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quarta-feira, 30 de abril de 2014

“Estou pronta para contar que fui abusada sexualmente na infância”

O abuso sexual já ficou em segundo lugar entre os tipos de violência infantil mais comuns - e graves! São mais de 15 mil casos todo ano, só no Brasil. Lá fora, depois que Dylan Farrow escreveu um artigo para o "The New York Times" acusando o pai adotivo,Woody Allen, de estupro, mais mulheres criaram coragem de assumir que foram molestadas na infância. A seguir você confere três histórias fortes e comoventes.

“Confrontei meu agressor e depois o perdoei”

“Cresci em uma pequena cidade no Missouri e tínhamos uma vida normal: meu pai era professor, minha mãe era secretária. Mas eu sempre soube que era diferente das outras famílias. Meu pai me sentou no colo dele várias vezes para abrir sua revista Playboy e andar nu na minha frente.

No início, quando ele veio ao meu quarto depois que eu estava dormindo, senti o cheiro de álcool em seu hálito e me apavorei quando ele colocou os dedos dentro de mim. Em algum momento, quando eu tinha entre sete e 10 anos, ele começou a colocar o pênis, mesmo eu tentando impedi-lo. Não me lembro quantas vezes meu pai me estuprou. Voltei-me para a comida e por sorte não tive um distúrbio alimentar, mas eu também mergulhei em trabalhos escolares, sempre querendo ser médica. Hoje eu sou e trabalho no setor de emergências do hospital.

Há três anos, no meio de um tratamento facial, a esteticista colocou um pano quente sobre o meu rosto, da mesma forma que meu pai costumava fazer para me sufocar com um ursinho de pelúcia. ("Basta ficar em silêncio", ele dizia antes de me estuprar.) Eu pulei da mesa, paguei e corri para o meu carro. Estava chorando tanto que eu não pude dirigir. Sentei lá na solidão no meio da estrada e comecei a gritar o que eu não tinha gritado aos nove anos: "Socorro! Por favor, alguém me ajude! Eu preciso de ajuda!”.

Naquele ano, eu conversei com um psiquiatra sobre denunciar meu pai. Mas ele nem tinha mais crianças por perto. Óbvio, já que havia completado 65 anos. O médico e eu decidimos pensar sobre isso por uma semana e, em seguida, tomar uma decisão. Quase uma semana depois, meu pai foi atropelado por um carro. Eu voei para Kansas City, Missouri, e fui direto para seu quarto na UTI. Pedi para ficar sozinha com ele. Lá eu disse a ele que lembrava de tudo e que por ele ter sido tão monstruoso comigo, algo terrível deve ter acontecido com ele. E então eu disse que o perdoava. Minutos depois, ele parou de respirar. Eu sei que meu pai estava esperando apenas por essas palavras para morrer em paz”.
Jennifer Hanes, 39 anos, mora em Austin, no Texas, ao lado dos dois filhos

“Fui da tentativa de suicídio ao emprego de buyer”

“Meu padrasto, um sargento da Força Aérea, se confessou culpado de atos indecentes com uma menor de idade, inclusive tocando e beijando minhas partes íntimas e forçando-me a fazer a mesma coisa com as partes dele. Ele foi para a prisão por três anos. Sim, ele foi punido, mas não era compensação suficiente para o meu sofrimento.


Eu finalmente me abri com um terapeuta sobre o abuso quando tinha 13 anos, depois de tentar cometer suicídio. E mesmo depois que ele foi condenado, continuei com trauma de homens, sem autoestima, fugindo dos namorados. Então tive um filho aos 19 anos e começou a funcionar tudo normalmente para mim. Finalmente aceitei que não posso mudar e decidi ajudar outras vítimas. Fui para a faculdade e agora sou buyer de uma empresa de aviação e me sinto cada dia uma pessoa mais forte”.
Trisha Fielding, 34 anos, mora na Flórida


“Armei uma emboscada para meu agressor”

“Foi há dois anos que eu fiz a "chamada de frio." Enquanto estava lá com dois detetives, eu disquei o número do meu agressor, pronta para atraí-lo para uma conversa amigável sobre o nosso "relacionamento". Os policiais tinham clonado a linha. Eu queria provas. Conheci este homem (amigo do meu pai), dez anos antes. Aos 13 eu queria ser artista e ele era um pintor incrível. Extremamente astuto, aproveitou-se que eu era ingênua e vulnerável, com devoção cristã e infeliz em casa. "Eu sei o que você está passando", ele dizia. "Seus pais não te entendem." Comecei indo uma vez por semana. Eu sentava em seu sofá; ele segurava minha mão. "Você é linda", disse um dia. Então ele me beijou. Foi o meu primeiro beijo. Dentro de alguns meses, ele foi me forçando a fazer sexo oral nele. Eu me senti muito confusa. Não sabia que estava sendo usada por um mestre manipulador. Quando eu tinha 14 anos, ele começou a me estuprar, dizendo coisas como: "Se Deus nos uniu, quem é você para nos separar? "

Mas eu comecei a me apaixonar e quando estava no segundo ano na faculdade, ele era a minha vida. Fisicamente, pelo menos. Quando eu caí na depressão mais grave que se possa imaginar, sabia que precisava dizer a polícia. O caso levou um tempo, mas ele se confessou culpado de abuso sexual de menores e foi condenado. Eu nunca vou esquecer o quanto eu me sentia enjoada durante essa chamada, fingindo ter até mesmo afeição por esse cara. Obriguei-me a falar com doçura, mas o tempo todo eu estava com tanta raiva, que depois que eu desliguei, um dos agentes de segurança disse: "Eu quase comecei a rir quando você fez isso. Estou tão orgulhoso de você, quer ser detetive?”.
Liz Rattan, 25, recentemente graduada pela Universidade da Pensilvânia.

Fonte: Revista Galmour

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Fantástico: Xuxa diz que sofreu abuso sexual e Julio Severo critica a estrela.

Xuxa

Por Julio Severo

No programa Fantástico de domingo passado, Xuxa alegou que sofreu abusos sexuais na infância. Supostamente, foram três homens.

Sua declaração forte trouxe uma alta em sua imagem num momento em que sua carreira já não tem o brilho que tinha antes. O brilho tem sido cada vez mais ofuscado por um sombrio esqueleto em seu armário: Em 1982 ela fez o papel principal do filme “Amor estranho amor”, que contém cenas de pedofilia explícita em que ela seduz um menino.
Xuxa vem travando uma batalha judicial sem tréguas para que o filme, que tem perturbado sua carreira e fama, não seja oficialmente comercializado em DVD. Seus produtores haviam chegado a exigir 100 mil reais por ano para manter o filme “extinto”. O desgaste com o obsceno filme pró-pedofilia tem sido um flagelo na fama e bolso da atriz.

A trajetória de Xuxa, com suas recentes revelações de pedofilia na infância, teve um início com contexto previsível. Sabe-se que ela, por costume da família ou vontade própria, gostava de andar nua dentro de casa quando era menina. Crianças de lares com tais “hábitos” não raramente enxergam com “naturalidade” o sexo.
Qualquer homem moralmente são teria dificuldade de visitar uma casa onde o pai permite que sua filha de oito, dez ou doze anos ande “ao natural”. Não chega a ser “fora do normal” um lar com nudez descarada produzir abusos sexuais. É um ambiente produtor de tentações.
Tais lares, além de tornarem suas crianças vulneráveis aos oportunistas sexuais, não veem nada de errado em revistas pornográficas.

Xuxa não só tinha essa visão, mas também chegou a posar nua para várias revistas pornográficas, inclusive a mais famosa, a Playboy. O que era “natural” para ela acabou também virando fonte de renda.
Mesmo com esse histórico moralmente turbulento, ela acabou entrando no mercado infantil, com um programa primeiramente na TV Manchete e depois na TV Globo, onde dançarinas mirins com trajes curtos e a garotada garantiram para ela e para a TV Globo IBOPE e audiência. Ela passou de coelhinha da Playboy à rainha dos baixinhos.
É uma carreira infantil de sucesso alicerçada em assombrações pornográficas e pedofílicas.
Ela não era, é claro, o exemplo ideal para as crianças. Mas o mundo imundo da TV tem valores inversos de uma família que protege os filhos com valores morais.
Durante o governo de Lula, Xuxa encabeçou a campanha nacional “Não Bata, Eduque!”, lançada por Lula em Brasília. A campanha, de modo ostensivo, buscava a criminalização de pais e mães que aplicam castigos físicos como disciplina para o mau comportamento dos filhos.

Xuxa mostrou sua rebelião a esse mundo com limites para as crianças. Talvez ela anseie um mundo onde as crianças possam tranquilamente andar livres dentro de casa — livres de roupas — e assim estar mais preparadas para ver com naturalidade o sexo e a revista Playboy.
Mas a experiência de uma infância sem limites e sem roupas não trouxe felicidade para a menina Xuxa. Trouxe, pelo que alega ela, estupros. E trouxe, pelo que mostra seu currículo, seu estrelato num filme de pedofilia explícita e participação em revistas pornográficas.

Em todas essas décadas, Xuxa jamais reclamou de ter sofrido peso na consciência pela óbvia incoerência entre sua vida no mercado pornográfico e no mercado infantil. O que importava, talvez, fosse obter dinheiro, fosse de qual fosse a procedência.

Na entrevista ao Fantástico, Xuxa se queixa de um pai ausente, mas quando ela teve oportunidade de fazer diferença na sua vida, ela escolheu ter uma filha sem um pai. Ela determinou que a figura do pai ficasse ausente da vida de sua filha.
Depois de sua recente confissão de abuso sexual na infância, Xuxa deveria abandonar seu ativismo contra os direitos dos pais disciplinarem seus filhos e imporem limites — inclusive o uso de roupas — neles. Abuso e violência não é impor limites nos filhos, conforme hoje esbraveja Xuxa com sua campanha anti-pais, mas a falta de limites.
Seu ativismo agora deveria se limitar aos malefícios da nudez dentro de casa, de como essa prática torna as crianças presas fáceis de pedófilos, do sexo casual e da pornografia.

O ativismo dela deveria também incluir uma campanha de alerta para que os pais bloqueiem toda pornografia em seus lares.
E ela poderia também aproveitar e aparecer novamente no Fantástico para pedir perdão às famílias e crianças do Brasil pelo filme “Amor estranho amor”, onde ela mesma, já adulta consciente e com fome de grana, fez descarada propaganda pró-pedofilia.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

ABUSO INFANTIL - Combate ao abuso e exploração de menores: com o apoio e participação do PEPE

O Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração de Crianças e Adolescentes nos traz à memória uma trágica história ocorrida em 18 de maio de 1973 que, infelizmente, se repete até hoje de forma parecida com milhares de meninos e meninas do mundo inteiro. Há 39 anos, a menina brasileira Aracelli Cabrera Sanches Crespo foi brutalmente assassinada. Seu corpo foi encontrado somente seis dias depois, desfigurado e com marcas de abuso sexual. A data de sua morte foi transformada pelo Congresso Nacional, 27 anos depois, no Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração de Crianças e Adolescentes.
 
Como seguidores de Jesus, defendemos os princípios de proteção, valorização e desenvolvimento da criança. Sabemos que Jesus vê as crianças como dignas de um lugar especial na comunidade e no povo de Deus.A rede do PEPE (programa socioeducativo promovido por Missões Mundiais), em sua experiência e trabalho com crianças em situação de risco de diversas comunidades no mundo, se sente comprometida em promover a sensibilização e conscientização de todos quanto à proteção às crianças e adolescentes. Estamos comprometidos com o bem-estar da criança no mundo. Somos totalmente contra a todas as formas de abuso infantil, negligência, exploração e violência, de acordo com a Convenção dos Direitos da Criança das Nações Unidas, de 20 de novembro de 1989. Atualmente o programa atende, por dia, a mais de 8 mil crianças de cerca de 20 países.

Recomendamos as melhores práticas e procedimentos entre nossos educadores, apoiadores e voluntários, por meio de padrões de desenvolvimento do trabalho com as crianças, dando suporte aos pais das comunidades para o cuidado dos filhos.Precisamos formar e trabalhar em uma rede de proteção. Esta é responsabilidade de todos nós!

Terezinha Candieiro
Coordenadora Internacional do PEPE – programa socioeducativo promovido por Missões Mundiais da CBB

sábado, 31 de março de 2012

OMG News : STJ admite rever decisão sobre estupro

Presidente do STJ Ari Pargendler
Entendimento de que relação sexual com menor não configura necessariamente crime ainda recebe críticas do governo e do Congresso

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ari Pargendler, admitiu nesta quinta-feira, 29, que a Corte pode rever o julgamento em que inocentou um homem que manteve relações sexuais com meninas de 12 anos. Pelo entendimento do tribunal, a relação sexual entre um homem e crianças menores de 14 anos de idade não configura necessariamente o crime de estupro. "É um tema complexo. Foi decidido por uma seção do tribunal. É a palavra do tribunal, mas evidentemente cada caso é um caso. O tribunal sempre está aberto para a revisão de seus julgamentos. Talvez isso possa ocorrer", admitiu Ari Pargendler.

Na quarta-feira, a ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos, criticou o resultado do julgamento e defendeu a reversão da decisão. "Quem foi julgada foi a vítima, mas não quem está respondendo pelo crime", afirmou, revoltada. "Essa decisão [DO STJ]constitui um caminho de impunidade."

Hoje, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou ser contrário a essa decisão, mas disse que é preciso respeitar o resultado do julgamento. "As decisões do tribunal têm de ser respeitadas, por mais que eventualmente nós possamos discordar. Eu, como estudioso do Direito, tenho uma posição contrária. Mas o tribunal tem essa decisão. Não sei se ela será mantida, não sei se ela é definitiva. Mas aguardemos", afirmou.

No caso julgado pelo STJ, o homem manteve relações sexuais com menores que se prostituíam havia anos. Por conta disso, conforme a decisão do tribunal, a liberdade sexual das meninas não teria sido violada pelo réu. De acordo com as informações do processo, a mãe de uma das meninas afirmou em juízo que a filha faltava às aulas na escola para fazer programas em troca de dinheiro.

A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) classificou a decisão do STJ como uma afronta ao princípio da proteção absoluta de crianças e adolescentes. "O tribunal pressupõe que uma menina de 12 anos estaria consciente da liberdade de seu corpo e, por isso, se prostitui. Isso é um absurdo", afirmou o presidente da associação, Alexandre Camanho. A associação, que planeja uma campanha com instituições públicas e organizações sociais para combater a exploração sexual de menores, considerou que a decisão vai "na contramão" da defesa dos direitos humanos.

Congresso

Já os integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que investiga a violência contra a mulher, aprovaram hoje uma nota de repúdio à decisão do STJ. A relatora, senadora Ana Rita (PT-ES), vê desrespeito aos direitos fundamentais das crianças. No texto que será remetido ao Superior Tribunal de Justiça, pede-se a revisão imediata da decisão.

Fonte: Estadão

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

OMG News: Depois da polícia, Ministério das Comunicações pode interromper transmissão do BBB 12

Daniel, Boninho e Monique
Por The Christian Post

Além da polícia, agora o Ministério das Comunicações também vai apurar a polêmica envolvendo o Big Brother Brasil 12. O órgão informou que vai analisar as imagens para averiguar se a TV Globo realmente exibiu um suposto estupro no reality show.

Se realmente for comprovado que as imagens “causaram constrangimentos” ao telespectador, o ministério irá instaurar um processo cujas sanções incluem multa e interrupção dos serviços da emissora,de acordo com o Terra.

A presença da polícia na casa do BBB resultou, além da tomada de depoimentos, na coleta de material para posterior análise. Além disso, o delegado Antônio Ricardo Nunes, da 32ª DP, informou na tarde desta quarta-feira (18) que o material recolhido na casa será enviado para o Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) que fará a perícia. Entre as peças estão roupas íntimas e roupa de cama.

Um inquérito já está em andamento para apurar o caso, e segundo o delegado, o depoimento de Monique traz dúvidas quanto ao suposto abuso sexual, de acordo com informações do G1.

"Ela (Monique) afirmou que bebeu, que em certos momentos dormiu, desmaiou e por isso que nós vamos seguir [com a investigação]. Porque, se ela está dormindo ou desmaiada e vem um homem e faz sexo com ela, o Estado não pode se omitir. Por isso que a Polícia Civil vai continuar investigando. Vamos analisar imagens, confrontar depoimentos, e a investigação vai seguir normalmente, independentemente da vontade dela", disse.

Segundo ele, Monique afirmou que não houve sexo entre ela e Daniel. Os participantes, cada um por sua vez, disseram que o que houve foi consentido, e que, apesar da ingestão de bebidas alcoólicas, estavam conscientes. Monique não quis fazer exame de corpo de delito.

Segundo a Veja, a policia civil do Rio decidiu também ouvir a participante Laisa, que será interrogada dentro da casa por ter sido citada no depoimento de Monique.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

OMG News: Policiais vão à casa do BBB para corpo de delito de suposta vítima de estupro

Brother Daniel teria molestado a sister Monique enquanto ela dormia
Policiais civis da 32ª DP (Taquara), na zona oeste do Rio de Janeiro, foram na tarde desta segunda-feira (16) ao Projac, centro de teledramaturgia da Rede Globo, para fazer exame de corpo de delito de Monique, participante do Big Brother Brasil 12, que teria sido molestada por outro integrante do programa, segundo informou o delegado Antônio Ricardo, titular da delegacia. Porém, de acordo com ele, ela não é obrigada a fazer o exame.

- O exame [corpo de delito] é a prova da materialidade. Se ela se recusar a fazer, o problema é dela. Vamos tomar as iniciativas que nos cabem. O pessoal está lá [no Projac] e nós estamos vendo a possibilidade de entrar para fazer o exame. Estamos aguardando o posicionamento da TV Globo e, se eles não liberarem a nossa entrada, vamos buscar no Judiciário o mandado de busca e apreensão. Isso não vai ficar em branco.

Antônio Ricardo confirmou ao R7 ter aberto um inquérito para investigar se houve estupro, que teria ocorrido após bebedeira dos "brothers" na madrugada do último domingo (15). O participante Daniel teria molestado a sister Monique enquanto ela estava inconsciente. O delegado disse que a polícia já tem um vídeo de aproximadamente sete minutos e irá analisar as imagens para apurar o que aconteceu.

A reportagem do R7 procurou a assessoria de imprensa da TV Globo que deve se manifestar sobre o caso.

'Será que eu fiz?'
A foto mostra a Sister inconciente
Monique ficou embriagada durante uma festa no sábado (14). Debaixo de um edredom, Daniel agarrou a estudante. A polêmica começou depois que telespectadores disseram no Twitter que ela poderia ter sido estuprada

Chamada ao confessionário, a estudante disse que não teve relações sexuais com o modelo. O diretor-geral do reality show, J.B. Oliveira, o Boninho, convocou a sister para uma conversa, já que os telespectadores pedem a expulsão do participante.

Em seu blog, Boninho disse: "Ela não confirmou que teve sexo e disse que tudo o que aconteceu foi consensual. Não dá para garantir que houve sexo, muito menos estupro. Eles estavam debaixo do edredon e de lado. Mas o mais importante é que ela [Monique] estava consciente de tudo. Ela me disse que na hora que o clima esquentou pediu para ele [Daniel] sair da cama".

Após passar pelo confessionário, Monique demonstrou estar confusa: "Será que eu fiz [sexo]?"

Estupro: nova lei

No ano de 2009 o governo Lula sancionou a lei 12.015, que altera as leis 2.848 (Código Penal) e 8.072 (que trata dos crimes hediondos). Ela tornou mais severas as penas para os crimes de pedofilia, estupro seguido de morte e assédio sexual contra menores.

O autor do estupro pode pegar entre seis e dez anos de pena com prisão. A nova lei amplia a aplicação da pena para os casos que, na lei anterior, eram tratados apenas como atos libidinosos. O artigo 215 da lei diz que é estupro "ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com alguém, mediante fraude ou outro meio que impeça ou dificulte a livre manifestação de vontade da vítima".

Questionado pelo R7 sobre possível eficácia de um exame de corpo de delito, uma vez que, após a mudança do Código Penal, o crime de estupro não se configura somente em caso de conjunção carnal, o delegado disse que pretende ouvir os participantes envolvidos e coletar evidências exibidas no programa para embasar a abertura do inquérito.

Fonte: R7

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

OMG News : Padre é condenado pela Justiça a 60 anos de prisão

O padre José Afonso Dé (Foto), 76 anos, foi condenado pela Justiça a 60 anos e oito meses de reclusão em regime fechado pela prática dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor.

A sentença foi aplicada pela 2ª Vara Criminal de Franca. O religioso havia sido denunciado pelo Ministério Público em abril de 2010 acusado de abusar sexualmente de quatro meninos com idades entre 12 e 16 anos, quando era vigário da Paróquia São Vicente de Paulo, no Jardim Tropical, Zona Norte da cidade. A sentença é de primeira instância. Cabe recurso da decisão judicial.

A condenação era mantida em sigilo pela Justiça, igreja, promotoria e defesa do acusado. O promotor e o juiz responsáveis se recusaram a divulgar detalhes da decisão sob o argumento de que o caso ainda continua em segredo mesmo com a Justiça tendo considerado o réu culpado e aplicado sentença rigorosa.

O jornal Comércio da Franca conseguiu confirmar com quatro fontes diferentes, ao longo de dez dias, o resultado do julgamento. A publicação de despachos relativos ao recurso impetrado pela defesa, no Diário Oficial Eletrônico, também confirma as informações apuradas.
José Afonso Dé foi condenado a 60 anos e oito meses de reclusão em regime fechado por infração aos artigos 217-A, 213 e 214 do Código Penal, que se referem a estupro de vulnerável (fazer sexo ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos), estupro e atentado violento ao pudor. Inicialmente, a determinação era para que a pena fosse cumprida em regime domiciliar, com o padre necessitando de autorização prévia para deixar sua casa.

Como o juiz negou o direito do padre recorrer em liberdade, a defesa ingressou com um habeas corpus no Tribunal de Justiça, com pedido de liminar, para que padre Dé aguardasse o resultado do recurso sem a necessidade da prisão. Foi alegado que ele respondeu ao processo nesta condição e que não frustrou a confiança que lhe foi depositada. O pedido foi deferido pelo Tribunal de Justiça e, desde então, padre Dé está em liberdade.

O advogado do padre Dé, José Chiachiri Neto, que entrou com o pedido de habeas corpus no fim de junho para que ele aguardasse o recurso em liberdade, foi procurado pelo Comércio sexta-feira, para comentar a condenação. Ele disse que o processo estava em andamento e que o julgamento não tinha sido realizado.

"Ainda estamos aguardando alguns depoimentos de testemunhas de fora. Algumas precatórias ainda não vieram. Não tenho informação sobre condenação", disse o advogado.

Fonte: Diário do Grande ABC

sábado, 8 de agosto de 2009

OMG News: Lula assina lei que eleva pena para pedofilia e estupro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou lei que aumenta a pena para crimes de pedofilia, de estupro seguido morte e de assédio sexual de menores.

Determina ainda que qualquer crime sexual que resulte em gravidez terá aumento de 50% na pena. Caso o criminoso transmita doença sexual para vítima, a pena terá acréscimo que vai variar de um sexto à metade do tempo. Pela nova legislação passa também a ser considerado crime a prática de qualquer ato libidinoso contra menores de 14 anos e deficientes, que antes era considerado apenas atentado violento ao pudor.
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