Mostrando postagens com marcador condenado pela Justiça. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador condenado pela Justiça. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

OMG News:Justiça condena Rafinha Bastos a indenizar Wanessa Camargo

Rafinha Bastos é condenado na justiça Divulgação/ Ag. Na Lata
RIO - O humorista Rafinha Bastos foi condenado a pagar 30 salários mínimos à cantora Wanessa Camargo, seu marido Marcos Buaiz, e ao filho recém-nascido. A decisão foi tomada nesta terça, dia 17, por Luiz Beethoven Giffoni Ferreira, juiz da 18ª Vara Cível de São Paulo. Segundo as informações da assessoria do Tribunal de Justiça de São Paulo, Rafinha ainda pode recorrer da decisão.

O processo corre na justiça desde setembro de 2011, quando Wanessa ainda estava grávida e Rafinha disse, na bancada do “CQC”, da Band, que “comeria ela e o bebê”. A piada transformou-se em polêmica e o humorista acabou perdendo seu posto tanto no “CQC” quando em “A liga”, atração que apresentava na mesma emissora. Pela decisão do juiz, Rafinha terá que pagar dez salários mínimos a cada autor do processo; um deles é o próprio bebê que, na época, ainda era descrito como feto, já que nem havia nascido. O valor total é de pouco menos de R$ 20 mil. O pedido inicial de indenização era de R$ 100 mil.

Rafinha se manifestou na tarde desta quarta-feira no Twitter, onde tem quase 4 milhões de seguidores. Por volta das 15h30m, escreveu: “Status: Ocupado. Juntando moedas”. Depois, diante das inúmeras perguntas dos fãs, disse que não ia falar muito mais sobre o assunto. “Amigos: Ñ tenho mais informações sobre o meu processo. Estou no Canadá”, disse, fazendo referência ao "Rit Luiza" do momento.

Fonte: Luiz Nassif on Line

terça-feira, 29 de novembro de 2011

OMG News: Caio Fábio é condenado a quatro anos de prisão por seu envolvimento no “dossiê Cayman”

Caio Fabio
Único condenado pelo episódio até agora, D'Araújo foi considerado responsável por elaborar e divulgar o dossiê, incorrendo em crime de calúnia

A Justiça Eleitoral condenou o pastor evangélico Caio Fábio D’Araújo Filho a quatro anos de prisão por seu envolvimento no chamado “dossiê Cayman”. O conjunto de papéis comprovadamente falso surgiu como tentativa de incriminar a cúpula do PSDB na campanha de 1998.

Único condenado pelo episódio até agora, D’Araújo foi considerado responsável por elaborar e divulgar o dossiê, incorrendo em crime de calúnia, agravado por ter envolvido o então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso. Ele pode recorrer. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

A sentença é baseada em uma investigação da qual participou também o FBI, a polícia federal norte-americana. Ela diz que o pastor preparou os papéis com um grupo de empresários em Miami, com o objetivo de vender a informação a adversários dos tucanos. Ele nega.

O documento apontava a existência de uma empresa e de contas que seriam controladas por FHC, à época candidato à reeleição, pelo então governador de SP, Mario Covas, que também buscava novo mandato, e pelos tucanos José Serra e Sérgio Motta.

O conjunto de papéis mostrava depósitos de US$ 368 milhões nas contas. O dinheiro teria sido resultado de propina após a privatização do setor de telecomunicações. Os depoimentos que integram o inquérito detalham como cópias do dossiê circularam entre adversários do PSDB como José Dirceu, Paulo Maluf, Ciro Gomes, Marta Suplicy, Leonel Brizola e Benedita da Silva, além do advogado e ex-ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos.

O inquérito inclui um depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, adversário de FHC na eleição. Lula confirma ter tido ao menos dois encontros para tratar do assunto, um deles com o pastor e outro com o ex-ministro Luiz Gushiken.

Ao tomar conhecimento do caso, Lula pediu a Thomaz Bastos, então advogado da campanha, que checasse os documentos, segundo a investigação. Como seriam falsos, o PT não teve interesse na história. O pastor nega participação na elaboração e na divulgação do dossiê. “Tenho a consciência absolutamente tranquila. Não estou nem um pouco preocupado com isso.” Seu advogado, Edi Varela, disse que entrou com recurso e nega crime eleitoral.

Fonte: Terra

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

OMG News : Padre é condenado pela Justiça a 60 anos de prisão

O padre José Afonso Dé (Foto), 76 anos, foi condenado pela Justiça a 60 anos e oito meses de reclusão em regime fechado pela prática dos crimes de estupro e atentado violento ao pudor.

A sentença foi aplicada pela 2ª Vara Criminal de Franca. O religioso havia sido denunciado pelo Ministério Público em abril de 2010 acusado de abusar sexualmente de quatro meninos com idades entre 12 e 16 anos, quando era vigário da Paróquia São Vicente de Paulo, no Jardim Tropical, Zona Norte da cidade. A sentença é de primeira instância. Cabe recurso da decisão judicial.

A condenação era mantida em sigilo pela Justiça, igreja, promotoria e defesa do acusado. O promotor e o juiz responsáveis se recusaram a divulgar detalhes da decisão sob o argumento de que o caso ainda continua em segredo mesmo com a Justiça tendo considerado o réu culpado e aplicado sentença rigorosa.

O jornal Comércio da Franca conseguiu confirmar com quatro fontes diferentes, ao longo de dez dias, o resultado do julgamento. A publicação de despachos relativos ao recurso impetrado pela defesa, no Diário Oficial Eletrônico, também confirma as informações apuradas.
José Afonso Dé foi condenado a 60 anos e oito meses de reclusão em regime fechado por infração aos artigos 217-A, 213 e 214 do Código Penal, que se referem a estupro de vulnerável (fazer sexo ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos), estupro e atentado violento ao pudor. Inicialmente, a determinação era para que a pena fosse cumprida em regime domiciliar, com o padre necessitando de autorização prévia para deixar sua casa.

Como o juiz negou o direito do padre recorrer em liberdade, a defesa ingressou com um habeas corpus no Tribunal de Justiça, com pedido de liminar, para que padre Dé aguardasse o resultado do recurso sem a necessidade da prisão. Foi alegado que ele respondeu ao processo nesta condição e que não frustrou a confiança que lhe foi depositada. O pedido foi deferido pelo Tribunal de Justiça e, desde então, padre Dé está em liberdade.

O advogado do padre Dé, José Chiachiri Neto, que entrou com o pedido de habeas corpus no fim de junho para que ele aguardasse o recurso em liberdade, foi procurado pelo Comércio sexta-feira, para comentar a condenação. Ele disse que o processo estava em andamento e que o julgamento não tinha sido realizado.

"Ainda estamos aguardando alguns depoimentos de testemunhas de fora. Algumas precatórias ainda não vieram. Não tenho informação sobre condenação", disse o advogado.

Fonte: Diário do Grande ABC

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails