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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Globo decide apoiar mais marchas evangélicas, diz ‘Veja’

Além de apoiar a já tradicional ‘Marcha para Jesus’ em 25 de maio no Rio de Janeiro, a Globo vai abrir espaço na grade para outros eventos evangélicos pelo estado. Informou o jornalista Lauro Jardim em sua coluna no site da Veja.

Divulgação na programação e cobertura jornalística serão feitas também em Nova Iguaçu, São João de Meriti e São Gonçalo, cidades fluminenses.

Fonte: Veja e Verdade Gospel

sábado, 9 de junho de 2012

Record volta atrás e muda regulamento do programa ‘Ídolos Kids’

Cassio Reis, apresentador do programa
O programa ‘Ídolos Kids’ da Record acaba de alterar o seu regulamento para não ser alvo de uma grande polêmica. Durante duas semanas, o termo de responsabilidade assinado pelos pais dizia no item 8 que a participação das crianças no programa poderia “ser explorada de forma pejorativa, vergonhosa ou desfavorável”.

Segundo o jornalista Lauro Jardim, em seu blog na Veja, a Record teve bom senso e alterou o tal item do regulamento. Agora, o ‘Ídolos Kids’ poderá usar as informações das crianças “desde que o referido conteúdo não seja vexatório e prejudicial ao menor”.

Fonte: Veja e Verdade Gospel

sexta-feira, 18 de maio de 2012

PRÁTICA HOMOSSEXUAL É BIZARRA DIZ MARCO FELICIANO

Dep. Marco Feliciano
Segundo Feliciano, os ativistas gays desejam convencer a população de que a homofobia é algo que é praticado por toda a sociedade: “Os ativistas gays conseguem enganar, mentindo, como se fosse verdade de que o Brasil é o país mais homofóbico do mundo. Houve 260 assassinatos de gays em 2010 a maioria eram homens. O assassinato de lésbicas é raro. Os assassinos 90% eram michês que também são gays. Muitos dos crimes atribuídos à chamada homofobia são praticados por… homossexuais”, afirmou Feliciano, citando informação do colunista da revista Veja, Reinaldo Azevedo.

Marco Feliciano ainda mencionou que o número de homossexuais mortos em todo o Brasil em 2010 foi de 260, enquanto que o número geral de assassinatos foi muito superior: “Em 2010 mais de 50 mil assassinatos ocorreram no Brasil. Portanto devemos lutar contra a violência em um todo e não tornar um grupo especial. O PL 122 cria uma ‘casta’ privilegiada, concede direitos especiais há um grupo que quer impor com mão de ferro seu estilo (perigoso) de vida. Sinto muito, muito mesmo pelos 260 assassinatos de gays nesse país. Mas me angustio também pelos outros 49.740 assassinatos”, opinou Feliciano.

O deputado e pastor também criticou o estilo de vida dos homossexuais, e afirmou que a excentricidade deles camufla um vazio: “O cristianismo confronta e revela que esse estilo de vida com luzes, sexo bizarro, plumas e paetês, esconde um grito de socorro que não sai… E [o cristianismo] abre os braços para ama-los aceita-los como seres que precisam de ajuda. O cristianismo ama o homossexual, mas não ama a pratica homo”.

Feliciano ressaltou que a mensagem cristã incomoda os ativistas gays pois “expõe a verdade, toca em suas vidas promiscuas, grita contra suas sodomias e como espelho mostra suas falácias”.Para o pastor da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento, “existe uma conspiração global para desestabilizar a família, desmerecer os valores e criar uma nova ordem mundial onde o moral deve ser abolido. Os ativistas gays encabeçam essa trama”.


Fonte: Gospel+

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Marco Feliciano e Reinaldo Azevedo criticam Marta Suplicy

Por Gospel+ 

O PLC 122/2006 volta a debate nesta quarta-feira (16), quando acontece a Marcha Nacional contra a Homofobia em Brasília. A senadora Marta Suplicy (PT-SP) pediu nesta terça-feira (15) o apoio da população para pressionar pela aprovação da “lei da mordaça”. Marta, que é relatora do projeto de lei, disse que a parcela dos brasileiros que não é homossexual precisa respaldar o texto, que já foi aprovado na Câmara, mas enfrenta resistência no Senado.

A senadora ainda afirmou que há, entre seus colegas parlamentares, uma “maioria silenciosa” favorável ao projeto, ou pelo menos neutra, que não se posiciona por receio de desagradar eleitores. “Essa maioria silenciosa vai se posicionar se a população civil se posicionar a favor do projeto”, disse Marta.

Reinaldo Azevedo, colunista da Veja, crítica à postura de Marta Suplicy e diz que “muitos dos crimes atribuídos à chamada homofobia são praticados por homossexuais”.

O deputado federal, Pastor Marco Feliciano, também se manifestou sobre os preparativos, do que seria, a tentativa final em aprovar o Projeto de Lei. Ele disse através de sua conta no Twitter que sente “muito, muito mesmo pelos 260 assassinatos de gays nesse país. Mas me angustio também pelos outros 49.740 assassinatos”, comentou.

Além disso, o deputado disse que nesta terça-feira (15) acompanhou a movimentação no Senado e na Câmara. Reuniões entre ativistas gays, que segundo ele, “hostilizavam quem era contrário” a prática.

“Existe uma conspiração global para desestabilizar a família, desmerecer os valores e criar uma nova ordem mundial onde o moral deve ser abolido. Os ativistas gays encabeçam essa trama, percebam que falo dos ativistas e não dos homossexuais em geral. Mas sim dos que odeiam o cristianismo. Pois o cristianismo expõe a verdade, toca em suas vidas promiscuas, grita contra suas sodomias e como espelho mostra suas falácias. E abre os braços para ama-los aceita-los como seres que precisam de ajuda. O cristianismo ama o homossexual, mas não ama a pratica homo”, conclui o pastor.

Leia o comentário de Reinaldo Azevedo aqui.

domingo, 6 de maio de 2012

Domingo Espetacular mostra a influência de Carlinhos Cachoeira sobre a revista Veja

Carlinhos Cachoeira
Do R7, com Domingo Espetacular

O jornalístico da Record teve acesso às gravações de telefonemas entre o bicheiro Carlinhos Cachoeira, preso acusado por 15 crimes de contravenção, o diretor da revista Veja em Brasília, Policarpo Júnior, e mostra o esquema em que o contraventor controlava o que seria publicado na principal revista da editora Abril.

Os documentos a que o Domingo Espetacular teve acesso com exclusividade trazem provas de que as informações trocadas entre Cachoeira e o diretor da Veja resultaram ao menos em cinco capas da revista de maior circulação do país.

As gravações registram ainda que a influência esbarra em outras esferas do poder, como na pressão para demissão da cúpula do Ministério dos Transportes, que havia se desentendido com um dos aliados do contraventor, a construtota Delta. Por meio do que Cachoeira passava para ser publicado na Veja, vários funcionários do ministério foram afastados.

Cachoeira se orgulha de “plantar” notícias na Veja em benefício próprio e sabe até quando determinadas matérias sairão.

Veja a transcrição de alguns trechos dos diálogos.

A revista ainda não se manifestou com clareza em relação ao caso. O diretor de redação da Veja, Eurípedes Alcântara, publicou na Internet artigo sem citar nomes em que afirma que “ter um corrupto como informante não nos corrompe”.

A reportagem do Domingo Espetacular ouviu especialistas, que registraram grave problema ético no tipo de jornalismo praticado pela Veja diante de tantas ligações criminosas.

O professor Laurindo Leal Filho, da USP, avalia que o controle da publicação não pode ser da fonte.

— O jornalista pode e deve falar com qualquer tipo de fonte desde que tenha o controle sobre a publicação e a matéria que ele está fazendo. Quando ele oferece à fonte o controle (...), ele rompe os limites éticos.

O presidente da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), Celso Schroder, critica o envolvimento da Veja no escândalo do Cachoeira.

— Nesse caso, houve uma relação promíscua muito intensa, unilateral.

O deputado federal Fernando Ferro (PT-PE) acredita que a CPI do Cachoeira, que começou os trabalhos na semana passada em Brasília, deve convocar não apenas o jornalista Policarpo Júnior, mas também o responsável pela editora que publica Veja, Roberto Civita.

— Na minha opinião, ele é o principal responsável. Ele é o dono dessa revista, e ele operou com vontade. Veja a matéria:


domingo, 8 de abril de 2012

Um dos mais importantes jornalistas da ‘Veja’ defende Pr. Silas


Por Verdade Gospel
 
A defesa do jornalista Reinaldo Azevedo (Foto) é tão sensacional, e de uma lucidez fenomenal, que o pastor Silas Malafaia determinou que o Verdade Gospel não coloque nenhuma palavra do jornalista, para que você acesse direto na reportagem e deixe seu comentário lá.

*São duas matérias:

- Quando “pau” é apenas uma metáfora! Ou: Será que Malafaia cometeu um crime?

- Intolerância religiosa, a nova face da “vanguarda do atraso”

*Leia as duas matérias na mesma ordem para você entender o segundo post.


Pastor Silas Malafaia comenta:

Nem eu mesmo consegui me defender com tanta precisão e clareza como Reinaldo Azevedo me defendeu. Queremos honrar a quem merece, pela maneira justa e honesta como se posiciona em suas colocações.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Veja publica matéria sobre música cristã no Brasil

Fernanda Brum, Aline Barros e Oficina G3, que fazem parte do cast da MK Music, estão na revista Veja desta semana - uma das publicações mais lidas e influentes no Brasil. A edição 2098, que chegou às bancas no sábado 31/01, trouxe matéria sobre a música religiosa no país.
Em seis páginas, os repórteres Marcelo Marthe e Sérgio Martins analisam o segmento católico e evangélico, a sua força e alguns de seus principais representantes. A MK é a única gravadora com três nomes em destaque.
“Enquanto a indústria fonográfica laica se encontra estagnada, esse mercado – tanto em sua vertente católica quanto na evangélica – desconhece a crise. E, aos poucos, demole o muro que o separa das paradas”, afirmam os jornalistas.
Marthe e Martins definem a cantora e pastora Fernanda Brum como “uma artista de opiniões fortes”, dão ênfase ao seu engajamento em causas como o antiaborto e ressaltam sua postura ministerial. "Não conto moedas, penso apenas nas almas que salvei", explicou Fernanda Brum.
A cantora e pastora Aline Barros é apontada pela Veja como o maior fenômeno da música evangélica. E credita ao seu ministério a quebra de algumas barreiras culturais. "Nós, evangélicos, somos pessoas normais que simplesmente decidiram viver para Jesus de forma linda. Para mim, isso é um privilégio", compartilhou Aline Barros.
“Um conselho para quem depara com os integrantes do Oficina G3: desconsidere as tatuagens, os cabelos compridos e o som pesado, que fazem com que o grupo angarie fãs até entre os adoradores do Metallica. Juninho Afram (guitarra), Duca Tambasco (baixo), Jean Carllos (teclados) e Mauro Henrique (vocais) são bons meninos”, definiu a publicação, que também deu ênfase à qualidade musical da banda.
A revista dedicou também um parágrafo a shows e programações. E ressaltou o Louvorzão, que é organizado pelo Grupo MK de Comunicação: “No lado evangélico, não faltam eventos de grande porte. Festivais como o Louvorzão, realizado no Rio de Janeiro, chegam a reunir 150 000 jovens”.

Fonte: Elnet

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