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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O vídeo do candidato a presidencia Pr. Everaldo é falso.

Boato – Candidato a presidência pelo PSC, o pastor Everaldo soltou "pum" durante a gravação de sua entrevista no Jornal Nacional e o áudio vazou!

Quarto lugar nas pesquisas de intenção de voto para presidente da República, o candidato pastor Everaldo tem se destacado por defender valores ligados à família, penas pesadas para menores que cometem crimes e o “corte na carne” nos serviços públicos. Ou seja, privatizar tudo que é possível.

No Boatos.org, não havia, até o momento, nenhuma história falsa sobre o candidato. Porém, um vídeo que vem fazendo sucesso na internet conta uma história, digamos, escatológica.

O texto aponta que, durante a entrevista para o Jornal Nacional, Willian Bonner fez uma pergunta desconcertante para ele e, de tão nervoso, o pastor soltou um pum. Veja o vídeo, que tem circulado por redes sociais:



Leia o texto que acompanha o vídeo:

Candidato a presidência pelo PSC, o pastor Everaldo soltou pum durante a gravação de sua entrevista no Jornal Nacional e o áudio vazou! E parece que o cheirinho incomodou.

Mas será verdade esta história bizarra? 

O primeiro ponto está na própria divulgação do vídeo. Com a mídia que temos hoje, um pum em rede nacional ganharia destaque em alguns portais da internet. E nada vimos a respeito.

Mas nem precisava procurar muito para saber que o som é falso e foi uma montagem. Neste link vídeo completo da entrevista podemos perceber a pergunta desconcertante de William Bonner foi feito aos 12:23. E não há som algum de pum.

Ou seja, a história do pum de pastor Everaldo ao vivo no Jornal Nacional não passa de uma balela que está circulando pela internet e marca o primeiro boato do pastor que é candidato a presidente aqui no nosso humilde site.

Fonte: Boatos.org

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

OMG News: "Qual a razão para tanta agressividade?", diz Record

Um dia após o Jornal Nacional da rede Globo apresentar uma reportagem de mais de 10 minutos sobre o indiciamento do bispo Edir Macedo e mais nove integrantes da Igreja Universal pela Justiça, foi a vez do Jornal da Record falar sobre as polêmicas da emissora adversária na noite desta quarta-feira. Leia mais aqui...

segunda-feira, 8 de junho de 2009

OMG News: A Globo e os Evangélicos

Por que a Globo está divulgando série de reportagens positivas sobre os evangélicos?
Esta é a pergunta que todos os evangélicos deveriam estar fazendo, com profundo senso crítico e em oração, diante da recente série de reportagens a respeito da ação social dos evangélicos no Jornal Nacional, e de texto da edição de aniversário da Revista Época, também de propriedade do grupo, sobre o crescimento da igreja e as consequências (também positivas) para a sociedade.
A resposta certa, nenhum de nós pode dar de forma absoluta. As razões do coração de donos e editores dos veículos só eles guardam na sua intimidade.
Mas algumas possibilidades devem ser relacionadas. Veja uma das reportagens do Jornal Nacional, exibida em 28/5, que destaca o trabalho com crianças do Ministério Reame - Resgate e Ame, realizado com o apoio, entre outros, da Igreja Batista. Apesar do fato de a repercussão, independentemente dos motivos da edição, serem muito favoráveis à igreja, com aumento da simpatia da opinião pública, mais crescimento numérico e até recursos para projetos sociais, é preciso que os líderes evangélicos fujam da tentação do deslumbramento com os 15 minutos de fama e aparente simpatia da Globo, até porque não se deve esquecer que esta mesma mídia até bem pouco tempo, às vezes com razão, outras nem tanto, enxovalhou a imagem da igreja evangélica sem dó nem piedade.
Por exemplo, seria ingênuo não pensar na possibilidade de existir por trás desta iniciativa, agora favorável, interesses políticos, comerciais, ou aqueles relacionados à perda de audiência.
Outra possibilidade é que o crescimento surpreendente do número de fiéis evangélicos esteja gerando consequências não favoráveis para a empresa em questão e sua disputa com outras emissoras concorrentes, especialmente a que está ligada à Igreja Universal.
Outro fator importante a ressaltar, é o início da corrida para as eleições para presidente e governadores em 2010. E o fato do apoio dos evangélicos ser cada vez mais ambicionado pelas forças políticas, inclusive as financiadas por anunciantes da própria Globo.
Mas a hipótese de motivo das reportagens que desejaríamos seria a de uma decisão livre de reunião de pauta e de reconhecimento sincero do trabalho dos evangélicos pelos editores do jornal.
Afinal de contas, foi para isso que, ao longo de muitos meses de trabalho, enviamos, como agência cristã de notícias, a dezenas de jornalistas daquela emissora informações que demonstram o lado outrora pouco divulgado pela mídia não evangélica.


Fonte: Soma/Notícias Cristãs

quarta-feira, 27 de maio de 2009

OMG News : Jornal Nacional apresenta série de reportagens sobre obras sociais de igrejas evangélicas presentes no Brasil

O Jornal Nacional está apresentando esta semana, uma série de reportagens sobre obras sociais de algumas das dezenas de igrejas evangélicas presentes no Brasil. Nesta quarta-feira, o jornal vai mostrar como a vida de moradores de rua está se transformando por causa do trabalho dos metodistas, em um viaduto de São Paulo.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), enquanto a população brasileira cresceu 15,5% entre os dois últimos censos, o número de evangélicos dobrou. Hoje, são cerca de 15% dos brasileiros.
Como a maioria católica inclui 73% da população, as obras da Igreja Católica são mais conhecidas. Nesta semana, o Jornal Nacional mostra o trabalho que os evangélicos estão fazendo não só em cidades grandes como o Rio de Janeiro, mas também em comunidades menores, do interior do país, apoiando populações que frequentemente são esquecidas pelo poder público.
A harmonia dos sons vale por uma prece. “O instrumento, a música e o canto têm uma ligação muito íntima com Deus”, afirma o músico Gilberto Oliveira.
Diante da orquestra em um templo da Assembleia de Deus, como ficar de braços cruzados? A Assembleia de Deus é uma igreja brasileira, criada no início do século 20 em Belém do Pará, que tem hoje 8,4 milhões de fiéis espalhados pelo país.São evangélicos de ramo pentecostal, que acreditam no poder do Espírito Santo e usa a música como oração. Música cheia de fervor.
A Sinfonia da Fé tem origem em um projeto que ajuda crianças, jovens e adultos. Gilberto achava que seria técnico em química. Hoje, toca no culto e também na Orquestra Municipal do Rio de Janeiro. “Quando a gente está fazendo música, a gente já sente na pele. Às vezes, a gente fica arrepiado. Quando a gente faz a coisa para Deus e dá aquele arrepio, Meu Deus do céu. Esse, Deus recebeu”, explica o músico.
Nas oficinas da igreja, ele se descobriu como músico de talento. Uma atividade mantida com uma parte do dízimo, das doações que vem dos fiéis. “As pessoas costumam ouvir que a igreja só existe para pegar dinheiro do povo, para enganá-lo.
Os pastores são tidos como charlatões, pegadores de dinheiro. Mas ninguém vê os acontecimentos sociais que a igreja promove”, afirma Nelson dos Anjos, pastor da Assembleia de Deus.
A origem das igrejas evangélicas está no distante Século 16, na decisão de homens como o monge Martinho Lutero e o teólogo João Calvino, em romper com a Igreja Católica. O primeiro por não concordar com o pagamento das indulgências, a possibilidade que existia, na época, de comprar o perdão divino. O segundo por querer uma grande reforma na organização dos ritos católicos.
O movimento é conhecido como Protestantismo, de onde derivam a imensa maioria dos evangélicos de hoje. “Com o Lutero, você vai ter toda uma nova teologia muito calcada na interpretação, na leitura da Bíblia. Você tem que assumir para você que está tudo ali na Bíblia.
As suas orientações estão na Bíblia para a sua vida”, declara a socióloga Maria das Dores Machado. E está lá escrito: a missão dos cristãos é divulgar a palavra de Deus mundo afora.
Os presbiterianos foram para Dourados, no Mato Grosso do Sul, em 1928, para levar o Evangelho, com autorização da Funai, para a maior aldeia do Brasil.
A Igreja Presbiteriana tem origem no Século 16, está no Brasil desde 1859 e tem hoje 980 mil fiéis. É conhecida por reforçar os valores éticos e morais.
Na missão Caiuá, um hospital só para eles. Também uma escola, com ênfase evangélica. Em meio à disputa por terras na região que já dura décadas, o preconceito afastou brancos e índios e dividiu a tribo. Hoje, são dois caciques e nenhum pajé, o líder espiritual. O último morreu há cinco anos. Os chocalhos sagrados dos rituais criaram teias de aranha.
Agora, as doenças são tratadas só no hospital da missão. Na cidade, os índios ainda não são bem recebidos.
“A discriminação e o preconceito são muito fortes”, afirma uma índia.
Na escola indígena, os mais velhos tentam não deixar a cultura morrer.
Na escola da missão, as aulas dos brancos funcionam como reforço, como ferramenta para entender e transitar no mundo dos brancos. “Quando você pode ensinar uma criancinha que está ao seu lado, quando você pode curar a ferida de alguém está sofrendo no hospital.
Todos esses gestos não são simplesmente de um profissional que está fazendo, mas alguém que tem o ideal de servir e que gostaria, através daquele gesto, alcançar a grandeza e o amor de Deus no seu coração”, afirma Benjamim Bernardes, reverendo da Igreja Presbiteriana.
O reverendo Benjamim sabe que, para tudo isso dar certo, uma barreira tem que cair. Afinal, são evangélicos americanos, de língua inglesa, no Brasil da língua portuguesa, trabalhando com índios que falam o caiuá.
Um dos maiores desafios dos missionários foi tentar entender a língua dos índios para poder falar de igual para igual com eles.
Mas os religiosos foram além. Conseguiram registrar pela primeira vez, por escrito, a gramática da língua kaiwá. Ainda produziram um livro. De texto estranho, sagrado.
É a Bíblia feita para os índios e escrita na língua deles. “Deus me chamou para isso”, conta a missionária inglesa Audrey Taylor. É o trabalho de uma vida. Audrey começou decifrando gestos e ruídos. Agora, divulga o Evangelho sem precisar de tradução simultânea. “Eles têm mais valor do que eles pensavam que tinham.
A língua está escrita e Deus falou com eles através da Bíblia, na própria língua”, esclarece Audrey. “Eu gostei da parte onde diz que Deus não quer que nenhum dos pequeninos se perca. Assim como ele amou a ovelha perdida, ele ama a todos igualmente.
A missão trouxe uma nova realidade para uma comunidade indígena, uma outra vida”, revela o índio caiuá Natanael Cárceres. Ensinar, aprender, proteger e ajudar.
Na missão evangélica encravada no cerrado, são os próprios índios os primeiros a reconhecer: “Foi Deus que mandou a missão, tanto os caciques, os rezadores falam disso também. Se não fosse Deus, o caiuá estaria reduzido, muito reduzido, porque nós íamos morrer tudo", avalia a índia caiuá Valdelice Veron.
“Todos nós podemos fazer algo, por mais simples que seja, desde que haja no nosso coração o desejo sincero de poder servir ao próximo”, conclui Benjamim Bernardes.
Na quarta-feira, você vai ver como a vida de moradores de rua está se transformando por causa do trabalho dos metodistas, em um viaduto de São Paulo.
Fonte: Site do Jornal Nacional

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