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sábado, 26 de setembro de 2015

Vitimas das redes sociais

O camarada chega em casa depois de um dia de trabalho, pega a sua cervejinha da noite antes do jantar, só pergunta onde estão as crianças e pronto: Televisão ligada, novela a vista e o prato de comida, ali mesmo no sofá.
A família reunida em casa, mas cada um em seus espaços.
O banho, vai ficar pra depois antes de dormir. E os filhos? Ah! Depois eu vou lá dar uma alô pra eles.
Então, fora do seu mundinho há vida e pode custar a vida de um dos seus. Eu estou publicando este vídeo para que você tenha a consciência e a chance de arrumar o que está errado. Você pai, você mãe não devem deixar de ver este vídeo. Há muitos predadores só observando nas redes sociais as presas mais fáceis para serem atacadas e a vitima pode ser filho seu.

Compartilhar e ajudar a divulgar é por sua conta.




segunda-feira, 13 de abril de 2009

MG News : Acusações de bruxaria contra crianças preocupam, diz Acnur

Vítimas são perseguidas e até mortas; agência da ONU diz que problema é do mais sérios em acampamentos de refugiados em todo o mundo; albinos também sofrem agressões.
O Alto Comissariado da ONU para Refugiados, Acnur, afirmou que os trabalhadores de ajuda humanitária devem estar atentos para acusações de bruxaria contra crianças e mulheres principalmente nos países africanos.
Um estudo feito pela responsável de reassentamentos do Acnur, Jill Schnoebelen, faz um alerta sobre casos de violência e perseguição gerados pelas alegações.
Campanhas"Segundo a agência da ONU, para combater o problema, os agentes humanitários deverão se engajar em campanhas de esclarecimento.
Num encontro sobre o tema, organizado pela agência, o diretor da organização "Stepping Stones Nigeria", Gary Foxcroft, disse que quanto um menor é apontado como bruxo, ele é rejeitado pela família e pela comunidade.
A organização acompanha crianças nigerianas que sofreram agressões físicas e mentais após terem sido acusadas de participação em ritual de bruxaria.
Problema
Além das crianças, Foxcroft explicou que as mulheres estão mais sujeitas a estes tipos de acusações. E que em alguns países africanos, como na Tanzânia, os albinos são assassinados porque há quem acredite que partes dos seus corpos têm poderes mágicos.
"O responsável do Serviço de Política, Desenvolvimento e Avaliação do Acnur, Jeff Crisp, disse que em alguns países, as acusações de bruxaria estão entre os mais sérios problemas enfrentados pela agência nos acampamentos de refugiados.
Fonte: Rádio ONU

quarta-feira, 8 de abril de 2009

MG News: Jogo PORNÔ para crianças

RAPELAY: O jogo para PC que tem como objetivo: Estupro, pedofilia e aborto.

A cada dia somos bombardeados com notícias que denunciam crimes de estupro, pedofilia e praticas de aborto. Sem contar assassinatos, latrocínios e homicídios.
Todos os dias observamos a violência crescer em nossa sociedade de maneira assustadora.
Podemos atribuir-lhe as mais diversas causas tais como sociais, psicológicas, econômicas e outras.
Além destes fatores que são reais, agora, nossas crianças são assediadas com jogos que incentivam práticas de violência e ocultismo como nos jogos GTA, Duke Nuken, House of Dead, Doom, Silent Hill e tantos outros que as indústrias de games tem produzido.



Chegou ao mercado de entretenimento a mais recente sensação deste tipo de jogos - o Rapelay.
Um jogo para PC produzido pela produtora japonesa Illusion criado em 2006.
O jogador tem como tarefa estuprar uma mulher e suas duas filhas em local público como em uma estação de metrô, por exemplo.
O título do jogo já diz tudo, rape da língua inglesa = estupro; lay = situação; leito. Algo como situação de estupro, pelo menos é este o enredo do jogo.

O ENREDO DO JOGO
Neste jogo, o participante assume o papel de um maníaco sexual japonês. Um rapaz de uma família rica e poderosa, que gosta de gastar o seu tempo molestando meninas bonitas nos metrôs e em outros lugares públicos.
O jogo apresenta um cenário erótico, de conteúdo totalmente assustador onde molestar jovens, fazê-las chorar e tirarem a roupa, acumula pontos para o jogador.
As meninas são descritas como estudantes virgens.
Há um forte realce nas lágrimas dos olhos das meninas o que acrescenta requintes de crueldade às cenas.
Tal game pode ser jogado por um ou mais jogadores ao mesmo tempo, ganhando mais pontos quem induzir as personagens a um aborto. Bestialidade total!

O PERIGO QUE ESTÁ ESCONDIDO EM JOGOS DE SIMULAÇÃO
Esses tipos de jogos tem gerado muita polêmica ultimamente.
O conteúdo e a tecnologia embutidas nestes jogos são cativantes.

Os mesmos são apresentados ao público consumidor em lindos desenhos fantasiados. Assim, infelizmente, consegue ganhar a atenção dos jovens bem mais rápido do que outros jogos sadios, e pior, abafar os bons costumes e conselhos ensinados pelos pais.
Em jogos de simulação o jogador assume o lugar do personagem que pratica a violência.

É esta a proposta na novidade do mercado multimilionário dos games “Rapelay”.

REINCIDÊNCIA

Não é a primeira vez que a produtora de jogos Illusion, produz jogos desta natureza. Em Biko 3 produzido em 2004, o personagem tem por objetivo conquistar uma garota, caso não consiga, tem o direito de estuprá-la.
Perguntamos: seria esta uma forma de, quem está por trás destes jogos, incentivarem as pessoas a concretizarem este tipo de ato na vida real? Quem estaria trazendo inspiração para jogos com esta natureza?

Leiamos o que diz o Senhor no evangelho de João 10.10:
“O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir;...”
Imagine o perigo que uma criança ou adolescente, que está em processo de formação de caráter (valores éticos e morais), pode representar para a sociedade se contaminar-se com tanta bestialidade?

Definitivamente este tipo de diversão é inadmissível! Nossas crianças devem ser preservadas neste estágio de preparação para a vida adulta onde seu caráter deve ser construído de forma sadia, pautado pelos bons costumes da Palavra de Deus.
Pais, fiquem alertas, não permitam que os seus filhos tomem como modelo tais personagens virtuais.

Vamos instruir nossas crianças e jovens para não projetarem-se em personagens que são verdadeiros assassinos e imorais.
Bem dizia C. S. Lewis, teólogo e apologista cristão: “Território ocupado pelo inimigo – isto é o mundo”.

Com amor analisemos, eduquemos e orientemos nossas crianças e jovens para que adquiram no decorrer da vida um caráter cristocêntrico:
“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e, até quando envelhecer, não se desviará dele”. Prov. 22.6


Por, Jefferson Alves,




Colaborador do CACP.

terça-feira, 10 de março de 2009

Quatro são presos acusados de ligação com rede de pedofilia

ROBERTO MADUREIRA Enviado especial da Folha de S.Paulo a Catanduva (SP)
Quatro pessoas foram presas ontem em Catanduva acusadas de envolvimento em uma suposta rede de pedofilia. Elas foram reconhecidas por meninos de 5 a 14 anos durante sessão na DIG (Delegacia de Investigações Gerais).
A prisão temporária de cinco dias foi determinada pela juíza da Vara da Infância, Sueli Juarez Alonso. Segundo a polícia, William Melo de Souza, 19, o almoxarife Eduardo Augusto Arquino, 19, e dois adolescentes foram apontados como aliciadores das crianças, e não abusadores.
Souza já havia sido preso e solto em seguida. Ele é apontado como a pessoa que amarrava as crianças para os abusos de seu tio, o borracheiro José Barra Nova de Melo, 46, que está preso desde 15 de janeiro.
As famílias das crianças afirmaram à reportagem que um médico também foi reconhecido, mas a delegada Rosana da Silva Vanni negou. O médico é dono de uma casa de luxo que seria um dos locais onde ocorreram os abusos.
Rosana afirmou que, por ora, a única evidência contra os acusados são o depoimento e o reconhecimento das crianças.
No total, 23 crianças teriam sofrido abuso ou tido envolvimento com os acusados, mas só nove foram selecionadas para o reconhecimento. Apenas uma criança de seis anos não reconheceu nenhum acusado. As outras oito apontaram o sobrinho do borracheiro. Seis reconheceram os dois adolescentes.
Um empresário, seu motorista e o filho de um comerciante, que tinham sido citados nos depoimentos, não foram reconhecidos e agora estão fora da investigação, disse a delegada.
Durante o reconhecimento, as mães não puderam ficar com os filhos, que também não foram acompanhados por um psicólogo. Assistiram à sessão o promotor Antonio Bandeira Neto e o representante da juíza, Antonio Bernardes.
Nenhum dos acusados ou seus advogados falou com os jornalistas. Os que não foram presos saíram da delegacia em carros com vidros fechados.
No depoimento à delegada, após o reconhecimento, os dois adolescentes disseram que nunca aliciaram crianças para abuso. Arquino alegou que está sendo injustiçado porque a polícia apreendeu uma foto em que aparece abraçado a Souza, que também alegou inocência.
Ao chegar à delegacia, um dos adolescentes foi agredido pela mãe de um dos meninos.

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