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quarta-feira, 21 de março de 2012

OMG News: Davi Sacer explica gravação de CD pela Art Gospel


Por Gospel +

A informação de que o cantor Davi Sacer (Foto) está preparando um CD inédito que será lançado pela Art Gospel deixou muitas pessoas na dúvida: teria ele rompido o contrato com a Som Livre? Para esclarecer essa e outras dúvidas a assessoria de Davi enviou uma nota falando sobre esse assunto.
O cantor diz que ele não saiu da Som Livre, mas que tem contrato para lançar três CDs pela Art Gospel, sendo que até agora apenas dois foram lançados. “Para finalizar uma parceria muito positiva com a Art Gospel, estou em processo de gravação do próximo CD, que será o último deste contrato, a ser lançado ainda no primeiro semestre de 2012″, diz ele.
Davi Sacer está finalizando o repertório desse novo álbum e diz não se preocupar em gravar um CD por ano como a maioria dos artistas.
“Na minha carreira solo aconteceu algo semelhante. Lancei o CD Deus não Falhará em 2008 e só fui lançar o outro, Confio em Ti, em 2010. Em 2011 além do CD/DVD No Caminho do Milagre também fiz participação, a pedido do meu pastor, na gravação do Ministério de Louvor da minha igreja”, disse o cantor se referindo ao novo trabalho do Ministério Apascentar de Louvor.
“Eu lanço os trabalhos de acordo com o que Deus me direciona, e, sinceramente, pouco me importo com o que dizem os experts do mercado fonográfico”, revela Davi Sacer que em 2013 volta a lançar um CD com selo da Som Livre.
Sobre sua participação com o Apascentar ele garante que não significa uma volta ao grupo, mas apenas uma participação já que o grupo passava por uma transição de ministro de louvor.
“A igreja [Apascentar] ficou sem um ministro que tivesse experiência em gravações, então nesse período de transição o Pr. Marcus Gregório pediu meu apoio para a gravação do CD.
Na gravação do DVD, as ministrações foram divididas com o atual ministro, Alexandre Dias, que é a pessoa que irá atender a todas as agendas do Ministério Apascentar de Louvor a partir de agora. Apesar de ter feito essa participação continuo 100 % voltado para minha carreira solo”.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

OMG News: Música gospel: trinados, fé e dinheiro

                                      Aline Barros (Foto Oscar Cabral)
Por Rodrigo Levino

Na contramão da indústria fonográfica em crise, o mercado de música religiosa cresce no Brasil, atrai grandes gravadoras e o interesse da Globo

Desde o fim dos anos 1990, o mercado de música enfrenta uma crise sem precedentes. No Brasil, de acordo com dados da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês), 45% das músicas são consumidas a partir de downloads ilegais e 52% dos discos vendidos são piratas. Mas há no cenário pouco animador uma ilha de bonança: o mercado gospel.

Entre vendas de discos e de DVDs e a produção de grandes festivais, o segmento movimentou em 2010 cerca de 1,5 bilhão de reais, patamar que deve crescer 33% este ano, e chegar a 2 bilhões de reais, de acordo com uma pesquisa de mercado de uma gravadora do setor. Segundo a Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD), o gospel é o segundo gênero musical mais consumido no país, atrás apenas do inquebrantável sertanejo, abocanhando uma parcela significativa dos 500 milhões de reais movimentados anualmente com a venda de CDs.

Leia também: Gospel ganha rede social com TV e VJs de Cristo

O êxito despertou o interesse de grandes gravadoras como Sony e Som Livre, detentoras do passe de onze artistas do segmento. E estimulou a criação de um canal on-line inteiramente dedicado a ele  – uma espécie de MTV gospel na internet, a LouveTV. Além da entrada da Globo no setor. A Som Livre, braço fonográfico da emissora, tem desde 2010 no seu elenco alguns campeões de venda como Regis Danese, Diante do Trono e Renascer Praise, e promove em parceria com o canal, no dia 10 de dezembro, o Festival Promessas. Oito dias depois, ele será o primeiro evento do tipo a ser exibido pela Globo.

O festival, que pode reunir até 1 milhão de pessoas no Rio de Janeiro, estará entre os especiais de fim de ano da emissora. Sua produção está a cargo da GEO Eventos, empresa responsável pela edição brasileira do festival Lollapalooza, uma grife internacional. “A GEO está atenta a esse público, que hoje representa 20% da população segundo o IBGE, e pretende ampliar a sua atuação no setor”, diz Juliana Carvalho, responsável pela comunicação da empresa.

Luiz Gleiser, diretor da Globo responsável pelo Promessas, diz que “como maior produtora de cultura do país, [a Globo] não pode ficar indiferente à força artística da música gospel”. Gleiser falou ainda sobre a entrada gradativa dos artistas gospel na programação: “A  Globo já convidava artistas gospel para os programas de linha, como Domingão do Faustão e TV Xuxa, por exemplo. O Promessas é um passo a mais nesse sentido”.

Para Maurício Soares, diretor do selo gospel criado em janeiro deste ano pela Sony Music, 2011 é um “divisor de águas” nesse mercado em relação “à grande imprensa”. A contratação pela Sony do próprio Soares, produtor que há 22 anos trabalha com artistas evangélicos, é indício da conversão recente do chamado mercado secular – termo usado pelos próprios crentes – ao gospel. Coube a ele levar para a major a cantora Cassiane Santana. Segundo maior nome do gênero, ela já vendeu cerca de 5 milhões de discos desde meados dos anos 1990. “Até o fim de 2012, pretendemos contratar mais três ou quatro artistas”, anuncia Soares.

Sete estrelas da música gospel brasileira

ALINE BARROS: É a joia do mercado. Com mais de 7 milhões de discos vendidos desde meados dos anos 1990, Aline é disputada por gravadoras seculares. Extraordinário Amor de Deus, lançado este ano, ganhou disco de diamante pelas 300.000 cópias vendidas. O estilo de Aline inclui desde baladas pop a canções que se aproximam do R&B de cantoras americanas. As letras falam de adoração a Deus, amor e companheirismo.


CASSIANE: Abordando assuntos doutrinários de modo mais ostensivo que seus colegas, Cassiane é profundamente identificada com o público pentecostal. Conservadora também no estilo musical, grava ritmos tradicionais como forrós a toadas. Depois de Aline Barros, é a cantora gospel que mais vende discos no país. Estima-se que desde o começo da carreira, nos anos 1990, tenha vendido mais de 5 milhões de discos. E é a maior estrela do selo gospel da Sony Music.

OFICINA G3: Formado no fim dos anos 1980, é um dos grupos mais longevos do gênero. Misturando guitarras distorcidas ao modo heavy metal com baladas açucaradas, lançou oito discos e se consagrou como um ícone gospel junto ao público mais jovem. Nas letras, a banda fala de amor, muitas vezes sem referências explícitas a Deus, o que não raro dá um ar dúbio às canções, que podem muito bem ser dedicadas a um romance para lá de secular diz a revista Veja.

DIANTE DO TRONO: Formado em 1997, em Belo Horizonte, o grupo se tornou um suporte de evangelização da Igreja Batista da Lagoinha. Tem capacidade para excursionar com várias formações, e conta com corpo de baile e coro, além da própria banda. Liderado por Ana Paula Valadão, o conjunto é conhecido por canções de adoração e de agradecimento a Deus. Suas vendas, entre discos lançados pelo próprio grupo e por seus integrantes em carreira-solo, somam 10 milhões de cópias.

REGIS DANESE: Uma espécie de Luan Santana gospel, Regis é uma das maiores apostas da gravadora Som Livre junto ao público evangélico. Compromisso, o primeiro disco da carreira lançado há dois anos, vendeu mais de 1 milhão de cópias. Em 2009, Regis, nome artístico de Jose Geraldo Danese, ganhou um Grammy Latino. O clipe da música Resssuscita o Meu Sonho já foi visto por 4,5 milhões de pessoas no Youtube.

BRUNA CARLA: Produzida pelo maestro Jairinho, marido da cantora Cassiane Santana, Bruna é a maior revelação da música gospel nos últimos dois anos. De voz aveludada, mira em cantoras americanas como Kelly Clarkson, cantando baladas açucaradas de adoração e agradecimento a Deus. Realiza em média 15 shows por mês e tem público variado, que vai do mais conservador -- e próximo de Cassiane -- ao mais jovem e descolado, próximo de Aline Barros.

JOTTA A: Revelado em um programa de calouros na TV, Jotta A. foi contratado pela produtora Central Gospel, do pastor Silas Malafaia, e é a maior aposta do meio para 2012. Assediado pela Sony Music, que lhe ofereceu 1 milhão de reais, o cantor-mirim preferiu a segurança de uma gravadora experiente no meio. Seu primeiro disco será lançado com tiragem inicial de 500.000 cópias, comparável à de artistas como Luan Santana e Paula Fernandes.

Apesar de carregar a etiqueta gospel, os artistas evangélicos são múltiplos. Eles se espalham por pequenas e grandes gravadoras, laicas e evangélicas, onde gravam ritmos que vão do pop ao forró e ao rock pesado, passando pelo sertanejo universitário. Para ligar essas músicas a públicos de gostos, idades e doutrinas diferentes, contam com rádios, igrejas e canais de TV. O site de VEJA selecionou os principais nomes do gênero



É a joia do mercado. Com mais de 7 milhões de discos vendidos desde meados dos anos 1990, Aline é disputada por gravadoras seculares. Extraordinário Amor de Deus, lançado este ano, ganhou disco de diamante pelas 300.000 cópias vendidas. O estilo de Aline inclui desde baladas pop a canções que se aproximam do R&B de cantoras americanas. As letras falam de adoração a Deus, amor e companheirismo.

 

Ouvintes de Cristo – Esse mercado aquecido tem uma dinâmica própria. “Todos os dias, as igrejas recebem novos convertidos, que passam a consumir vorazmente os produtos evangélicos. E a música é o carro-chefe deles”, afirma Laudeli Leão, diretor de comunicação da MK Music, a maior gravadora gospel do país. É na MK que está Aline Barros, a joia da coroa, cobiçada por Sony, Som Livre e Universal.

Os números são uma boa maneira de explicar o assédio. Este ano, além de ganhar um Grammy Latino (é o quarto da carreira), Aline vendeu 300.000 cópias do disco Extraordinário Amor de Deus. É mais do que conseguiram nos últimos anos medalhões como Ivete Sangalo (245.000 de Ao Vivo no Madison Square Garden, lançado em 2010) e Maria Gadú (180.000 do disco de estreia que leva o seu nome, em 2009). Sobre o assédio de grandes gravadoras, Aline, que faz em média 15 shows por mês e em 2012 realizará uma turnê pela Europa, desconversa e olha para o céu: "Fico lisonjeada e acho que é um sintoma do quanto a música gospel se tornou uma força que não pode ser desconsiderada. Mas Deus é quem guia as minhas decisões e estou feliz em permanecer na MK".

O alto patamar de vendas pode ser explicado pelas particularidades do segmento. Basicamente formado por fiéis das classes C, D e E, esse público se beneficia dos preços mais baixos dos discos evangélicos – 15 reais, em média. Além disso, tem menos acesso à internet e faz menos downloads - legais ou ilegais. “Há uma questão moral. A religião proíbe burlar a lei. A venda de discos pirateados representa de 10% a 15% do mercado gospel, um índice muito inferior que os 52% do mercado laico, por exemplo”, diz Laudeli, da MK Music.

Outro fator importante é o suporte dado por veículos evangélicos à divulgação dos discos. Ao contrário dos artistas laicos, cujos lançamentos requerem grandes campanhas publicitárias e inserções em rádios, os evangélicos contam com as igrejas e as rádios ligadas a elas para difundir suas músicas. O culto, que chega a ter 70% do tempo dedicado ao chamado louvor, e a programação de rádios religiosas se complementam, executando à exaustão músicas de cantores já conhecidos e indicando novos artistas. Nomes como Bruna Karla, Arianne e Mariana Valadão surgiram nos últimos cinco anos para renovar o setor, já dominado pela geração de Aline Barros, Cassiane, Fernanda Brum, Kleber Lucas e a banda Oficina G3.

Além da publicidade, o universo evangélico oferece uma extensa rede comercial aos artistas. “Enquanto no mercado secular as lojas de disco se extinguiram, existe uma rede de pequenas lojas no mercado evangélico para a venda de Bíblias, livros e discos”, diz Mauricio Soares, que antes de dirigir o braço gospel da Sony Music, foi diretor da Line Records, gravadora ligada à Igreja Universal do Reino de Deus.

É assim que, impulsionado pela crescente penetração dos evangélicos no país, por produções musicais bem feitas, por artistas que se unem aos fãs por laços religiosos e pelo poder de consumo da nova classe média, o mercado gospel alia fé e louvor para produzir dinheiro, muito dinheiro. Além de um interessante filão para as emissoras de TV  e a salvação para gravadoras que hoje vivem o inferno comercial.
 
Fonte: Veja on Line

terça-feira, 22 de novembro de 2011

OMG News: Diretora da MK Music diz que gravadoras seculares “acabam” com os cantores

Fernanda Brum e Yvelise de Oliveira
A diretora da MK diz que o interesse pelos evangélicos nasceu pela crise no mercado fonográfico que não atingiu o segmento

Em entrevista para o jornal Folha de São Paulo, Yvelise Oliveira, diretora da MK Music, critica as gravadoras Sony e Som Livre que agora passaram a lançar artistas evangélicos.

Para ela essas empresas estão interessadas em explorar o povo cristão já que o mercado fonográfico secular está em baixa.

Quando o jornalista pergunta à diretora da maior gravadora gospel do país sobre o interesse do mercado secular pelo gospel ela responde: “Porque o mercado deles não está bem. Sony, Som Livre… Acharam que nós somos um filão para explorar. Pegam nosso cantor e acabam [com ele], um horror.”

Para exemplificar ela completa a resposta dizendo que a MK tinha uma cantora que vendia 1 milhão de cópias e que agora na Som Livre vende apenas 70 mil. “Mas não é assim que funciona. Há uma linguagem própria. Vendemos nas Lojas Americanas, nas igrejas e também [levas] pequenas, de 20, 25 CDs”, diz.

O mercado gospel realmente tem despertado o interesse de outras empresas, estima-se que este ano a música evangélica movimentou cerca de 2 bilhões de reais. As estatísticas também dizem que enquanto a pirataria afeta 60% do mercado secular, no meio gospel é apenas 15%.

“É um mercado extremamente fiel. Tratam CD como se fosse Bíblia – e não deixa de ser Bíblia cantada. Tem pirataria, mas não como em outros meios”, disse Yvelise.

Com informações Folha de São Paulo

sábado, 1 de outubro de 2011

OMG News: Encerrada a primeira etapa de votação do Troféu Promessas

A próxima etapa dará apenas cinco opções para cada uma das nove categorias

Termina hoje, 30, à meia-noite, o prazo para a votação do Troféu Promessas onde o público pode escolher um, entre 20 artistas, para cada uma das nove categorias entre elas, melhor clipe, melhor cantor, melhor banda, melhor DVD e melhor cantora.

A próxima etapa da premiação vai colocar apenas os cinco artistas mais votados de cada categoria para que o público vote novamente. Essa nova relação será disponibilizada no dia 6 de outubro e estará disponível até a segunda quinzena de novembro. Os votos continuarão a ser computados através do site www.trofeupromessas.com.br ou via SMS.

Os mais votados entre os votos popular serão premiados no dia 6 de dezembro na grande cerimônia da entrega de prêmios que acontecerá na cidade do Rio de Janeiro, ainda sem local definido.

A produção do Troféu Promessas está  sendo realizada pela Rede Globo de Televisão  e pela GEO Eventos, empresa que já realizou grandes turnês internacionais pelo Brasil, inclusive o Festival Promessas, evento promovido em conjunto com a Rede Globo e Som Livre na Praia do Flamengo (RJ).

Fonte: Gospel Prime

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