Mostrando postagens com marcador . Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador . Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 31 de maio de 2012

CID GUERREIRO Cantor convertido fala de Xuxa, direito autoral e fé em entrevista

Cid Guerreiro
Difícil achar um único brasileiro que nunca tenha escutado "Ilariê", composta em 1987 - há 25 anos - por Cid Guerreiro para "Xou da Xuxa 3". Com 10,5 milhões de cópias, o álbum entrou para o Guiness Book como o disco nacional com o maior número de vendas, e “Ilariê” ficou 20 semanas em primeiro lugar nas paradas em 1988.

Além do sucesso nacional, a música foi traduzida para 80 línguas, afirma o cantor ao iG, por telefone, de Fortaleza, onde mora atualmente.

Músico gospel há oito anos, desde que foi levado a um louvor na casa de Carla Perez e Xanddy, Cid afirma que ganhou "rios de dinheiro" com direitos autorais na época do lançamento de "Ilariê", mas que hoje essa renda "não é como deveria".

Afirmando sempre que "não quer mais ganhar almas, e sim cuidar de almas", o baiano conta que está se preparando para entrar com uma ação contra o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), órgão responsável pela arrecadação e distribuição dos direitos autorais de execução musical no país.

Cid afirma que pretende cobrar o Ecad porque não estaria recebendo os direitos referentes à execução da música em buffets infantis e em carnavais fora de época. Procurado pela reportagem do iG, o Ecad diz que não tem conhecimento de qualquer irregularidade: “Nunca soubemos que essa música ainda era tocada em carnavais ou buffets”.

Leia abaixo a entrevista com Cid Guerreiro.

iG: Como está a sua vida hoje?

Cid Guerreiro: É a melhor fase da minha vida. Antes tinha fama, sucesso e dinheiro, mas nada disso se compara com o que tenho hoje.

iG: O que tem feito?

Cid Guerreiro: Nesta semana, estou entrando em estúdio para gravar meu terceiro CD gospel, só de louvor e adoração.

iG: Você continua com o mesmo visual ripongo-relax...

Cid Guerreiro: Não mudei por fora, e sim por dentro. Meu coração hoje é limpo, puro e cristalino.

iG: Como aconteceu a sua conversão à religião evangélica?

Cid Guerreiro: Há oito anos, quando estava em São Paulo, tive uma noite muito difícil, não conseguia dormir. Na manhã seguinte, fui convidado para ir a um louvor na casa de Carla Perez e Xanddy.

iG: Foram eles que lhe apresentaram à palavra de Deus?

Cid Guerreiro: A reunião acontecia na casa deles. E como estava há anos fora do Brasil (ele passou uma temporada na Argentina), assim que cheguei, achei que fosse pegadinha de TV. Mas quando o bispo Ivo Dias começou a orar, percebi que Deus bateu na porta do meu coração. Comecei a chorar sem parar, levantei a mão involuntariamente e pedi a confirmação de Deus.

iG: Você ainda ganha dinheiro com "Ilariê”?

Cid Guerreiro: Sim, mas não como deveria. Nos anos 1980, ganhei muito dinheiro, a música foi gravada em 80 dialetos. E hoje é tocada no mundo todo, em todos os buffets infantis, assim como em todos os carnavais fora de época. Deveria estar rendendo muito mais do que está.

iG: Na época dizia-se que a música tinha um pacto com o diabo.

Cid Guerreiro: Não, nunca teve esse teor demoníaco. Hoje sou evangélico, mas já fui espírita, do candomblé, e não tem nada a ver. “Ilariê” vem de hilariante, engraçado, assim como "Tindolelê".

iG: Você disse que teve muito sucesso antes, mas sua vida não era boa. Do que se arrepende?

Cid Guerreiro: Hoje, com a palavra, tenho felicidade no coração e minha vida é maravilhosa. Não tenho do que me arrepender, eu era o que muitos são hoje, mas agora não quero mais ganhar almas, e sim cuidar de almas.

iG: Recentemente a Xuxa concedeu uma entrevista reveladora ao "Fantástico", na qual dizia ter sido abusada quando criança. O que achou disso?

Cid Guerreiro: Xuxa é uma figura linda, oro muito por ela para que encontre o verdadeiro Deus. Sinto que ela está passando por um momento difícil, se sentindo muito fraca. Mas há 25 anos, quando lancei "Ilariê", todos nós vivíamos como uma família e era excelente.

Fonte: IG

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Léo Moura fala da sua conversão, fé e futebol

Agora evangélico e prestes a ser batizado, Léo Moura (foto), lateral do Flamengo, revela visão, nega fanatismo e dá receita para Rubro-Negro superar momento conturbado.

Aos 33 anos, na idade de Cristo, Léo Moura firmou sua comunhão com o Evangelho. O jogador trocou os shows de pagode pelos cantos de louvor que não saem do som do carro e servem até como toque de celular. Na comemoração dos gols, o símbolo feito com os três dedos representa a Santíssima Trindade do Pai, Filho e Espírito Santo. Do plano divino para o terrestre, o jogador, que tem sete anos de Flamengo, diz que a fase conturbada não pode virar desespero. Ele prega a paz, diz que teve visões e revela que não pede vitória em suas preces.

- Não é fanatismo, porque sempre tive fé. Creio e estou no caminho de Deus, mas não sou fanático. Sempre fui à igreja, agora com mais frequência. Procuro tranquilidade, passar mensagem para alguns companheiros, e sabendo dividir. Não posso deixar que as coisas da religião se misturem com o profissional. No início deste ano pude mergulhar de cabeça, até porque é uma coisa que tem me feito muito bem, profissional e pessoalmente. Cada dia melhoro como pessoa – afirmou Léo Moura.

O lateral-direito diz que teve premonições durante alguns sonhos e não teve dúvidas: era uma mensagem divina:

- Tive várias revelações, isso me aproximou ainda mais da igreja. Na Libertadores, na noite anterior ao jogo com o Emelec, eu tive um sonho onde via muitas pessoas orando por mim, eu corria em direção ao gol e marcava. Na primeira bola do jogo, eu fiz como estava no sonho. Aquilo era uma mensagem de Deus que se realizou.

Quando entra em campo, mãos erguidas ao céu, Léo Moura não pensa em orar pelos três pontos, mas pede, sim, proteção até para os adversários:

- Quero deixar claro que não peço para ganhar, peço proteção para me livrar das contusões, para livrar nosso time de alguma coisa grave, e também para livrar o adversário. Do outro lado têm pessoas que também são evangélicas.

No som do carro de Léo Moura e no toque do celular, os hits do momento são músicas de Thales Roberto e outros pastores evangélicos famosos por seus testemunhos.

Open in new window- Agora, mudou. Você vai tirando algumas músicas. Fui chamado através do testemunho do Thales Roberto, que hoje virou meu amigo, junto com a Fernanda Brum, que além de ser pastora da minha igreja é um louvor que eu gosto muito. Tem a Bruna Carla. São músicas que pessoas de fora também gostam – disse o jogador.

Léo Moura irá se batizar na igreja evangélica no mês que vem. Ele se prepara para dar seu primeiro testemunho e explica o gesto que usa com os três dedos em riste:

- Mês que vem me batizo, tenho que me preparar espiritualmente, até porque o testemunho é uma coisa muito séria. Quero mostrar para as pessoas que esse é o caminho. O gesto dos três dedos é da Santíssima trindade, Pai, Filho, Espírito Santo. A galera da base do Flamengo já está pegando esse símbolo.

Momento conturbado e sondagem do Cruzeiro

Léo Moura recebeu sondagens do Cruzeiro, mas nenhuma proposta formalizada. O jogador tem contrato com o Flamengo até o fim do ano, quer ficar, mas acredita que uma cartada oficial possa ser dada a qualquer momento, já que Celso Roth é admirador do seu futebol.
Diante do agitado ambiente do Flamengo, Léo Moura sabe como se reza a missa rubro-negra:

- Temos que ter tranquilidade, paz. Já passei por tudo no Flamengo, essa fase não é a primeira vez. Se não tiver tranquilidade para trabalhar, você não consegue jogar. Precisamos de resultado e não levar para o lado do desespero que é pior.

Fonte: Globo Esporte

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Como Hitler distorceu a Bíblia para matar judeus

Exclusivo: Jim Fletcher analisa livro de Ray Comfort sobre a “fé” demoníaca dos nazistas

Por Jim Fletcher
Traduzido por Julio Severo

Nos anos após a Primeira Guerra Mundial, enquanto alemães magros de fome empurravam carroças cheias de seu desvalorizado dinheiro de papel pelas ruas na esperança de encontrar um pão velho no mercado, apareceu um homem que prometeu melhorar tudo.
Adolf Hitler, até aquele momento um joão-ninguém sem nenhuma distinção, teve uma ascensão governamental jamais vista na Alemanha. A maioria de nós sabe o resto da história (embora duvido que muitos jovens a compreendam muito). Contudo, nos volumes incontáveis que foram escritos sobre esse ditador diabólico, poucos investigaram como as opiniões torcidas dele a respeito da fé religiosa foram usadas para subjugar um continente.
É por isso que o novo livro de Ray Comfort, “Hitler, God & the Bible” (Hitler, Deus e a Bíblia), é uma adição tão valiosa a esse campo de estudo. Eu estava tão ansioso de ler este livro (sou um grande fã de Ray Comfort), que o li durante o jantar numa noite, virando as páginas com uma mão e usando o garfo com a outra numa restaurante da Bavária.
Comfort, um observador incisivo de cosmovisão nas fervilhantes massas de pessoas que agitam nossa cultura, não só colocou em palavras o que sinto que é um livro extraordinário… mas ele também deu a entender que esse é o primeiro de uma série! Com certeza, “Stálin, Deus e a Bíblia” não pode estar longe.
Mas, voltemos ao pintor fracassado que se tornou um assassino de massas.
Pelo fato de que Comfort é um cristão que crê na Bíblia, ele tem discernimentos que pintam um retrato muito mais colorido de Hitler, e ouso dizer, esse discernimento bíblico colocou alguma carne e sangue no cadáver, pelo menos figurativamente — felizmente.
De imediato, Comfort desenterra algumas características principais de caráter que comprovariam ser mortais em Hitler mais tarde. Criado por um pai dominador e arrogante, Alois (até o ataque fatal de coração no velho quando Adolf tinha 13 anos), e por uma mãe coruja, Hitler desenvolveu grandes doses de egoísmo.
A pesquisa de Comfort é combinada com seu jeito especial de dizer muito com poucas palavras (esse volume fino não intimidará ninguém), e já na página 5 ele revela uma deficiência imensa na natureza do jovem Hitler: “Quando não faziam o que ele queria — ou se os outros indicavam que tinham soluções melhores — Adolf imaturamente gritaria sua ignorância e sentiria muita auto-piedade”.
A criação de um monstro.
Comfort também astutamente pega outra característica que, creio eu, aponta para o fato de que Hitler abraçou a filosofia de Darwin (e isso também o coloca em conflito com o Evangelho, que diz que Jesus — como o Bom Pastor — deixa alegremente as 99 ovelhas no curral para ir em busca da ovelha perdida).
Note o que ele diz sobre os sentimentos de lealdade que estavam presentes na juventude de Hitler: “Resumindo, enquanto outros soldados eram leais uns aos outros, Hitler era leal ao Estado. Para ele, esse era o relacionamento pelo qual todos deveriam lutar para preservar. Um soldado poderia morrer, mas o Estado, acima de tudo, tem de viver”.
A conclusão óbvia então é que Hitler poderia com facilidade e brutalidade exigir que seus generais forçassem suas tropas duras de frio a avançar mais profundamente na Rússia soviética alguns anos mais tarde, onde centenas de milhares de soldados alemães pereceram por causa das ideias excêntricas de um louco.
É quando Comfort discute Hitler e fé que o livro fica super-interessante — esse ponto vem na Parte Dois.
Antes da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha estava infestada pelo tão chamado movimento cristão alemão, que procurava “nazificar” o Cristianismo, entre outras medidas, suprimindo o ensino do Antigo Testamento. O que é interessante é que Hitler e seus mais importantes representantes junto com a maioria dos líderes militares e as próprias tropas, haviam sido a vida inteira católicos ou luteranos.
Comfort desenterra algumas evidências super-estranhas de que o palco estava armado para Hitler perverter o Cristianismo na Alemanha, e suas próprias origens nesse esforço surgiram por influência do fabricante de carros dos EUA, Henry Ford, e do compositor Richard Wagner, entre outros. Wagner de modo particular estava infectado com o vírus do antissemitismo, realmente chegando ao ponto de afirmar que Jesus havia nascido alemão! (Não é de admirar que Yasser Arafat afirmasse que Jesus era palestino.)
Em “Hitler, God & the Bible” Comfort também toca num assunto principal: Hitler era discípulo de Charles Darwin. O fato de que ele abraçou essa filosofia de morte, em conflito evidente com o Cristianismo, é revelador.
No capítulo intitulado “Hitler, A Christian?” (Hitler, um Cristão?) Comfort alcança o coração do problema. Como ele eloquentemente declara: “Em resumo, os abusos que Hitler cometeu contra a teologia desmantelaram a fibra moral de uma nação”.
No fim, depois de comparar as metas e convicções de Hitler com o verdadeiro Cristianismo, Comfort responde à pergunta do que Hitler realmente era: “Ele era um mentiroso”.
Essa declaração resume tudo muito bem. Com “Hitler, God & the Bible,” Ray Comfort lançou o que espero será uma série imensamente bem-sucedida. Este livro não tem fraquezas. Desde uma pesquisa e escrita magnífica e sucinta, à elegante produção deste volume fino, os leitores receberam um presente de verdade.
“Hitler, God & the Bible,” já está na rota para ser o Livro do Ano.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

'Já fui ateu, hoje acredito em Deus', diz Dado Dolabella

Por The Christian Post

O ator Dado Dolabella (Foto), que já foi ateu e conhecido por ter sido "jovem problemático" no passado, confessou publicamente em uma entrevista recente que acredita em Deus.

O ator está de volta às novelas interpretando um astrofísico ateu em Máscaras, o próximo folhetim da Record. Em entrevista ao site O Fuxico ele fala sobre uma grande revelação através da morte de seu pai.

“Já fui ateu, mas quando meu pai morreu tive uma revelação, um encontro com ele, foi muito forte, a partir desse dia tive certeza que existe um ser superior. O Eduardo (seu personagem) é cético, acredita na lógica, eu acredito em Deus”, confessou Dado em entrevista ao site O Fuxico.

Apesar ter passado a acreditar em Deus, durante longo tempo Dolabella, foi conhecido como jovem problemático, e somente, nos últimos anos ele tem se mantido fora de escândalos, tentando se livrar do antigo estigma.

Um dos casos mais famosos marcando o artista como “problemático”, aconteceu em 2003, quando ele levou ao programa do apresentador da MTV, João Gordo, armas como machado, corrente e um porrete.

Durante a entrevista, os dois trocaram insultos com armas empunhadas e por pouco não houve séria violência. Na época, a emissora não transmitiu a gravação. O vídeo só foi ao ar três anos depois, no programa MTV Overdrive, e logo se espalhou em sites como YouTube.

O cantor também casou grandes polêmicas em seus. Viviane Sarahyba, com quem se casou em dezembro de 2009 e se separou no ano seguinte, moveu um processo judicial alegando ter sofrido agressões físicas durante o período de casada.

Sua ex-namorada, Luana Piovana, também moveu um processo semelhante em 2008, e ele foi condenado em 2010, ficando desde então proibido de se aproximar da atriz.

Mesmo com todos estes escândalos envolvendo seu nome, Dado ainda conquistou o público durante o reality show A Fazenda, no qual foi eleito pelo público como vencedor, levando para casa o prêmio de 1 milhão de reais em 2009.

No ano passado, em entrevista para a revista Quem, ele disse ter ido visitar a igreja Universal a convite de um dos diretores da Record e que tinha curiosidade em aprender mais sobre a religião.

“Fiquei boquiaberto com o que vi na Igreja Universal. Lá, eles tem uma maquete da cidade de Jerusalém, é bem bacana, gigantesca. O tamanho da réplica é absurdo, deve ter uns 80, 100 metros quadrados, é uma loucura” disse na época.

Ele afirmou ainda que iria voltar ao local, “igreja é sempre bom, para poder ouvir as palavras de Deus”, disse.

Afastado das novelas desde 2008 quando interpretou o personagem Antônio, em Chamas da Vidas, da Record, ele volta às telas pela mesma emissora e se mostra empolgado.

“Ele é bem espertinho, tem o QI elevado e usa isso para confundir as mulheres, porque ele também vai ser bem mulherengo, deixa as mulheres na vontade”, disse o ator sobre seu novo personagem. A novela vai estrear no dia 10 de abril, às 22 horas.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

OMG News: Música gospel: trinados, fé e dinheiro

                                      Aline Barros (Foto Oscar Cabral)
Por Rodrigo Levino

Na contramão da indústria fonográfica em crise, o mercado de música religiosa cresce no Brasil, atrai grandes gravadoras e o interesse da Globo

Desde o fim dos anos 1990, o mercado de música enfrenta uma crise sem precedentes. No Brasil, de acordo com dados da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês), 45% das músicas são consumidas a partir de downloads ilegais e 52% dos discos vendidos são piratas. Mas há no cenário pouco animador uma ilha de bonança: o mercado gospel.

Entre vendas de discos e de DVDs e a produção de grandes festivais, o segmento movimentou em 2010 cerca de 1,5 bilhão de reais, patamar que deve crescer 33% este ano, e chegar a 2 bilhões de reais, de acordo com uma pesquisa de mercado de uma gravadora do setor. Segundo a Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD), o gospel é o segundo gênero musical mais consumido no país, atrás apenas do inquebrantável sertanejo, abocanhando uma parcela significativa dos 500 milhões de reais movimentados anualmente com a venda de CDs.

Leia também: Gospel ganha rede social com TV e VJs de Cristo

O êxito despertou o interesse de grandes gravadoras como Sony e Som Livre, detentoras do passe de onze artistas do segmento. E estimulou a criação de um canal on-line inteiramente dedicado a ele  – uma espécie de MTV gospel na internet, a LouveTV. Além da entrada da Globo no setor. A Som Livre, braço fonográfico da emissora, tem desde 2010 no seu elenco alguns campeões de venda como Regis Danese, Diante do Trono e Renascer Praise, e promove em parceria com o canal, no dia 10 de dezembro, o Festival Promessas. Oito dias depois, ele será o primeiro evento do tipo a ser exibido pela Globo.

O festival, que pode reunir até 1 milhão de pessoas no Rio de Janeiro, estará entre os especiais de fim de ano da emissora. Sua produção está a cargo da GEO Eventos, empresa responsável pela edição brasileira do festival Lollapalooza, uma grife internacional. “A GEO está atenta a esse público, que hoje representa 20% da população segundo o IBGE, e pretende ampliar a sua atuação no setor”, diz Juliana Carvalho, responsável pela comunicação da empresa.

Luiz Gleiser, diretor da Globo responsável pelo Promessas, diz que “como maior produtora de cultura do país, [a Globo] não pode ficar indiferente à força artística da música gospel”. Gleiser falou ainda sobre a entrada gradativa dos artistas gospel na programação: “A  Globo já convidava artistas gospel para os programas de linha, como Domingão do Faustão e TV Xuxa, por exemplo. O Promessas é um passo a mais nesse sentido”.

Para Maurício Soares, diretor do selo gospel criado em janeiro deste ano pela Sony Music, 2011 é um “divisor de águas” nesse mercado em relação “à grande imprensa”. A contratação pela Sony do próprio Soares, produtor que há 22 anos trabalha com artistas evangélicos, é indício da conversão recente do chamado mercado secular – termo usado pelos próprios crentes – ao gospel. Coube a ele levar para a major a cantora Cassiane Santana. Segundo maior nome do gênero, ela já vendeu cerca de 5 milhões de discos desde meados dos anos 1990. “Até o fim de 2012, pretendemos contratar mais três ou quatro artistas”, anuncia Soares.

Sete estrelas da música gospel brasileira

ALINE BARROS: É a joia do mercado. Com mais de 7 milhões de discos vendidos desde meados dos anos 1990, Aline é disputada por gravadoras seculares. Extraordinário Amor de Deus, lançado este ano, ganhou disco de diamante pelas 300.000 cópias vendidas. O estilo de Aline inclui desde baladas pop a canções que se aproximam do R&B de cantoras americanas. As letras falam de adoração a Deus, amor e companheirismo.


CASSIANE: Abordando assuntos doutrinários de modo mais ostensivo que seus colegas, Cassiane é profundamente identificada com o público pentecostal. Conservadora também no estilo musical, grava ritmos tradicionais como forrós a toadas. Depois de Aline Barros, é a cantora gospel que mais vende discos no país. Estima-se que desde o começo da carreira, nos anos 1990, tenha vendido mais de 5 milhões de discos. E é a maior estrela do selo gospel da Sony Music.

OFICINA G3: Formado no fim dos anos 1980, é um dos grupos mais longevos do gênero. Misturando guitarras distorcidas ao modo heavy metal com baladas açucaradas, lançou oito discos e se consagrou como um ícone gospel junto ao público mais jovem. Nas letras, a banda fala de amor, muitas vezes sem referências explícitas a Deus, o que não raro dá um ar dúbio às canções, que podem muito bem ser dedicadas a um romance para lá de secular diz a revista Veja.

DIANTE DO TRONO: Formado em 1997, em Belo Horizonte, o grupo se tornou um suporte de evangelização da Igreja Batista da Lagoinha. Tem capacidade para excursionar com várias formações, e conta com corpo de baile e coro, além da própria banda. Liderado por Ana Paula Valadão, o conjunto é conhecido por canções de adoração e de agradecimento a Deus. Suas vendas, entre discos lançados pelo próprio grupo e por seus integrantes em carreira-solo, somam 10 milhões de cópias.

REGIS DANESE: Uma espécie de Luan Santana gospel, Regis é uma das maiores apostas da gravadora Som Livre junto ao público evangélico. Compromisso, o primeiro disco da carreira lançado há dois anos, vendeu mais de 1 milhão de cópias. Em 2009, Regis, nome artístico de Jose Geraldo Danese, ganhou um Grammy Latino. O clipe da música Resssuscita o Meu Sonho já foi visto por 4,5 milhões de pessoas no Youtube.

BRUNA CARLA: Produzida pelo maestro Jairinho, marido da cantora Cassiane Santana, Bruna é a maior revelação da música gospel nos últimos dois anos. De voz aveludada, mira em cantoras americanas como Kelly Clarkson, cantando baladas açucaradas de adoração e agradecimento a Deus. Realiza em média 15 shows por mês e tem público variado, que vai do mais conservador -- e próximo de Cassiane -- ao mais jovem e descolado, próximo de Aline Barros.

JOTTA A: Revelado em um programa de calouros na TV, Jotta A. foi contratado pela produtora Central Gospel, do pastor Silas Malafaia, e é a maior aposta do meio para 2012. Assediado pela Sony Music, que lhe ofereceu 1 milhão de reais, o cantor-mirim preferiu a segurança de uma gravadora experiente no meio. Seu primeiro disco será lançado com tiragem inicial de 500.000 cópias, comparável à de artistas como Luan Santana e Paula Fernandes.

Apesar de carregar a etiqueta gospel, os artistas evangélicos são múltiplos. Eles se espalham por pequenas e grandes gravadoras, laicas e evangélicas, onde gravam ritmos que vão do pop ao forró e ao rock pesado, passando pelo sertanejo universitário. Para ligar essas músicas a públicos de gostos, idades e doutrinas diferentes, contam com rádios, igrejas e canais de TV. O site de VEJA selecionou os principais nomes do gênero



É a joia do mercado. Com mais de 7 milhões de discos vendidos desde meados dos anos 1990, Aline é disputada por gravadoras seculares. Extraordinário Amor de Deus, lançado este ano, ganhou disco de diamante pelas 300.000 cópias vendidas. O estilo de Aline inclui desde baladas pop a canções que se aproximam do R&B de cantoras americanas. As letras falam de adoração a Deus, amor e companheirismo.

 

Ouvintes de Cristo – Esse mercado aquecido tem uma dinâmica própria. “Todos os dias, as igrejas recebem novos convertidos, que passam a consumir vorazmente os produtos evangélicos. E a música é o carro-chefe deles”, afirma Laudeli Leão, diretor de comunicação da MK Music, a maior gravadora gospel do país. É na MK que está Aline Barros, a joia da coroa, cobiçada por Sony, Som Livre e Universal.

Os números são uma boa maneira de explicar o assédio. Este ano, além de ganhar um Grammy Latino (é o quarto da carreira), Aline vendeu 300.000 cópias do disco Extraordinário Amor de Deus. É mais do que conseguiram nos últimos anos medalhões como Ivete Sangalo (245.000 de Ao Vivo no Madison Square Garden, lançado em 2010) e Maria Gadú (180.000 do disco de estreia que leva o seu nome, em 2009). Sobre o assédio de grandes gravadoras, Aline, que faz em média 15 shows por mês e em 2012 realizará uma turnê pela Europa, desconversa e olha para o céu: "Fico lisonjeada e acho que é um sintoma do quanto a música gospel se tornou uma força que não pode ser desconsiderada. Mas Deus é quem guia as minhas decisões e estou feliz em permanecer na MK".

O alto patamar de vendas pode ser explicado pelas particularidades do segmento. Basicamente formado por fiéis das classes C, D e E, esse público se beneficia dos preços mais baixos dos discos evangélicos – 15 reais, em média. Além disso, tem menos acesso à internet e faz menos downloads - legais ou ilegais. “Há uma questão moral. A religião proíbe burlar a lei. A venda de discos pirateados representa de 10% a 15% do mercado gospel, um índice muito inferior que os 52% do mercado laico, por exemplo”, diz Laudeli, da MK Music.

Outro fator importante é o suporte dado por veículos evangélicos à divulgação dos discos. Ao contrário dos artistas laicos, cujos lançamentos requerem grandes campanhas publicitárias e inserções em rádios, os evangélicos contam com as igrejas e as rádios ligadas a elas para difundir suas músicas. O culto, que chega a ter 70% do tempo dedicado ao chamado louvor, e a programação de rádios religiosas se complementam, executando à exaustão músicas de cantores já conhecidos e indicando novos artistas. Nomes como Bruna Karla, Arianne e Mariana Valadão surgiram nos últimos cinco anos para renovar o setor, já dominado pela geração de Aline Barros, Cassiane, Fernanda Brum, Kleber Lucas e a banda Oficina G3.

Além da publicidade, o universo evangélico oferece uma extensa rede comercial aos artistas. “Enquanto no mercado secular as lojas de disco se extinguiram, existe uma rede de pequenas lojas no mercado evangélico para a venda de Bíblias, livros e discos”, diz Mauricio Soares, que antes de dirigir o braço gospel da Sony Music, foi diretor da Line Records, gravadora ligada à Igreja Universal do Reino de Deus.

É assim que, impulsionado pela crescente penetração dos evangélicos no país, por produções musicais bem feitas, por artistas que se unem aos fãs por laços religiosos e pelo poder de consumo da nova classe média, o mercado gospel alia fé e louvor para produzir dinheiro, muito dinheiro. Além de um interessante filão para as emissoras de TV  e a salvação para gravadoras que hoje vivem o inferno comercial.
 
Fonte: Veja on Line

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

OMG news: “O vocalista dos Raimundos morreu aos 27 anos”, afirma Rodolfo em entrevista a Rolling Stones

Pr Rodolfo Abrantes
O pastor da Bola de Neve conta que foi transformado e que já não é o mesmo de quando liderava uma das maiores bandas e rock no Brasil

Em entrevista à revista Rolling Stones o cantor evangélico Rodolfo Abrantes diz que foi transformado por Deus e que ele não é mais o mesmo rapaz que há dez anos atrás liderava uma das maiores bandas de rock nacional, os Raimundos.

Rodolfo deixou o grupo em 2001 depois de cinco meses de conversão e sempre diz que não deseja voltar. Hoje ele é pastor da Igreja Bola de Neve em Balneário Camboriú (SC), onde mora e sustenta sua família com as vendas de CDs, cachês das apresentações e contribuições voluntárias das igrejas onde toca.

A edição 61 (outubro de 2011) da revista fala sobre a mudança que o cantor sofreu depois que passou a frequentar a igreja e como vive diferente dos outros integrantes da banda que continua ativa, fazendo muitos shows pelo país.

Em um dos encontros com o repórter da Rolling Stones, Rodolfo estava participando de um evento para cerca de 200 pessoas na Bola de Neve de Araucária (PR) em um espaço coberto com lona colorida que não pode conter a chuva que acabou paralisando o show ao desligar os equipamentos. Não muito longe dali, na cidade de Curitiba os Raimundos tocavam para 45 mil pessoas em uma estrutura maior e mais moderna.

Sobre seu passado Rodolfo decreta: “O Rodolfo dos Raimundos morreu aos 27 anos”, lembrando no dia da morte da cantora Amy Winehouse que faleceu com 27 anos assim como outros ícones da música.

“Deus foi me transformando; ele transforma a gente de dentro para fora. Então, hoje sou diferente do que eu estava, mas não estou diferente do que eu era”, diz ele para a revista.

Confira a entrevista completa aqui

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

OMG News : Editora Mundo Cristão lança livro sobre a fé do astro Justin Bieber

A obra foi baseada nas declarações que o jovem tem dado nos últimos anos

Está previsto para março de 2012 o lançamento do livro “Justin Bieber – Fama, Fé e Coração”, escrito pela jornalista americana Cathleen Falsani que foi lançado mundialmente em setembro e que no Brasil será distribuído pela Editora Mundo Cristão.

O livro foi baseado nas declarações de fé que o cantor tem feito nos últimos anos. De acordo com a autora, “a obra explora a relação de Bieber com sua fé” e religiosidade. No relato, Justin é descrito como “um garoto que ama Deus”.

Com apenas de 17 anos o cantor é um dos maiores astros da música no momento, fama que ele agradece a Deus pela oportunidade e diz que “sem Deus nada disso seria possível”.

O documentário que foi lançado no começo do ano, Never Say Never, também mostrava um pouco da crença de Justin Biber.

Outras biografias sobre a vida do adolescente já foram lançadas como “Justin Bieber, uma biografia não autorizada”, de 2010, e “Primeiro passo para a eternidade: Minha história”, obra autorizada lançada no Brasil no começo deste ano. Mas essa é a primeira focada em sua fé.

Fonte: Gospel Prime

sábado, 8 de outubro de 2011

OMG News: Portões do Morumbi são abertos para show de Justin Bieber

Abertura ocorreu pontualmente no horário marcado, às 14h.
Cantor canadense fará primeira apresentação em São Paulo neste sábado.


Rampas do Morumbi são tomadas por fãs de Justin Bieber após abertura dos portões (Foto: Luciana Bonadio/G1)

Adolescentes que passaram dias acampadas no entorno do Estádio do Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, começaram a entrar por volta das 14h deste sábado (8) após a abertura dos portões para o primeiro show do cantor canadense Justin Bieber em São Paulo. Para conter a ansiedade das fãs e tentar impedir tumultos, a Polícia Militar montou barreiras, fazendo com que poucas entrassem por vez.

Ao lado dos portões, muitos pais que acompanharam os filhos na fila aguardavam a entrada deles, com medo de que algum tumulto ocorresse. “Só depois que ela estiver lá dentro, passar por ali [ficarei sossegada]. Dá medo, porque minha filha tem só 16 anos”, afirmou a dona de casa Maria do Carmo Tafareli, com o olhar fixo para a escada de entrada.  Várias adolescentes entraram chorando no estádio, emocionadas com a proximidade do show de seu ídolo.

O cantor, que atrai muitas crianças e adolescentes como fãs, também levou pais ao estádio neste sábado. A secretária Rose Fernandes, de 45 anos, levou a filha Amanda, de 13 anos, para o show no Morumbi. Elas chegaram por volta das 4h deste sábado. A mãe também não verá o show - outro adulto vai acompanhar a filha e amigas. “Vim para garantir que ela coma, tem que ficar em cima. Tem muita gente aqui”, disse a mãe. “Ou ela vinha ou enfartava. Esse menino é uma febre.”

Já a gerente financeira Rícia Milozi, de 39 anos, veio com uma amiga e os filhos das duas para o show. “Vou guerreira. Curto por causa dele, a gente aprende a gostar”, afirmou ela, acompanhada do filho de 9 anos. “Uma apoia a outra para ficar com os dois. Vai ser o primeiro show deles, eu nunca esqueci o meu primeiro show, dos Menudos .”


Policiais controlam entrada de fãs (Foto: Luciana Bonadio/G1)

Viajando
A adolescente Júlia Caroline, de 13 anos, gosta tanto do cantor canadense Justin Bieber que trocou sua festa de 15 anos por uma viagem a São Paulo para ver a apresentação marcada para este sábado (8) no Estádio do Morumbi, Zona Sul da capital paulista. Com os pais, ela aguardava no início desta tarde a abertura dos portões, marcada para as 14h.

A família mora em Curitiba e se mobilizou para atender o desejo da filha. Eles vieram a São Paulo de carro na semana passada para retirar os ingressos, e retornaram nesta sexta-feira (7) para o show - eles – se hospedaram em um hotel na Avenida Professor Francisco Morato, próxima ao estádio. A menina irá na apresentação acompanhada da mãe – o pai viajou apenas para acompanhá-las e para dar suporte da fila.

“Ela gosta muito, e tem uma série de restrições em casa que ela cumpriu”, contou o pai da menina, o funcionário público Jaime João Petruy. “Todo dia ajudo a minha mãe a lavar a louça, penduro a roupa no varal, e troquei pela minha festa de 15 anos”, disse a adolescente. “Nós vamos assinar um acordo [para garantir que ela não terá a festa].”

Fonte: G1

OMG News: Fãs aguardam abertura de portões do Morumbi para ver Justin Bieber

Entrada está marcada para começar às 14h deste sábado (8).
Adolescentes acamparam em frente ao estádio desde o início da semana.


Milhares de pessoas, muitas delas adolescentes, aguardavam no início da tarde deste sábado (8) em frente ao Estádio do Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, a abertura dos portões para o show do cantor canadense Justin Bieber. A abertura está programada para (Foto: Luciana Bonadio/G1)


O cantor volta a se apresentar na noite deste domingo (9), também no Morumbi. Ainda há ingressos disponíveis para a segunda apresentação (Foto: Luciana Bonadio/G1)

Fonte: G1

OMG News: Táxi e ônibus: melhor caminho para ver Justin Bieber em SP

Justin Bieber
Raissa Pascoal

Será preciso paciência para chegar aos shows de Justin Bieber em São Paulo. As principais vias de acesso ao Estádio do Morumbi, único local que comporta um megaevento na cidade, estarão restritas à circulação de veículos (confira o mapa abaixo). Para fugir do trânsito, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) recomenda a utilização de transporte público. No entorno do Morumbi, haverá bolsões de táxi e de ônibus fretados, que também podem ser boas opções de transporte.

Na capital paulista, Justin Bieber é a atração principal do Z Festival, evento que deve reunir 63.000 pessoas. O festival terá início às 18 horas com as apresentações da banda americana de punk-rock Cobra Starship, a boyband britânica The Wanted e o grupo de rock colorido brasileiro Cine. Os ingressos para o primeiro dia, no sábado, estão esgotados. Para o domingo, ainda há ingressos para todos os setores, exceto para a arquibancada laranja. A previsão é de que Bieber entre no palco às 20 horas.

Ao todo, 26 linhas de ônibus atendem a região do Estádio do Morumbi, passando pelas avenidas Jorge João Saad, Morumbi, Giovanni Gronchi, Francisco Morato ou Eliseu de Almeida. Além delas, duas linhas exclusivas, uma em cada dia, funcionarão para atender o público ao término do show, previsto para as 22 horas. Elas sairão da avenida Jorge João Saad, na altura da praça Roberto Gomes Pedrosa. No sábado, a linha Metrô Butantã deixará os usuários na estação Butantã da Linha Amarela. No domingo, uma linha levará os fãs até a Praça Ramos de Azevedo, no centro de São Paulo.

Para quem arriscar ir de táxi ou de carro próprio, a chegada ao show poderá ser feita pelas diversas pontes da Marginal Pinheiros em direção ao estádio, como a João Dias, a Morumbi, a Roberto R. Zuccolo (antiga Cidade Jardim), a Eusébio Mattoso e a Cidade Universitária. Parar o carro na região para ir ao show não é uma boa ideia, já que o estacionamento das ruas principais em torno do estádio estará proibido a partir das 23h59 de sexta.

Operação saída – A partir das 21 horas de sábado e domingo, algumas vias próximas ao Morumbi serão bloqueadas ou terão seu sentido de circulação invertido. Será o caso das avenidas Jorge João Saad, Giovanni Gronchi e Jules Rimet. A CET criará três áreas de embarque e desembarque de veículos particulares, os chamados pontos de encontro: um na avenida Jacob Salvador Zveibil, entre as avenidas Eliseu de Almeida e Professor Francisco Morato; e dois na avenida Giovanni Gronchi, o primeiro na junção com a praça Santos Coimbra, e o segundo, com a rua Santo Américo.

Os táxis começarão a estacionar próximo ao estádio a partir das 21 horas. Os bolsões estarão localizados nas avenidas Pe. Lebret, Giovanni Gronchi, Jorge João Saad e Jules Rimet. Depois das 22 horas, o serviço também alcança a Praça Santos Coimbra, a Av. Jacob Salvador Zveibil e a rua Horácio Bandieri.

Além de Bieber, o famoso guitarrista Eric Clapton se apresentará no estádio no dia 12, em pleno feriado. Os portões serão abertos às 16 horas, mas o início do show está previsto apenas para as 21 horas. Ainda não há informações sobre o trânsito no dia.

Fonte: G1

OMG News: Adolescente troca festa de 15 anos por show de Justin Bieber

Menina de Curitiba veio a SP com os pais para apresentação.
Ela teve que cumprir tarefas em casa para ter direito ao show.

A adolescente Júlia Caroline (Foto) , de 13 anos, gosta tanto do cantor canadense Justin Bieber que trocou sua festa de 15 anos por uma viagem a São Paulo para ver a apresentação marcada para este sábado (8) no Estádio do Morumbi, Zona Sul da capital paulista. Com os pais, ela aguardava no início desta tarde a abertura dos portões, marcada para as 14h.

A família mora em Curitiba e se mobilizou para atender o desejo da filha. Eles vieram a São Paulo de carro na semana passada para retirar os ingressos, e retornaram nesta sexta-feira (7) para o show - eles – se hospedaram em um hotel na Avenida Professor Francisco Morato, próxima ao estádio. A menina irá na apresentação acompanhada da mãe – o pai viajou apenas para acompanhá-las e para dar suporte da fila.

“Ela gosta muito, e tem uma série de restrições em casa que ela cumpriu”, contou o pai da menina, o funcionário público Jaime João Petruy. “Todo dia ajudo a minha mãe a lavar a louça, penduro a roupa no varal, e troquei pela minha festa de 15 anos”, disse a adolescente. “Nós vamos assinar um acordo [para garantir que ela não terá a festa].”

Outra que veio de longe foi a professora Gabriela Patrícia Moraes, de 16 anos. Com a filha de 12 anos, outras três adolescentes e outra mãe, ela veio a São Paulo em uma excursão que saiu de Londrina, no Paraná. Elas saíram a 0h da cidade, chegaram à capital paulista às 7h e foram direto para a fila. “As meninas não quiseram nem comer”, contou.

As adolescentes ficarão na pista premium, enquanto as mães verão o show da arquibancada azul. Na saída, se encontrarão em um ponto de encontro e voltarão direto para Londrina. O show é presente de aniversário para filha de 12 anos. “A gente acaba gostando por osmose, fica ouvindo no carro, em casa.”

Outra família que se mobilizou neste sábado foi a da dona de casa Meire Godinho, de 48 anos. Ela chegou às 6h ao estádio acompanhada do marido e da filha de 12 anos, fã do cantor. A menina vai assistir ao show acompanhada de uma prima maior de idade – os pais foram para a fila para garantir que a menina comesse e se hidratasse antes da apresentação. “Ela está há uma semana sem dormir. Por ela, eu teria vindo ontem à noite, mas nem pensar”, disse a dona de casa.

A secretária Rose Fernandes, de 45 anos, levou a filha Amanda, de 13 anos, para o show no Morumbi. Elas chegaram por volta das 4h deste sábado. A mãe também não verá o show - outro adulto vai acompanhar a filha e amigas. “Vim para garantir que ela coma, tem que ficar em cima. Tem muita gente aqui”, disse a mãe. “Ou ela vinha ou enfartava. Esse menino é uma febre.”

Já a gerente financeira Rícia Milozi, de 39 anos, veio com uma amiga e os filhos das duas para o show. “Vou guerreira. Curto por causa dele, a gente aprende a gostar”, afirmou ela, acompanhada do filho de 9 anos. “Uma apoia a outra para ficar com os dois. Vai ser o primeiro show deles, eu nunca esqueci o meu primeiro show, dos Menudos .”

Fonte: G1

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

OMG News: Jogador da seleção mostra sua fé e agradece a Deus pelo bom momento de sua vida

Cortês é assediado pelos alvinegros no Engenhão (Foto: Fernando Soutello / Agência Estado)
Evangélico, Bruno Cortês mostra a igreja pentecostal que congrega e dá bom exemplo no time
Jogador da seleção mostra sua fé e agradece a Deus pelo bom momento de sua vida

O lateral-esquerdo do Botafogo, Bruno Cortês, que participou dos dois gols da vitória da Seleção Brasileira contra a Argentina na última quarta-feira, 28, não esconde sua fé em Deus quando fala com os jornalistas sobre a vida e o atual momento como destaque entre os craques da seleção.

Em entrevista ao Esporte Espetacular no começo de setembro, Cortês falou sobre sua infância sofrida, a perda da mãe e sua fé. Evangélico, ele apresenta o pastor e a igreja onde congrega no Rio de Janeiro.

“Ele sempre foi um adorador, chora nos cultos, ajoelha… É um grande homem de Deus”, disse o pastor Luciano de Oliveira da Igreja Pentecostal Missionária Novidade de Vida frequentada pelo jogador há dois anos.

“Muito obrigado meu Deus, por tudo que está acontecendo na minha vida”, ora o jogador na reportagem que destaca que ele é um atleta centrado, sem vícios e que enxerga sempre o lado bom da vida.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 13 de setembro de 2011

OMG News: André Valadão não renova com a Graça Music

André Valadão - Turnê Fé
O cantor que já fez parte do Diante do Trono pretende lançar o CD por selo independente 
O cantor André Valadão comunicou na última sexta-feira, 9, que não renovará seu contrato com a Graça Music e que lançará seu próximo álbum com selo independente. “Em consagração e me preparando para a produção do meu novo CD e será independente, não renovarei meu contrato com a Graça Music… agora em produção independente precisarei mais do que nunca do apoio de vocês! Foi lindo meu tempo no Diante do trono e na Graça Music”, disse. 
André firmou contrato com a gravadora do Missionário R.R. Soares em 2009 e durante esses dois anos lançou o CD e DVD “Fé” e o CD “Minhas Canções”, este com composições do Missionário e letras do André. Antes de ir para a Graça Music, o cantor lançou seis CDs com o selo Diante do Trono. O álbum de estréia de sua carreira solo foi o CD “Mais que Abundante” lançado em 2004. 
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

O Evangelho segundo Barack Obama

Embora vitória de Obama seja vista como o triunfo da irreligião "ao estilo europeu", ela só foi possível por causa do eleitorado evangélico. A observação de que os EUA são o único país rico do mundo em que a religião ainda exerce papel central já virou clichê e, como é o caso de quase todos os clichês, contém muita verdade.
Mas o papel e o impacto da fé no cenário americano são, também, muito mais complexos do que frequentemente aparentam ser à primeira vista especialmente à primeira vista de estrangeiros vindos de sociedades em grande medida pós-cristãs da Europa Ocidental ou das sociedades pós-budistas e pós-confucianas da Ásia oriental, sendo a Coréia do Sul e Mianmar as grandes exceções piedosas.
Comecemos pelo saber convencional: é inquestionável que qualquer pessoa interessada em ocupar cargos políticos de alto nível nos EUA hoje precisa afirmar-se como uma pessoa de fé.
Isso não quer dizer que o candidato precise ir tão longe quanto foi George W. Bush na campanha presidencial de 2000, ao dizer que a maior influência em sua vida foi Jesus Cristo (o 43º presidente insistiria, mais tarde, em que não tinha necessidade de consultar seu pai, o 41º presidente, porque podia consultar o Divino).
Pelo contrário, presidentes americanos tão diferentes quanto Richard Nixon, Ronald Reagan e Bill Clinton não deram grande destaque a sua fé e, embora fizessem todos os gestos corretos para assinalar a obediência à religião, dificilmente se poderia afirmar que a piedade fosse um traço essencial do caráter de qualquer um dos três. Mas nunca houve nenhuma dúvida de que demonstrassem respeito, ao menos da boca para fora, à ideia de devoção religiosa.
Barack Obama enfrenta uma situação mais complexa.Ele assumiu a Presidência depois de oito anos de um governo Bush possibilitado pelos votos de protestantes evangélicos e católicos socialmente conservadores, incluindo, na eleição de 2000, um número considerável de eleitores de origem latina nascidos nos Estados Unidos.
Durante algum tempo, até as obsessões xenófobas da linha dura do Partido Republicano terem desagradado tanto aos eleitores imigrantes que acabaram prejudicando até mesmo Bush, cujas posições sobre a imigração na realidade são surpreendentemente esclarecidas, comentava-se entre os altos assessores de Bush que o partido poderia garantir seu futuro ao assegurar a fidelidade dos imigrantes latinos.
Isso seria conseguido enfatizando os pontos em comum identificados em eleições ,sobretudo a oposição ao casamento gay, o respaldo ao apoio dado pelo governo às fundações religiosas, apesar dos impedimentos constitucionais, e, enfim, a ênfase nos valores familiares tradicionais.Recriação.
Entretanto a adesão suicida do Partido Republicano a uma plataforma anti-imigração extrema não levou os democratas a perder de vista a necessidade de tentar atrair os eleitores religiosos.De fato, nos últimos anos da administração Bush, vários nomes de destaque do Partido Democrata, entre eles, sobretudo, a muito influente ex-secretária de Estado do governo Clinton, Madeleine Albright- escreveram livros exortando o partido a reconhecer o papel fundamental exercido pela religião na vida americana e acabar com a reputação do partido de indiferença às preocupações dos eleitores religiosos.
De fato, esse apelo por um "compromisso histórico" com os crentes fez parte do projeto do Partido Democrata de se recriar -um acréscimo à compreensão pelos democratas de que, enquanto não conseguissem enfraquecer a acusação republicana de que eram fracos em questões de segurança nacional, jamais retornariam ao poder em Washington.É claro que havia questões importantes para os eleitores religiosos com as quais os democratas se negavam totalmente a conciliar -sobretudo o direito legal das mulheres ao aborto e os direitos dos gays (embora não necessariamente o casamento gay, algo ao qual o candidato Barack Obama fez questão de se opor).
Mas, excetuando algumas figuras periféricas da extrema esquerda do partido, houve pouca ou nenhuma divergência de opinião quanto à necessidade de trazer os eleitores religiosos de volta ao rebanho democrata, pois os estrategistas do partido compreendiam que, sem fazer pelo menos alguns dos eleitores se afastarem do Partido Republicano -assim como estrategistas republicanos, como o assessor de Bush Karl Rove, pretendiam atrair os eleitores imigrantes, os democratas jamais conseguiriam reconstruir uma coalizão governante.
É importante lembrar que as eleições nos EUA costumam ser decididas por margens relativamente estreitas.Num país tão igualmente dividido politicamente, a vitória por cinco pontos percentuais numa eleição presidencial é considerada decisiva, e uma vitória por dez pontos é vista como avassaladora.
É por isso que eleitorados que, demograficamente falando, são relativamente pequenos exercem influência tão desproporcional, quer se trate de um grupo étnico, como os judeus americanos, ou dos eleitores obcecados por uma questão única, como os defensores dos "direitos às armas".Não se trata de modo nenhum de conspiração, não importa o que possam imaginar alguns paranóicos em lugar disso, essa situação reflete a realidade política americana, na qual mudanças relativamente pequenas nos padrões de voto em um dado Estado podem alterar todo o rumo de uma eleição.E os eleitores evangélicos não são um contingente pequeno: são contabilizados em dezenas de milhões.
Eleitores distantes. O que os democratas acabaram por entender durante os longos anos dos dois mandatos de Bush foi que, sem esses eleitores comparecendo em números avassaladores para votar nos republicanos, os democratas provavelmente venceriam.
O corolário, é claro, era que o distanciamento desses eleitores em relação ao Partido Democrata foi o que abriu a porta a Bush em primeiro lugar.
O que surpreende é quanto tempo foi preciso para os democratas se darem conta dessa verdade. Afinal, se, nos países da Europa ocidental, a exclusão da fé das campanhas eleitorais se tornou praticamente uma lei inabalável da política, nos EUA há no mínimo um imperativo igualmente forte para fazer o contrário.
Como candidato, Obama estava bem posicionado para capitalizar sobre essa nova ortodoxia democrata (nos dois sentidos do termo). Igrejas e políticaAs igrejas sempre estiveram no centro da política afro-americana.
De fato, existem poucos políticos afro-americanos importantes nos EUA, hoje, que não saíram eles próprios das igrejas (como pastores ou diáconos) ou ascenderam graças ao apoio dedicado de líderes religiosos em suas comunidades.
Como sempre se queixam os americanos de direita -e com razão-, apesar de ser ilegal líderes religiosos endossarem políticos no púlpito e ainda conservarem o status de isenção de impostos de suas igrejas, essas leis nunca foram aplicadas às igrejas afro-americanas.
Qual é a natureza da fé pessoal de Obama, sua profundidade e até que ponto é central para ele são questões que permanecem um enigma para quem não o conhece pessoalmente.Mas não há dúvida sobre os vínculos profundos que ele tem com sua igreja.
Embora a lealdade pessoal tenha inegavelmente exercido um papel, foram esses vínculos uma razão importante pela qual Obama, o candidato, relutou tanto em cortar seus laços com seu pastor radical, o reverendo Jeremiah Wright.
É também isso o que ajuda a explicar por que, desagradando os elementos mais de esquerda de sua base política, o presidente eleito Obama achou tão fácil convidar um evangélico (branco) popular, o reverendo Rick Warren, homem que já afirmou que acredita no criacionismo e que vem se opondo inflexivelmente ao casamento gay e, na visão de muitos, aos direitos dos gays de modo mais geral- para fazer a evocação (religiosa) em sua posse, em 20/1.
A decisão levou muitos a acreditarem que o papel da religião na política americana poderá ser tão forte sob o governo de Obama quanto foi no de Bush. Mas não é assim que os evangélicos de direita enxergam a situação.
Pelo contrário, nesses círculos a vitória de Obama está sendo vista como vitória da irreligião "ao estilo europeu".Como disse o teólogo evangélico de linha dura J.D. Moreland no programa de rádio de Hugh Hewitt (após o programa de Rush Limbaugh, um dos programas de entrevistas de direita na rádio mais ouvidos no país), após a vitória de Obama, "os evangélicos recuaram, foram expulsos, e a cultura está se deslocando rapidamente em direção à Europa.
Está cada vez mais secularizada".Em um dado momento, Hewitt adota tom ainda mais apocalíptico. Os evangélicos, diz, "foram absolutamente destruídos nas urnas e estão sentados ali, se perguntando o que aconteceu, "onde foi que erramos, por que este governo é tão de extrema esquerda?'".
Assim, ao mesmo tempo em que o papel da fé no início da administração Obama pode parecer, visto de fora, uma continuação do monopólio que a religião vem desfrutando na vida política americana, os conservadores religiosos militantes temem o exato oposto -que estejam perdendo o controle.
E a cooptação por Obama de figuras como Warren apenas intensifica sua perplexidade e exacerba sua desorganização política.
Assim, não surpreende que os vários elementos constituintes da coalizão que elegeu Bush duas vezes -conservadores religiosos, neoconservadores e conservadores empresariais- estejam culpando uns aos outros pela derrota.
Isso não significa que a religiosidade americana esteja se desfazendo da maneira como imaginam os católicos de direita e a liderança evangélica.Mudança para o centroUma explicação mais provável é que o centro de gravidade política entre os eleitores religiosos esteja se deslocando para o centro.
Afinal, mesmo a hierarquia atual da Igreja Católica americana, socialmente bastante conservadora, enfatiza a justiça social pelo menos tanto quanto enfatiza a oposição ao aborto e aposta em seu futuro demográfico. Imigrantes do México e da América Central, que são o futuro demográfico do mundo católico praticante nos EUA.
E, mesmo entre os evangélicos, há uma divisão de gerações: os evangélicos mais jovens são quase tão atraídos pela candidatura Obama quanto os jovens seculares.
Em outras palavras, não há razões para supor que as duas perguntas que visitantes europeus vêm fazendo desde o século 19 "por que os americanos são tão religiosos e por que o socialismo nunca deitou raízes entre eles?" vão se tornar ultrapassadas no futuro próximo.
Ou, para dizer a mesma coisa com mais cautela, a questão da religião dificilmente irá se tornar irrelevante.Em vista da implosão do capitalismo caubói dos últimos 25 anos e do opróbrio universal hoje dedicado a Wall Street, o socialismo americano hoje tem uma chance muito melhor de finalmente emergir do que tem a religião americana de ser relegada às margens culturais e políticas ,não importa o que a direita possa temer ou o que os frustrados cosmopolitas americanos possam esperar.


Fonte: Folha de São Paulo

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails