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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Número de divórcios no país aumentou em quase 50%, diz IBGE

O Brasil registrou ano passado, em relação a 2010, um aumento de 45,6% no número de divórcios. Segundo as Estatísticas do Registro Civil, divulgadas pelo IBGE, foram 351.153 processos judiciais concedidos em 2011. Esse crescimento de quase 50% representou um novo recorde, e fez com que a taxa geral de divórcios atingisse seu maior valor na série histórica desde 1984: 2,6%. A recente alteração na lei (em julho de 2010), que acabou com a exigência da separação prévia antes do divórcio, pode ter contribuído para o aumento de divórcios. Informou matéria publicada no O Globo, nesta segunda-feira (17).

Segundo o IBGE, o DF tem a taxa maior: 4,8%. Em seguida, aparecem Rondônia (4,7) e Acre (3,8). No Rio, a taxa é de 1,9%, e em São Paulo, 3,4%. Em todo o país, o maior número de casamentos desfeitos se deu depois de 5 a 9 anos de casado (20,8). Entre o 1º e o quarto ano, os divórcios representaram 19,0%. Em seguida, o grupo que mais se divorciou tinha entre 10 e 14 anos de casado.

Os dados do instituto mostram ainda que, entre 2001 e 2011, aumentou o número de casais que compartilham a guarda de filhos menores. Eram 2,7% em 2001, e 5,4% no ano passado. Pará (8,9%) é o estado com maior número de crianças e adolescentes vivendo no regime de guarda compartilhada. O DF vem logo em seguida, com 8,3%. No entanto, Rio e Sergipe são os estados que menos têm casais compartilhando a guarda dos filhos: 2,8% e 2,4% respectivamente.

Ainda que tenha havido um aumento no número de casais compartilhando a guarda, as mulheres ainda são as que mais ficam com a guarda de filhos menores de idade. Ao todo, em 2011, em 87,6% dos divórcios concedidos no Brasil os filhos ficaram com as mães. Essa preponderância foi observada em todas as unidades da Federação. Em relação aos pais, a guarda variou de 2,2% em Sergipe e 10,6% no Amazonas, estado onde há mais homens responsáveis por filhos menores. No Rio, 4,0% dos pais ficam com os filhos menores. Em São Paulo, 4,4%.

Fonte: Verdade Gospel

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Número de evangélicos aumentou mais de 60% em 10 anos, diz IBGE


Por Verdade Gospel


O número de evangélicos no Brasil aumentou 61,45% em 10 anos, segundo dados do Censo Demográfico divulgado nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2000, cerca de 26,2 milhões se disseram evangélicos, ou 15,4% da população.
Em 2010, eles passaram a ser 42,3 milhões, ou 22,2% dos brasileiros. Em 1991, o percentual de evangélicos foi de 9%, enquanto que em 1980 era apenas 6,6%.
Um dos fatores que alavancou o crescimento dos evangélicos foi o aumento de membros das igrejas pentecostais como a Assembleia de Deus.  Hoje, no Brasil, os assembleianos somam cerca de 12,3 milhões de pessoas (veja o infográfico abaixo).
O IBGE registrou que, ao mesmo tempo em que o número de católicos caiu no Norte e no Nordeste, o número de evangélicos cresceu com maior volume nas duas regiões. A representatividade no Norte saiu de 19,8% (2000) para 28,5% (2010), esse crescimento se confirma já que é da região o estado mais evangélico: Rondônia, que conta com cerca de 34% da população evangélica.
No Nordeste, o aumento de evangélicos foi menor, saindo de 10,3% para 16,4%, se comparados os censos de 2000 e de 2010, respectivamente.
Redução do número de católicos
Por outro lado a parcela da população católica teve queda de 93,1% para 64,6%, em 50 anos. Segundo o IBGE, o número de católicos foi de 123,3 milhões no censo realizado em 2010. No levantamento feito em 2000, eles eram 124,9 milhões, ou 73,6% dos brasileiros, a  queda registrada foi de 1,3%.
A queda do percentual de católicos é histórica, de acordo com o instituto. Até 1970, em quase 100 anos, a queda foi de 7,9 pontos percentuais: o número de católicos em 1872 (ano do primeiro Censo) representava 99,7% da população e passou a 91,8% em 1970.
O Nordeste ainda mantém o maior percentual de católicos, com 72,2% em 2010. Apesar de ser a região do país de maior concentração do grupo religioso, a população nordestina católica sofreu queda. Em 2000, o percentual era de 79,9%. No entanto, mesmo com a queda nos números, o nordeste é o estado mais católico do Brasil.
O Piauí têm cerca de 85%  da população adepta do catolicismo. No Sul, o percentual de católicos reduziu, saiu de 77,4% para 70,1% nos censos de 2000 e de 2010, respectivamente. A maior redução foi registrada no Norte, passando de 71,3% da população em 2000 para 60,6% em 2010. No estado do Rio de Janeiro, o percentual de católicos é 45,8% da população em 2010, o menor do país.
Ainda de acordo com a pesquisa 15 milhões de pessoas se declararam sem religião no Censo de 2010, o que representa 8% dos brasileiros. Em 2000 eram 12,5 milhões, o equivalente a 7,3% da população.

Fonte: G1 e Folha


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