cumprimento das leis e das decisões judiciais. 
Parágrafo único. Esses crimes serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas de processo e julgamento. (Essa lei especial não foi votada até hoje, desde 1988).

Grifo meu: Os Ministros do STF foram indicados pelos presidentes Lula e Dilma. Algo muito estranho ocorreu com a aposentadoria precipitada do nosso querido Ministro Joaquim Barbosa em quem a população brasileira sentia segurança e confiava. 
Agora, mais uma mexida para colocar mais uma peça importante para o PT como presidente: O Ministro Tofoli Ex Ministro e presidente do STE, o mesmo que não permitiu que fizessem uma recontagem dos votos das urnas eletrônicas, vai foi indicado para a presidencia para dirigir o caso da "Operação Lava Jato".

Quer mais um motivo? 

No início de fevereiro, o jurista e professor emérito da Universidade Mackenzie Ives Gandra Martins divulgou no jornal Folha de S. Paulo um trecho do parecer jurídico que escreveu a respeito de um possível impeachment de Dilma Rousseff. Nele, Martins conclui que há fundamentação jurídica para um processo como esse, baseando-se na hipótese de culpa da presidente diante dos escândalos que têm sido revelados envolvendo desvios de dinheiro público na Petrobras.
"O que é culpa? Imperícia, negligência, imprudência ou omissão. Dilma foi presidente do Conselho Administrativo da Petrobras e não diagnosticou os erros no contrato (da refinaria) de Pasadena. Ela manteve a direção da empresa, sendo que a empresa foi saqueada durante oito anos, e ela permitiu isso primeiro como presidente do Conselho, depois como ministra das Minas e Energia, por último como presidente", disse o jurista à BBC Brasil. "É um caso de culpa (crimes sem intenção), que pode ser considerado no crime de improbidade administrativa e, portanto, tem base jurídica."

Veja a lista de Janot com os nomes indicados pelo STJ. Clique aqui.



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