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sábado, 26 de setembro de 2015

Vitimas das redes sociais

O camarada chega em casa depois de um dia de trabalho, pega a sua cervejinha da noite antes do jantar, só pergunta onde estão as crianças e pronto: Televisão ligada, novela a vista e o prato de comida, ali mesmo no sofá.
A família reunida em casa, mas cada um em seus espaços.
O banho, vai ficar pra depois antes de dormir. E os filhos? Ah! Depois eu vou lá dar uma alô pra eles.
Então, fora do seu mundinho há vida e pode custar a vida de um dos seus. Eu estou publicando este vídeo para que você tenha a consciência e a chance de arrumar o que está errado. Você pai, você mãe não devem deixar de ver este vídeo. Há muitos predadores só observando nas redes sociais as presas mais fáceis para serem atacadas e a vitima pode ser filho seu.

Compartilhar e ajudar a divulgar é por sua conta.




quinta-feira, 13 de novembro de 2014

CDH suspende exame do Estatuto das Famílias para realizar audiências públicas

Lídice da Mata, autora do projeto, ouve Magno Malta
A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) suspendeu o exame do projeto que cria o Estatuto das Famílias. Antes de retomar a análise, a CDH decidiu realizar audiências públicas para debater seu conteúdo com a sociedade. De autoria da senadora Lídice da Mata (PSB-BA), a proposta (PLS 470/2013) estava na pauta da reunião desta quarta-feira (12).

O texto causa polêmica ao reconhecer a relação homoafetiva como entidade familiar e ao rever o instituto da união estável sem restringi-la à ligação formal entre um homem e uma mulher. O relator, senador João Capiberibe (PSB-AP), apresentou relatório favorável à aprovação. É também sugerida a regulação de direitos e deveres dos membros da família em qualquer de suas modalidades, inclusive fora do casamento.

A proposta também incorpora novos arranjos familiares, a exemplo das famílias recompostas, fundadas em parentesco por afinidade, como entre enteados e padrasto ou madrasta. Inspirado em estudo do Instituto Brasileiro de Direitos de Família (IBDFAM), o texto revoga parte do Código Civil que trata do Direito da Família.

O senador Magno Malta (PR-ES) pediu vista da matéria assim que Capiberibe terminou a leitura do relatório. Sem entrar no mérito, ele alegou que o texto é complexo, com 303 artigos, que demanda de sua parte mais tempo para análise. Depois, ele abriu mão do pedido, em favor da retirada de pauta até a realização das audiências, pelo menos duas, como defendido por Paulo Paim (PT-RS).

- Reconheço a competência do trabalho, mas me sentiria meio irresponsável se votasse o estatuto sem dialogar um pouco com a sociedade – comentou Paim.

Lídice da Mata, a autora, disse compreender a necessidade de mais discussão. Ela garantiu que, de sua parte, não haverá obstáculo ao debate, inclusive com quem veja o projeto com restrições, por convicção religiosa ou qualquer outra razão.

A senadora lembrou, porém, que o conceito de família não é imutável, pois faz parte do processo de evolução e de afirmação de novas práticas sociais. Não fosse assim, observou, o país não teria adotado a Lei do Divórcio, nem a igualdade plena entre filhos nascidos dentro e fora do casamento.

Agência Senado

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Votação do PLC 122 é adiada e relator faz desabafo; campanha continua; PARTICIPE!

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) adiou mais uma vez a votação do projeto de lei que garante privilégios aos homossexuais e coloca uma “mordaça” na sociedade, o famigerado PLC 122. O adiamento foi motivado por pedido de deputados da bancada evangélica e representantes de igrejas, contrários à proposta. Segundo a presidente do colegiado, senadora Ana Rita (PT-ES), o projeto continua na pauta e será analisado na próxima reunião.

O relator da matéria e autor do substitutivo em exame na CDH, Paulo Paim (PT-RS), informou que foi procurado por outros parlamentares para adiar mais uma vez a votação e explicou que não era ele que estava recuando da deliberação do projeto. O senador aproveitou a oportunidade e fez um desabafo.

“Não teve um líder que defendeu que a matéria fosse votada, nem do PT. Isso tem que ficar muito claro. Tem gente que faz um discurso para fora e outro para dentro. Quer ficar bem para foto e, na verdade, não defende posições”, afirmou o senador.

Segundo Paim, líderes do governo e do PT marcaram reunião nesta quinta-feira (5) com o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, para debater melhor o texto antes da votação.

- Saiba mais sobre o projeto: Vídeo: Pr. Silas Malafaia comenta sobre o PLC 122



– A Secretaria-Geral da Presidência pediu, via José Pimentel (líder do governo), que haja essa chance de construir um entendimento em uma reunião nesta quinta-feira. Esse projeto não é bomba, é um projeto que trata de vidas, de direitos humanos – disse Paim, reafirmando que seu relatório é fruto de amplo debate com representantes de todos os setores envolvidos.

Código Penal

O senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) apresentou requerimento para que o PLC 122/2006 seja apensado ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 236/2012 de reforma do Código Penal. A proposta está sendo analisada no Senado por uma comissão especial. Lopes e o senador Magno Malta (PR-ES) argumentaram não ser possível manter o projeto que pune a homofobia na pauta da CDH porque querem a análise desse requerimento antes.

- O processado [o requerimento] tem que ir à Mesa [do Senado] independente de estar na pauta [da CDH] – argumentou Lopes.

Em resposta, Ana Rita disse que está seguindo o regimento e que a matéria será mantida na pauta da CDH. Sob protestos, Lopes e Magno Malta, que integram a bancada evangélica, afirmaram que vão recorrer da decisão.

Campanha continua:

Mais uma vez afirmamos que homossexualismo é comportamento e não condição. Não existe um dado na ciência que comprove que alguém nasce homossexual. É importantíssimo enviarmos e-mails para os membros da CDH do senado pedindo a não aprovação do PLC 122. É importante dizer no seu e-mail que nós evangélicos, católicos, e pessoas de bem, não mediremos esforços para denunciar os senadores que votarem a favor de um absurdo dessa grandeza. Multiplique esta informação e vamos bombardear os e-mails dos senadores.

Copie e cole os endereços dos senadores: ana.rita@senadora.leg.br; capi@senador.leg.br; paulopaim@senador.leg.br; randolfe.rodrigues@senador.leg.br; cristovam@senador.leg.br; wellington.dias@senador.leg.br; roberto.requiao@senador.leg.br; paulodavim@senador.leg.br; vanessa.grazziotin@senadora.leg.br; sergiopetecao@senador.leg.br; lidice.mata@senadora.leg.br; sergiosouza@senado.leg.br; magnomalta@senador.leg.br; gim.argello@senador.leg.br; eduardo.lopes@senador.leg.br; angela.portela@senadora.leg.br; eduardo.suplicy@senador.leg.br; humberto.costa@senador.leg.br; anibal.diniz@senador.leg.br; joaodurval@senador.leg.br; antoniocarlosvaladares@senador.leg.br; sergiosouza@senado.leg.br; ricardoferraco@senador.leg.br; wilder.morais@senador.leg.br; j.v.claudino@senador.leg.br; osvaldo.sobrinho@senador.leg.br;

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Novo Código Penal é um convite a pedofilia e prostituição, afirma Marco Feliciano


Por Gospel Prime

O deputado federal, Pastor Marco Feliciano (Foto), criticou o projeto para o novo Código Penal Brasileiro. No texto publicado hoje em seu blog, o parlamentar chama a atenção para o retrocesso caso o projeto seja aprovado. Marco também afirma que o projeto é uma prova de “má-fé e demagogia” e “uma forma macabra de aprovar leis através de argumentos falaciosos”.
O deputado também critica o Governo por apesar de ter banido o “kit gay” estar servindo de “carro-chefe de um projeto que pretende derrubar os valores familiares”.
“Se faltasse alguma coisa para evidenciar a má-fé, já não falta mais. A agenda do PLS é a prova maior, o argumento que institui o desejo de dissolver toda e qualquer manobra contrária a aprovação. Até 5 de setembro os parlamentares deverão ter apresentado as emendas ao PLS, logo, de 21 a 27 do mesmo mês, deverão ser elaborados os votos do relatório e por fim, de 28 de setembro a 4 de outubro deverá ser a votação do parecer final. Uma prova consistente da demagogia da lei, que querem aprovar o mais rápido possível — antes que a sociedade desperte”, escreveu o pastor.
O pastor também comentou a intenção dos ativistas gays, que chamou de ditadura gay disfarçada, de aprovarem suas “leis de privilégio” a qualquer custo. Para o Pastor Marco Feliciano, há uma “insistência desleal dos ditos movimentos pela igualdade em aprovar leis que ainda não foram discutidas”.
O parlamentar também lembrou o PLC 122/2006 que continua em discussão no Congresso Nacional, mas que tem uma versão apresentada no texto do novo projeto.
“O texto vem também com uma ‘amostra grátis’ do que pretende o governo, ao vincular artigos de temas polêmicos como os trechos que ampliam as possibilidades de aborto legal, descriminalização do plantio e o porte de maconha para consumo, além da eutanásia, do favorecimento a pedofilia e a legalização da prostituição, por exemplo. A proposta do Governo é tornar o país um lugar para pedófilos, prostitutas e maconheiros”, conclui.
Marco também falou sobre o senador Magno Malta, dizendo que ele é o representante da Bancada Evangélica contra este projeto e pediu que seus leitores liguem para o Senado manifestando o repúdio ao texto.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

OMG News: Magno Malta convoca líderes evangélicos para reação conjunta contra Gilberto Carvalho

Magno Malta convoca líderes evangélicos para reação conjunta contra Gilberto Carvalho
Por The Christian Post

O senador Magno Malta (PR-ES) está convocando os principais líderes evangélicos do País para uma grande reunião no Senado, na próxima terça-feira (14) para tratar da declaração do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.

A reunião é uma reação à declaração de que o governo deveria “fazer uma disputa ideológica com os líderes evangélicos pelos setores emergentes”.

Segundo a coluna Radar Online, de Veja, a intenção seria promover uma onda de ações judiciais contra Carvalho, por conta de suas declarações contra os evangélicos.

Chamando a fala de Carvalho de “infeliz, mal colocada e irresponsável”, Malta mostrou que o ministro está em maus lençois com a bancada evangélica.

Gilberto Carvalho tentou contornar a situação e disse que iria procurar Malta para uma conversa que esclareceria o que ele chamou de “má informação”.

Ele ainda emendou que sua intenção não era atacar os ‘companheiros’ evangélicos. “Quem conhece minha trajetória sabe do carinho que eu tenho, do reconhecimento que eu tenho ao trabalho das igrejas evangélicas no país”.

Mas mesmo com a tentativa de acalmar os ânimos, Malta não cedeu e respondeu que não falaria com Carvalho, e sim com sua ‘chefe’, referindo-se à presidente Dilma Rousseff.

A própria Dilma esta semana veio a público e esclareceu que não compartilha da opinião afirmada recentemente pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência.

De acordo com a presidenta, a firmação não seria “uma posição do governo Dilma, que tem respeito pelos evangélicos, mas uma posição pessoal do ministro, que na verdade estava fazendo uma análise política”.

O crescente setor evangélico é considerado um importante aliado para o governo.

Durante o período de sua campanha eleitoral, a então candidata Dilma Rousseff se comprometeu com segmentos evangélicos a não ir de encontro a causas ligadas aos setores cristãos.

Uma dessas causas é a questão da legislação sobre o aborto. Dilma afirmou que não promoveria mudanças no sentido de liberar o procedimento médico que interrompe artificialmente o desenvolvimento de um feto.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

OMG News: Lei da Palmada não tem futuro no Senado Federal diz Magno Malta

Senador Magno Malta
A chamada Lei da Palmada, projeto que prevê punições a pais que batem em seus filhos, segundo o senador Magno Malta PR/ES) é uma agressão a família que é responsável pela educação dos filhos. Esta foi uma das  propostas do parlamentar na campanha eleitoral, confira no video.

Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Família Brasileira, senador Magno Malta é totalmente contra a chamada lei da Palmada. “Sempre provei para população, que família estruturada reflete uma sociedade também estruturada. Filhos tem que ser educados pelos pais. Não podemos interferir na educação e nos bons costumes familiares. É lógico, que sou contra qualquer tipo de violência, mas Deus permitiu as mães corrigirem os filhos com palmadas. Este tipo de correção é também uma forma de amor. É melhor fazer uma criança chorar, do que ter que chorar no futuro”, explicou Magno Malta.

Considerado um defensor das crianças, senador Magno Malta presidiu a CPI da Pedofilia e do Narcotráfico. Ele pediu pessoalmente ao novo presidente do Tribunal de Justiça do Espírito Santo, desembargador Pedro Valls Feu Rosa para priorizar a vara especializada contra os maus tratos infantis. Já até assinou um protocolo de intenções neste sentido. Mas não é correto penalizar uma mãe que corrigir o filho com uma simples palmada. Esta lei é um exagero” frisou

O projeto, aprovado por unanimidade pela Comissão Especial da Câmara, especifica que crianças e adolescentes devem ser protegidos do castigo físico, “em que há o uso da força e resulte em sofrimento e lesão”. No entendimento dos integrantes da comissão, o texto, na prática, proíbe a palmada. Mas a interpretação sobre que tipo de palmada resulta em sofrimento ficará a cargo da Justiça. A lei faz emendas ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), de 1990. O estatuto faz restrições aos “maus-tratos”, sem definir a prática. O projeto foi aprovado em caráter terminativo, o que significa que, caso não haja requerimento para votação em plenário – assinado por 52 dos 513 deputados no prazo máximo de cinco sessões - seguirá para o Senado.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

OMG News: Indignado Senador Magno Malta Vê Pedófilo Ser Reconduzido Ao Seu Cargo No Banco Central.

Senador Magno Malta guerreiro incansavel contra a pedofilía
Completamente indignado o Senador Magno Malta (Foto), fez um discurso sobre esta questão e fez todo o Senado parar para ouvir as barbaridades que a "Justiça Brasileira" está cometendo contra a Familia, os modos e costumes de nossa sociedade. Abaixo na integra o Discurso do Senador Magno Malta.


O Discurso do Sr. Senador MAGNO MALTA (PR) - ES

Sr. Presidente, Srs. Senadores...

Senador Demóstenes, gostaria que V. Exª me desse ouvidos por um minuto.
Estou aqui na minha mão com o requerimento...
Senador Demóstenes?

Senador Demóstenes, requeiro a atenção de V. Exª porque V. Exª foi o relator dessa CPI.
Está na minha mão o requerimento que convocamos a depor na CPI o Sr. José Carlos Jacob de Carvalho. Quero que a Nação saiba quem é esse cidadão. Esse cidadão é um economista do quadro do Banco Central que esteve à disposição do Governo Itamar, do Governo Collor, do Governo Fernando Henrique Cardoso, ajudou a elaborar o Plano Real, é um iluminado de Harvard. Mas é pedófilo esse cachorro! Foi preso aqui pela Polícia do Senado espalhando pornografia infantil na rede de cinco mil computadores, aqui, da Casa. Quando pego, estava ajudando, quando o Senador Mercadante era Líder do Governo, na área de economia. No mesmo dia foi demitido pelo Senador Mercadante, que nos comunicou e o mandou de volta para o Banco Central.

Eu me reuni com os promotores, com o Senador Demóstenes. A Ata da nossa reunião de convocação dele está aqui. Decidimos mandar um grupo ao Bandarra, que era o Procurador-Geral, porque a perícia dos computadores indicava que o sujeito era pedófilo. Relação sexual com criança de um ano de idade, abuso de criança de um ano de idade. E quando questionado pelo Senador Mercadante, ele disse que era um estudioso, um estudioso que acumulava em seu computador só abuso de criança de um ano de idade. Agora nós soubemos por que o Bandarra não quis decretar a prisão dele, como sugeriu V. Exª, Senador Demóstenes, naqueles dias.

O que ocorreu? Ele fugiu, não veio depor na CPI. E eu, naquela ocasião, disse, nobre Relator: O Sr. José Carlos Jacob de Carvalho é servidor do Banco Central, isso é a ata, já está na rua isto, ele foi denunciado pelo Ministério Público, é economista, estava a serviço da Liderança do Governo... E aqui eu relato, nessa ata, o que disse a respeito. O Senador Mercadante imediatamente o chamou, demitiu-o, mandou-o de volta, quando a CPI começou os seus trabalhos.

Senador, o que aconteceu naqueles dias? Ele constituiu um advogado, que o orientou. E ele, então, não compareceu e tirou uma licença do Banco Central, que está na minha mão, licença sem vencimento, por dois anos, isto é, prazo em que expiraria a CPI, para que ele não precisasse depor.
O que ele fez? Sai o mandado de prisão do Sr. Jacob, Senador Pedro Taques. O Sr. Jacob tem dupla cidadania. Ele foi embora para Portugal, fugiu. Mas tem mais: o inquérito dele, com o mandado de prisão, está na 8ª Vara, aqui em Brasília, e não há manifestação da juíza que está no caso.

Mas o senhor vai ficar mais assustado com a cara de pau e a coragem desse covarde, desse pilantra, desgraçado, que abusa de criança de um ano de idade.
Esse pilantra voltou, Senador Demóstenes, e, esta semana, ele reassumiu no Banco Central. Essa é a razão da minha denúncia e minha indignação.
Eu estou oficiando, Senador Demóstenes, o indiciamento dele, o mandado de prisão, Senador Pedro Taques, ao Ministro da Justiça, à Presidente da República, ao Presidente do Banco Central e vou mandar o mesmo ofício com as nossas investigações, de que ela já está de posse, tão somente para dizer à juíza que nós aqui não estamos dormindo. Ora, bolas! Um mandado de prisão que estava na mão da Interpol. Esse pilantra não foi preso, acreditando na impunidade, e, no final da CPI, esse safado, abusador de criança, esse lixo da humanidade, pedófilo, não é nada mais do que resto da humanidade, ele volta. E esta semana, de volta, tomou posse o economista do Banco Central.

Olhem bem: recebo aqui no corredor, Senador Pedro Taques, o servidor do Banco Central que serve ao Parlamento nessa interlocução. Ele me pega pelo braço e diz: Senador, nós estamos arrasados, decepcionados, envergonhados, porque o pilantra voltou. Olha só que crença! O processo na 8ª Vara, com mandado de prisão, ele volta e reassume o seu cargo no Banco Central.
Espero que, depois do meu discurso, esse pilantra não fuja de novo. Ele tem muita cara de pau e muita coragem: voltou e assumiu. Eu espero que a juíza, ao tomar conhecimento de um processo... Como? Se fosse um qualquer? Depois de tudo estar na rua, tudo escancarado, mandado de prisão, eu soube que colocaram sob segredo de justiça. Por quê? Porque ele tem um cérebro iluminado, estudou em Harvard, ajudou a construir o Plano Real! Há que se considerar um miserável desse, desgraçado, abusador de criança? Eu tenho umas fotos dele. Eu tenho umas imagens dele dançando de calcinha, esse peste. Sabe? Vai me dando uma indignação tão grande. Eu tenho umas imagens dele filmadas por ele e pela mulher dele. Ele dançando de calcinha, essa figura.

Ei, Presidente do Banco Central! Como é o nome dele?
Qual é, Ricardo, o nome do Presidente do Banco Central?
Como é, Zezinho? Vamos embora, moço, como é?
Ninguém sabe, não?
Presidente do Banco Central, pelo amor de Deus!
Tombini. Hoje tombou um. O Tombini está lá.
Presidente do Banco Central, há um pedófilo debaixo da sua barba, com mandado de prisão. O cara de pau voltou e assumiu esta semana.
Mas não vou te dar sossego, não, cachorro! Não vou nem ofender cachorro.
Não vou te dar sossego, pilantra. Não vou te dar sossego, pilantra. Não vou te dar sossego.
Estou enviando os documentos agora com ofício ao Presidente do Banco Central. Gostaria muito de falar com a assessoria do Banco Central agora. E, amanhã, amanhã, Senador Blairo Maggi, nós estaremos com a nossa Presidente Dilma, eu vou entregar nas mãos dela e vou mostrar para ela as fotos, os abusos desse canalha com criança de um ano de idade.
Saiba, vagabundo, que aqui nesta Casa, aqui nesta Casa e neste País, há homens e mulheres dispostos a enfrentar bandidos inescrupulosos que, do alto da sua tara, do alto das suas realizações pessoais, abusam de uma criança para sua satisfação pessoal. Nós vamos até o final. Infelizmente, nós não temos o poder de CPI, mas há que se evocar a justiça, há que se evocar quem tem poder para que nós não paguemos o mico de ver esse pedófilo nojento no Banco Central gozando de impunidade, quando, na verdade, outros já estariam pagando o preço.
Pelo mesmo crime, nós fomos ao Pará e derrubamos o ex-Deputado Luiz Sefer, médico, rico, muitos mandatos, pedófilo. Pedófilo!
Foi por isso que decretamos a prisão de um monsenhor de Alagoas, 84 anos, abusador de crianças. E paguei o preço no meu Estado porque os bispos da Igreja Católica do meu Estado se reuniram, tomaram uma decisão, e eu virei o tema da homilia, 60 dias de campanha, 60 dias de homilia para que não votassem em mim porque sou perseguidor da Igreja Católica. Conversa fiada. Nunca prendi um padre na minha vida. Não decretei prisão de monsenhor, decretei prisão de um pilantra, de um safado, abusador de criança, porque monsenhor, padre não abusa de criança, pastor não abusa de criança. No Maranhão, prendi cinco pastores. E esses canalhas são pastores? Claro que não! Pastor preserva a família, preserva a criança! Esses pilantras são criminosos que têm que apodrecer na cadeia!
Agora, o Dr. Jacob, canalha, canalha! Abusador de criança, há que responder pelo crime que fez. Fica esperto, vagabundo, que eu não lhe darei trégua!

Esse é o discurso na integra, sem revisão do Senador Magno Malta

Movimento Gospel Blog

Fonte Agencia Senado

terça-feira, 2 de junho de 2009

OMG News : Projeto anti-homofobia pode ser derrubado no Senado Federal

Se não for modificado, o projeto de lei que torna crime a homofobia no País, aprovado na Câmara após 5 anos de tramitação, deve ser derrubado no Senado.
"O projeto pune manifestações de pastores e padres que causem constrangimento e humilhação", afirmou a relatora do proejto, senadora Fátima Cleide (PT-RO).
Para evitar o arquivamento, a relatora do PLC 122/2006, senadora Fátima Cleide (PT-RO), vai apresentar substitutivo até o fim de junho. Após oito anos de debate, o projeto amargará derrota caso seja levado à votação no Senado, admite a parlamentar.
A proposta volta ao estágio da negociação de emendas no mês da maior parada gay do mundo, marcada para o dia 14, em São Paulo. "Estou disposta a apresentar substitutivo. É o único caminho para incriminar a homofobia", diz Fátima.
Para alguns parlamentares, o texto atual instituiria uma "ditadura gay" no País. Em sua avaliação, a visão de religiosos que qualificam a homossexualidade como pecado poderia se tornar crime caso o PLC seja aprovado. "O projeto pune manifestações de pastores e padres que causem constrangimento e humilhação. Mas pensamos em excluir esse tema. Já há um certo acordo", afirmou a relatora.
A senadora, porém, recusa-se a detalhar quais serão as concessões. "Se disser que vou retirar o padre e o bispo, vão querer retirar também os pontos que tratam da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) e outras penalidades. Aí, acabou o projeto de novo."
Fátima pretende consultar especialistas para redigir o novo projeto. A proposta inicial foi apresentada pela deputada Iara Bernardi (PT-SP) em 2001 e aprovada em 2006. O PLC estacionou em comissões do Senado. Agora, o substitutivo terá de voltar à Câmara.
O presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), Toni Reis, não considera o novo texto um retrocesso. "Pelo contrário, é um amadurecimento do movimento. (Mas) pode demorar. Vamos negociar com a Frente Parlamentar (pela Cidadania LGBT) para acelerar", afirma Reis.
Mudanças
O PLC altera a Lei de Combate ao Racismo, a CLT e o Código Penal e inclui "gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero" nos crimes de "discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem ou condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência". É o inciso contra "ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica" enfrenta resistência religiosa.
O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, propôs a supressão do inciso. "Precisamos preservar o livre exercício do culto religioso e garantir o direito dos homossexuais", afirma. "Não podemos tornar crime as opiniões."
Se acatadas as suas sugestões, o senador afirma que vota pela aprovação do texto. Segundo Crivella, sua proposta iguala homofobia ao racismo. "Concordo com as penas. Qualquer extrapolação que possa incitar o ódio estará na lei como crime."
O senador Magno Malta (PR-ES) apresenta voto pela rejeição ao projeto. Procurado pela reportagem durante duas semanas, não respondeu.
Questionada, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não tem posicionamento oficial, mas repudia a discriminação.
Conhecida por decisões favoráveis a lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, Maria Berenice Dias, ex-desembargadora do Tribunal de Justiça do RS, afirma que não há justificativa para posicionamento contrário ao projeto. "Querem manter a prerrogativa de falar contra homossexuais", diz. "Há manipulações para retardar a lei. Infelizmente, prefiro que o projeto seja rejeitado. Os parlamentares, assim, assumem posição contra essa população."
Fonte: Bem Paraná

quarta-feira, 6 de maio de 2009

MG News : Magno Malta comunica realização de ato contra a pedofilia no próximo dia 15 em Cuiabá

O senador evangélico Magno Malta (PR-ES) comunicou ao Plenário nesta terça-feira (5) a realização, no próximo dia 15, de ato contra a pedofilia em Cuiabá, capital do Mato Grosso.
O senador disse que o ato conta com o apoio da Assembleia Legislativa do estado e do senador Jayme Campos (DEM-MT).Magno Malta, presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, voltou a comentar ter recebido em seu gabinete, na semana passada, o contador Jorgemar Pinto, pai do menino Kaitto, violentado e morto em Cuiabá, no dia 13.
Acompanhado por Jayme Campos e por outros parlamentares, o contador veio pedir ao presidente da CPI a intensificação dos trabalhos da comissão, de forma que sejam punidos com mais rigor os crimes sexuais que vitimem crianças e adolescentes.
Como o assassino confesso de Kaitto, Edson Alves Delfino, de 29 anos, já havia cometido crime semelhante e cumprido, em regime fechado, apenas 9 dos 46 anos a que foi condenado, Magno Malta disse que esse se tornou um caso exemplar da necessidade de endurecimento da legislação penal sobre abuso de crianças de 0 a 14 anos que, na opinião do senador, deveria passar para 30 anos de reclusão sem a chamada progressão de pena.

Catanduva

Magno Malta também comunicou que a Delegacia de Catanduva (SP) já concluiu a reforma de suas dependências que permitirá que as 78 crianças vítimas de abusos sexuais na cidade possam reconhecer seus abusadores através de um vidro sem serem vistas pelos criminosos.
O presidente da CPI da Pedofilia disse que a comissão está acompanhando o desenrolar dessas investigações.

Fonte: Agência Senado

domingo, 5 de abril de 2009

MG News : Igreja Renascer monopoliza CPI da Pedofilia, dizem entidades

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia na Câmara de São Paulo, instalada no dia 5 de março, tornou-se palco de embates entre fiéis da Igreja Renascer em Cristo e entidades em defesa dos direitos da criança e do adolescente.
As organizações acusam o presidente da CPI, o vereador Marcelo Aguiar (PSC), cantor da Igreja, de monopolizar debates e de manobrar o regimento para privilegiar depoimentos de evangélicos que rejeitam a pedofilia também como desvio de conduta sexual, como consideram as entidades.
A tensão aumentou ontem, quando o primeiro a discursar na sessão foi o assessor do senador Magno Malta (PR-ES), presidente da CPI da Pedofilia no Senado e também evangélico.
Rony Lins causou mal-estar ao dizer que a "caravana do combate à pedofilia é um sucesso de público em todo o País". E conclamou São Paulo a abraçar o debate.
À reportagem, ele acusou entidades e o vereador Carlos Alberto Bezerra Júnior (PSDB) de tentar defender pedófilos ao considerar o desvio uma doença.
Lins disse conhecer "administradores de empresas e diretores de banco" que entregam suas filhas de 4 anos para serem abusadas. "Pedofilia não é uma doença, é um crime", discursou Lins.
Uma outra mulher, que contou ter uma filha que sofreu abusos, disse ter ido à Câmara a pedido de Aguiar.
No dia 26 de março, os discursos da sessão também foram monopolizados por integrantes da Renascer, segundo as entidades que pediram ampliação de foco da CPI.
Três pessoas ligadas à Igreja foram relatar casos de pedofilia.


Fonte: Estadão

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