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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Magno Malta afirma que estão tentando criar um império homossexual no Brasil

Magno Malta
Nesta terça-feira (3) o senador Magno Malta (PR-ES) discursou alertando todos sobre a possibilidade da criação de um “império homossexual no Brasil”. Ele se refere ao PL 122/2006 que criminaliza toda opinião contrária à prática e também aos processos que militantes gays moveram contra o pastor Silas Malafaia.

Pontuando alguns artigos do referido projeto de lei, Malta comenta que há pontos que deixam os homossexuais “intocáveis” enquanto que negros, índios e deficientes físicos não possuem tanta proteção.

“Se você não aluga seu imóvel para um homossexual, ou não aceita o ato afetivo de um casal gay, pega sete anos de cadeia. Se demite ou não admite um homossexual na sua empresa, cinco anos de cadeia. Eu posso não alugar minha casa para um negro, eu posso demitir um portador de deficiência, eu posso não admitir gestos afetivos de um casal heterossexual na porta da minha casa e pedir que eles se beijem em outro lugar, longe dos meus filhos. Mas, se eu fizer isso com um casal homossexual, um simples boletim de ocorrência me levará para a cadeia”.

Durante sua declaração na tribuna do Senado, Magno Malta falou do que ele chamou de “campanha contra o pastor Silas Malafaia” lembrando a todos que assistiam que o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo tem sido processado por se manifestar contra os organizadores da Parada Gay de 2011 que usaram figuras de santos católicos em posições sensuais.

O vídeo do Programa Vitória em Cristo de julho do ano passado foi editado e levado para a procuradoria pelos militantes do movimento gay afirmando que ao dizer que era para a Igreja Católica “baixar o porrete” nos organizadores Malafaia estava incentivando a violência contra os homossexuais.

Com informações Agência Senado

quinta-feira, 15 de março de 2012

OMG News: Projeto quer proibir lutas de MMA na TV; Magno Malta discorda

Anderson Silva, Magno Malta e Minotauro
Por Verdade Gospel

Em discurso no Plenário nesta quarta-feira (14), o senador Magno Malta (PR-ES) criticou o projeto de lei do deputado José Mentor (PT-SP) que proíbe a transmissão de lutas marciais pelas emissoras de televisão (PL 5534/2009).

Segundo Magno Malta, a mistura de artes marciais, conhecida como MMA, cresce mais que o futebol nas TVs.

- É um esporte que está se popularizando. Temos no país o maior lutador de todos os tempos, Anderson Silva – afirmou o senador, lembrando que conhece bem o esporte, já que sua instituição de recuperação de drogados tem um espaço para treinamento de MMA.

Na opinião de Magno Malta, embora a TV tenha muitos programas que ofendem a família brasileira, ninguém tem coragem de apresentar um projeto de proibição. Ele disse que já viu mortes ao vivo em transmissão de automobilismo e fratura exposta em jogo de futebol. O senador questionou por que o deputado não apresenta um projeto proibindo a transmissão desses esportes na televisão. Também criticou o fato de fabricantes de álcool e fumo patrocinarem esportes.

– Mentor, o senhor vai fazer um projeto para proibir o Big Brother Brasil na televisão? O deputado deveria fazer um projeto para proibir homem público de beber – disse o senador.

Segundo Magno Malta, os praticantes de MMA são atletas preparados, “que não tomam nem refrigerante”, e pessoas educadas, que se cumprimentam antes e depois da luta. O senador disse que essas lutas têm tirado centenas de homens das ruas e das drogas e servido de instrumento de ascensão social.

*Com informações da Agência Senado

sábado, 11 de fevereiro de 2012

OMG News: Vereador evangélico explica seu projeto sobre banheiro para gays

Castunista Laerte Coutinho
Por Gospel Prime

O texto tem como objetivo impedir que pessoas sejam constrangidas e também para evitar casos como o cartunista Laerte Coutinho

O vereador Carlos Apolinário (DEM) enviou uma nota esclarecendo os motivos que o levaram a apresentar um projeto de lei para a criação de um banheiro unissex em lugares públicos. Sua proposta foi anunciada na Câmara dos Vereadores de São Paulo e recebeu bastantes críticas assim como diversos elogios.

Apolinário, que é evangélico, explica que o caso do cartunista Laerte Coutinho, 60 anos, não foi o único. “Em outros locais, travestis já entraram em banheiros de uso exclusivo das mulheres, causando constrangimento”, diz o vereador ao explicar seu projeto.

Pensando nesses casos e nas pessoas que ficam constrangidas diante da cena de ver um homem entrando no banheiro feminino foi que o vereador elaborou o projeto de lei. Mas Apolinário também pensa em casos onde uma pessoa minta sua orientação sexual apenas para poder ter acesso ao banheiro feminino.

Ao contrário do que muitos imaginam a proposta não tem como objetivo criar um banheiro gay para que esse grupo não tenha contato com as pessoas declaradamente heterossexuais, mas ser um banheiro unissex onde tanto homens como mulheres possam usá-lo, conscientes de que é um banheiro coletivo.

Veja as explicações do vereador Carlos Apolinário:

POR QUE APRESENTEI O PROJETO QUE CRIA O BANHEIRO UNISSEX:

1º) O cartunista Laerte Coutinho, da Folha de S. Paulo, entrou, vestido de mulher, no banheiro feminino de uma padaria em São Paulo.
2º) Uma senhora, acompanhada da filha de 10 anos, que estava nesse banheiro, reclamou da presença dele.
3º) Laerte, que diz ter dupla identidade sexual, se acha no direito de entrar no banheiro feminino, por estar vestido de mulher e por se sentir mulher.
4º) Em outros locais, travestis já entraram em banheiros de uso exclusivo das mulheres, causando constrangimento.
5º) A coordenadora estadual de políticas para a diversidade sexual, Heloísa Alves, da Secretaria Estadual de Justiça, ligou para o dono da padaria para dizer que ele feriu a lei estadual 10.948/2001, que trata da discriminação sexual, por pedir que o cartunista não usasse mais o banheiro das mulheres.
6º) Mesmo que um homem se sinta mulher, tenha desejo de mulher, se vista como mulher e use nome de mulher, geneticamente ele é homem.

OBJETIVOS DO MEU PROJETO:

1º) Evitar que homens, alegando sua orientação sexual, possam constranger nossas mães, esposas e filhas, frequentando o banheiro feminino.
2º) Afastar o risco de um homem mal intencionado, se dizendo homossexual, vestido de mulher, entre no banheiro das mulheres.
3º) O ideal é que homem use o banheiro masculino e mulher, o banheiro feminino, mas, como nem todos querem agir assim, que haja então o banheiro UNISSEX, para pessoas de qualquer orientação sexual.

O QUE DIZ O MEU PROJETO:

1º) Nos locais onde houver banheiros masculino e feminino, será criado o banheiro UNISSEX, de uso facultativo.
2º) O banheiro UNISSEX poderá ser frequentado por pessoas do sexo masculino e feminino ou de qualquer orientação sexual, entre eles homossexuais, bissexuais e travestis.
3º) Os homossexuais do sexo masculino, além do banheiro UNISSEX, poderão usar o banheiro dos homens.
4º) As homossexuais do sexo feminino, além do banheiro UNISSEX, poderão usar o banheiro das mulheres.
5º) No banheiro UNISSEX, as crianças só terão acesso acompanhadas de seus responsáveis.

Tenho respeito muito grande pela figura humana dos homossexuais, porém muitos deles não respeitam a sociedade nem os bons costumes, e se colocam acima do bem e do mal. É por isso que apresentei este projeto.

CARLOS APOLINÁRIO

terça-feira, 18 de outubro de 2011

OMG News: Deputado cria projeto de lei que proíbe sacrifício de animais em rituais religiosos

O projeto está causando polêmica entre os representantes de religiões afro-brasileiras que acreditam que ele fere a liberdade de culto

Um projeto de lei que será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Estado de São Paulo está gerando polêmica, pois vai proibir o sacrifício de animais em práticas de rituais religiosos.

A proposta do deputado estadual Feliciano Filho (PV), que diz ser cristão e vegetariano, já está sendo considerada como inconstitucional e tem provocado protestos por parte do presidente do Fórum de Sacerdotes do Estado de São Paulo e do Instituto Nacional de Defesa das Tradições de Matriz Afro Brasileira, Tata Matâmoride.

“Já entramos em contato com o presidente da Assembleia para informar que esse projeto é inconstitucional”, diz Matâmoride que cita o artigo V da Constituição, que estabelece que “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias”.

Mas para o deputado “a liberdade de culto vem depois do crime de crueldade”, mesmo assim ele pretende ouvir as pessoas que podem se sentir afetadas com a proposta. “A gente vai tentar porque tem muitos projetos em andamento, quando [o projeto] estiver mais perto da ordem do dia. Mas a proposta não tem vícios de iniciativa e é constitucional”, afirma.

Matâmoride, que também é conselheiro do Fórum Interreligioso da Secretaria de Estado da Justiça e do Comitê de Cultura de Paz da Assembléia Legislativa, afirma que a proposta revela “hipocrisia” e lembra que um projeto parecido foi proposto na cidade de Piracicaba, mas acabou sendo vetado em 2010.

Com informações G1

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