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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Garota de programa oferece dinheiro para a construção do Templo de Salomão da IURD

Por Gospel Prime
A campanha de doação de ofertas para a construção do Templo de Salomão está movimentando pessoas de todas as idades e classes sociais. Prova disso é o vídeo do programa Duelo dos Deuses que mostra o depoimento de uma garota de programa que se compromete trabalhar por uma semana para entregar uma oferta para esse propósito.
Identificada como Gisele, a jovem de 34 anos relata que mora na Nova Zelândia há sete anos, mas que trabalha como garota de programa há dez anos. Ela mudou de país para mudar de vida e não conseguiu, por isso está disposta a ter sua vida transformada entregando essa doação.
“Eu acredito naquilo que o bispo Macedo disse que todos que fizerem a doação e contribuírem com o templo vão ficar ricos. Eu acredito que não vou continuar com essa vida, bispo, tenho certeza”, disse.
Gisele falava com o bispo Guaracy Santos por videoconferência contando que teve uma vida muito pobre e que a alternativa para fugir da situação foi se prostituir, isso ainda no Brasil, mesmo fora do país a condição financeira não mudou e ela não consegue mais acreditar que sua vida pode melhorar.
Ao dizer isso o bispo profetiza que depois da doação ela vai voltar a falar com ele para relatar que sua vida foi transformada. “Essa oferta sincera que você está dando para construção do templo, vai ser um diferencial daquilo que você precisa para mudar de vida, porque você se mostrou disposta a construir casa pra Deus. Deus vai construir casa pra você”.
Internautas condenam a posição do bispo de aceitar a oferta
O vídeo postado no dia 24 de julho já recebeu mais de 1100 acessos e gerou muita polêmica, já que o bispo não faz oposição a origem do dinheiro que será doado.
Entre os comentários deixados no vídeo encontramos o versículo de Deuteronômio 23:18 que diz: “Não trarás o salário da prostituta nem preço de um sodomita à casa do Senhor teu Deus por qualquer voto; porque ambos são igualmente abominação ao Senhor teu Deus”.
O usuário que assina como kebrabaal ainda comenta “Edir Macedo – o defensor de assassinos de crianças – não perde uma oportunidade de lucro”.
Outro usuário comenta citando Amós 5:21-23 e Mateus 5:23 e 24 e afirma: “Quando o povo está impuro, Deus não lhe aceita a oferta.

Veja o video:

terça-feira, 10 de julho de 2012

Carro de pastor da Igreja Universal pega fogo com R$ 100 mil


Por Creio

No dia 1º de julho um carro pegou fogo Via Dutra, em Barra Mansa, no Sul do estado do Rio de Janeiro. Dentro desse carro, que foi abandonado pelo dono, havia um saco de dinheiro com mais de R$100 mil escondidos no motor.A polícia passou a investigar o caso e conseguiu identificar o dono, José Rodrigo da Costa, pastor da Igreja Universal do Reino de Deus. Era dele o veículo Mitsubishi Airtreck que foi comprado a vista.

O vendedor Emerson Pereira foi até a delegacia prestar depoimento, já que pela placa a Polícia conseguiu chegar na revendedora de veículos localizada no bairro da Freguesia do Ó, em São Paulo. O jovem de 32 anos comentou com o radialista Tico Balanço, da Rádio Sul Fluminense, que vendeu o veículo para José Rodrigo da Costa no dia 30 de junho e que durante a compra o pastor teria comentado que estava indo para o Rio de Janeiro para montar uma igreja com o dinheiro dos dízimos dos fiéis.

Os R$100 mil que estavam escondidos no carro fizeram com que a polícia suspeitasse que o dono do carro fosse um traficante, já que a maioria das notas era de R$2, R$5 e R$50, mas ao encontrar o comerciante a identidade do verdadeiro dono foi revelada. O carro comprado à vista foi encontrado na altura do km 276 em chamas, a Concessionária Nova Dutra chamou os bombeiros que ao chegarem avistaram duas pessoas tentando conter as chamas, essas pessoas fugiram em um carro que estava parado na pista sentido Rio. A polícia agora tenta encontrar o pastor e assim tentar descobrir porque o dinheiro estava escondido e porque o pastor teria abandonado o carro.

Fonte: O Globo

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

OMG News: Juliana Paes diz que fez pacto com Deus para ter sucesso

Juliana Paes
Desde 1998 ela atua em novelas da Globo conseguindo papeis importantes e se destacando no meio

Em entrevista para a revista Lola de dezembro a atriz Juliana Paes disse que fez um pacto com Deus para conseguir sucesso. Nesse pacto está tratado que tudo que ela receber ela vai dividir com sua família.

“As pessoas que cuidam da minha grana às vezes dizem que eu sou mão aberta demais. Eu respondo logo: ‘Não dá palpite no meu pacto’”, disse ela à revista.

Como parte desse acordo, a atriz que é uma das preferidas da Rede Globo, já entregou uma casa para sua mãe, Regina, e um salão de beleza para uma irmã. A atriz tem 32 anos e está casada desde 2008 com o empresário Carlos Eduardo Baptista, com quem tem um filho, Pedro.

Ela estreou na TV em 1998 e desde então figura entre as melhores novelas da Globo, sendo cotada diversas vezes como uma das mais bonitas da TV e também como uma das pessoas mais influentes. O que gerou todo esse sucesso, segundo ela, foi o “pacto com Deus” que ela segue à risca.

Com informações OMG Yahoo

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

OMG News: Música gospel: trinados, fé e dinheiro

                                      Aline Barros (Foto Oscar Cabral)
Por Rodrigo Levino

Na contramão da indústria fonográfica em crise, o mercado de música religiosa cresce no Brasil, atrai grandes gravadoras e o interesse da Globo

Desde o fim dos anos 1990, o mercado de música enfrenta uma crise sem precedentes. No Brasil, de acordo com dados da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês), 45% das músicas são consumidas a partir de downloads ilegais e 52% dos discos vendidos são piratas. Mas há no cenário pouco animador uma ilha de bonança: o mercado gospel.

Entre vendas de discos e de DVDs e a produção de grandes festivais, o segmento movimentou em 2010 cerca de 1,5 bilhão de reais, patamar que deve crescer 33% este ano, e chegar a 2 bilhões de reais, de acordo com uma pesquisa de mercado de uma gravadora do setor. Segundo a Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD), o gospel é o segundo gênero musical mais consumido no país, atrás apenas do inquebrantável sertanejo, abocanhando uma parcela significativa dos 500 milhões de reais movimentados anualmente com a venda de CDs.

Leia também: Gospel ganha rede social com TV e VJs de Cristo

O êxito despertou o interesse de grandes gravadoras como Sony e Som Livre, detentoras do passe de onze artistas do segmento. E estimulou a criação de um canal on-line inteiramente dedicado a ele  – uma espécie de MTV gospel na internet, a LouveTV. Além da entrada da Globo no setor. A Som Livre, braço fonográfico da emissora, tem desde 2010 no seu elenco alguns campeões de venda como Regis Danese, Diante do Trono e Renascer Praise, e promove em parceria com o canal, no dia 10 de dezembro, o Festival Promessas. Oito dias depois, ele será o primeiro evento do tipo a ser exibido pela Globo.

O festival, que pode reunir até 1 milhão de pessoas no Rio de Janeiro, estará entre os especiais de fim de ano da emissora. Sua produção está a cargo da GEO Eventos, empresa responsável pela edição brasileira do festival Lollapalooza, uma grife internacional. “A GEO está atenta a esse público, que hoje representa 20% da população segundo o IBGE, e pretende ampliar a sua atuação no setor”, diz Juliana Carvalho, responsável pela comunicação da empresa.

Luiz Gleiser, diretor da Globo responsável pelo Promessas, diz que “como maior produtora de cultura do país, [a Globo] não pode ficar indiferente à força artística da música gospel”. Gleiser falou ainda sobre a entrada gradativa dos artistas gospel na programação: “A  Globo já convidava artistas gospel para os programas de linha, como Domingão do Faustão e TV Xuxa, por exemplo. O Promessas é um passo a mais nesse sentido”.

Para Maurício Soares, diretor do selo gospel criado em janeiro deste ano pela Sony Music, 2011 é um “divisor de águas” nesse mercado em relação “à grande imprensa”. A contratação pela Sony do próprio Soares, produtor que há 22 anos trabalha com artistas evangélicos, é indício da conversão recente do chamado mercado secular – termo usado pelos próprios crentes – ao gospel. Coube a ele levar para a major a cantora Cassiane Santana. Segundo maior nome do gênero, ela já vendeu cerca de 5 milhões de discos desde meados dos anos 1990. “Até o fim de 2012, pretendemos contratar mais três ou quatro artistas”, anuncia Soares.

Sete estrelas da música gospel brasileira

ALINE BARROS: É a joia do mercado. Com mais de 7 milhões de discos vendidos desde meados dos anos 1990, Aline é disputada por gravadoras seculares. Extraordinário Amor de Deus, lançado este ano, ganhou disco de diamante pelas 300.000 cópias vendidas. O estilo de Aline inclui desde baladas pop a canções que se aproximam do R&B de cantoras americanas. As letras falam de adoração a Deus, amor e companheirismo.


CASSIANE: Abordando assuntos doutrinários de modo mais ostensivo que seus colegas, Cassiane é profundamente identificada com o público pentecostal. Conservadora também no estilo musical, grava ritmos tradicionais como forrós a toadas. Depois de Aline Barros, é a cantora gospel que mais vende discos no país. Estima-se que desde o começo da carreira, nos anos 1990, tenha vendido mais de 5 milhões de discos. E é a maior estrela do selo gospel da Sony Music.

OFICINA G3: Formado no fim dos anos 1980, é um dos grupos mais longevos do gênero. Misturando guitarras distorcidas ao modo heavy metal com baladas açucaradas, lançou oito discos e se consagrou como um ícone gospel junto ao público mais jovem. Nas letras, a banda fala de amor, muitas vezes sem referências explícitas a Deus, o que não raro dá um ar dúbio às canções, que podem muito bem ser dedicadas a um romance para lá de secular diz a revista Veja.

DIANTE DO TRONO: Formado em 1997, em Belo Horizonte, o grupo se tornou um suporte de evangelização da Igreja Batista da Lagoinha. Tem capacidade para excursionar com várias formações, e conta com corpo de baile e coro, além da própria banda. Liderado por Ana Paula Valadão, o conjunto é conhecido por canções de adoração e de agradecimento a Deus. Suas vendas, entre discos lançados pelo próprio grupo e por seus integrantes em carreira-solo, somam 10 milhões de cópias.

REGIS DANESE: Uma espécie de Luan Santana gospel, Regis é uma das maiores apostas da gravadora Som Livre junto ao público evangélico. Compromisso, o primeiro disco da carreira lançado há dois anos, vendeu mais de 1 milhão de cópias. Em 2009, Regis, nome artístico de Jose Geraldo Danese, ganhou um Grammy Latino. O clipe da música Resssuscita o Meu Sonho já foi visto por 4,5 milhões de pessoas no Youtube.

BRUNA CARLA: Produzida pelo maestro Jairinho, marido da cantora Cassiane Santana, Bruna é a maior revelação da música gospel nos últimos dois anos. De voz aveludada, mira em cantoras americanas como Kelly Clarkson, cantando baladas açucaradas de adoração e agradecimento a Deus. Realiza em média 15 shows por mês e tem público variado, que vai do mais conservador -- e próximo de Cassiane -- ao mais jovem e descolado, próximo de Aline Barros.

JOTTA A: Revelado em um programa de calouros na TV, Jotta A. foi contratado pela produtora Central Gospel, do pastor Silas Malafaia, e é a maior aposta do meio para 2012. Assediado pela Sony Music, que lhe ofereceu 1 milhão de reais, o cantor-mirim preferiu a segurança de uma gravadora experiente no meio. Seu primeiro disco será lançado com tiragem inicial de 500.000 cópias, comparável à de artistas como Luan Santana e Paula Fernandes.

Apesar de carregar a etiqueta gospel, os artistas evangélicos são múltiplos. Eles se espalham por pequenas e grandes gravadoras, laicas e evangélicas, onde gravam ritmos que vão do pop ao forró e ao rock pesado, passando pelo sertanejo universitário. Para ligar essas músicas a públicos de gostos, idades e doutrinas diferentes, contam com rádios, igrejas e canais de TV. O site de VEJA selecionou os principais nomes do gênero



É a joia do mercado. Com mais de 7 milhões de discos vendidos desde meados dos anos 1990, Aline é disputada por gravadoras seculares. Extraordinário Amor de Deus, lançado este ano, ganhou disco de diamante pelas 300.000 cópias vendidas. O estilo de Aline inclui desde baladas pop a canções que se aproximam do R&B de cantoras americanas. As letras falam de adoração a Deus, amor e companheirismo.

 

Ouvintes de Cristo – Esse mercado aquecido tem uma dinâmica própria. “Todos os dias, as igrejas recebem novos convertidos, que passam a consumir vorazmente os produtos evangélicos. E a música é o carro-chefe deles”, afirma Laudeli Leão, diretor de comunicação da MK Music, a maior gravadora gospel do país. É na MK que está Aline Barros, a joia da coroa, cobiçada por Sony, Som Livre e Universal.

Os números são uma boa maneira de explicar o assédio. Este ano, além de ganhar um Grammy Latino (é o quarto da carreira), Aline vendeu 300.000 cópias do disco Extraordinário Amor de Deus. É mais do que conseguiram nos últimos anos medalhões como Ivete Sangalo (245.000 de Ao Vivo no Madison Square Garden, lançado em 2010) e Maria Gadú (180.000 do disco de estreia que leva o seu nome, em 2009). Sobre o assédio de grandes gravadoras, Aline, que faz em média 15 shows por mês e em 2012 realizará uma turnê pela Europa, desconversa e olha para o céu: "Fico lisonjeada e acho que é um sintoma do quanto a música gospel se tornou uma força que não pode ser desconsiderada. Mas Deus é quem guia as minhas decisões e estou feliz em permanecer na MK".

O alto patamar de vendas pode ser explicado pelas particularidades do segmento. Basicamente formado por fiéis das classes C, D e E, esse público se beneficia dos preços mais baixos dos discos evangélicos – 15 reais, em média. Além disso, tem menos acesso à internet e faz menos downloads - legais ou ilegais. “Há uma questão moral. A religião proíbe burlar a lei. A venda de discos pirateados representa de 10% a 15% do mercado gospel, um índice muito inferior que os 52% do mercado laico, por exemplo”, diz Laudeli, da MK Music.

Outro fator importante é o suporte dado por veículos evangélicos à divulgação dos discos. Ao contrário dos artistas laicos, cujos lançamentos requerem grandes campanhas publicitárias e inserções em rádios, os evangélicos contam com as igrejas e as rádios ligadas a elas para difundir suas músicas. O culto, que chega a ter 70% do tempo dedicado ao chamado louvor, e a programação de rádios religiosas se complementam, executando à exaustão músicas de cantores já conhecidos e indicando novos artistas. Nomes como Bruna Karla, Arianne e Mariana Valadão surgiram nos últimos cinco anos para renovar o setor, já dominado pela geração de Aline Barros, Cassiane, Fernanda Brum, Kleber Lucas e a banda Oficina G3.

Além da publicidade, o universo evangélico oferece uma extensa rede comercial aos artistas. “Enquanto no mercado secular as lojas de disco se extinguiram, existe uma rede de pequenas lojas no mercado evangélico para a venda de Bíblias, livros e discos”, diz Mauricio Soares, que antes de dirigir o braço gospel da Sony Music, foi diretor da Line Records, gravadora ligada à Igreja Universal do Reino de Deus.

É assim que, impulsionado pela crescente penetração dos evangélicos no país, por produções musicais bem feitas, por artistas que se unem aos fãs por laços religiosos e pelo poder de consumo da nova classe média, o mercado gospel alia fé e louvor para produzir dinheiro, muito dinheiro. Além de um interessante filão para as emissoras de TV  e a salvação para gravadoras que hoje vivem o inferno comercial.
 
Fonte: Veja on Line

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

OMG News: Zé Bruno exigia 30% 'no mínimo', diz ex-assessora

Ex Deputado Zé Bruno - Foto Lio Camargo
Falando à corregedoria, ela confirma denúncia de outra testemunha sobre suposto esquema de venda de emendas. 'Me chamam de filho do diabo', reage ex-deputado evangélico.

O ex-deputado José Antonio Bruno (DEM), o Zé Bruno, recebia "no mínimo 30%" de comissão por emenda aprovada a pedido de prefeitos. A revelação foi feita em depoimento formal à Corregedoria-Geral da Administração (CGA) por uma ex-assessora parlamentar de Zé Bruno, que deixou a Assembleia Legislativa de São Paulo em 14 de março, ao fim de seu mandato. "A comissão era paga normalmente em espécie, o dinheiro era acondicionado em envelopes ou enrolado em elástico", afirmou a nova testemunha.

O relato da ex-assessora ocorreu dia 29 de setembro passado. Ela confirma denúncia de outra testemunha, que também assessorou Zé Bruno, sobre suposto esquema de venda de emendas parlamentares envolvendo prefeitos do interior paulista.

"O prefeito de algum município solicitava ao deputado liberação de uma respectiva quantia, via emenda, para a realização de alguma obra", declarou a ex-assessora.

Segundo ela, quando o valor era liberado Zé Bruno recebia "um porcentual do montante total", a título de comissão. O dinheiro, afirma, era levado por um certo Fabrício que frequentava o gabinete do parlamentar.

O próprio Zé Bruno declarou que Fabrício certa vez levou a ele uma relação de emendas. "Ele dizia que era amigo de outros deputados. O Fabrício foi várias vezes no meu gabinete, sempre com os prefeitos."

A ex-assessora conta que "algumas vezes" o dinheiro também era depositado nas contas bancárias de dois bispos da igreja fundada por Zé Bruno, a Casa da Rocha - um deles seria sócio da empresa Iktus Comércio Ltda, que administra os negócios e contratos da Resgate, banda musical do ex-deputado.

A ex-assessora parlamentar contou, ainda, que várias reuniões eram realizadas com prefeitos. Citou que era comum o gabinete receber "diversas ligações telefônicas de prefeitos ou seus assessores que perguntavam sobre Fabrício ou o próprio deputado".

"Houve uma oportunidade em que uma prefeita (cujo nome disse não se recordar) chegou ao gabinete e perguntou por Fabrício e pelo deputado, ambos não se encontravam."

A prefeita foi levar dinheiro, segundo a denunciante. A entrega da propina teria ocorrido "entre maio e junho de 2009". "A prefeita pediu que eu entregasse ao deputado um envelope, o qual continha valor em dinheiro, cujo montante eu não contei."

Gordinha

A testemunha disse que poderá reconhecer a prefeita, se encontrá-la outra vez. Descreveu-a como uma mulher "branca, cabelos castanho escuro, até o ombro, mais ou menos um metro e 68 de altura, um pouco gordinha, aparentava cerca de 40 anos de idade".

"Eu recebi o envelope das mãos da prefeita, a qual ainda pediu que eu tomasse cuidado na guarda do envelope pois disse que continha dinheiro", prosseguiu a ex-assessora. "Eu recebi o envelope e o deixei na mesa do gabinete do deputado fechando a porta com chave."

Ela disse que "soube que o deputado iria cobrar um pedágio dos assessores os quais deveriam pagar cerca de 30% do salário, uma espécie de repasse que deveria ser pago a ele próprio. A testemunha afirmou que foi demitida porque não concordou em abrir mão de parte de seus vencimentos.

Revelou que um dos demitidos, a quem identificou como Leonardo, teria sido recontratado por um salário quatro vezes maior. Leonardo, segundo ela, teria se gabado. "Tá vendo como é bom a gente saber das coisas, é bom ter algumas provas."

'Me chamam de filho do diabo', reage ex-deputado

"Essas pessoas (testemunhas) dizem que viram fatos em 2009 e não disseram nada esse tempo todo?", reagiu o ex-deputado José Antonio Bruno (DEM), referindo-se aos relatos de dois ex-assessores seus. "Ficaram em silêncio? Deixaram passar a oportunidade de fazer a denúncia? Seis meses depois que acabou meu mandato resolvem depor? Isso é estranho."

Ele se diz convencido de que seus acusadores são ligados a pessoas da Igreja Renascer, à qual pertenceu por 17 anos. "Há um ano e meio tenho sido chamado de Judas, traidor, Ló, filho do diabo, através das redes sociais e comentários de duplo sentido em meios de comunicação ligados à Renascer desde meu desligamento." Zé Bruno está indignado. O que o desconforta, diz, é o dissabor que ele e os filhos têm que suportar. "Sou um homem honesto, jamais vendi emendas. Abro mão do sigilo bancário e fiscal."

Fonte: Estadão

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

OMG News: Dízimo, nós devemos dar? O controverso Pastor Caio Fabio diz que não.


A entrevista com o Pastor Caio Fábio não foi feita por nós e nem tão pouco a opinião do mesmo representa a nossa. Esta entrevista foi publicada aqui apenas para fins de discussão
Caio Fabio em entrevista esclarece sobre a entrega do dízimo nas igrejas e afirma “Não aceite o texto de Malaquias [Malaquias 3:10] no qual a igreja estelionatária pegou para si.
Segundo ele, esse texto é exclusivo para Israel, “O dizimo sempre foi estabelecido para Israel para o sustendo da ordem levítica para manutenção do templo, para distribuição aos pobres”; “Hoje por estarmos no tempo da Graça e não mais na Lei, nenhuma pessoa deve levar o dizimo a nenhum templo nem lugar.” Afirma no vídeo que tem circulado a internet.
Caio Fábio ainda afirma que “qualquer igreja que diz que se você não colocar o dinheiro no gasofilácio estará em pecado esta mentindo e realizando uma manipulação diabólica” e ele desafia a qualquer pastor provar o contrário. “coloquem a pastorada evangélica, eles não tem peito de me encarar, põe no Maracanã…Eu vou chamá-los de mentirosos um a um”. Veja o video!







E o que você acha? Nós devemos dar dízimo? O dízimo está sendo bem usado? O dízimo está sendo bem explicado? Qual sua opinião sobre dízimo?

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Nem todos oram para o mesmo Deus.

Por Gabor Steingart – Washington

Na atual crise financeira, o modelo do capitalismo dos EUA implodiu num big bang. Mas a administração Bush está tentando apagar as chamas jogando ainda mais combustível ao invés de água, e quer ver os apostadores de Wall Street serem recompensados por seu fracasso.

Há mais de cem anos, o sociólogo alemão Georg Simmel criticava os bancos por serem ainda maiores e mais poderosos do que as igrejas. Sua queixa principal — a de que o dinheiro é o novo deus de nossa era — ainda hoje é ouvida. Se Simmel tinha razão — e há indícios de que tinha —, sua afirmação teria de ser mudada para se adequar às circunstâncias de hoje: Nem todos oram para o mesmo Deus.
Entre os adoradores do dinheiro existem pelo menos três credos. Primeiramente temos os Puritanos, que submissamente levam seu dinheiro às novas igrejas, na esperança de que ele se multiplicará. Já os chineses, por exemplo, em média depositam no banco 40 por cento de sua renda. Que disciplina louvável! Temos aí o grupo dos Pragmáticos. Poupam e emprestam, mas somente nessa ordem; portanto, seu ato de poupar limita sua coragem de ousar. Essa mentalidade está presente especialmente nos países germânicos, onde os bancos de poupança são sagrados.
Por fim, temos as comunidades religiosas dos “Desinibidos”, que é especialmente popular nos Estados Unidos. Seus adeptos admitem, sem hesitar, a inconseqüência intencional, o desperdício irresponsável e a ganância onipresente.
Chamam isso de “American way of life”. Seus membros vivem só no aqui e agora, sem fazer perguntas quanto ao amanhã. Um empresta dinheiro ao outro, mesmo não sendo seu o dinheiro: ele já o pegara emprestado de um terceiro, que havia prometido obtê-lo de uma quarta pessoa, e assim por diante.


Southampton: A Trilha de Indícios Começa

Esta comunidade religiosa é a mais devota de todas. Algum tempo atrás ela adotou a prática de tratar o dinheiro esperado como dinheiro real e igualar desejo e realidade. Qualquer sinal de inibição que ainda pudessem ter, já desapareceu.

Mas como todos sabiam que os desejos superavam o número de dólares, o resultado inevitável foi uma certa lacuna de recursos, ou déficit. Capitalismo sem capital — o audacioso cerne da inovação — não poderia dar certo. E não há salvação mundana para isso — pelo menos essa foi uma conclusão a que puderam chegar o antigo Deus, aquele que carregou a cruz, e o novo deus, aquele que traz nos olhos os símbolos do dólar.

Então aconteceu o inevitável: o big bang. Três dos cinco bancos de investimento dos EUA perderam sua independência, enquanto os outros dois ainda caminham a passos trôpegos. Dois bancos de hipoteca e uma companhia de seguros passaram a ser administrados pelo governo.

O sistema financeiro global foi abalado, aterrorizando os membros dos outros dois credos. Pode haver três religiões, mas há um só céu. Se ele desabar, todo mundo morre.

Uma busca de provas que apontem com precisão os responsáveis deve, muito provavelmente, começar em Southampton, um refúgio litorâneo da elite endinheirada. A cidadezinha, no extremo leste de Long Island, fora da cidade de Nova Iorque, nos apresenta um vislumbre do quanto a ganância pode ser atraente.

É um lugar onde as opções de lotes de ações têm sido transformadas, aos milhares, em castelos dignos de contos de fada, à beira-mar. Aproveitando-se de brechas legais que possibilitam evasão tributária, os gurus financeiros de Wall Street conseguiram, como num passe de mágica, resgatar seus títulos de crédito praticamente intactos. Pelas leis tributárias dos EUA, os impostos cobrados pela compensação na forma de ações e warrants ficam abaixo da metade do índice tributário mais alto. Assim, a renda de muitos banqueiros é tributada por um índice mais baixo do que a renda de suas secretárias.


Como Menos Se Tornou Mais

Como os donos dessas mansões à beira-mar não estão lá no momento, maiores investigações exigem uma viagem de trem a Nova Iorque. No edifício que abriga, no centro da cidade, os escritórios da Lehman Brothers, que está em processo de encerramento da própria história, há mais a ser descoberto sobre a seqüência dos acontecimentos. Bilhões de dólares foram emprestados a pessoas sem condições de obter crédito, para manterem condomínios e casas sem valor de mercado. No jargão cinicamente debochado dos banqueiros, esse tipo de empréstimo era chamado de “SRSA”, sigla para “Sem Renda, Sem Ativo”.

Mesmo assim, tudo corria bem no mundo dos agiotas. O miraculoso aumento da oferta de dinheiro ajudou a elevar os preços dos imóveis em mais de 70 por cento entre 2000 e 2006. Essa indústria tinha conseguido obter lucros aumentando os riscos. Pelo menos em seus balanços financeiros, menos tinha virado mais.

Em tempos melhores, os bancos poderiam ser tidos como empreendedores; hoje, contudo, estão sendo chamados de irresponsáveis. Mesmo antes de se ter criado a expressão investimentos bancários, Karl Marx já conhecia a relação entre ambas as coisas: “O capital tem tanto horror à ausência de lucro ou de lucro muito baixo quanto a natureza o tem ao vácuo. Com lucros adequados, o capital é despertado; com 10 por cento, ele pode ser usado em qualquer lugar; com 20 por cento, ele se torna dinâmico; com 50 por cento, absolutamente ousado; com 100 por cento, ele esmagará sob seus pés todas as leis humanas; e com 300 por cento, não há crime que ele não esteja disposto a cometer, mesmo sob o risco de se autodegolar”.

O Credo de Paulson
Agora a trilha nos leva de Nova Iorque a Washington, na Pennsylvania Avenue, onde fica o gabinete de Henry Paulson, Secretário do Tesouro dos EUA. Seu departamento é tão importante que apenas um simples portão de jardim separa o Departamento do Tesouro dos jardins da Casa Branca. Paulson manteve uma abordagem indulgente em relação aos bancos, e agora planeja capitalizar sobre seus prejuízos. Ele se tornou algo como um resseguro para financiamentos altos. Seu objetivo é eliminar as guilhotinas — mas não a ganância.
O próprio Paulson já foi banqueiro em Wall Street. É um homem de boas maneiras e princípios rígidos. Em tempos de normalidade, ele tem fé no mercado, em Deus e em George W. Bush. Em tempos como os de hoje, porém, ele prefere depositar sua confiança no governo, nos contribuintes e em Bush.
Ao contrário do que tem sido amplamente divulgado, Paulson não pretende usar os recursos dos impostos para financiar a catástrofe iminente. Em vez disso, planeja fazer novos empréstimos de bilhões de dólares para o Tesouro dos EUA. “Detesto o fato de ter de fazer isso, mas é melhor que a alternativa”, ele disse na semana passada. O presidente já sinalizou sua aprovação.
É isso que acontece com comunidades religiosas quando se vêem sob pressão: tornam-se ainda mais devotas. O mesmo modo de pensar que só enxerga em curto prazo e que deflagrou o desastre desde o início agora é visto como a solução para ele. O governo está tentando apagar o fogo com combustível, não com água. Aliás, é exatamente o mesmo combustível que, no início disso tudo, acendeu as chamas em Wall Street: dinheiro emprestado.
A única diferença é que os novos empréstimos não viriam de um sexto sétimo ou oitavo membro da comunidade religiosa. Em vez disso, seriam arrecadados junto a todos os contribuintes somados. Isso representaria o fim da separação entre igreja e estado, com Wall Street se tornando a religião nacional.
O que há em comum entre esta comunidade religiosa e as outras duas já está em processo de desaparecimento. Coisas que eram consideradas inseparáveis nos tempos da tradicional e respeitada economia de mercado — tais como valor e consideração, salário e desempenho, risco e responsabilidade — agora estão sendo despedaçados em nome do governo. O capitalismo que hoje se vê nos EUA é uma versão esgarçada e degradada do que ele foi um dia.
As ações dos políticos estão fortalecendo os efeitos da derrocada econômica ao invés de amenizá-los. O capitalismo ao estilo norte-americano ainda não morreu, mas está simplesmente preparando o próprio funeral com honras. A história dos dias atuais é a história de uma morte anunciada. O que nos faz lembrar Miss Marple. 1
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1. Miss Marple, personagem ficcional de Agatha Christie, é uma detetive peculiar: uma senhora idosa e de aparência frágil, que, pela observação atenta das pessoas e acontecimentos ao seu redor, é capaz de prever que uma ou mais mortes irão acontecer — e, de fato, acontecem; daí ser citada pelo autor do artigo. Para saber mais sobre Miss Marple, clique aqui. (Nota do Tradutor)

Tirado do site www.caiofabio.com

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