sexta-feira, 15 de junho de 2012

Câmara de BH autoriza compra de rua para construção do novo templo da Batista da Lagoinha


Vista aérea do complexo da lagoinha

A Igreja Batista da Lagoinha conseguiu a aprovação do projeto de lei 1.802/2011 que permite que um trecho da rua Ipê seja usado para a ampliação do templo.
O projeto é de autoria do vereador João Oscar (PRP), membro da IBL, que acredita que o trecho em questão não tem função de via de trânsito. A Câmara de Belo Horizonte aprovou o projeto no final de maio reacendendo a polêmica sobre a venda e permuta de ruas na capital mineira.
“Imagina uma mesa como se fosse um terreno completo. Imagina um traço no meio dessa mesa, é como a rua Ipê na área de 35 mil metros da Igreja da Lagoinha. Parte da rua está dentro do terreno da igreja, por isso é necessário um projeto de lei para a obra de ampliação”, disse o vereador.
O projeto de ampliação da IBL tem como objetivo criar uma sede onde caibam 30 mil pessoas, atualmente o templo recebe 6.000 pessoas por culto. Para elaborar esse projeto o vereador evangélico precisou consultar algumas secretarias municipais como a do Meio Ambiente e a de Regulação Urbana.
“É óbvio que ser for posto um templo para 30 mil pessoas vai criar um impacto maior, mas isso vai ser discutido depois. Hoje, quando tem culto de domingo, vão para lá cerca de 10.000 pessoas e a igreja comporta apenas 6.000. A Batista da Lagoinha tem quase 47 mil fiéis”, afirma João Oscar.
Apesar de ter recebido o voto favorável de 29 vereadores, a proposta gera polêmica porque os projetos de alienação de terrenos estão na mira do Ministério Público Federal, tanto que no dia 1º de junho o órgão recomendou que a prefeitura retirasse um projeto que prevê a apropriação de 120 áreas públicas da capital mineira.
Pelo que foi decidido, a Igreja Batista da Lagoinha poderá comprar essa parte da rua Ipê ou trocá-lo por um outro terreno, mas caso o pagamento não seja realizado no prazo estabelecido será cobrado multas e outras correções.
Com informações UOL

Mulher Melão revela que foi criada em igreja evangélica e até cantou no coral


Mulher Melão

Por Gospel Prime

Renata Frisson é uma modelo e funkeira mais conhecida pelo apelido de “Mulher Melão”. Em uma entrevista ao site Globo.com, ela contou que já foi muito maria-chuteira e que vem de uma família muito religiosa. Ela nasceu em Balneário Camboriú, em Santa Catarina e foi para o Rio após receber um convite para desfilar no carnaval.
Aos 26 anos, ela lembra que não avisou aos pais que vinha, gostou da cidade e resolveu ficar.
“As pessoas acham que porque eu canto funk e uso roupas curtas nos meus shows, que eu não tenho família. Pelo contrário… Minha família sempre foi de classe média e eu sempre tive tudo do bom e do melhor. Estudei em escola boa e nunca passei necessidade. Meu pai é engenheiro elétrico e minha mãe professora. Minha família é evangélica e segue a risca a religião. Nos fins de semana eles nem ligam televisão e vão semanalmente ao culto. Eu que sempre fui a ovelha negra da família. Sou cristã, mas não dou conta de seguir religião. Desde novinha minha mãe dizia que era pecado ir à boate. Com 15 anos, eu pegava a identidade da minha irmã e quando todo mundo dormia e eu saia na pontinha do pé e voltava antes de eles acordarem. Já aconteceu dos meus pais me encontrarem chegando: eu levava uma surra e ficava de castigo”, revela.
Contou ainda que foi expulsa do coral da Igreja por beijar um garoto “Eu perdi a virgindade tarde, aos 16 anos. Antes disso, dava muito beijo na boca e meus pais reclamavam muito. Uma vez quando em cantava em um coral da igreja, fui expulsa porque beijei um menino na boca. Tinha 12 anos. Tá vendo por que fiquei revoltada? Eu até tentei entrar pra igreja, mas me expulsaram”, disse, aos risos.
Renata revelou que as próteses de silicone que a fizeram ficar conhecida como Mulher Melão foram um presente da mãe. “Coloquei prótese em 2006. Nunca tive muito peito e tinha emagrecido muito. Minha mãe me via triste e resolveu me dar esse presente. Sou muito feliz com meus seios”. Mas isso não significa que a família foi contra a profissão de cantora de funk, mas que nunca parou de falar com ela.
“Quando desfilei de peito de fora, minha família viu na internet e foi um escândalo. Até hoje eles não aceitam. O sonho da minha mãe é que eu volte pra casa, mas amo minha profissão e sigo meu sonho. Eles nunca pararam de falar comigo, mas brigávamos muito. O que eu fiz foi uma afronta para minha família, mas não me arrependo de nada. Meu começo foi bem louco, mas não tenho o que reclamar, pois estou fazendo minha história… Meus pais nunca escutaram uma música minha. Não tenho coragem de mostrar, pois respeito muito a religião deles e não vou agredir as pessoas. Não gosto de chocar muito em casa. Minha mãe vai ficar brava se ouvir a filha cantando o que eu canto. Prefiro ficar lindinha, fofinha, ao lado dela, para ela não ficar preocupada. Sou uma filha certinha e falo todo dia com minha mãe”, justifica.
Por fim, contou que apesar do jeito, considerado “louco” por muitos, a funkeira garante que é natural: “Eu sou espontânea assim no meu dia a dia, mas não sou louca no sentido ruim da palavra. Sou super do bem e só corro atrás da minha felicidade e do meu sonho. Sempre tive uma base familiar e princípios, nunca passei por cima de ninguém e nunca fiz maldade com ninguém, só faço o bem e colho o bem”.

Jean Wyllys diz que bancada evangélica atua perseguindo homossexuais e religiões africanas


O deputado federal Jean Wyllys (PSol-RJ) concedeu uma entrevista ao jornal Correio Braziliense em que fala sobre seus confrontos com a Frente Parlamentar Evangélica. Estes se dão principalmente nas discussões sobre o projeto que criminaliza a homofobia (PLC 122) e sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) que institui o casamento civil de pessoas do mesmo sexo.
Wyllys afirmou que a bancada evangélica trabalha para perseguir não só os homossexuais, mas também as religiões minoritárias, de raiz africana. “Eu não quero isso para o Brasil. Nós conquistamos a democracia a muito custo, e eu não quero deixar que essa gente ameace a nossa Constituição Cidadã”.
Ressaltando que “não é inimigo dos evangélicos”, ele acrescenta que “o movimento LGBT é inimigo dos fundamentalistas evangélicos”, diz, associando os parlamentares cristãos a religiosos ‘fundamentalistas’, mas ressalvando que existem exceções a essa ‘regra’.
Segundo a matéria da publicação da capital federal, o deputado tem boa disposição para a briga e conseguiu se posicionar em boa parte das polêmicas da casa. “A política é o espaço para o enfrentamento”, confirma o deputado pró-LGBT.
Jean Wyllys disse que fez parte da pastoral da Igreja Católica, mas aos 16 anos se afastou em virtude de sua sexualidade, quando assumiu ser gay.
Participante da edição de 2005 do reality show Big Brother Brasil, ele disse que sua vida ficou muito exposta a partir do programa veiculado pela TV Globo. Apesar de tentar fugir do universo das celebridades, Heloísa Helena, presidente nacional do PSol, o convidou para entrar na vida política.
“Uma amiga nos apresentou e falou que eu tinha de aproveitar o capital de popularidade (…) Relutei durante um tempo (…) mas deu tudo certo”, revelou.
Dizendo atuar na experiência nova de expandir a pauta dos direitos humanos para conter as reivindicações da comunidade homossexual, ele acha que as chances de a PLC 122 ser aprovada são pequenas, pois ela implica em limitar a liberdade de expressão. Para ele, as chances do projeto ser aprovado é menor do que a PEC do casamento civil entre homossexuais.
Segundo o militante das causas pró-homossexuais, a questão é uma pauta crucial da democracia. “Aqui no Brasil as pessoas tentam minimizar essa pauta como se fosse uma coisa de veado. Não é, é da sociedade”, opina.
Wyllys ainda não se decidiu se irá se candidatar a novos cargos políticos e diz que apesar de sua bandeiras não trazerem votos, ele se sente útil e não tem medo de não ser reeleito.

Anderson Silva confessa que “conversou com Deus” antes de luta


por Leiliane Roberta Lopes

O lutador de MMA, Anderson Silva, disse em uma entrevista para a revista Rolling Stone que conversa com Deus e que às vezes faz isso enquanto luta dentro do octógono.
Pode parecer estranho, mas o campeão dos médios do UFC testemunha que pediu para que Deus fizesse “a Sua vontade” enquanto lutava contra Chael Sonnen, o americano com quem duelou em 2010. “Estou sempre conversando com Deus, o tempo todo. Na luta com Sonnen, eu olhei para cima e falei: ‘Seja feita a Sua vontade, e não a minha’. E acabou do jeito que acabou”.
Nessa ocasião o brasileiro conseguiu finalizar a luta, e vencer, no segundo round depois de apanhar muito do lutador americano. “Depois, estava no quarto, orando e pedindo uma resposta: ‘O que Você quer comigo?’. Aí o tempo passou, as coisas foram acontecendo e vi que o que Ele quer é que eu sirva de exemplo.
‘Cara, sua responsabilidade é grande, é mais do que ser campeão do UFC’. As respostas não vêm de imediato, mas, quando vêm, são claras. Se eu digo isso, vão dizer: ‘Esse cara é maluco’, mas é exatamente assim que me sinto.”
O relato sobre a vida religiosa de Anderson Silva foi transcrito pela coluna de esporte do portal UOL que destacou outras partes da revista do mês de julho que traz o próprio lutador na capa vestido de Michael Jackson.
Silva não é o primeiro pugilista a citar suas experiências religiosas para a imprensa, muitos outros lutadores de MMA não escondem que a fé é extremamente importante para que eles consigam não só se manter no esporte, como também superar as dificuldades da profissão e ainda se tornarem vencedores.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Pesquisas revelam os perigos de famílias com pais homossexuais

Dois estudos divulgados na última semana contrariam as ideais amplamente divulgadas que famílias com dois pais ou duas mães gays são iguais – ou talvez melhores que – casais tradicionais.

“A alegação empírica que não existem diferenças notáveis ​​devem desaparecer”, acredita o professor de sociologia na Universidade do Texas, Mark Regnerus ao publicar seu estudo na revista científica de Ciências Sociais.

Usando conjunto de dados de entrevistas com cerca de 3.000 adultos jovens selecionadas aleatoriamente, Regnerus dividiu os dados em 40 tipos de grupos, considerando os resultados sociais, emocionais e de relacionamento. Ele descobriu que, quando comparados com adultos criados em casais tradicionais, as pessoas criadas por duas mães lésbicas tiveram resultados negativos em 24 das 40 categorias, enquanto os adultos criados por pais gays tiveram resultados negativos em 19 categorias.

Mark Regnerus norteou outro estudo de impacto na sociedade pela pergunta: “Qual a diferença dos adultos criados por pais homossexuais?”. A resposta, tanto na literatura acadêmica quanto no imaginário do público americano, provou ter mudado drasticamente nos últimos 15 anos.

Durante um evento promovido pelo Institute for American Values, ele mostrou que no final da década de 1990, famílias heterossexuais eram “consideradas o melhor ambiente para crianças”. Agora, já predomina a noção de que não há “nenhuma diferença significativa” na criação de crianças por casais gays. Finalmente, ele mostra que existe uma tendência crescente de afirmar-se que crianças “podem ser melhores se forem criadas por um casal gay”.

Embora existam pouquíssimas evidências que poderiam comprovar essa conclusão, defensores do casamento homossexual e da adoção gay declararam que isso já está provado. Segundo o professor Regnerus, o material mais famoso sobre esse ponto de vista foi publicado em 2010, assinado pelos cientistas sociais Judith Stacey e Timothy Biblarz, que afirmaram que pais homossexuais são iguais ou melhores do que as estruturas familiares tradicionais. O artigo já foi usado inclusive em tribunais norte-americanos em julgamentos de casos de adoção e raramente é questionado.

Os novos estudos de Regnerus foram desenvolvidos para reexaminar essa questão. Ele lembra que muitos estudos acadêmicos utilizam a chamada “técnica bola-de-neve”, que usam amostragens pequenas para fazerem projeções maiores. O problema com essa abordagem popular é que ela restringe as entrevistas a uma fatia do público que são muito próximos em termos de educação, renda e posição social, resultando em uma compreensão limitada.

Em busca de um novo padrão, Regnerus e sua equipe entrevistaram 15.088 pessoas. Destas, 175 pessoas foram criadas por um casal de lésbicas, e 73 que foram criadas por pais gays.

Regnerus afirma que as crianças do estudo raramente passaram a infância inteira na casa de seus pais gays e seus parceiros. Por exemplo, 57% das crianças passaram mais de 4 meses com mães lésbicas, mas apenas 23% passaram mais de 3 anos com elas. Por fim, Mark Regnerus buscou responder se crianças com os dois pais gays percebiam desvantagens quando comparadas com crianças criadas por seus pais biológicos.

Crianças com pais em relacionamentos homossexuais tiveram baixo desempenho em quase todos os quesitos. Um dado é particularmente preocupante: menos de 2% das crianças de famílias biológicas convencionais sofreram algum tipo de abuso sexual, mas o número correspondente às crianças de casais homossexuais é de 23%. Além disso, 14% das crianças de casais homossexuais passaram algum tempo em abrigos governamentais, comparado com 2% da média nos EUA. Os índices de prisão, uso de drogas e desemprego são bem maiores dentre filhos de casais homossexuais.

O estudo de Regnerus parece responder à questão hoje tão debatida, se crianças criadas por casais homossexuais são diferentes: está claro que sim. De fato, a maior conclusão do relatório não é de que famílias homossexuais sejam negativas, porém é mais uma afirmação de que famílias biológicas pai-mãe são mais positivas.

Mesmo assim, Regnerus adverte que sabe das críticas que receberá e que seu estudo não tenta “minar os argumentos” de quem defende os direitos dos homossexuais, nem deseja ligar os resultados de adultos problemáticos unicamente à paternidade gay. Seu objetivo é gerar mais discussão e possíveis novas pesquisas sobre a parentalidade gay.

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Fonte: Gospel Prime

STF inocenta e encerra caso contra Estevam e Sônia Hernandes

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) emitiu nesta terça-feira (12) o Habeas Corpus (HC 96007) decidindo, por unanimidade, encerrar o caso contra o casal Estevam e Sônia Hernandes, fundadores da Igreja Apostólica Renascer em Cristo. Com isso, eles que respondiam a processo na Primeira Vara Criminal da capital paulista foram inocentados da acusação de comandarem uma suposta organização criminosa que “se valeria da estrutura de entidade religiosa e de empresas vinculadas para arrecadar grandes valores em dinheiro, ludibriando os fiéis mediante variadas fraudes, desviando os numerários oferecidos para determinadas finalidades ligadas à igreja em proveito próprio e de terceiros”.

Além disso, o casal eram acusado de “lucrar na condução das diversas empresas, desvirtuando as atividades eminentemente assistenciais e aplicando seguidos golpes”.

Segundo a defesa dos Hernandes, a Lei 9.613/98 afirma que para se configurar o crime de lavagem de dinheiro é necessária a existência de um crime anterior, que a denúncia aponta ser o de organização criminosa. Para o advogado Luiz Flávio Borges D’Urso, contudo, não existe no sistema jurídico brasileiro o tipo penal “organização criminosa”, o que exige a extinção da denúncia.

“É um processo que traz efeito sobre todos os processos relacionados a ‘organização criminosa’. O Supremo entendeu que não existe essa figura ‘organização criminosa’ na legislação. É uma decisão histórica”, explica D’Urso.

Fonte: Gospel Prime

Silas Malafaia: ‘ilustres desconhecidos me atacam’

Pr Silas Malafaia
Não é de hoje que a internet virou um campo de “terra de ninguém”, onde ilustres desconhecidos, que se tornaram críticos vorazes, e usam todo tipo de instrumento para caluniar, difamar, denegrir, e criar toda espécie de mentira para destilar o ódio que tem daqueles que conquistaram um espaço dado por Deus na grandiosa seara evangélica. São pessoas frustradas, recalcadas, invejosas, onde o sucesso dos outros incomoda muito mais do que seu fracasso ou mediocridade.

Virou moda no meio evangélico falar daqueles que, unicamente, por bondade e misericórdia de Deus, conquistaram um espaço. Gente cheia de ódio, querendo dar lição de moral, pessoas que não tem nenhuma notabilidade ou reconhecimento em nossa comunidade e que querem crescer a custa da história dos outros, e não de sua própria história. Tenho que rir, ha ha ha ha. Gente falando da minha vida, que eu nunca “vi nem mais gordo, nem mais magro”.

Para estes, deixo Mateus 7:1 “não julgueis, para que não sejais julgados”, e Lucas 6:38b “porque com a mesma medida que medirdes, também vos medirão de novo”.

Como não têm o que falar da minha moral, chegam às raias de profetizar – porque a boca fala o que o coração está cheio – de que eu vou cair em pecado. Desconfio que alguns chegam a orar por isso, mas declaro que nenhuma arma forjada contra mim prevalecerá. Tudo o que falo, todas as minhas ações, são exaustivamente monitoradas. Segundo eles, virei a palmatória do mundo evangélico. Tenho que falar e comentar tudo, se eu deixar passar alguma coisa é porque fui comprado ou fui omisso. Mais uma vez tenho que rir, ha ha ha ha.

Há poucos dias, lancei um desafio para aqueles que dizem que mudei a minha teologia e que agora eu sou da teologia da prosperidade. Coloquei uma mensagem no ar: “uma vida de prosperidade”, que pode ser vista na íntegra, no fim deste artigo. Esta mensagem representa a minha convicção teológica sobre prosperidade. Os desafiei a contraditar na Bíblia, e até agora não apareceu um, a não ser bravatas, calúnias, argumentações filosóficas, e pasmem: montagem de vídeos com minhas falas, se utilizando de parte de mensagem, igualzinho aos ímpios inescrupulosos fazem quando querem difamar alguém. Em uma dessas, o filho do diabo – porque não pode ser crente – pegou um pequeno trecho de uma mensagem que preguei na Assembleia de Deus do Bom Retiro quando afirmei: “vai pregar prosperidade na África que eu quero ver”. Em que sentido eu estava falando isso? Sobre o besteirol teológico que diz que todos vão ficar ricos, e se você não tem algo é por não ter fé, e vai por aí a fora.

Continuo desafiando quem vai me contraditar na palavra de Deus! Se você não acredita em prosperidade é problema seu. Em síntese, prosperidade é obedecer as leis de Deus. Aconselho você a ler Salmo 1:1-3, Salmo 112:1-3, Lucas 6:38, II Coríntios 9, Provérbios 11:24,25, II Crônicas 26:5, Malaquias 3:8-10, Salmo 35:27, e tem muito mais.

A você que está lendo este artigo, analise quem são estes ilustres desconhecidos que me atacam! O que eles têm feito em prol do evangelho? Que riscos já correram por suas posturas em defesa da igreja? Sou pastor há 30 anos, casado com a mesma mulher, membro da mesma igreja, há 25 anos abdiquei do salário de pastor, não que seja pecado ou ilegal, pelo contrário, tremendamente honroso. Meu último salário como pastor foi o equivalente a 5 salários mínimos. Fiz isso por uma visão que Deus me deu para poder ter independência total. Se tiver que receber salário de novo não hesitarei, e a Igreja que sou pastor sabe honrar os ministros do evangelho. Você não tem ideia das privações que passei.

Estão falando de que? Por que Deus tem me abençoado? Honrado a minha fé e fidelidade? O que sabem a respeito da minha liberalidade? Estão com raiva porque ganhei um carro blindado de presente, e os invejosos nunca ganharam uma roda de bicicleta? Estão com raiva porque ganhei de presente um relógio de ouro, e os invejosos nunca ganharam um relógio do Paraguai?

Este tipo de gente quer ver pastor mendigando, e terrivelmente dependente. Vai ler na Bíblia como Deus tratava o sacerdote no antigo testamento, e a conexão entre o antigo testamento, e o novo testamento em I Coríntios 9. Tenho a perfeita consciência que apesar dos meus defeitos e limitações, Deus tem me levantado neste tempo como uma voz profética e apologética. Não preciso provar nada para ninguém, o meu ministério e a minha vida são testemunhos do que Deus tem feito. Tenho sido ameaçado, caluniado, difamado, investigado por Ministério Público e Receita Federal, monitorado 24 h para ver se cometo algum deslize, inclusive pelos que se dizem irmãos, mas quero afirmar que estas coisas não me desanimam, pelo contrário, é um verdadeiro combustível para continuar e ter a convicção de que estou no caminho certo, pois só atiram pedra em árvore que dá fruto. E a maior prova de que Deus está me usando é que quando eles estão falando de mim, é porque reconhecem o meu ministério, se não, não falariam.

Só resolvi escrever este artigo para proteger os fracos, e os novos na fé, para não serem envenenados pelos ilustres desconhecidos invejosos. Para o maior caluniador, que é o diabo, e aqueles que se deixam ser usado por ele, e para você, meu irmão, que tem discernimento espiritual, declaro: ATÉ AQUI ME AJUDOU O SENHOR!

Benny Hinn publica carta e agradece reconciliação em site

Por Gospel Prime 
Após se reconciliar com sua ex-esposa Suzanne, o teleevangelista Benny Hinn diz que Deus curou sua família “de um modo notável e milagroso”.

Em uma carta aberta publicada em seu site esta semana, Hinn disse que ele e Suzanne submeteram-se a “aconselhamento e supervisão” para melhorar seu relacionamento e agora estão “mais unidos do que nunca”.

Ele disse que os últimos três anos, antes e após seu divórcio, foram “dolorosos” e admitiu que o excesso de trabalho contribuiu parcialmente com sua separação.

“O que eu não sabia era que o processo de ministrar em todo o mundo teria um custo muito maior no meu casamento que eu poderia imaginar”, escreveu Hinn. ”Já cheguei a acreditar que meu ministério vinha antes de minha família, mas agora percebo que eu estava errado. Deus vem primeiro, depois a família, e só então o ministério.”

Os dois foram casados por mais de 30 anos. Hinn também revelou que sua ex-mulher era viciada em medicamentos controlados algo que, segundo ele, também contribuiu para seus problemas conjugais.

“Ela se tornou dependente há quase 15 anos, e os medicamentos a faziam se comportar de forma inesperada, às vezes”, explicou. ”Eu não sabia da gravidade de sua dependência destes medicamentos, nem compreendo perfeitamente quantos danos eles estavam provocando nela, física e emocionalmente.”

Suzanne foi liberta durante uma cruzada de Benny Hinn no Betty Ford Center, em 2010 e hoje está “totalmente livre” de seu vício. Hinn disse ainda que ela pediu o divórcio em 2010 “porque estava em uma profunda crise emocional e física”. Em sua carta, ele agradeceu os fiéis por suas orações e garantiu que o seu ministério vai continuar, e terá Suzanne ao seu lado para o resto da vida.

Contudo, no final de sua carta, Benny Hinn fez uma correlação entre as perdas que sofreu em sua vida com a questão da prosperidade prometida, segundo ele, aos cristãos obedientes.

Como a chamada teologia da prosperidade voltou a ser muito debatida nesses anos de crise econômica americana, rapidamente vários comentários teológicos forma feitos sobre o fato de Benny Hinn estabelecer uma espécie de condição para a benção divina. Em especial, pelo impacto que seus ensinamentos ainda têm em todo o mundo, graças a suas cruzadas milagrosas e programas de TV.


O que motivou a polêmica é a porção de sua carta que diz;

“A prosperidade não é um acidente. Prosperidade é uma promessa de Deus. Somente quando obedecemos é que Ele nos abençoa e recompensa e então a prosperidade vem… Peço que você plante uma semente generosa em nosso ministério este mês…  Assim, poderei orar por você pedindo três milagres específicos:

- Que cessem todas as perdas em sua vida.

- Que você tenha uma restauração total em suas finanças, sua vida e sua família. Deus irá devolver o que o gafanhoto comeu (Joel 2:25)

- Que a abundância total chegue até você.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Mais de 800 mil pessoas na gravação do #CREIO CD/DVD DO DIANTE DO TRONO

A abertura
O pastor-presidente da Igreja Batista da Lagoinha (IBL), Márcio Valadão abre, às 17h15, a programação de gravação do 15º CD e DVD do Diante do Trono, ministrando ao público que começava a chegar ao Sambódromo, local da gravação, o texto bíblico de João 3.16. Em seguida, ora pelo evento, incentivando todos a clamarem pelo país, em grupos de quatro pessoas. “Você está aqui como adorador e, não como espectador”, disse. Ele também pede que todos intercedam pelos profissionais que trabalham no evento (equipes de som, filmagem, músicos, cantores etc.). Neste momento, muitas pessoas já estão nas primeiras arquibancadas e milhares começam a chegar da “Marcha para Jesus” (evento este que antecedeu a gravação).
O pastor Felippe Valadão, esposo de Mariana Valadão, começa a louvar com a canção “Ao Único” (Asaph Borba) e a multidão que estava sentada levanta as mãos em adoração. Em seguida, ele canta “Me Ama” (DT 14) e o público vibra muito, cada vez mais rendido. “Cante para o irmão que está ao seu lado: Ele te ama.” A partir daí, ele relembra hinos antigos, tais como: “Amigo Fiel” (DT 2), “Porque Ele vive” e “Segura na mão de Deus” (Corinhos evangélicos).
No exato momento em que o pastor Felippe termina o refrão, pastores se ajoelham no palco para orar, na respectiva ordem: Jonatas Câmara (Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Amazonas – Ieadam), Márcio Valadão, Marcio e Márcia Cordovil, Nilson Cardoso e apóstolas Joice Alexandre e Leonete Cunha, do Ministério Internacional da Restauração – MIR. Todos clamam pela salvação da cidade e restauração dos lares. Uma das orações mais intensas foi a da apóstola Joice: “Os céus de Manaus proclamam a restauração das famílias.” No intervalo de cada oração, Felippe canta “Milagres” (André Valadão) e “Hosana” (versão Mariana Valadão).
Quando Joice termina, o pastor Márcio Valadão traz mais cinco pastores para interceder, enquanto Felippe Valadão canta “Poderoso Deus” (Santa Geração). Pastor Márcio ora para que Deus derrame unção sobre o público: “Nesta noite, queremos manifestar a glória do Senhor. Que você possa sair daqui de um modo diferente, com o brilho do Senhor no seu rosto. A luz resplandece nas trevas e as trevas nunca prevalecerão sobre a luz.” Entra o pastor Felippe cantando hinos antigos como “Eu Navegarei”. Após o refrão, o pastor Márcio fala sobre o amor de Deus e pede ao público que proclame o Salmo 23. “A Palavra diz que Cristo amou a Igreja. Fomos comprados pelo seu sangue.” Às 19h, Felippe canta “Aleluia” (apenas aleluia, repetidamente), formando um coro de muitas vozes. Com o violão ao fundo, pastor Márcio intercede por proteção e segurança durante a gravação, enfatizando que, em 15 anos, nunca houve um incidente durante as gravações.
Neste momento, o presidente do Ministério Internacional da Restauração (MIR), apóstolo Renê Terra Nova, amigo pessoal da família Valadão, sobe ao palco para orar. Com base no tema/nome do CD e DVD “Creio”, ele pede ao público que profetize: “Eu creio que estou debaixo de céus proféticos. Eu creio na salvação de Manaus. Eu creio que faço parte do avivamento.”
Nova troca de pastores, desta vez, com vereadores, deputados e senadores evangélicos, mais a diretoria da Ordem dos Ministros Evangélicos do Estado do Amazonas (Omeam). Cada um veste uma camisa vermelha com uma letra, que forma a frase “Eu creio na unidade”. O Presidente da Omeam, pastor Valdiberto Rocha, pede que todos orem pelos irmãos parlamentares e para que Deus coloque um homem segundo o coração Dele na presidência do Brasil. “Quando o justo governa, o povo se alegra (Provérbios 29.2).” Ele ainda fala sobre a importância da unidade da Igreja e cita o Salmo 133: “Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.”
Em seguida, o apóstolo Renê Terra Nova volta ao palco para informar que 19 trios elétricos fecharam as duas vias de uma das principais avenidas de Manaus, a Djalma Batista, com o recorde total de 750 mil pessoas – tal marca jamais foi registrada nas 18 edições anteriores da Marcha para Jesus. Em 2011, 600 mil pessoas marcharam. O público vibra com a notícia e o pastor Márcio Valadão entoa “Jesus Cristo, eu te amo”. Com o fim do refrão, em meio às palmas, todos gritam “Jesus” várias vezes. Antes de descer do palco, ele conclui: “Eu creio que Manaus será a melhor gravação que o Diante do Trono já fez.” (Nesse momento o público vibrou muito.)

Ana no palco
Às 19h50, todos os músicos, com exceção de Ana Paula Valadão, entraram no palco e começam a cantar “Águas Purificadoras” (DT 3). Ela entre em cena durante o refrão, e muito aplaudida, caminha pela passarela montada em meio ao coral em formato de “D” (logo que representa o Ministério Diante do Trono). “Estamos como quem sonha. Há três anos Manaus está no nosso coração e nos sentimos tão acolhidos. Queremos agradecer a cada pessoa, a cada servo que se dispôs a ajudar.” A pastora Ana Paula pede a colaboração de todos para a parte técnica, com a gravação dos aplausos e gritos de júbilo. “Vocês só vão entender quando assistirem ao DVD.”

A gravação
Às 20h25 a banda inicia a primeira música, “Toma o Teu lugar”, mas Ana Paula se emociona com a coreografia do coral e interrompe a gravação. “Estou muito emocionada! Quem fez essa coreografia? Foi o coral? Vocês estão lindos!”. Ela pede ao coral para mostrar as ondas com as mãos. “Como é que vocês fizeram? Isso é uma onda? É a onda do rio de Deus!”. Ela ri e dá o sinal para recomeçar a gravação. A percussão agita o público, com muitas batidas, como um sinal de guerra.

Uma homenagem musical
Para priorizar o ritmo da região, os músicos utilizaram a percussão – sempre com batidas fortes e marcantes para lembrar a emissão dos sons da floresta, ou seja, das tribos indígenas. Em uma das coreografias do coral, na música de abertura, lembrou os banzeiros dos rios amazônicos – é como são chamadas as “ondas” ou “marolas” provocadas pelo vento ou pela passagem de navios e barcos.
Em seguida, a primeira surpresa: show pirotécnico durante a canção “Canta Minh’alma”. Ana Paula correu pela passarela em meio ao show de fogos que impressionou as mais de 350 mil pessoas presentes no local, durante quase três minutos seguidos. “Isso é uma festa digna para Jesus!”, grita. Os fogos saíram nas pontas da passarela e coloriram os céus. A terceira música da noite também agitou o público que dançou e pulou muito ao ritmo de “Enquanto eu viver”, com Israel Salazar na liderança do louvor.
Após a celebração, Ana Paula cantou “Jesus amado” e transformou o Sambódromo em um coral gigante, cantando o refrão repetidamente “Jesus amado, Jesus desejado”, com muitas pessoas chorando e se rendendo aos pés do Senhor. Ela também fez o primeiro espontâneo, enquanto todos repetiam o refrão, ela cantou: “Nada pode satisfazer como o Teu amor.”
Ainda em clima de adoração, Ana Paula caminha até a ponta da passarela em formato de “D”, cantando “Tudo para mim”, enquanto um piano surge de dentro sendo erguido por um elevador. Ela dá uma rápida palavra sobre o amor de Deus, pedindo que todos repitam: “Amarás o Senhor teu Deus, com todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.” Completa: “Que essa noite seja um marco, um selo seja colocado no seu coração de amor ao Senhor.” Depois, todos cantam o refrão do hino “A mensagem da Cruz”.
A música seguinte é “Grande Deus”, com uma cruz saindo da passarela, enfatizando a redenção e o poder do sangue de Jesus derramado no calvário. Todos cantam o refrão “Grande, não há outro igual a Ti”, muito emocionados, e muitas pessoas choram. No fim, todos gritam várias vezes: “Só o Senhor é Deus” e aplaudem. Também exaltando o poder de Deus, “Escudo e Proteção” fala sobre fé e confiança no Senhor. Israel faz um breve espontâneo com o verso 7 do Salmos 20: “Uns confiam em carros e outros em cavalos […]”. Depois, todos cantam repetidamente “Eu confio, eu confio em Ti”. Os demais cantores e músicos falam em línguas e são tomados pelo poder de Deus, enquanto o público continua a cantar ao fundo “Eu confio, eu confio em Ti” até o encerramento da música.
A oitava canção da noite é a que dá nome ao novo álbum fonográfico, “Creio”. O impacto da letra mexe com a multidão, muitos se ajoelham e choram quando Ana Paula começa a ministrar uma palavra. “No meio dessa multidão, você crê que Deus está vendo você? Sinta o Senhor, como se estivesse somente Ele e você.” (Coral mantém refrão “Se importa comigo, se importa comigo…”.)
Antes de cantar “Vencedor”, Ana Paula cita João 16.33, lembrando que não é porque somos crentes, que teremos uma vida perfeita, sem problemas. “No mundo tereis aflições… Mas não somos dos que retrocedem… Até na morte há triunfo na vida do crente, porque fechamos os olhos aqui e abrimos lá na glória!… Somos mais do que vencedores!” (Durante a execução dessa música, a Cia de Arte Dynamis faz uma dramatização, com uma grávida que rejeita o filho, um homem que bate na esposa, uma doente em estágio terminal, um garoto que assalta uma moça e um empresário que tenta se matar – coloca a arma na cabeça, após discutir com a secretária. Todos ficam congelados, como estátuas, quando um ator, representando Jesus, sai de dentro da passarela e começa a tocar em cada um, curando e transformando. No final da música, todos se reúnem no palco principal de mãos dadas e adoram a Jesus.
No mesmo foco da anterior, a canção “Porque estás comigo” fala do cuidado de Deus e, como a letra fala sobre passar pelo fogo sem se queimar e pela água sem se afogar, mais uma surpresa: um engolidor de fogo fica no lado direito da passarela, enquanto uma piscina com uma bailarina sobe pelo elevador – surgindo de dentro da passarela disposta em frente ao palco. Ambos representam as aflições das quais Deus livra seu povo. Ana Paula Nóbrega agita o público com o refrão “Quantos estão prontos para correr, voar e vencer?”. Ela ministra um espontâneo baseado em Isaías 40.31. “Mas, os que esperam no Senhor terão suas forças renovadas como a águia.” Ela faz todos gritarem “vou correr, vou voar, vou vencer” por várias vezes. Ela continua o espontâneo cantando “Alegrai-vos quando forem perseguidos por causa de Jesus”. Depois, ela se ajoelha e pede que todos coloquem a mão sobre a cabeça, cantando o Salmo 91.

Intercessão
A música termina e chega o momento de intercessão, com a pastora Ezenete Rodrigues, líder desse ministério na Igreja Batista da Lagoinha e do Diante do Trono. “Chegou o grande dia, da virada de página na sua vida. Quando a Igreja adora, acontecem prodígios, milagres e maravilhas… Pode ser o pior momento da sua vida, mas você não será atingido. Temos uma promessa!”. Em seguida, ela chama o povo ao arrependimento, para que todos peçam perdão e recebam uma porção dobrada do Espírito Santo. “Volte ao primeiro amor e receba o perdão do Senhor.” Em seguida, ela ora por libertação.
Ana Paula Valadão faz a primeira troca de roupa e volta com um vestido azul. Agora, o palco tem uma cortina de cristais entre ela e os músicos. A 11ª música, “Em Tua Presença”, fala da satisfação em Deus e que dispensa o que o mundo pode oferecer. Ela faz um novo espontâneo e diz: “Ou Jesus é tudo ou Ele não é nada… Diante Dele, títulos, posições, perdem o valor.” Depois, a cantora continua com “Relance”, considerada umas das mais lindas adorações pelo público. Ela canta por um tempo ajoelhada.
Na expectativa de receber Thomas Miller, líder de louvor da banda gospel Gateway, para cantar uma parte da canção “Santo, Santo, Santo”, em inglês, o público teve outra surpresa: o casal Felippe e Mariana Valadão entraram primeiro no refrão, ainda em português. O norte-americano cantou depois, com o trio da família. Foi um momento de muita reverência a Deus. Em seguida, Ana Paula cantou “Preciso de Ti”, em uma versão repaginada, que fez todo o Sambódromo se unir em um imenso coral.
Após tanta rendição aos pés do Senhor, o pastor Gustavo Bessa, esposo de Ana Paula Valadão, ministrou uma palavra impactante sobre santidade no meio da Igreja do Senhor. “Seja puro, seja honesto, seja verdadeiro… Satanás pode imitar muita coisa, mas não a santidade do Senhor. Olha para dentro do seu coração, sem santidade ninguém verá o Senhor!”. Ele pediu que todos gritassem, repetidamente, “santidade ao Senhor, santidade ao Senhor”. Ele concluiu com uma oração de arrependimento.
Ana Paula Valadão faz a segunda e última troca de roupa, com um vestido preto e brilhante de franjas, e uma calça e sapatos pretos. Ela anunciou que teria “convidados especiais” para a música “Casa de Oração”. Chamou a pastora Ludmila Ferber, o apóstolo Gilmar Britto e a pastora Ana Lúcia Câmara (ambos de Manaus, MIR e Leadam, respectivamente). No momento em que os dois amazonenses entraram, ambos foram muito aplaudidos. Cantaram, deram uma pausa para orar ajoelhados pela nação e arrependimento. Gilmar Britto orou: “Igreja, noiva, sem mácula, sem ruga e sem mancha. Maranata!”. Ana Lúcia: “Igreja do Amazonas, o Senhor a coloca como atalaia!”. Ana Paula Valadão canta a oração com a passagem de 2 Crônicas 7.14. “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome […].”
Após abraçar e se despedir de cada um, Ana Paula iniciou a última canção, “Vinho Novo”, sob uma chuva de folhas secas, que depois passou para papel picado prateado. No final, ela saiu correndo pela passarela e pelo palco, com a bandeira do Brasil nas mãos. Cantou um bis rápido de “Toma o Teu Lugar”. De repente, todos começam a correr e dançar, inclusive os músicos, cantando parabéns pelos 15 anos do Diante do Trono. Todos começam a gritar: “Pula, sai do chão, 15 anos de unção!”.

O encerramento
Ana Paula agradeceu aos produtores e todos que trabalharam na gravação. “Aplauda o irmão que está ao seu lado, porque todos vocês fizeram parte disso.” O pastor Márcio Valadão, às 23h45, fez o apelo para quem gostaria de entregar a vida para Jesus. “Coloque suas duas mãos no coração. Não podemos sair daqui, sem esse momento.” Todos repetiram a oração de entrega. Depois fez apelo de reconciliação para quem estava afastado dos caminhos do Senhor.

Outras curiosidades
* Público e Caravanas
Segundo a Polícia Militar, foram mais de 800 mil pessoas, somando-se o público de dentro e fora do Sambódromo. Recorde da Marcha para Jesus, que teve 600 mil pessoas no ano passado. Dentre elas estavam representantes de quatro países: Japão, Colômbia, Estados Unidos e Venezuela. Além dos estrangeiros, todos os estados brasileiros tiveram representatividade (esse fato ficou comprovado no momento em que o apóstolo Renê Terra Nova citou, nominalmente, cada Estado e à medida que proferia os locais, seus representantes gritavam, como uma espécie de “chamada escolar”).


* Estrutura
Uma novidade nesse ano, a gravação contou com uma passarela no formato de “D” (símbolo do ministério), onde ficou posicionado o Coral DT15. De acordo com Junior Monteiro, diretor-executivo do Diante do Trono, do total de coristas, aproximadamente 1,2 mil foram provenientes de outros Estados do Brasil.
Para a melhor visualização possível foram instalados dois painéis de LED ao lado do palco e seis telões ao longo do Sambódromo. A ausência de telão LED no fundo do palco se deu porque a equipe optou por um cenário tradicional para trabalhar com as luzes. Além disso, mais de 150 caixas de som foram usadas, gerando um alcance de até 6 km (padrão internacional).

Pontos estratégicos de Manaus viram cenário de clipes
Para quem pensa que a gravação do 15º trabalho do Diante do Trono se resumiu à festa no Sambódromo não imagina as surpresas que ainda estão por vir. O DVD terá clipes intercalados com o show, gravados em pontos estratégicos de Manaus. Ontem, a imponência do Teatro Amazonas foi o cenário para a batida dos tambores da música “Toma o Teu lugar”. No comando da percussão estavam Marine Friesen e Israel Salazar. “Escolhemos locações significativas em Manaus”, disse o diretor-executivo do grupo, Júnior Monteiro. De acordo com ele, a intensidade dos tambores em algumas músicas foi baseada na cultura regional amazônica. “A percussão é muito forte aqui, na cultura local e nas tribos indígenas”, explicou, sem revelar os outros quatro locais que receberão as gravações extras. Para Alex Passos, diretor de artes, “um dos objetivos é valorizar a cidade, aproveitar as referências da terra”, enfatizou. “Qualquer pessoa no mundo, quando ver o Teatro Amazonas, vai saber que estamos em Manaus”, concluiu.
Resta a todos aguardarem o lançamento do CD e DVD CREIO para desfrutarem do conteúdo que será preparado com muito zelo e temor para mais uma vez abençoar vidas, pois “VIVENCIAR E INCENTIVAR A ADORAÇÃO A DEUS NAS NAÇÕES DO MUNDO, INFLUENCIANDO A SOCIEDADE E A NOVA GERAÇÃO DE ADORADORES COM EXCELÊNCIA, SANTIDADE E AMOR” é a missão do Diante do Trono.
 
Veja mais fotos do evento

Por Náis Campos – Assessoria de Comunicação DT (Manaus) e Pablo Gonçalves – Editor-chefe Diante do Trono

A casa caiu: a mentira gay desmascarada; Pr. Silas Malafaia comenta

Há muito tempo que os ativistas gays vêm mentindo quanto ao número de pessoas participantes das Paradas Gays. Sempre com números fantasiosos e utópicos, as organizações destas manifestações homossexuais sustentam que levam às ruas 3 ou 4 milhões de pessoas, quando na verdade nunca conseguiram superar a marca de 500 mil manifestantes.

A Parada Gay, realizada neste domingo (10) na Avenida Paulista, em São Paulo, foi absolutamente desmascarada pelo Instituto Datafolha, que inaugurou o método de medição de público com caráter científico e registrou 270 mil pessoas presentes no evento, menos de 7% do público estimado pelos líderes da Parada.

Diante desta tecnologia disponibilizada pelo Instituto Datafolha, lideranças evangélicas já reivindicam que o mesmo instrumento seja utilizado para calcular o número de fiéis nas manifestações como a Marcha para Jesus, no Rio de Janeiro, que reuniu mais de 300 mil pessoas.

Comentario do Pr. Silas Malafaia

Há muito tempo eu sei que os ativistas gays inflam os números para pressionarem a sociedade e os políticos, afim de que seus privilégios sejam estabelecidos.

De agora em diante não dá mais pra mentir. A verdade está aí, nua, crua e patente!

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