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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Vereadora do PT tenta reviver a PLC 122/06 caipira

Por JR Parise - OMG News

Encerrada as eleições, a vida continua em sua total democracia. Democracia essa que garante a posse de um partido socialista e comunista. Assim, a luta continua meus "camaradas".
No dia da eleição, duas igrejas da Universal e uma da Mundial do Poder de Deus foram fechadas. O motivo é a apreensão de material de campanha de Marcelo Crivella, candidato ao governo do Rio de Janeiro pelo PRB, que é bispo licenciado da IURD. As Universais ficam no bairro de Del Castilho, na zona norte da capital, e na cidade de Duque de Caxias.
Enquanto a segunda, a acusação é que nela estava propaganda negativa contra a candidata Dilma Rousseff. O templo fica em Belford Roxo.
O material apreendido da IURD, nada mais é do que a ficha de inscrição de novos membros que todas as igrejas têm para cadastro. O poder político contra as igrejas é feroz, principalmente se a igreja posiciona-se contra os desmandos políticos, seja municipal, estadual ou federal.
Agora, recebo informações que a câmara de São José do Rio Preto - SP, que coloca para aprovação uma emenda no artigo da Lei Orgânica Municipal que tenta calar as igrejas em relação ao homossexualismo. Pratica em todas as instancias do PT.
Essa emenda é uma forma disfarçada de fazer ressurgir das cinzas a derrotada PLC 122/06 no Congresso Nacional, que visava criminalizar a homofobia. 

PROPOSTA DE EMENDA A LOM Nº 0004/2013
Acresce o Parágrafo Único ao artigo 6º da Lei Orgânica do Município de São José do Rio Preto.
A MESA DIRETORA DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO, FAZ SABER que, tendo sido aprovada pelo Plenário, promulga a seguinte Emenda à Lei Orgânica do Município:
Art. 1º – O artigo 6º da Lei Orgânica do Município passa a vigorar acrescido, do parágrafo único, com a seguinte redação:
Parágrafo Único – Sofrerão penalidades de multa até a cassação do alvará de funcionamento os estabelecimentos de pessoas físicas ou jurídicas que, no Município, pratiquem ato de discriminação racial, de gênero, por orientação sexual, étnica ou religiosa; em razão de nascimento; de idade; de estado civil; de trabalho rural ou urbano; de filosofia ou convicção política; de deficiência física; imunológica; sensorial ou mental; de cumprimento de pena; cor ou em razão de qualquer particularidade ou condição.
Art. 2º - Esta Emenda à Lei Orgânica do Município entra em vigor na data de sua publicação.
SALA DAS SESSÕES “DEPUTADO BADY BASSITT”
Celi Regina da Cruz - Vereadora – PT

Este artigo acima citado fere a Constituição Federal que diz:
Título II    
Dos Direitos e Garantias Fundamentais
Capítulo I    
Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos 
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
        IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
        VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;
        VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
        IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
O jurista americano Milton Konvitz salienta que não existe como separar o direito à liberdade de religião do direito às outras liberdades, existindo um inter-relacionamento intenso entre todas as liberdades por ele mencionadas (liberdade de ensinamento, de consciência, liberdade de pensamento, de imprensa, de pregação etc.).
Jorge Miranda também relaciona a liberdade religiosa com a liberdade política. São suas palavras: "Sem plena liberdade religiosa, em todas as suas dimensões — compatível, com diversos tipos jurídicos de relações das confissões religiosas com o Estado — não há plena liberdade política. Assim como, em contrapartida, aí, onde falta a liberdade política, a normal expansão da liberdade religiosa fica comprometida ou ameaçada."
Se esta Emenda fere a Constituição Federal, é uma insanidade continuar com a tentativa de aprovação do mesmo.
O alerta esta sendo dado por Paulo Rocha. Ela está na ordem do dia e para ser aprovada nesta terça feira 28/10 as 18 h na Câmara Municipal de Rio Preto. E pede que os pastores da cidade compareçam a sessão para tentar impedir a sua aprovação. 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Saiba quem esta por trás do projeto de destruição da família. Conheça o NSSM 200

O Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos é o órgão das decisões mais elevadas sobre política externa nos EUA. Em 10 de dezembro de 1974, esse conselho promulgou um documento extremamente secreto intitulado Memorando de Estudo de Segurança Nacional 200 (do original em inglês “National Security Study Memorandum 200,” cuja sigla é NSSM 200), também conhecido como Relatório Kissinger. Seu assunto era “Implicações do Crescimento da População Mundial para a Segurança e Interesses Externos dos EUA.” Esse documento, publicado logo depois da primeira grande conferência internacional de população em Bucareste, foi o resultado da colaboração entre a Agência Central de Inteligência (CIA), a Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID) e o Departamento de Estado, de Defesa e Agricultura dos EUA.
O NSSM 200 se tornou público quando o selo de sigilo que estava sobre ele foi removido e ele foi transferido para os Arquivos Nacionais dos EUA em 1990.
Embora o governo dos EUA tenha publicado centenas de documentos de políticas lidando com vários aspectos da segurança nacional americana desde 1974, o NSSM 200 continua a ser o documento fundamental sobre controle populacional elaborado pelo governo dos Estados Unidos. Portanto, o NSSM 200 continua a representar a política oficial dos Estados Unidos sobre controle populacional.
O NSSM 200 é decisivamente importante para todos os líderes pró-vida do mundo inteiro, pois expõe completamente as motivações e métodos repulsivos e antiéticos do movimento de controle populacional.
O Propósito do NSSM 200

O propósito principal das campanhas de controle populacional financiadas pelos EUA é manter acesso aos recursos minerais de países menos desenvolvidos, ou PMDs. O NSSM 200 diz que a economia dos EUA precisará de quantidades grandes e crescentes de minérios do exterior, principalmente de países menos desenvolvidos… Esse fato faz com que os EUA tenham interesses avançados na estabilidade política, econômica e social dos países que suprem os minérios. Sempre que a diminuição da população por meio de índices de natalidade reduzidos aumentar as chances de tal estabilidade, as políticas de controle populacional se tornam relevantes para os suprimentos de recursos e para os interesses econômicos dos EUA.
A fim de proteger os interesses comerciais dos EUA, o NSSM 200 citou muitos fatores que podem interromper o fluxo fácil de matérias de PMDs para os Estados Unidos, inclusive uma grande população de jovens anti-imperialistas, cujos números devem ser limitados pelo controle populacional. O documento identificou 13 nações por nome que seriam os principais alvos das iniciativas de controle populacional financiadas pelos EUA.
De acordo com o NSSM 200, os componentes da implementação dos planos de controle populacional podem incluir:
* a legalização do aborto;
* incentivos financeiros para os países aumentarem seus índices de uso de aborto, esterilização e contracepção;
* doutrinação de crianças; e
* controle populacional compulsório e coerção de outras formas, tais como negar assistência de alimento e ajuda em situações de desastres, a menos que um PMD implemente planos de controle populacional.
O NSSM 200 também especificamente declarou que os Estados Unidos deveriam acobertar suas atividades de controle populacional e evitar acusações de que são imperialistas induzindo a ONU e várias organizações não governamentais — especificamente o Fundo Pathfinder, a Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla inglesa IPPF) e o Conselho Populacional — a fazer seu trabalho sujo.
Esse documento, que é completamente desprovido de moralidade ou ética, vem de modo direto e inevitável incentivando atrocidades e violações em massa de direitos humanos em dezenas de países do mundo. Apresento apenas três exemplos:
Peru. Durante os anos de 1995 a 1997, aproximadamente 250.000 mulheres peruanas foram esterilizadas como parte de um plano para cumprir as metas de planejamento familiar do então presidente Alberto Fujimori. Embora essa campanha fosse chamada de “Campanha de Contracepção Cirúrgica Voluntária,” muitos desses procedimentos eram obviamente feitos à força. Aliás, as mulheres cujos filhos abaixo do peso normal estivessem em programas governamentais de alimentação eram ameaçadas com a negação de alimentos se recusassem ser esterilizadas, e outras eram raptadas de suas famílias e esterilizadas à força.
China. Por muitos anos, o governo dos EUA vem financiando o Fundo de População da ONU (FNUAP). Um dos principais objetivos do dinheiro do FNUAP é a República Popular da China e seu programa de planejamento familiar amplamente criticado que inclui aborto forçado. De acordo com seus próprios documentos, o FNUAP doou mais de 100 milhões de dólares para o programa de controle populacional da China; comprou e produziu um complexo de computadores IBM especificamente para monitorar o programa de controle populacional; providenciou a especialização técnica e técnicos que treinaram milhares de autoridades de controle populacional na China; e presentou a China com um prêmio da ONU pelo “programa de controle populacional mais extraordinário” do mundo.
Uganda. Uganda se tornou o primeiro país africano a reduzir seu índice de infecção do HIV na população adulta, de 21 por cento em 1991 para seis por cento em 2004, uma redução de 70 por cento. A nação realizou essa façanha estupenda desestimulando o uso da camisinha e mudando a conduta do povo. As organizações de controle populacional não poderiam permitir que esse sucesso interferisse no seu modelo inflexível, de modo que minaram agressivamente a campanha do presidente Yoweri Museveni. Timothy Wirth, presidente da Fundação Nações Unidas, chamou essa campanha muito eficaz de “negligência grave contra a humanidade.” A Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID), Population Services International, CARE International e outras organizações estão impondo a camisinha com todas as forças em Uganda, e o índice de infecção do HIV está mais uma vez avançando. Esse talvez seja o exemplo mais chocante da ideologia do controle populacional superando a ciência de comprovadas campanhas de prevenção ao HIV.
Resumo da Estratégia de Controle Populacional no NSSM 200

O NSSM 200 explicitamente expõe a estratégia detalhada por meio da qual o governo dos Estados Unidos agressivamente promove o controle populacional nos países em desenvolvimento a fim de controlar (ou ter melhor acesso a) os recursos naturais desses países.
O resumo seguinte mostra os elementos desse plano, com citações reais vindas diretamente do NSSM 200:
Os Estados Unidos precisam de abundante acesso aos recursos minerais dos países menos desenvolvidos.
O fluxo fácil de recursos para os Estados Unidos poderiam ser colocados em risco por ação de governos de países menos desenvolvidos, conflitos trabalhistas, sabotagem ou agitações civis, que são muito mais prováveis se o crescimento populacional for um fator: “Esses tipos de desapontamentos têm muito menos probabilidade de ocorrer sob condições de crescimento populacional lento ou zero.” Os jovens têm muito mais probabilidade de desafiar o imperialismo e as estruturas de poder do mundo, de modo que é preciso reduzir seus números o máximo possível: “Esses jovens podem ser mais prontamente persuadidos a atacar as instituições legais do governo ou propriedade real das ‘elites,’ dos ‘imperialistas,’ das empresas multinacionais ou outras influências — na maior parte estrangeiras — culpadas por seus problemas.”
Portanto, os Estados Unidos precisam se empenhar no controle populacional entre os líderes dos principais países menos desenvolvidos, enquanto contornam a vontade do povo desses países: “Os EUA precisam incentivar os líderes dos países menos desenvolvidos a assumir a liderança no avanço do planejamento familiar e controle populacional tanto dentro de organizações multilaterais quanto por meio de contatos bilaterais com outros países menos desenvolvidos.”
Os elementos decisivos da implementação do controle populacional incluem:
Identificar o alvos principais: “Esses países são: Índia, Bangladesh, Paquistão, Nigéria, México, Indonésia, Brasil, Filipinas, Tailândia, Egito, Turquia, Etiópia e Colômbia.”
Recrutando a ajuda de tantas organizações multilaterais de controle populacional quantas possível neste projeto de nível mundial, a fim de desviar as críticas e acusações de imperialismo: “Os EUA precisarão das agências multilaterais, principalmente o Fundo de População da ONU que já tem projetos em mais de 80 países para aumentar a assistência de controle populacional numa base mais ampla com recursos financeiros dos EUA.”
Reconhecendo que “Nenhum país reduziu seu crescimento populacional sem recorrer ao aborto.”
Planejando campanhas com incentivos financeiros para países para aumentar seus índices de uso de aborto, esterilização e contracepção: “Pague mulheres nos países menos desenvolvidos para ter abortos como método de planejamento familiar… De forma semelhante, tem havido alguns experimentos polêmicos, mas extraordinariamente bem-sucedidos, na Índia em que incentivos financeiros, junto com outros truques motivacionais, foram usados para levar grande número de homens a aceitar vasectomias.”
Concentrando-se na “doutrinação” [a linguagem que o NSSM 200 usa] de crianças dos países menos desenvolvidos com propaganda antinatalista: “Sem diminuir de forma alguma a campanha para alcançar esses adultos, o foco óbvio maior de atenção deveria mudar as atitudes da próxima geração, os que hoje estão no ensino fundamental ou mais jovens.”
Planejando e instigando campanhas de propaganda e currículos de educação sexual cuja intenção é convencer os casais a ter famílias menores, independente de considerações sociais ou culturais: “As seguintes áreas parecem ser promissoras para produzir reduções de fertilidade, e são discutidas em seções subsequentes… concentrando-se na educação e doutrinação da geração de crianças que está vindo sobre a desejabilidade de famílias de tamanho menor.”
Investigando a desejabilidade de campanhas de controle populacional compulsórias [essa é a linguagem que o NSSM 200 usa]: “A conclusão dessa visão é que campanhas compulsórias podem ser necessárias e que o governo dos EUA deve considerar essas possibilidades agora.”
Considerando o uso da coerção em outras formas, tais como negar assistência de alimentos e ajuda em tempo de desastre, a menos que um país menos desenvolvido que é alvo implemente campanhas de controle populacional: “Em que base devemos então fornecer tais recursos alimentícios? A comida deveria ser considerada um instrumento de poder nacional? Seremos forçados a fazer escolhas quanto a quem podemos de modo aceitável ajudar, e se ajudarmos, iniciativas de controle populacional deveriam ser um critério para tal assistência?”
Em todo o processo de implementação, os Estados Unidos precisam esconder seu rastro e disfarçar seus projetos como altruístas: “Existe também o perigo de que líderes de alguns países menos desenvolvidos vejam as pressões de um país desenvolvido em favor do planejamento familiar como uma forma de imperialismo econômico ou racial; isso poderia bem criar uma grave repercussão negativa… Os EUA podem ajudar a minimizar as acusações de motivação imperialista por trás de seu apoio às atividades de controle populacional frequentemente declarando que tal apoio se origina de uma preocupação com:
O direito do casal individual de decidir de forma livre e responsável o número e o espaçamento de filhos e ter informações, educação e meios de fazer isso; e
O desenvolvimento social e econômico fundamental de países pobres em que o rápido crescimento populacional é tanto causa contribuidora quanto consequência de pobreza generalizada.”
O ponto 6 acima tem de ser muito destacado. A motivação para fomentar o controle populacional é egoísmo puro. Portanto, as organizações que promovem o controle populacional têm de se engajar numa campanha em massa para enganar as pessoas. Elas têm de apresentar seus planos como se fossem iniciativas para apoiar a liberdade pessoal, ou uma preocupação com o bem-estar das nações pobres.
A Pergunta Básica: O Controle Populacional é Necessário?

Há uma consciência crescente de que a “explosão populacional” do mundo acabou ou, aliás, que realmente nunca se concretizou. Quando o pânico da explosão populacional começou no final da década de 1960, a população mundial estava aumentando a uma taxa de mais que dois por cento ao ano. Agora, está aumentando menos de um por cento ao ano, e de acordo com as expectativas esse crescimento vai parar no ano 2040, daqui a apenas uma geração.
O NSSM 200 predisse que a população do mundo se estabilizaria em cerca de 10 a 13 bilhões, com alguns demógrafos predizendo que a população mundial incharia para 22 bilhões de pessoas. Hoje sabemos que a população do mundo alcançará oito bilhões e então começará a diminuir.
A aplicação no mundo inteiro das estratégias recomendadas no NSSM 200 resultou em índices de crescimento populacional diminuindo tão rápido em determinadas regiões do mundo que já estão causando graves problemas econômicos e sociais na Europa, na ex-União Soviética, Japão, Cingapura e Hong Kong. Muitos países em desenvolvimento estão agora envelhecendo ainda mais rapidamente do que o mundo desenvolvido, o que é um prenúncio de problemas ainda mais graves para suas economias relativamente subdesenvolvidas. As nações desenvolvidas tiveram a oportunidade de enriquecer antes de envelhecerem. Se um país envelhece primeiro, nunca vai enriquecer.
Desde o início, o conceito de uma “explosão populacional” tinha motivações ideológicas, dando um alarme falso com a intenção específica de permitir que os países ricos pilhassem os recursos dos países mais pobres. As campanhas consequentes de controle populacional nos países menos desenvolvidos não produziram absolutamente nenhum fruto positivo em suas décadas de implementação. Aliás, as ideologias e campanhas de controle populacional dificultam ainda mais o esforço de dar respostas à grave crise iminente que está se aproximando na forma de uma desastrosa “implosão populacional” no mundo inteiro. É hora de começar a insistir para que as famílias tenham mais filhos, não menos, se queremos evitar uma catástrofe demográfica mundial.
O primeiro passo em tal mudança de política em massa é, evidentemente, mudar nossa visão e valores. A fim de fazer isso, temos de repudiar os velhos modos de pensar e modos ultrapassados de alcançar nossos objetivos.
O NSSM 200 representa o pior aspecto dos países “avançados” se intrometendo nos assuntos mais íntimos dos países menos desenvolvidos. O NSSM 200 simboliza como nenhum outro documento a face do “americano arrogante e insensível, que faz o que quer com os outros países.” O NSSM 200 defende a violação das liberdades e autonomia mais preciosas do indivíduo por meio de programas coercivos de planejamento familiar.
O NSSM 200 não enfatiza os direitos e o bem-estar de indivíduos ou nações, apenas o “direito” dos Estados Unidos de ter acesso irrestrito aos recursos naturais dos países em desenvolvimento. Os Estados Unidos e outros países do mundo desenvolvido, assim como ONGs de controle populacional de motivação ideológica, deveriam estar apoiando e orientando autêntico desenvolvimento econômico que permita que as pessoas de cada país usem seus recursos para seu próprio benefício, com isso levando a uma melhoria dos direitos humanos no mundo inteiro e economias mais saudáveis para todos. 
Nenhum relacionamento humano é mais chegado ou mais íntimo do que os relacionamentos que vemos na família. Contudo, o mundo “desenvolvido” tem gasto mais de 45 bilhões de dólares desde 1990 apenas tentando controlar o número de crianças que nascem nas famílias dos países em desenvolvimento por meio da imposição generalizada do aborto, esterilização e controle da natalidade sob os termos gerais “serviços de planejamento familiar” e “saúde reprodutiva.”
Tudo o que dezenas de bilhões de dólares de gastos de controle populacional conseguiram fazer foi transformar centenas de milhões de famílias pobres grandes em famílias pobres pequenas. Se essa quantidade colossal de recursos financeiros tivesse em vez disso sido investida em autêntico desenvolvimento econômico — melhores escolas, água de beber, estradas, assistência médica — centenas de milhões de pessoas estariam vivendo melhor agora.

Fonte: www.juliosevero.com

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Marco Feliciano se despede da Comissão de Direitos Humanos

Em fevereiro de 2014, quando acabar o recesso parlamentar, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara elegerá um novo presidente. Marco Feliciano sabe que não será reeleito: “Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Espero que o PT dê mais valor agora à essa comissão, que eles abandonaram”.
Ele conduziu sua última sessão como presidente e comenta a grande exposição do cargo, alcançado pelas constantes polêmicas. “Não sei nem se terá comissão para nós (PSC) ano que vem. Se tiver oportunidade, claro, quero voltar. O trabalho aqui foi apaixonante, mas ouvi falar que também o Solidariedade está de olho na comissão, para entregá-la ao deputado Domingos Dutra (MA)”, explica Feliciano.
Dutra era do PT e fez parte da comissão durante anos, mas saiu quando Feliciano foi eleito presidente. “Essa comissão agora vai ser disputada. Colocamos os direitos humanos na pauta das pessoas. O Brasil viu isso”, reconhece Feliciano.
O pastor faz um balanço positivo de seu trabalho, mas acredita que foi atrapalhado pelas manifestações e os ataques constantes: “Apostaram que eu renunciaria, o que não fiz. Fui alvo do ódio e da intolerância, fui atacado na minha igreja e dentro de um avião. Recebi vários processos. Comecei o ano como o inimigo público número um. E termino como um dos cem brasileiros mais influentes segundo uma revista de circulação nacional”.
Para ele, acabou saindo do cargo com ganhos políticos “O povo percebeu que sou um político com posicionamento. Que defendo com unhas e dentes o que acredito”. A notoriedade conquistada lhe abre a possibilidade de disputar o Senado nas próximas eleições. Contudo, gostaria que seu único oponente fosse Eduardo Suplicy, atualmente senador pelo PT de São Paulo.
“Não sendo arrogante, sei que estou muito bem avaliado. O caminho natural seria buscar a reeleição. Não descarto o Senado, mas desde que meu concorrente seja apenas o Suplicy. Ele carrega um nome, ou a mulher dele, que os evangélicos não gostam. Foram muitos embates com a Marta Suplicy nesses anos. Agora, tem o Serra (José Serra), o Kassab (Gilberto Kassab), são nomes fortes”, finaliza. 

Fonte:Gospel Prime, com informações O Globo.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Votação do PLC 122 é adiada e relator faz desabafo; campanha continua; PARTICIPE!

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) adiou mais uma vez a votação do projeto de lei que garante privilégios aos homossexuais e coloca uma “mordaça” na sociedade, o famigerado PLC 122. O adiamento foi motivado por pedido de deputados da bancada evangélica e representantes de igrejas, contrários à proposta. Segundo a presidente do colegiado, senadora Ana Rita (PT-ES), o projeto continua na pauta e será analisado na próxima reunião.

O relator da matéria e autor do substitutivo em exame na CDH, Paulo Paim (PT-RS), informou que foi procurado por outros parlamentares para adiar mais uma vez a votação e explicou que não era ele que estava recuando da deliberação do projeto. O senador aproveitou a oportunidade e fez um desabafo.

“Não teve um líder que defendeu que a matéria fosse votada, nem do PT. Isso tem que ficar muito claro. Tem gente que faz um discurso para fora e outro para dentro. Quer ficar bem para foto e, na verdade, não defende posições”, afirmou o senador.

Segundo Paim, líderes do governo e do PT marcaram reunião nesta quinta-feira (5) com o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, para debater melhor o texto antes da votação.

- Saiba mais sobre o projeto: Vídeo: Pr. Silas Malafaia comenta sobre o PLC 122



– A Secretaria-Geral da Presidência pediu, via José Pimentel (líder do governo), que haja essa chance de construir um entendimento em uma reunião nesta quinta-feira. Esse projeto não é bomba, é um projeto que trata de vidas, de direitos humanos – disse Paim, reafirmando que seu relatório é fruto de amplo debate com representantes de todos os setores envolvidos.

Código Penal

O senador Eduardo Lopes (PRB-RJ) apresentou requerimento para que o PLC 122/2006 seja apensado ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 236/2012 de reforma do Código Penal. A proposta está sendo analisada no Senado por uma comissão especial. Lopes e o senador Magno Malta (PR-ES) argumentaram não ser possível manter o projeto que pune a homofobia na pauta da CDH porque querem a análise desse requerimento antes.

- O processado [o requerimento] tem que ir à Mesa [do Senado] independente de estar na pauta [da CDH] – argumentou Lopes.

Em resposta, Ana Rita disse que está seguindo o regimento e que a matéria será mantida na pauta da CDH. Sob protestos, Lopes e Magno Malta, que integram a bancada evangélica, afirmaram que vão recorrer da decisão.

Campanha continua:

Mais uma vez afirmamos que homossexualismo é comportamento e não condição. Não existe um dado na ciência que comprove que alguém nasce homossexual. É importantíssimo enviarmos e-mails para os membros da CDH do senado pedindo a não aprovação do PLC 122. É importante dizer no seu e-mail que nós evangélicos, católicos, e pessoas de bem, não mediremos esforços para denunciar os senadores que votarem a favor de um absurdo dessa grandeza. Multiplique esta informação e vamos bombardear os e-mails dos senadores.

Copie e cole os endereços dos senadores: ana.rita@senadora.leg.br; capi@senador.leg.br; paulopaim@senador.leg.br; randolfe.rodrigues@senador.leg.br; cristovam@senador.leg.br; wellington.dias@senador.leg.br; roberto.requiao@senador.leg.br; paulodavim@senador.leg.br; vanessa.grazziotin@senadora.leg.br; sergiopetecao@senador.leg.br; lidice.mata@senadora.leg.br; sergiosouza@senado.leg.br; magnomalta@senador.leg.br; gim.argello@senador.leg.br; eduardo.lopes@senador.leg.br; angela.portela@senadora.leg.br; eduardo.suplicy@senador.leg.br; humberto.costa@senador.leg.br; anibal.diniz@senador.leg.br; joaodurval@senador.leg.br; antoniocarlosvaladares@senador.leg.br; sergiosouza@senado.leg.br; ricardoferraco@senador.leg.br; wilder.morais@senador.leg.br; j.v.claudino@senador.leg.br; osvaldo.sobrinho@senador.leg.br;

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Votação da PLC 122 é amanhã. PROTESTE!

Projeto da ditadura gay será votado quarta-feira, dia 11. Disque gratuitamente 0800 61 22 11 para se manifestar

Por Julio Severo

A votação do PLC 122 será feita quarta-feira, dia 11 de dezembro. Como vencer essa ameaça? Telefonando para os senadores, cujos números de telefones e e-mails estão neste link: http://bit.ly/IoUXo1
Quando fizer contato com os senadores, aproveite e peça a remoção total os termos “orientação sexual” e “gênero” do PLC 103/2012, que trata do PNE (Plano Nacional de Educação). A meta de imposição de “orientação sexual” e “gênero,” igualmente visada pelo PLC 122 e pelo PLC 103/2012, forçará a sociedade a valorizar e defender aberrações sexuais e a marginalizar o casamento tradicional. Além disso, se “orientação sexual” e “gênero” não forem removidos do PLC 103/2012, as crianças do Brasil serão obrigadas a respeitar, assimilar e valorizar as aberrações sexuais, por mandamento do Ministério da Educação. Para entender a ameaça de “gênero,” consulte este link: http://bit.ly/IoUXo1
Atenção, para fazer chamadas gerais aos senadores, ligue e se cadastre:
0800 61 22 11
Para ligar sem a inconveniência do cadastro, chame diretamente os senadores nos números deles disponibilizados neste link: http://bit.ly/IoUXo1

Conviver e respeitar as suas diferenças não é sinônimo de impor uma diferença a iguais!

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Marco Feliciano pede que evangélicos se unam contra a aprovação da PLC 122

Deputado Marcos Feliciano
O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSB-SP) postou um texto em seu blog nesta quarta-feira (4) em que convoca os evangélicos a se unirem contra a aprovação da PL 122/2006, que criminaliza a homofobia.
Segundo Feliciano, ativistas pró-homossexuais enviaram na última semana de junho um documento ao Supremo Tribunal Federal solicitando o julgamento da proposta. A relatora do projeto é a senadora Marta Suplicy (PT-SP).
O processo tem enfrentado morosidade para ser votado no Congresso Nacional. Com isso, os ativistas ganham legitimidade para levar ao Supremo a votação da matéria.
“Este é um assunto que os faria [STF] parar tudo o que estão fazendo no momento e agarrar com as várias mãos e acelerar o processo de julgamento, que com certeza, será favorável ao projeto”, acredita o deputado.
Para ele, os ministros do STF tem visão progressista, tendo em vista que já aprovaram união estável homoafetiva e deram parecer favorável quanto à aprovação do aborto dos anencéfalos. “Se algo não for feito urgentemente, a próxima será a criminalização da homofobia”, alerta Feliciano.
O deputado e pastor fornece números que comprovam que o Brasil não é um pais homofóbico: em 2010 dos 50 mil casos de assassinatos, 260 foram considerados crimes de homofobia, e destes, 80% crimes cometidos pelos próprios parceiros dos homossexuais.
“Sinto muito pela morte destas pessoas, mas daí, usar isto para justificar que uma parcela da sociedade seja tratada com privilégios? É inaceitável”, diz Feliciano.
O deputado incentiva que haja uma mobilização nacional dos que são favoráveis à liberdade de expressão e dos que não concordam com a ideologia homossexual. “Sem isso seremos amordaçados e punidos por não concordarmos com tais atitudes e comportamentos e perderemos o direito da livre expressão do pensamento conquistada e garantida pela declaração de direitos humanos”, aponta.
Feliciano acredita que a divulgação das informações do Censo 2010 do aumento no número de evangélicos entre a população brasileira acirrou ainda mais os ânimos dos “ativistas cristofóbicos”.
“Cadê a igreja? que assiste de longe, cobrando muito e agindo pouco, fechada em seus problemas internos”. Ele finaliza conclamando que os evangélicos deixem suas diferenças e se unam em torno de temas comuns e princípios cristãos universais.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

OMG News: Em busca de acordo, Comissão adia votação de projeto que pune homofobia

Marta Suplicy
A senadora Marta Suplicy (PT-SP) acaba de pedir o reexame do projeto de lei da Câmara (PLC) nº 122/2006 que torna crime a homofobia. Relatora do projeto, Marta vai tentar conseguir um acordo para retomar a tramitação da proposta. O presidente da Comissão de Direitos Humanos, Paulo Paim (PT-RS), disse que o reexame é previsto no Regimento do Senado.

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH) iniciou a reunião às 9h para examinar o projeto, que inclui a homofobia na Lei 7.716/89. Esta já define os crimes resultantes de preconceito de raça ou cor e os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de gênero.

Completando dez anos em tramitação no Congresso, a proposta da ex-deputada Iara Bernardi (SP) gera polêmica e é objeto de discordâncias entre lideranças e entidades ligadas aos direitos dos homossexuais. Aqueles que defendem o projeto argumentam que ele pode ajudar a combater os crimes cometidos contra homossexuais, especialmente os assassinatos. Já aqueles que são contrários argumentam que não é necessária uma lei específica para isso e temem que o PLC 122/06 cerceie as liberdades de expressão e de culto

Fonte: Agencia Senado

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

OMG News: Em discurso na Câmara dos Deputados, Silas Malafaia critica ativistas gays: “são parasitas que comem milhões do Estado”

Pr Silas Malafaia
Em seu discurso na audiência para o debate sobre a PL 122, o Pastor Silas Malafaia criticou a ausência dos ativistas homossexuais na discussão, e voltou a mencionar os atritos com Tony Reis, presidente da ABGLBT. “Só lamento. Eu gosto de falar cara a cara… Nessa hora, os caras correm. São covardes. Estão com medo de quê? Quer dizer que o negócio deles é só escondido, apadrinhado por alguém da imprensa?”, afirmou o Pastor.

Numa comparação à causa negra, que luta contra preconceitos, Malafaia afirmou que os “homossexuais querem dar status de raça a uma questão de comportamento”, e lembrou o caso do vídeo retirado de seu programa, que foi editado para, segundo Malafaia, dar a entender que ele incentiva a violência contra os homossexuais.

Citando o que chamou de perseguição contra ele, o Pastor mencionou as tentativas dos ativistas de cassarem seu registro no Conselho de Psicologia e afirmou que homossexualismo é opção. “Eu sou psicólogo também, e homofobia é sentir aversão a um homossexual e querer agredir, maltratar. Existe uma diferença entre criticar comportamento e discriminar pessoas. Eles fazem um jogo muito lindo: eles dizem que criticar comportamento é discriminação”.

Durante seu discurso, Malafaia citou ainda que a Senadora Marta Suplicy quer apresentar um substitutivo a PL 122, condicionando a liberdade de expressão e de culto, o que é proibido. No projeto substitutivo da Senadora, seria permitido criticar o comportamento homossexual de forma pacífica. Silas Malafaia entende que o termo “pacífico” é subjetivo, e que esse ponto interferiria na cláusula pétrea (que não pode ser mudada) da liberdade de expressão da Constituição Federal.

-”É o grupo mais intolerante da pós-modernidade”, afirmou o Pastor Silas Malafaia, para quem as atitudes e pretensões dos ativistas invadem o espaço de direito dos contrários às práticas. “Eu sou livre para expressar minha opinião”, ressaltou Malafaia, que chamou os defensores da causa gay de aproveitadores: “São parasitas do Estado. Comem milhões dos governos federal, estadual e municipal para fazer patrulhamento”.

Assista ao discurso:

Fonte Gospel+

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

OMG News: Projeto de Lei que criminaliza a homofobia será votado na próxima semana

Marta na parada gay em São Paulo
A senadora Marta Suplicy confirmou que o projeto deverá ser votado na próxima semana, na quinta-feira (8), a partir das 9h, na (CDH).

Depois de muito debate sobre o PLC 122, lei que criminaliza a homofobia e ataca diretamente a igreja. A senadora Marta Suplicy (PT-SP) confirmou que o projeto deverá ser votado na próxima semana, na quinta-feira (8), a partir das 9h, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

O anúncio da senadora, no Plenário, está mobilizando evangélicos de todo o Brasil. Entre os pastores que estarão em Brasília no dia 8, o pastor presidente da Assembleia de Deus em Madureira, Rio de Janeiro, pastor Abner Ferreira, o deputado, Pastor Marco Feliciano, do Ministério Tempo de Avivamento, o pastor Silas Malafaia, da Associação Vitória em Cristo, a “Psicóloga Cristã”, Marisa Lobo e deputados da Frente Evangélica.

O senador Magno Malta (PR-ES) convocou os senadores da Frente Parlamentar em Defesa da Família, contrária ao projeto, para “sepultá-lo de vez” na CDH. “Alexandre teve a vida ceifada pela homofobia, preconceito e ódio. Foi barbaramente torturado e morto”, comentou Marta Sublicy, lembrando o aniversário de nascimento, nesta quarta-feira (30) do jovem Alexandre Ivo, assassinado aos 14 anos. Ele foi torturado e morto, supostamente por ser homossexual. A exemplo da “Lei Maria da Penha” o PLC 122, será batizado de “Lei Alexandre Ivo”.

Na última terça-feira (29) os parlamentares se reuniram para debater o Projeto de Lei. A audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado. Apesar de terem sidos convocados os defensores do Projeto, Marta Suplicy, autora do substitutivo, não compareceu a sessão mesmo estando no Senado, assim como nenhum ativista gay ou seus defensores compareceram. “Pasmem! Nenhum deles esteve presente. Correram do debate”, comentou Malafaia.

Para o pastor, Dr. Rubens Teixeira, da Assembleia de Deus, “A lei já contempla que não haja discriminação contra qualquer pessoa. A legislação penal já inclui qualificadoras para os que cometerem crimes contra quem quer que seja que apresente vulnerabilidade ou por motivo torpe”, disse.

“Sou contra o preconceito a homossexuais, como sou contra a qualquer outro tipo de preconceito. Se tem que haver uma lei antipreconceito, deve contemplar todas as formas desse mal. Do contrário, será mais uma distorção que se criará no nosso ordenamento jurídico. O Congresso Nacional tem dado mostras de sobriedade no debate sobre esses temas. Eu acredito que dessa vez não será diferente”, comentou o pastor Rubens ao ser questionado sobre o tema.

Silas Malafaia alertou o povo cristão que entre em contato com seus Senadores e peça pra eles se posicionarem contra o PLC 122. “É importantíssimo enviar e-mails para os senadores que fazem parte da Comissão de Direitos Humanos”, alerta Malafaia.

Contatos:

ana.rita@senadora.gov.br;
martasuplicy@senadora.gov.br;
paulopaim@senador.gov.br;
wellington.dias@senador.gov.br
cristovam@senador.gov.br;
crivella@senador.gov.br;
simon@senador.gov.br;
eduardo.amorim@senador.gov.br
garibaldi@senador.gov.br;
sergiopetecao@senador.gov.br;
paulodavim@senador.gov.br;
clovis.fecury@senador.gov.br
mozarildo@senador.gov.br;
gim.argello@senador.gov.br;
magnomalta@senador.gov.br;
marinorbrito@senadora.gov.br




Fonte: Gospel Prime

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