O homem está bravo. O Pr. Silas Malafaia protesta em seu vídeo a ação de um colégio católico, por mandar uma circular aos pais dizendo que não será comemorado o dia das Mães nem o dos Pais. o Pr. diz que é uma vergonha a igreja católica com essa atitude defender a ideologia de sexo tão combatida pelos evangélicos e apoiada pelo governo do PT. Assista o vídeo e deixe a sua opinião.
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sexta-feira, 6 de maio de 2016
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Jean Wyllys aumenta em mais de 200% seus bens em quatro anos
O Deputado Federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) aumentou o valor de seus bens em 222%, no período de apenas quatro anos.
Em 2010 o candidato pela primeira vez à Câmara dos Deputados, Jean Wyllys, declarou ao TSE - Tribunal Superior Eleitoral, o valor total de bens em R$ 370.000,00. E acabou sendo eleito pelo PSOL com o número de 13.018 votos, resultado muito abaixo de alguns candidatos de outros partidos, que não se elegeram devido aos votos proporcionais da legenda.
Após quatro anos, sendo em 2014, Jean Wyllys concorrendo à reeleição ao cargo de Deputado Federal, declara o valor de seus bens em R$ 1.192.835,64. Obtendo um aumento acima de 222%. O salário de um Deputado Federal em 2010 era de R$ 16.512,09, como mencionado no site UOL (verificar Link). Atualmente a remuneração mensal bruta do deputado federal é de R$ 33.763,00, segundo informações da Câmara Federal.
Na primeira declaração de bens, como pode se verificar no link abaixo, o Deputado apenas declara que possui um apartamento em Salvador/BA no valor de R$ 200 mil, uma casa em sua terra natal, na cidade de Alagoinhas Velha/BA no valor de R$ 120 mil e um carro Cross Fox 2007 no valor de R$ 50 mil.
Jean Wyllys consegue se reeleger em 2014, com uma votação mais expressiva e alcança o número de 144.770 votos, obtendo o 7º lugar entre os deputados mais votados no estado do Rio de Janeiro. Os bens declarados nesta eleição constam outros imóveis, por exemplo, um apartamento sem localização específica, no valor de R$ 760 mil. Descriminado apenas como residência.
O Deputado Jean Wyylys ficou conhecido nacionalmente após participar do programa Big Brother Brasil da Rede Globo, no ano de 2005. Em seu primeiro “paredão” da casa do Big Brother, Wyllys se declarou homossexual. Ao final deste programa Jean Wylllys se tornou vencedor com 55% dos votos e levou o valor de R$ 1 milhão como prêmio.
Fonte: Viva o Brasil
Os dados podem ser conferidos nos links:
terça-feira, 6 de novembro de 2012
‘Não se deve ampliar a voz dos imbecis’, diz Gloria Perez sobre evangélicos
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| Gloria Perez |
Depois da polêmica repercussão da novela ‘Salve Jorge’ entre os evangélicos, a autora da novela Gloria Perez respondeu dizendo que os protestos são de interesse comercial e apelam mais para o fundamentalismo.
“E penso que, em casos assim, o pessoal da imprensa deveria seguir o sábio conselho do Millôr Fernandes: ‘Não se deve ampliar a voz dos imbecis’”, afirmou ela, segundo jornal O Globo.
Um grupo de membros da Igreja Universal do Reino de Deus fez campanha pelas redes sociais alegando que a novela faz veneração a Ogum – entidade espiritual representada no Brasil por São Jorge – e apologia ao lesbianismo.
A novela estreou com um índice considerado baixo no Ibope de 35,5 pontos, a segunda pior audiência em estreia no horário nobre da Globo, segundo o jornal Estadão.
Apesar disso, Gloria Perez disse que está feliz com a audiência da novela. “Achei surpreendente: estreamos no primeiro dia de horário de verão, quando todo mundo se atrapalha com a hora, enfrentamos o horário político, e ainda assim chegamos aos 40 pontos em São Paulo (a média foi de 35 pontos)”.
De acordo com a autora, o segundo capítulo que teve 37 pontos fez mais um “gol”, visto que desde 1985, com ‘Roque Santeiro’, um segundo capítulo não bate a audiência do primeiro.
Ibope ruim
Apesar do positivismo da autora, segundo o jornalista Lauro Jardim, a nova novela da Globo está com problema de audiência. Na última quinta-feira (31/10), ‘Salve Jorge’ registrou 28 pontos na Grande São Paulo, segundo números prévios do Ibope. E este é um índice que preocupa a emissora.
No mundo ideal e ambicioso da Globo, uma novela das nove deveria estar na faixa dos 40 pontos.
Na verdade com esse Ibope ruim, a novela deveria chamar 'SALVE GLORIA PEREZ'
Deixe o seu comentário.
Fonte: The Christian Post e Veja
quarta-feira, 11 de julho de 2012
CRENTE E AS FESTAS JUNINAS?
Por: Redação Creio
Reverendo Augusto Nicodemos fala sobre o tema polêmico
Nesta época do ano, pais e filhos crentes vivem um dilema:Participar ou não de festas julhinas. Como deixar a criança participar deste momento em escolas sem conflitar com sua fé.? O reverendo presbiteriano Augusto Nicodemos escreve um texto expositivo mostrando a origem da festa.
Sobre Festas Juninas e Julhinas
A festa celebra o nascimento de João Batista, que virou um dos santos católicos. É realizada no dia 24 de junho com base no fato que João Batista havia nascido seis meses antes de Jesus (Lc 1:26,36). Se o nascimento de Jesus (Natal) é celebrado em 25 de dezembro, então o de João Batista é celebrado seis meses antes, em 24 de junho. É claro que estas datas são convenções, apenas, pois não sabemos ao certo a data do nascimento do Senhor.
A origem das fogueiras nas celebrações deste dia é obscura. Parece que vem do costume pagão de adorar seus deuses com fogueiras. Os druidas britânicos, segundo consta, adoravam Baal com fogos de artifício. Depois a Igreja Católica inventou a história que Isabel acendeu uma fogueira para avisar Maria que João tinha nascido. Outra lenda é que na comemoração deste dia, fogueiras espontâneas surgiram no alto dos montes.
Já a quadrilha tem origem francesa, sendo uma dança da elite daquele país, que só prosperou no Brasil rural. Daí a ligação com as roupas caipiras. Por motivos obscuros acabou fazendo parte das festividades de São João.
Fazem parte ainda das celebrações no Brasil (é bom lembrar que estas festas também são celebradas em alguns países da Europa) as comidas de milho – provavelmente associadas com a quadrilha que vem do interior – as famosas balas de “Cosme e Damião.” São realizadas missas e procissões, muitas rezas e pedidos feitos a São João. As comidas são oferecidas a ele.
Se estas festividades tivessem somente um caráter religioso e fossem celebradas dentro das igrejas como se fossem parte das atividades dos católicos, não haveria qualquer dúvida quanto à pergunta, “pode um evangélico participar?” Acontece que as festas juninas foram absorvidas em grande parte pela cultura brasileira de maneira que em muitos lugares já perdeu o caráter de festa religiosa. Para muitos, é apenas uma festa onde acendem-se fogueiras, come-se milho preparado de diferentes maneiras e soltam-se fogos de artifício, sem menção do santo, e sem orações ou rezas feitas a ele.
Paulo enfrentou um caso semelhante na igreja de Corinto. Havia festivais pagãos oferecidos aos deuses nos templos da cidade. Eram os crentes livres para participar e comer carne que havia sido oferecida aos ídolos? A resposta de Paulo foi tríplice:
· O crente não deveria ir ao templo pagão para estas festas e ali comer carne, pois isto configuraria culto e portanto, idolatria (1Cor 10:19-23). Na mesma linha, eu creio que os crentes não devem ir às igrejas católicas ou a qualquer outro lugar onde haverá oração, rezas, missas e invocação do São João, pois isto implicaria em culto idólatra e falso.
· O crente poderia aceitar o convite de um amigo pagão e comer carne na casa dele, mesmo com o risco de que esta carne tivesse sido oferecida aos ídolos. Se, todavia, houvesse alguém presente ali que se escandalizasse, o crente não deveria comer (1Cor 10:27-31). Fazendo uma aplicação para nosso caso, se convidado para ir a casa de um amigo católico neste dia para comer milho, etc., ele poderia ir, desde que não houvesse atos religiosos e desde que ninguém ali ficasse escandalizado.
· E por fim, Paulo diz que o crente pode comer de tudo que se vende no mercado sem perguntar nada. A exceção é causar escândalo (1Cor 10:25-26). Aplicando para nosso caso, não vejo problema em o crente comer milho, pamonha, mungunzá, etc. neste dia e estar presente em festas juninas onde não há qualquer vínculo religioso, desde que não vá provocar escândalos e controvérsias. Se Paulo permitiu que os crentes comessem carne que possivelmente vieram dos templos pagãos para os açougues, desde que não fosse em ambiente de culto, creio que podemos fazer o mesmo, ressalvado o amor que nos levaria à abstinência em favor dos que se escandalizariam.
Segue abaixo parte de um livro meu onde abordo com mais detalhes o que Paulo ensinou aos coríntios em casos envolvendo a liberdade cristã.
O CULTO ESPIRITUAL, Augustus Nicodemus Lopes. Cultura Cristã, 2012.
“A situação de Corinto era diferente. O problema lá não era o mesmo tratado no concílio de Jerusalém. O problema não era os escrúpulos de judeus cristãos ofendidos pela atitude liberal de crentes gentios quanto à comida oferecida aos ídolos. Portanto, a solução de Jerusalém não servia para Corinto. É provavelmente por esse motivo que o apóstolo não invoca o decreto de Jerusalém.[1] Antes, procura responder às questões que preocupavam os coríntios de acordo com o princípio fundamental de que só há um Deus vivo e verdadeiro, o qual fez todas as coisas; que o ídolo nada é nesse mundo; e que fora do ambiente do culto pagão, somos livres para comer até mesmo coisas que ali foram sacrificadas.
1. A primeira pergunta dos coríntios havia sido: era lícito participar de um festival religioso num templo pagão e ali comer a carne dos animais sacrificados aos deuses? Não, responde Paulo. Isso significaria participar diretamente no culto aos demônios onde o animal foi sacrificado (1 Co 10.16-24). Paulo havia dito que os deuses dos pagãos eram imaginários (1 Co 10.19). Por outro lado, ele afirma que aquilo que é sacrificado nos altares pagãos é oferecido, na verdade, aos demônios e não a Deus (10.20). Paulo não está dizendo que os gentios conscientemente ofereciam seus sacrifícios aos demônios. Obviamente, eles pensavam que estavam servindo aos deuses, e nunca a espíritos malignos e impuros. Entretanto, ao fim das contas, seu culto era culto aos demônios. [2] Paulo está aqui refletindo o ensino bíblico do Antigo Testamento quanto ao culto dos gentios:
Sacrifícios ofereceram aos demônios, não a Deus... (Dt 32.17)
...pois imolaram seus filhos e suas filhas aos demônios (Sl 106.37).
O princípio fundamental é que o homem não regenerado, ao quebrar as leis de Deus, mesmo não tendo a intenção de servir a Satanás, acaba obedecendo ao adversário de Deus e fazendo sua vontade. Satanás é o príncipe desse mundo. Portanto, cada pecado é um tributo em sua honra. Ao recusar-se a adorar ao único Deus verdadeiro (cf. Rm 1.18-25), o homem acaba por curvar-se diante de Satanás e de seus anjos.[3] Para Paulo, participar nos festivais pagãos acabava por ser um culto aos demônios. Por esse motivo, responde que um cristão não deveria comer carne no templo do ídolo. Isso eqüivaleria a participar da mesa dos demônios, o que provocaria ciúmes e zelo da parte de Deus (1 Co 10.21-22). Paulo deseja deixar claro para os coríntios “fortes”, que não tinham qualquer intenção de manter comunhão com os demônios, que era a atitude deles em participar nos festivais do templo que contava ao final. Era a força do ato em si que acabaria por estabelecer comunhão com os demônios.[4]
2. Era lícito comer carne comprada no mercado público? Sim, responde Paulo. Compre e coma, sem nada perguntar (1 Co 10.25). A carne já não está no ambiente de culto pagão. Não mantém nenhuma relação especial com os demônios, depois que saiu de lá. Está “limpa” e pode ser consumida.
3. Era lícito comer carne na casa de um amigo idólatra? Sim e não, responde Paulo. Sim, caso não haja, entre os convidados, algum crente “fraco” que alerte sobre a procedência da carne (1 Co 10.27). Não, quando isso ocorrer (1 Co 10.28-30).
O ponto que desejo destacar é que para o apóstolo Paulo a carne que havia sido sacrificada aos demônios no templo pagão perdia a “contaminação espiritual” depois que saia do ambiente de culto. Era carne, como qualquer outra. É verdade que ele condenou a atitude dos “fortes” que estavam comendo, no próprio templo, a carne sacrificada aos demônios. Mas isso foi porque comer a carne ali era parte do culto prestado aos demônios, assim como comer o pão e beber o vinho na Ceia é parte de nosso culto a Deus. Uma vez encerrado o culto, o pão é pão e o vinho é vinho. Aliás, continuaram a ser pão e vinho, antes, durante e depois. A mesma coisa ocorre com as carnes de animais oferecidas aos ídolos. E o que é verdade acerca da carne, é também verdade acerca de fetiches, roupas, amuletos, estátuas e objetos consagrados aos deuses pagãos. Como disse Calvino,
Alguma dúvida pode surgir se as criaturas de Deus se tornam impuras ao serem usadas pelos incrédulos em sacrifícios. Paulo nega tal conceito, porque o senhorio e possessão de toda terra permanecem nas mãos de Deus. Mas, pelo seu poder, o Senhor sustenta as coisas que tem em suas mãos, e, por causa disto, ele as santifica. Por isso, tudo que os filhos de Deus usam é limpo, visto que o tomam das mãos de Deus, e de nenhuma outra fonte.[5]”
[1] Note que Paulo não teve qualquer problema em anunciar o decreto em Antioquia, o que produziu muito conforto entre os irmãos (At 15.30-31).
[2] Não somente Paulo, mas os cristãos em geral tinham esse conceito. João escreveu: “Os outros homens, aqueles que não foram mortos por esses flagelos, não se arrependeram das obras das suas mãos, deixando de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de cobre, de pedra e de pau, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar” (Ap 9.20).
[3] Cf. Charles Hodge, A Commentary on 1 & 2 Corinthians (Carlisle, PA: Banner of Truth, 1857; reimpressão 1978) 193.
[4] Hodge (1 & 2 Corinthians, 194) chama a nossa atenção para o fato de que o mesmo princípio se aplica hoje aos missionários que, por força da “contextualização”, acabam por participar nos festivais pagãos dos povos. Semelhantemente, os protestantes que participam da Missa católica, mesmo não tendo intenção de adorar a hóstia, acabam cometendo esse pecado, ao se curvar diante dela.
[5] João Calvino, Exposição de 1 Coríntios, em Comentário à Sagrada Escritura, trad. Valter G. Martins (São Paulo: Paracletos, 1996) 320.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Número de evangélicos aumentou mais de 60% em 10 anos, diz IBGE
Por Verdade Gospel
O número de evangélicos no Brasil aumentou 61,45% em 10 anos, segundo dados do Censo Demográfico divulgado nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2000, cerca de 26,2 milhões se disseram evangélicos, ou 15,4% da população.
O número de evangélicos no Brasil aumentou 61,45% em 10 anos, segundo dados do Censo Demográfico divulgado nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2000, cerca de 26,2 milhões se disseram evangélicos, ou 15,4% da população.
Em 2010, eles passaram a ser 42,3 milhões, ou 22,2% dos brasileiros. Em 1991, o percentual de evangélicos foi de 9%, enquanto que em 1980 era apenas 6,6%.
Um dos fatores que alavancou o crescimento dos evangélicos foi o aumento de membros das igrejas pentecostais como a Assembleia de Deus. Hoje, no Brasil, os assembleianos somam cerca de 12,3 milhões de pessoas (veja o infográfico abaixo).
O IBGE registrou que, ao mesmo tempo em que o número de católicos caiu no Norte e no Nordeste, o número de evangélicos cresceu com maior volume nas duas regiões. A representatividade no Norte saiu de 19,8% (2000) para 28,5% (2010), esse crescimento se confirma já que é da região o estado mais evangélico: Rondônia, que conta com cerca de 34% da população evangélica.
No Nordeste, o aumento de evangélicos foi menor, saindo de 10,3% para 16,4%, se comparados os censos de 2000 e de 2010, respectivamente.
Redução do número de católicos
Por outro lado a parcela da população católica teve queda de 93,1% para 64,6%, em 50 anos. Segundo o IBGE, o número de católicos foi de 123,3 milhões no censo realizado em 2010. No levantamento feito em 2000, eles eram 124,9 milhões, ou 73,6% dos brasileiros, a queda registrada foi de 1,3%.
A queda do percentual de católicos é histórica, de acordo com o instituto. Até 1970, em quase 100 anos, a queda foi de 7,9 pontos percentuais: o número de católicos em 1872 (ano do primeiro Censo) representava 99,7% da população e passou a 91,8% em 1970.
O Nordeste ainda mantém o maior percentual de católicos, com 72,2% em 2010. Apesar de ser a região do país de maior concentração do grupo religioso, a população nordestina católica sofreu queda. Em 2000, o percentual era de 79,9%. No entanto, mesmo com a queda nos números, o nordeste é o estado mais católico do Brasil.
O Piauí têm cerca de 85% da população adepta do catolicismo. No Sul, o percentual de católicos reduziu, saiu de 77,4% para 70,1% nos censos de 2000 e de 2010, respectivamente. A maior redução foi registrada no Norte, passando de 71,3% da população em 2000 para 60,6% em 2010. No estado do Rio de Janeiro, o percentual de católicos é 45,8% da população em 2010, o menor do país.
Ainda de acordo com a pesquisa 15 milhões de pessoas se declararam sem religião no Censo de 2010, o que representa 8% dos brasileiros. Em 2000 eram 12,5 milhões, o equivalente a 7,3% da população.
Fonte: G1 e Folha
segunda-feira, 2 de abril de 2012
OMG News: Novela da Globo pode ter nome alterado para não desagradar o público evangélico
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| Titulo Provisório |
Por Gospel Prime
A próxima novela das 21h teria o nome de "Salve Jorge", nome de um dos santos mais conhecidos no Brasil
O crescimento do número de evangélicos pode fazer com que a Rede Globo altere o título da nova novela das 21h. Escrita por Glória Perez a trama foi batizada de “Salve Jorge”, mas para não desagradar o público que não crê no santo católico a novela poderá ter seu nome alterado.
São Jorge é um dos santos mais conhecidos do catolicismo no Brasil e o enredo terá muita ligação com a devoção a esse santo. A emissora carioca não pretende mudar a história, mas está pensando em um novo título para batizar a trama.
Mas o enfoque da atração que vai estrear no horário nobre não é fé, mas assuntos como tráfico de pessoas, tendo como ambiente o morro do Alemão, no Rio de Janeiro, e na Turquia (principalmente em Istambul e na Capadócia, onde São Jorge nasceu).
Quando começou a falar sobre seu novo projeto a autora tentou explicar o enredo da novela em seu Twitter: “A fé nele [São Jorge] existe e vamos mostrar: a fé na força que temos para vencer os dragões que a vida nos reserva”, disse Glória Perez.
Com informações MSN
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
OMG News: Evangélicos podem ajudar a decidir eleições municipais deste ano
Partidos procuram apoio de lideranças evangélicas para se elegerem
Durante a campanha presidencial de 2010, muito analistas acreditam que os evangélicos foram determinantes para a realização de um segundo turno. Questões como a legalização do aborto e o casamento homossexual passaram a ser debatidos também nos púlpitos. José Serra (PSDB) colocou inclusive líderes como Silas Malafaia e Valdomiro Santiago para falar durante o horário eleitoral na TV.
Além disso, Dilma Rousseff (PT) foi amplamente criticada pela ala conservadora do catolicismo, mas teve ao seu lado líderes da Assembleia de Deus, Renascer e outras denominações.
Para a eleição a prefeito deste ano, a maioria dos partidos já fazem uma aproximação, buscando atrair o voto da maior quantidade de igrejas possível. O assunto foi tema de uma reportagem publicada nesta segunda-feira pela “Folha de São Paulo”.
Em São Paulo, o Partido Social Cristão (PSC), próximo da Assembleia de Deus, e Partido Republicano Brasileiro (PRB), ligado à Igreja Universal, se uniram para lançar Celso Russomanno como seu candidato.
Lideranças de partidos maiores como PT, PSDB e PMDB também buscam uma aproximação com os religiosos, querendo que essa aliança dê uma melhor imagem para seus candidatos.
Fernando Haddad, pré-candidato do PT, e atual ministro da Educação, possivelmente terá dificuldades para conquistar o voto dos evangélicos por conta do polêmico “kit gay” que tentou distribuir nas escolas. Por outro lado, ele conta com o apoio de setores progressistas da Igreja Católica.
Para especialistas, as igrejas são alvo dos políticos porque o púlpito muitas vezes serve de palanque e os pastores têm público cativo.
“O pastor mantém a neutralidade o máximo que pode. Por que vai pedir voto antes da hora e correr o risco de alguém da congregação simpatizar com o adversário?”, explica o vereador evangélico Carlos Apolinário (DEM).
Segundo a Folha, as igrejas pentecostais são muito procuradas, em especial Assembleia de Deus, Igreja Universal do Reino de Deus, Igreja Internacional da Graça de Deus, Igreja Renascer em Cristo e Igreja Mundial do Poder de Deus.
O motivo desse interesse político é a penetração das igrejas na periferia, onde um pastor geralmente já tem ascendência sobre os fiéis.
“Os pentecostais estão em regiões com nível de escolaridade menor, então é mais fácil construir um discurso”, diz o cientista político Cesar Romero Jacob. Isso não garante que pastores possam impor um “voto de cabresto religioso”. ”Em São Paulo, o peso das religiões é diminuído diante da força do PT e do PSDB. São os partidos que dão o tom da disputa na cidade”, diz Jacob.
Na eleição de 2008, por exemplo, Marta Costa (PSD) disputou a reeleição como vereadora tendo o apoio do seu pai, o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus. Mesmo assim elegeu-se pelo DEM com apenas 40 mil votos, menos que os 50 mil conquistados pelo ex-judoca Aurélio Miguel (PSDB).
Segundo o sociólogo Antônio Flávio Pierucci, da USP, a maior influência das igrejas é o poder de veto. ”Não existe voto religioso no sentido de um grupo votar em quem o pastor manda, mas a religião pode levar o cidadão a não escolher determinado candidato que apoia bandeiras contrárias a sua fé”, explica.
Para ele, aborto e casamento gay não são temas municipais e por isso a mobilização dos religiosos se dará em outras frentes.
Durante a campanha presidencial de 2010, muito analistas acreditam que os evangélicos foram determinantes para a realização de um segundo turno. Questões como a legalização do aborto e o casamento homossexual passaram a ser debatidos também nos púlpitos. José Serra (PSDB) colocou inclusive líderes como Silas Malafaia e Valdomiro Santiago para falar durante o horário eleitoral na TV.
Além disso, Dilma Rousseff (PT) foi amplamente criticada pela ala conservadora do catolicismo, mas teve ao seu lado líderes da Assembleia de Deus, Renascer e outras denominações.
Para a eleição a prefeito deste ano, a maioria dos partidos já fazem uma aproximação, buscando atrair o voto da maior quantidade de igrejas possível. O assunto foi tema de uma reportagem publicada nesta segunda-feira pela “Folha de São Paulo”.
Em São Paulo, o Partido Social Cristão (PSC), próximo da Assembleia de Deus, e Partido Republicano Brasileiro (PRB), ligado à Igreja Universal, se uniram para lançar Celso Russomanno como seu candidato.
Lideranças de partidos maiores como PT, PSDB e PMDB também buscam uma aproximação com os religiosos, querendo que essa aliança dê uma melhor imagem para seus candidatos.
Fernando Haddad, pré-candidato do PT, e atual ministro da Educação, possivelmente terá dificuldades para conquistar o voto dos evangélicos por conta do polêmico “kit gay” que tentou distribuir nas escolas. Por outro lado, ele conta com o apoio de setores progressistas da Igreja Católica.
Para especialistas, as igrejas são alvo dos políticos porque o púlpito muitas vezes serve de palanque e os pastores têm público cativo.
“O pastor mantém a neutralidade o máximo que pode. Por que vai pedir voto antes da hora e correr o risco de alguém da congregação simpatizar com o adversário?”, explica o vereador evangélico Carlos Apolinário (DEM).
Segundo a Folha, as igrejas pentecostais são muito procuradas, em especial Assembleia de Deus, Igreja Universal do Reino de Deus, Igreja Internacional da Graça de Deus, Igreja Renascer em Cristo e Igreja Mundial do Poder de Deus.
O motivo desse interesse político é a penetração das igrejas na periferia, onde um pastor geralmente já tem ascendência sobre os fiéis.
“Os pentecostais estão em regiões com nível de escolaridade menor, então é mais fácil construir um discurso”, diz o cientista político Cesar Romero Jacob. Isso não garante que pastores possam impor um “voto de cabresto religioso”. ”Em São Paulo, o peso das religiões é diminuído diante da força do PT e do PSDB. São os partidos que dão o tom da disputa na cidade”, diz Jacob.
Na eleição de 2008, por exemplo, Marta Costa (PSD) disputou a reeleição como vereadora tendo o apoio do seu pai, o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus. Mesmo assim elegeu-se pelo DEM com apenas 40 mil votos, menos que os 50 mil conquistados pelo ex-judoca Aurélio Miguel (PSDB).
Segundo o sociólogo Antônio Flávio Pierucci, da USP, a maior influência das igrejas é o poder de veto. ”Não existe voto religioso no sentido de um grupo votar em quem o pastor manda, mas a religião pode levar o cidadão a não escolher determinado candidato que apoia bandeiras contrárias a sua fé”, explica.
Para ele, aborto e casamento gay não são temas municipais e por isso a mobilização dos religiosos se dará em outras frentes.
Fonte: Gospel Prime
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
OMG News: Evangélicos propõem mudanças em campanha sobre camisinha no carnaval
Por The Christian Post
Os parlamentares evangélicos e católicos querem que a campanha promova a abstinência e a importância da procriação para a formação familiar.
Parlamentares evangélicos e católicos, propõem modificações no teor das mensagens das campanhas de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis (DST) do Ministério da Saúde. Eles reivindicam que as campanhas promovam a abstinência e a importância da procriação para a formação familiar.
"Neste Carnaval, não transe. Se preserve para o casamento, porque família é bom" foi um dos slogans sugeridos pelos evangélicos ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em reunião da Frente Parlamentar da Família, na noite desta quarta-feira.
Os religiosos estavam descontentes que os lemas das campanhas que pregavam no carnaval as relações sexuais seguras com o uso da camisinha, como forma de prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST).
As duas mensagens do ministério para o Carnaval, - "Sem camisinha, não dá" e "Seja qual for a fantasia, use sempre a camisinha" - desagradaram aos religiosos.
O ministro já admitiu que pode fazer uma campanha direcionada para os religiosos, porém, não falou em mudar o tom das atuais campanhas de carnaval, de acordo com O Globo.
Uma reunião entre parlamentares evangélicos e o ministro Alexandre Padilha foi organizada pelo senador evangélico Magno Malta.
“Segundo Malta, o ministro foi extremamente receptivo e nos prometeu elaborar uma cartilha com as nossas mensagens. E não aquelas do Temporão (ministro da Saúde no governo Lula), que estimulavam relação homossexual e até distribuíam cachimbo para viciados”, disse.
No encontro, o ministro citou a Bíblia e falou da relação entre religião, família e vida saudável. “Somos todos irmãos. O governo tem que ouvir todos os setores organizados da sociedade em busca de bem-estar para a população. Aids, drogas e alcoolismo são exemplos de doenças que precisamos combater com a ajuda da família”, disse Padilha no encontro.
A deputada evangélica Benedita da Silva (PT-RJ) participou do encontro e afirmou que outros assuntos foram tratados, como combate à dengue e gravidez precoce.
Uma outra reivindicação encaminhada ao ministro foi a criação da Secretaria da Família, para, entre outras atribuições, lidar com jovens viciados em drogas.
Parlamentares evangélicos e católicos, propõem modificações no teor das mensagens das campanhas de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis (DST) do Ministério da Saúde. Eles reivindicam que as campanhas promovam a abstinência e a importância da procriação para a formação familiar.
"Neste Carnaval, não transe. Se preserve para o casamento, porque família é bom" foi um dos slogans sugeridos pelos evangélicos ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em reunião da Frente Parlamentar da Família, na noite desta quarta-feira.
Os religiosos estavam descontentes que os lemas das campanhas que pregavam no carnaval as relações sexuais seguras com o uso da camisinha, como forma de prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST).
As duas mensagens do ministério para o Carnaval, - "Sem camisinha, não dá" e "Seja qual for a fantasia, use sempre a camisinha" - desagradaram aos religiosos.
O ministro já admitiu que pode fazer uma campanha direcionada para os religiosos, porém, não falou em mudar o tom das atuais campanhas de carnaval, de acordo com O Globo.
Uma reunião entre parlamentares evangélicos e o ministro Alexandre Padilha foi organizada pelo senador evangélico Magno Malta.
“Segundo Malta, o ministro foi extremamente receptivo e nos prometeu elaborar uma cartilha com as nossas mensagens. E não aquelas do Temporão (ministro da Saúde no governo Lula), que estimulavam relação homossexual e até distribuíam cachimbo para viciados”, disse.
No encontro, o ministro citou a Bíblia e falou da relação entre religião, família e vida saudável. “Somos todos irmãos. O governo tem que ouvir todos os setores organizados da sociedade em busca de bem-estar para a população. Aids, drogas e alcoolismo são exemplos de doenças que precisamos combater com a ajuda da família”, disse Padilha no encontro.
A deputada evangélica Benedita da Silva (PT-RJ) participou do encontro e afirmou que outros assuntos foram tratados, como combate à dengue e gravidez precoce.
Uma outra reivindicação encaminhada ao ministro foi a criação da Secretaria da Família, para, entre outras atribuições, lidar com jovens viciados em drogas.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
OMG News: UFC RIO 142 – Lutadores brasileiros agradecem a Deus após vitórias
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| Edson Barbosa |
Vitor Belfort, Erick Silva e Edson Barbosa deram glórias a Deus após seus combates
Ultimate Fight Championship, UFC, tem crescido em popularidade no mundo inteiro e conta com vários lutadores evangélicos. O norte-americano Joe Jones, 24, é especialista em MMA (Mixed Martial Arts) e foi o um dos campeões mais jovem da história do UFC. Cristão fiel, ele tem o versículo Filipenses 4:13 tatuado no peito. Em seu Twitter, ele costumeiramente posta versículos bíblicos. Em sua última vitória, no UFC 140, ele atribuiu sua vitória à vontade Deus.
Wanderlei Silva, também lutador de MMA, disse em entrevista ao site Sportv.com que sempre ora e pede a Deus para abençoá-lo antes das lutas. Wanderlei tem uma tatuagem no ombro com a frase “Deus é Fiel”.
Assim como Jon Jones e Wanderlei Silva, todos os lutadores evangélicos do UFC costumam agradecer a Deus pelas suas vitórias. Nas lutas do UFC 142, realizadas no Rio de Janeiro no último final de semana, vários brasileiros foram para o octógono. Embora a TV Globo, que fez a transmissão em rede aberta, não tenha mostrado na íntegra, vários lutadores mencionaram sua fé como elemento importante nas vitórias.
Erick Silva entrou para lutar com o nome de Jesus bastante visível em seu calção. Ao terminar sua luta, agradeceu “Obrigada Senhor, Obrigado Senhor”. Mas os juízes acabaram tirando sua vitória por alegados “golpes ilegais”. Ele nega que tenha atingido a nuca do adversário, mesmo assim não foi para casa com a vitória.
Outro lutador de fé a subir no octógono domingo foi Edson Barbosa Junior. Depois de derrotar seu adversário inglês com um chute rodado no alto, apontou para seus músculos e disse que não por causa deles, mais que fora Deus quem tinha lhe dado à vitória. Ao final do combate, Edson ajoelhou no octógono e gritou: “Eu não fiz nada, quem fez foi Deus”.
Ainda nessa edição do UFC Yuri Marajó Alcântara vence o japonês Michihiro Omigawa por decisão unânime dos jurados. Durante a entrevista ele disse: “Tenho a agradecer a Deus, à galera do Pará”.
Mas possivelmente a grande expectativa da noite estava sobre Victor Belfort, que não lutava no Brasil havia mais de 10 anos. Membro de uma igreja batista, Belfort usa costumeiramente um calção com o nome de Jesus em suas lutas. Em uma entrevista recente, ele explicou como equaciona sua fé e a luta, que para muitos é violência gratuita: “Não é bater, é uma competição” e acrescentou que se converteu em 2004 depois de sofrer a perda de sua irmã, que até hoje não se sabe o paradeiro. “Foi a dor e a angústia de perder minha irmã que me levou a Cristo”.
Mesmo com uma carreira de altos e baixos, Vitor é muito popular no Brasil e no final de sua luta no Rio, mais uma vez sentiu o apoio da torcida. Ao dar entrevistas no final, mais uma vez disse em português e inglês: “Agradeço ao Deus Todo-poderoso, o Rei dos Reis, a quem sirvo”.
Ultimate Fight Championship, UFC, tem crescido em popularidade no mundo inteiro e conta com vários lutadores evangélicos. O norte-americano Joe Jones, 24, é especialista em MMA (Mixed Martial Arts) e foi o um dos campeões mais jovem da história do UFC. Cristão fiel, ele tem o versículo Filipenses 4:13 tatuado no peito. Em seu Twitter, ele costumeiramente posta versículos bíblicos. Em sua última vitória, no UFC 140, ele atribuiu sua vitória à vontade Deus.
Wanderlei Silva, também lutador de MMA, disse em entrevista ao site Sportv.com que sempre ora e pede a Deus para abençoá-lo antes das lutas. Wanderlei tem uma tatuagem no ombro com a frase “Deus é Fiel”.
Assim como Jon Jones e Wanderlei Silva, todos os lutadores evangélicos do UFC costumam agradecer a Deus pelas suas vitórias. Nas lutas do UFC 142, realizadas no Rio de Janeiro no último final de semana, vários brasileiros foram para o octógono. Embora a TV Globo, que fez a transmissão em rede aberta, não tenha mostrado na íntegra, vários lutadores mencionaram sua fé como elemento importante nas vitórias.
Erick Silva entrou para lutar com o nome de Jesus bastante visível em seu calção. Ao terminar sua luta, agradeceu “Obrigada Senhor, Obrigado Senhor”. Mas os juízes acabaram tirando sua vitória por alegados “golpes ilegais”. Ele nega que tenha atingido a nuca do adversário, mesmo assim não foi para casa com a vitória.
Outro lutador de fé a subir no octógono domingo foi Edson Barbosa Junior. Depois de derrotar seu adversário inglês com um chute rodado no alto, apontou para seus músculos e disse que não por causa deles, mais que fora Deus quem tinha lhe dado à vitória. Ao final do combate, Edson ajoelhou no octógono e gritou: “Eu não fiz nada, quem fez foi Deus”.
Ainda nessa edição do UFC Yuri Marajó Alcântara vence o japonês Michihiro Omigawa por decisão unânime dos jurados. Durante a entrevista ele disse: “Tenho a agradecer a Deus, à galera do Pará”.
Mas possivelmente a grande expectativa da noite estava sobre Victor Belfort, que não lutava no Brasil havia mais de 10 anos. Membro de uma igreja batista, Belfort usa costumeiramente um calção com o nome de Jesus em suas lutas. Em uma entrevista recente, ele explicou como equaciona sua fé e a luta, que para muitos é violência gratuita: “Não é bater, é uma competição” e acrescentou que se converteu em 2004 depois de sofrer a perda de sua irmã, que até hoje não se sabe o paradeiro. “Foi a dor e a angústia de perder minha irmã que me levou a Cristo”.
Mesmo com uma carreira de altos e baixos, Vitor é muito popular no Brasil e no final de sua luta no Rio, mais uma vez sentiu o apoio da torcida. Ao dar entrevistas no final, mais uma vez disse em português e inglês: “Agradeço ao Deus Todo-poderoso, o Rei dos Reis, a quem sirvo”.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
OMG News: Rainha de Bateria da escola Mangueira revela que é evangélica
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| Renata Santos rainha do carnaval e evangélica |
A declaração levantou a antiga polêmica de que cristãos não podem participar do Carnaval
Se tem algo que a igreja evangélica brasileira condena veementemente é o Carnaval, chamada de “a festa da carne”, o evento mais conhecido do Brasil divide opiniões de evangélicos que condenam quem participa ou aproveita o feriado para evangelizar o público dessa festa.
O assunto chamou reacendeu o debate se cristãos evangélicos podem ou não participar do Carnaval quando a Rainha da Bateria da escola de samba Mangueira revelou que é evangélica.
Renata Santos participou no último domingo, 23, do Seminário da Primeira Feira Mística que aconteceu no Rio de Janeiro, quando pegou o microfone para se pronunciar sobre o evento a dançarina então fez a revelação que deixou os presentes chocados: “Sou evangélica e frequento uma igreja em Santa Cruz”.
No começo do ano o fato de um presbítero da Igreja Renascer participar como sambista de uma escola do Rio também dividiu opiniões, afinal um evangélico pode ou não participar do Carnaval? Opine.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Meia Hora
Se tem algo que a igreja evangélica brasileira condena veementemente é o Carnaval, chamada de “a festa da carne”, o evento mais conhecido do Brasil divide opiniões de evangélicos que condenam quem participa ou aproveita o feriado para evangelizar o público dessa festa.
O assunto chamou reacendeu o debate se cristãos evangélicos podem ou não participar do Carnaval quando a Rainha da Bateria da escola de samba Mangueira revelou que é evangélica.
Renata Santos participou no último domingo, 23, do Seminário da Primeira Feira Mística que aconteceu no Rio de Janeiro, quando pegou o microfone para se pronunciar sobre o evento a dançarina então fez a revelação que deixou os presentes chocados: “Sou evangélica e frequento uma igreja em Santa Cruz”.
No começo do ano o fato de um presbítero da Igreja Renascer participar como sambista de uma escola do Rio também dividiu opiniões, afinal um evangélico pode ou não participar do Carnaval? Opine.
Fonte: Gospel Prime
Com informações Meia Hora
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
OMG News: Estatuto da Juventude É Aprovado Após Consenso entre Evangélicos e Defensores da Causa Gay
Por Jussara Teixeira
Depois de muita discussão, evangélicos e defensores da causa LGBT chegaram a um consenso sobre o texto final e aprovaram na tarde desta quarta-feira (5) o substitutivo que cria o Estatuto da Juventude.
Foi incluída no texto a expressão “respeitando a diversidade de valores e crenças”, após negociação com a bancada evangélica. A principal polêmica estava no artigo que previa a inclusão de temas relacionados à sexualidade nos currículos escolares. Para parlamentares ligados às igrejas, o texto deveria respeitar também “valores da sociedade”, de acordo com o Correio do Brasil.
Em declaração à publicação, o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, João Campos (PSDB-GO), afirmou: “não vemos nenhum problema em ter aulas de educação sexual nas escolas”. Para ele, a atual forma contempla as reivindicações de cada movimento.
A proposta do Estatuto da Juventude define os direitos específicos para jovens na faixa de 15 a 29 anos, além de estabelecer diretrizes para o Poder Público criar e organizar políticas para essa idade. Entre os benefícios previstos, estão a meia-entrada em eventos culturais e esportivos e a gratuidade no transporte público.
De acordo com a relatora do projeto, Manuela D’ávila (PCdoB-RS), a quarta-feira foi um dia histórico para a Câmara dos Deputados pela atuação das duas frentes parlamentares.
De acordo com a Correio do Brasil, a deputada afirmou ser a “primeira vez” que se chega a um acordo garantindo a liberdade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros e também a liberdade de credo. “Viramos uma página, a página da intolerância recíproca”, completou.
Entre os benefícios da proposta do Estatuto da Juventude está a concessão de meia-entrada para jovens estudantes de até 29 anos e transporte público para estudantes até a mesma idade.
Fonte: The Christian Post
Depois de muita discussão, evangélicos e defensores da causa LGBT chegaram a um consenso sobre o texto final e aprovaram na tarde desta quarta-feira (5) o substitutivo que cria o Estatuto da Juventude.
Foi incluída no texto a expressão “respeitando a diversidade de valores e crenças”, após negociação com a bancada evangélica. A principal polêmica estava no artigo que previa a inclusão de temas relacionados à sexualidade nos currículos escolares. Para parlamentares ligados às igrejas, o texto deveria respeitar também “valores da sociedade”, de acordo com o Correio do Brasil.
Em declaração à publicação, o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, João Campos (PSDB-GO), afirmou: “não vemos nenhum problema em ter aulas de educação sexual nas escolas”. Para ele, a atual forma contempla as reivindicações de cada movimento.
A proposta do Estatuto da Juventude define os direitos específicos para jovens na faixa de 15 a 29 anos, além de estabelecer diretrizes para o Poder Público criar e organizar políticas para essa idade. Entre os benefícios previstos, estão a meia-entrada em eventos culturais e esportivos e a gratuidade no transporte público.
De acordo com a relatora do projeto, Manuela D’ávila (PCdoB-RS), a quarta-feira foi um dia histórico para a Câmara dos Deputados pela atuação das duas frentes parlamentares.
De acordo com a Correio do Brasil, a deputada afirmou ser a “primeira vez” que se chega a um acordo garantindo a liberdade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros e também a liberdade de credo. “Viramos uma página, a página da intolerância recíproca”, completou.
Entre os benefícios da proposta do Estatuto da Juventude está a concessão de meia-entrada para jovens estudantes de até 29 anos e transporte público para estudantes até a mesma idade.
Fonte: The Christian Post
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
OMG News : Goiás intima pastores por suposto esquema de pirâmide
Um total de 18 pastores evangélicos foi intimado, pela Polícia de Goiás, a prestar depoimento segunda (10) no inquérito que investiga um suposto esquema de pirâmide denominado Elite Activity. De acordo com o delegado Waldir Soares de Oliveira, titular do 22º DP da Vila Mutirão, região Noroeste de Goiânia, os religiosos estariam envolvidos na pirâmide, que entrou no País no ano passado. Leia mais aqui...
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
O Evangelho segundo Barack Obama
Embora vitória de Obama seja vista como o triunfo da irreligião "ao estilo europeu", ela só foi possível por causa do eleitorado evangélico. A observação de que os EUA são o único país rico do mundo em que a religião ainda exerce papel central já virou clichê e, como é o caso de quase todos os clichês, contém muita verdade. Mas o papel e o impacto da fé no cenário americano são, também, muito mais complexos do que frequentemente aparentam ser à primeira vista especialmente à primeira vista de estrangeiros vindos de sociedades em grande medida pós-cristãs da Europa Ocidental ou das sociedades pós-budistas e pós-confucianas da Ásia oriental, sendo a Coréia do Sul e Mianmar as grandes exceções piedosas.
Comecemos pelo saber convencional: é inquestionável que qualquer pessoa interessada em ocupar cargos políticos de alto nível nos EUA hoje precisa afirmar-se como uma pessoa de fé.
Isso não quer dizer que o candidato precise ir tão longe quanto foi George W. Bush na campanha presidencial de 2000, ao dizer que a maior influência em sua vida foi Jesus Cristo (o 43º presidente insistiria, mais tarde, em que não tinha necessidade de consultar seu pai, o 41º presidente, porque podia consultar o Divino).
Pelo contrário, presidentes americanos tão diferentes quanto Richard Nixon, Ronald Reagan e Bill Clinton não deram grande destaque a sua fé e, embora fizessem todos os gestos corretos para assinalar a obediência à religião, dificilmente se poderia afirmar que a piedade fosse um traço essencial do caráter de qualquer um dos três. Mas nunca houve nenhuma dúvida de que demonstrassem respeito, ao menos da boca para fora, à ideia de devoção religiosa.
Barack Obama enfrenta uma situação mais complexa.Ele assumiu a Presidência depois de oito anos de um governo Bush possibilitado pelos votos de protestantes evangélicos e católicos socialmente conservadores, incluindo, na eleição de 2000, um número considerável de eleitores de origem latina nascidos nos Estados Unidos.
Durante algum tempo, até as obsessões xenófobas da linha dura do Partido Republicano terem desagradado tanto aos eleitores imigrantes que acabaram prejudicando até mesmo Bush, cujas posições sobre a imigração na realidade são surpreendentemente esclarecidas, comentava-se entre os altos assessores de Bush que o partido poderia garantir seu futuro ao assegurar a fidelidade dos imigrantes latinos.
Isso seria conseguido enfatizando os pontos em comum identificados em eleições ,sobretudo a oposição ao casamento gay, o respaldo ao apoio dado pelo governo às fundações religiosas, apesar dos impedimentos constitucionais, e, enfim, a ênfase nos valores familiares tradicionais.Recriação.
Entretanto a adesão suicida do Partido Republicano a uma plataforma anti-imigração extrema não levou os democratas a perder de vista a necessidade de tentar atrair os eleitores religiosos.De fato, nos últimos anos da administração Bush, vários nomes de destaque do Partido Democrata, entre eles, sobretudo, a muito influente ex-secretária de Estado do governo Clinton, Madeleine Albright- escreveram livros exortando o partido a reconhecer o papel fundamental exercido pela religião na vida americana e acabar com a reputação do partido de indiferença às preocupações dos eleitores religiosos.
De fato, esse apelo por um "compromisso histórico" com os crentes fez parte do projeto do Partido Democrata de se recriar -um acréscimo à compreensão pelos democratas de que, enquanto não conseguissem enfraquecer a acusação republicana de que eram fracos em questões de segurança nacional, jamais retornariam ao poder em Washington.É claro que havia questões importantes para os eleitores religiosos com as quais os democratas se negavam totalmente a conciliar -sobretudo o direito legal das mulheres ao aborto e os direitos dos gays (embora não necessariamente o casamento gay, algo ao qual o candidato Barack Obama fez questão de se opor).
Mas, excetuando algumas figuras periféricas da extrema esquerda do partido, houve pouca ou nenhuma divergência de opinião quanto à necessidade de trazer os eleitores religiosos de volta ao rebanho democrata, pois os estrategistas do partido compreendiam que, sem fazer pelo menos alguns dos eleitores se afastarem do Partido Republicano -assim como estrategistas republicanos, como o assessor de Bush Karl Rove, pretendiam atrair os eleitores imigrantes, os democratas jamais conseguiriam reconstruir uma coalizão governante.
É importante lembrar que as eleições nos EUA costumam ser decididas por margens relativamente estreitas.Num país tão igualmente dividido politicamente, a vitória por cinco pontos percentuais numa eleição presidencial é considerada decisiva, e uma vitória por dez pontos é vista como avassaladora.
É por isso que eleitorados que, demograficamente falando, são relativamente pequenos exercem influência tão desproporcional, quer se trate de um grupo étnico, como os judeus americanos, ou dos eleitores obcecados por uma questão única, como os defensores dos "direitos às armas".Não se trata de modo nenhum de conspiração, não importa o que possam imaginar alguns paranóicos em lugar disso, essa situação reflete a realidade política americana, na qual mudanças relativamente pequenas nos padrões de voto em um dado Estado podem alterar todo o rumo de uma eleição.E os eleitores evangélicos não são um contingente pequeno: são contabilizados em dezenas de milhões.
Eleitores distantes. O que os democratas acabaram por entender durante os longos anos dos dois mandatos de Bush foi que, sem esses eleitores comparecendo em números avassaladores para votar nos republicanos, os democratas provavelmente venceriam.
O corolário, é claro, era que o distanciamento desses eleitores em relação ao Partido Democrata foi o que abriu a porta a Bush em primeiro lugar.
O que surpreende é quanto tempo foi preciso para os democratas se darem conta dessa verdade. Afinal, se, nos países da Europa ocidental, a exclusão da fé das campanhas eleitorais se tornou praticamente uma lei inabalável da política, nos EUA há no mínimo um imperativo igualmente forte para fazer o contrário.
Como candidato, Obama estava bem posicionado para capitalizar sobre essa nova ortodoxia democrata (nos dois sentidos do termo). Igrejas e políticaAs igrejas sempre estiveram no centro da política afro-americana.
De fato, existem poucos políticos afro-americanos importantes nos EUA, hoje, que não saíram eles próprios das igrejas (como pastores ou diáconos) ou ascenderam graças ao apoio dedicado de líderes religiosos em suas comunidades.
Como sempre se queixam os americanos de direita -e com razão-, apesar de ser ilegal líderes religiosos endossarem políticos no púlpito e ainda conservarem o status de isenção de impostos de suas igrejas, essas leis nunca foram aplicadas às igrejas afro-americanas.
Qual é a natureza da fé pessoal de Obama, sua profundidade e até que ponto é central para ele são questões que permanecem um enigma para quem não o conhece pessoalmente.Mas não há dúvida sobre os vínculos profundos que ele tem com sua igreja.
Embora a lealdade pessoal tenha inegavelmente exercido um papel, foram esses vínculos uma razão importante pela qual Obama, o candidato, relutou tanto em cortar seus laços com seu pastor radical, o reverendo Jeremiah Wright.
É também isso o que ajuda a explicar por que, desagradando os elementos mais de esquerda de sua base política, o presidente eleito Obama achou tão fácil convidar um evangélico (branco) popular, o reverendo Rick Warren, homem que já afirmou que acredita no criacionismo e que vem se opondo inflexivelmente ao casamento gay e, na visão de muitos, aos direitos dos gays de modo mais geral- para fazer a evocação (religiosa) em sua posse, em 20/1.
A decisão levou muitos a acreditarem que o papel da religião na política americana poderá ser tão forte sob o governo de Obama quanto foi no de Bush. Mas não é assim que os evangélicos de direita enxergam a situação.
Pelo contrário, nesses círculos a vitória de Obama está sendo vista como vitória da irreligião "ao estilo europeu".Como disse o teólogo evangélico de linha dura J.D. Moreland no programa de rádio de Hugh Hewitt (após o programa de Rush Limbaugh, um dos programas de entrevistas de direita na rádio mais ouvidos no país), após a vitória de Obama, "os evangélicos recuaram, foram expulsos, e a cultura está se deslocando rapidamente em direção à Europa.
Está cada vez mais secularizada".Em um dado momento, Hewitt adota tom ainda mais apocalíptico. Os evangélicos, diz, "foram absolutamente destruídos nas urnas e estão sentados ali, se perguntando o que aconteceu, "onde foi que erramos, por que este governo é tão de extrema esquerda?'".
Assim, ao mesmo tempo em que o papel da fé no início da administração Obama pode parecer, visto de fora, uma continuação do monopólio que a religião vem desfrutando na vida política americana, os conservadores religiosos militantes temem o exato oposto -que estejam perdendo o controle.
E a cooptação por Obama de figuras como Warren apenas intensifica sua perplexidade e exacerba sua desorganização política.
Assim, não surpreende que os vários elementos constituintes da coalizão que elegeu Bush duas vezes -conservadores religiosos, neoconservadores e conservadores empresariais- estejam culpando uns aos outros pela derrota.
Isso não significa que a religiosidade americana esteja se desfazendo da maneira como imaginam os católicos de direita e a liderança evangélica.Mudança para o centroUma explicação mais provável é que o centro de gravidade política entre os eleitores religiosos esteja se deslocando para o centro.
Afinal, mesmo a hierarquia atual da Igreja Católica americana, socialmente bastante conservadora, enfatiza a justiça social pelo menos tanto quanto enfatiza a oposição ao aborto e aposta em seu futuro demográfico. Imigrantes do México e da América Central, que são o futuro demográfico do mundo católico praticante nos EUA.
E, mesmo entre os evangélicos, há uma divisão de gerações: os evangélicos mais jovens são quase tão atraídos pela candidatura Obama quanto os jovens seculares.
Em outras palavras, não há razões para supor que as duas perguntas que visitantes europeus vêm fazendo desde o século 19 "por que os americanos são tão religiosos e por que o socialismo nunca deitou raízes entre eles?" vão se tornar ultrapassadas no futuro próximo.
Ou, para dizer a mesma coisa com mais cautela, a questão da religião dificilmente irá se tornar irrelevante.Em vista da implosão do capitalismo caubói dos últimos 25 anos e do opróbrio universal hoje dedicado a Wall Street, o socialismo americano hoje tem uma chance muito melhor de finalmente emergir do que tem a religião americana de ser relegada às margens culturais e políticas ,não importa o que a direita possa temer ou o que os frustrados cosmopolitas americanos possam esperar.
Fonte: Folha de São Paulo
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Brigas e ofensas entre evangélicos e homossexuais marcam sessão na Câmara
Aliança Evangélica e travestis de Campo Grande dividem espaço hoje no plenário da Câmara Municipal, em lados opostos em relação ao projeto que concede título de utilidade pública para a ATMS (Associação das Travestis de Mato Grosso do Sul).
A entidade levou para a sessão uma faixa enorme, com fotos de profissionais do sexo assassinados na Capital, uma estratégia para mostrar o quanto uma associação com a ATMS é necessária para coibir crimes contra homossexuais. Hoje, a Associação tem 160 integrantes na Capital e cerca de 500 no Estado, garante.
“Desde que a Associação foi criada, a violência diminuiu. Mas ainda precisamos do título para ficar mais fácil conseguir verbas públicas e investir em ações para a classe”, argumenta a travesti que se identificou apenas como Raquel.
Já os evangélicos foram uniformizados, com camisetas com o número do projeto 6353/2007, de autoria de Athayde Nery (PPS), e o símbolo de proibido. “Estamos aqui porque essa proposta não atende ao bem público, por isso somos contra”, justifica o pastor da 1ª Igreja Batista, Ronaldo Leite.
Questionado sobre quantas sessões neste ano acompanhou na Câmara sobre concessão desse tipo de título, o pastor admitiu que nenhuma e acabou assumindo que o motivo real da manifestação é a posição contrária ao homossexualismo. “Nós defendemos a Bíblia e ela condena o homossexualismo. Um título como esse acaba divulgando esse tipo de comportamento”, alega.
Em 2006 a proposta foi rejeitada pela primeira vez. Os votos contrários à concessão partiram principalmente de vereadores apoiados por igrejas radicalmente contra as manifestações de homossexuais.
Briga - Prática corriqueira no parlamento, a concessão de título de utilidade é um passo necessário para que as entidades possam pleitear verbas públicas.
O projeto chegou a receber parecer contrário da procuradoria jurídica da Câmara, que considerou a proposta uma “anomalia jurídica” por supostamente não tratar de uma entidade de caráter assistencial.
Mas Athayde argumentou que a associação é responsável por cursos, convênios e campanhas de prevenção à Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis.
Mas hoje, a proposta já passou pelas comissões temáticas da Câmara e depende apenas da aprovação em plenário. A Câmara está dividida com relação ao projeto. Pastor Sérgio (PMDB), Magali Picarelli (PMDB), Alex do PT e Thaís Helena (PT) devem votar contra a proposta. Edmar Neto (PMDB), Airton Saraiva (DEM), Marcelo Bluma (PV), Paulo Pedra (PMDB), Maria Emília Sulzer (PMDB), Vanderlei Cabeludo (PMDB) e Clemêncio Ribeiro (PMDB) tendem a ser favoráveis.
A sessão desta terça-feira na Câmara Municipal foi suspensa por volta das 12h30 diante de ânimos exaltados de evangélicos e travestis que acompanhavam discussão sobre pedido de concessão do título de Utilidade Público à ATMS (Associação das Travestis de Mato Grosso do Sul).
O “quebra-pau” começou quando o vereador Pastor Sérgio (PMDB) pediu vistas ao projeto, de autoria de Athayde Nery (PPS), alegando que, como presidente da Comissão de Finanças e Orçamento, precisaria de mais tempo para verificar quais impactos tal proposta significaria à receita do Município. Na avaliação dele, como a associação ganharia facilidades de pleitear dinheiro público, a aprovação poderia gerar custos extras.
A estratégia para evitar a votação hoje levantou os travestis que estavam no plenário e levou o autor da proposta a ocupar a tribuna. “Isso é um absurdo, não tem impacto nenhum”, contestou Athayde.
O clima ficou ainda mais tenso quando o vereador inflamou o discurso, chamando os evangélicos de preconceituosos. Apontando o dedo para alguns representantes da Igreja Batista, sentados no plenário, Athayde atacou. “Esse tipo de manifestação dos evangélicos não é coisa de Deus é coisa do capeta. Evangélico não pode ser sinônimo de preconceito.”
Os batistas, que até então aplaudiam a manobra para adiamento da votação, ficaram revoltados. A vereadora Thaís Helena (PT), representante católica na Câmara, recorreu então ao microfone para pedir a retirada de palavras “ofensivas” dos registros da sessão.
As travestis também reagiram, chamando a vereadora de “homofóbica”. O presidente da Casa, Edil Albuquerque (PMDB), tentou acalmar os ânimos, pediu silêncio, mas antes mesmo do pedido de vistas ser votado, com nova gritaria no plenário, resolveu suspender a sessão, por conta do clima tenso.
A decisão provocou a “ira” dos travestis e simpatizantes da causa que levantaram o som do protesto, mas aos poucos foram esvaziando o prédio da Câmara, assim como os evangélicos.
A entidade levou para a sessão uma faixa enorme, com fotos de profissionais do sexo assassinados na Capital, uma estratégia para mostrar o quanto uma associação com a ATMS é necessária para coibir crimes contra homossexuais. Hoje, a Associação tem 160 integrantes na Capital e cerca de 500 no Estado, garante.
“Desde que a Associação foi criada, a violência diminuiu. Mas ainda precisamos do título para ficar mais fácil conseguir verbas públicas e investir em ações para a classe”, argumenta a travesti que se identificou apenas como Raquel.
Já os evangélicos foram uniformizados, com camisetas com o número do projeto 6353/2007, de autoria de Athayde Nery (PPS), e o símbolo de proibido. “Estamos aqui porque essa proposta não atende ao bem público, por isso somos contra”, justifica o pastor da 1ª Igreja Batista, Ronaldo Leite.
Questionado sobre quantas sessões neste ano acompanhou na Câmara sobre concessão desse tipo de título, o pastor admitiu que nenhuma e acabou assumindo que o motivo real da manifestação é a posição contrária ao homossexualismo. “Nós defendemos a Bíblia e ela condena o homossexualismo. Um título como esse acaba divulgando esse tipo de comportamento”, alega.
Em 2006 a proposta foi rejeitada pela primeira vez. Os votos contrários à concessão partiram principalmente de vereadores apoiados por igrejas radicalmente contra as manifestações de homossexuais.
Briga - Prática corriqueira no parlamento, a concessão de título de utilidade é um passo necessário para que as entidades possam pleitear verbas públicas.
O projeto chegou a receber parecer contrário da procuradoria jurídica da Câmara, que considerou a proposta uma “anomalia jurídica” por supostamente não tratar de uma entidade de caráter assistencial.
Mas Athayde argumentou que a associação é responsável por cursos, convênios e campanhas de prevenção à Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis.
Mas hoje, a proposta já passou pelas comissões temáticas da Câmara e depende apenas da aprovação em plenário. A Câmara está dividida com relação ao projeto. Pastor Sérgio (PMDB), Magali Picarelli (PMDB), Alex do PT e Thaís Helena (PT) devem votar contra a proposta. Edmar Neto (PMDB), Airton Saraiva (DEM), Marcelo Bluma (PV), Paulo Pedra (PMDB), Maria Emília Sulzer (PMDB), Vanderlei Cabeludo (PMDB) e Clemêncio Ribeiro (PMDB) tendem a ser favoráveis.
A sessão desta terça-feira na Câmara Municipal foi suspensa por volta das 12h30 diante de ânimos exaltados de evangélicos e travestis que acompanhavam discussão sobre pedido de concessão do título de Utilidade Público à ATMS (Associação das Travestis de Mato Grosso do Sul).
O “quebra-pau” começou quando o vereador Pastor Sérgio (PMDB) pediu vistas ao projeto, de autoria de Athayde Nery (PPS), alegando que, como presidente da Comissão de Finanças e Orçamento, precisaria de mais tempo para verificar quais impactos tal proposta significaria à receita do Município. Na avaliação dele, como a associação ganharia facilidades de pleitear dinheiro público, a aprovação poderia gerar custos extras.
A estratégia para evitar a votação hoje levantou os travestis que estavam no plenário e levou o autor da proposta a ocupar a tribuna. “Isso é um absurdo, não tem impacto nenhum”, contestou Athayde.
O clima ficou ainda mais tenso quando o vereador inflamou o discurso, chamando os evangélicos de preconceituosos. Apontando o dedo para alguns representantes da Igreja Batista, sentados no plenário, Athayde atacou. “Esse tipo de manifestação dos evangélicos não é coisa de Deus é coisa do capeta. Evangélico não pode ser sinônimo de preconceito.”
Os batistas, que até então aplaudiam a manobra para adiamento da votação, ficaram revoltados. A vereadora Thaís Helena (PT), representante católica na Câmara, recorreu então ao microfone para pedir a retirada de palavras “ofensivas” dos registros da sessão.
As travestis também reagiram, chamando a vereadora de “homofóbica”. O presidente da Casa, Edil Albuquerque (PMDB), tentou acalmar os ânimos, pediu silêncio, mas antes mesmo do pedido de vistas ser votado, com nova gritaria no plenário, resolveu suspender a sessão, por conta do clima tenso.
A decisão provocou a “ira” dos travestis e simpatizantes da causa que levantaram o som do protesto, mas aos poucos foram esvaziando o prédio da Câmara, assim como os evangélicos.
Fonte: Campo Grande News
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