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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Comissão aprova projeto que inclui casamento gay no Código Civil

Senadora Marta Suplicy
A união estável entre casais do mesmo sexo pode se tornar lei, pois a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado aprovou o projeto de lei da senadora Marta Suplicy (PT-SP) que pode incluir essa opção no Código Civil.

O texto define como entidade familiar não apenas a união entre homem e mulher, mas passa a ampliar como união estável a união de duas pessoas, sem declarar o gênero. “A união estável entre duas pessoas, configurada na convivência pública, contínua e duradora e estabelecida como objetivo de constituição de família”, diz o texto.

Esse projeto foi elaborado para transformar em lei a decisão do Supremo Tribunal Federal que em 2011 reconheceu a união entre pessoas do mesmo sexo. Mas antes de passar a fazer parte do Código Civil o texto precisa ser aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CJJ) e passar pelo plenário do Senado e da Câmara dos Deputados.

Marta Suplicy explicou o objetivo de seu projeto dizendo que ele vai estender a decisão do STF. “O que nós fizemos foi colocar no Código Civil aquilo que o STF já fez”.

Mas vale lembrar que a proposta não vai interferir nos critérios adotados pelas igrejas para o casamento religioso, apenas vai garantir que os casais homossexuais possam ter o direito de transformar a união estável em casamento civil.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Deputado Marco Feliciano faz campanha para reverter decisão do STF sobre aborto


Marco Feliciano
Por The Christian Post 

O Deputado Federal pastor Marco Feliciano (PSC/SP) lançou uma campanha para reverter a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidiu por 8 votos a 2 a possibilidade de aborto em fetos anencéfalos (sem cérebro).

Pela decisão, não pratica o crime de aborto como previsto no Código Penal a mulher que decide pela antecipação do parto em casos de gravidez de feto anencéfalo.

Mas, o deputado pede que os cristãos enviem emails ao presidente da Comissão de Constituição de Justiça e Cidadania, Ricardo Berzoini. As mensagens devem pedir para que seja colocada em votação o Projeto de Emenda Constitucional, a PEC 143/2012 - emenda que Altera dispositivos da Constituição Federal e a PEC 03/2011, que propõe a possibilidade de o Legislativo sustar atos do Judiciário que “exorbitem suas funções”.

Segundo Feliciano, em texto em seu blog, esta seria “a única forma de sustar estas decisões tomadas pelo STF e que provocam tanto desconforto na sociedade brasileira, que se sente lesada”.

Ele diz ainda que os juízes do órgão não representam o pensamento do povo. “Não votamos em Juízes, votamos para o legislativo e o executivo. Quem representa o pensamento do povo não podem ser onze homens/mulheres e sim os deputados, senadores e a presidente”, escreve.

O deputado explica que a mobilização de pessoas contrárias à decisão do STF pode ser realizada de duas formas: com a pressão para colocação das PECs em votação ou com a intervenção junto aos deputados da Comissão de Constituição de Justiça e Cidadania (CCJC) para que votem a favor da aprovação das emendas.

Segundo o parlamentar, a aprovação do aborto de anencéfalos pode ser a “porta de entrada” para o aborto de fetos que portem outros tipos de doenças.

“Hoje abortam o anencéfalo, amanhã ao constatar uma anomalia a mãe pode não querer que o bebê nasça e invoque a decisão do STF, e quem sabe o que virá?”, pergunta o líder religioso.

Na manhã desta terça-feira, 17, o líder político e pastor postou em seu Twitter: “Hoje começo um processo de tentativa de reversão do caso do aborto dos anencéfalos. Rogo intercessão!”

Também o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), argumentou que a Constituição Federal garante que o direito à vida é inviolável desde a concepção.

“Vamos apresentar uma PEC que altera o artigo quinto da Constituição, incluindo as palavras ‘desde a concepção’ na frase que determina que o direito a vida é inviolável”. Campos também irá solicitar a Ricardo Berzoini que priorize a votação das PECs.

“Se o Supremo decidir mesmo permitir o aborto em caso de anencefalia, estará legislando. A lei só prevê o aborto em duas situações: em caso de estupro e quando a gestante corre o risco de morrer. Se permitir em casos de anencefalia, estará inventando uma lei”, disse ao jornal O Globo.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

OMG News: Fim de impostos para CDs e DVDs pode reduzir preço e frear pirataria

Tramita no Senado proposta de emenda à Constituição (PEC 123/2011) que isenta de impostos CDs e DVDs com obras musicais de autores brasileiros. A expectativa é de que a aprovação da proposta, conhecida por PEC da Música, resultará na redução do preço dos produtos ao consumidor, desestimulando a venda de reproduções piratas.

De acordo com a proposta, estarão livres de impostos CDs e DVDs produzidos no Brasil com obras musicais ou líteromusicais de autores brasileiros, além de obras em geral interpretadas por artistas brasileiros e as mídias ou os arquivos digitais que as contenham. O benefício, no entanto, não alcança o processo de replicação industrial, que continuará a ser tributado.

A isenção, se efetivada, vai assegurar ao setor fonográfico benefícios fiscais já concedidos a livros, revistas e jornais. A PEC foi aprovada na Câmara no dia 13 de dezembro, por ampla maioria de votos - 393 votos favoráveis, seis contrários e uma abstenção. Dois dias depois, o presidente da Câmara, Marco Maia, entregou a proposta ao presidente do Senado, José Sarney, em solenidade acompanhada por artistas.

Durante a tramitação na Câmara, a proposta recebeu apoio de consumidores, músicos e de pequenas gravadoras. Em entrevista à TV Senado, Carlos Mills, presidente da Associação Brasileira de Música Independente, disse acreditar que a imunidade tributária também favorecerá a diversidade da produção musical do país. Mills está entre os que consideram que a medida reduzirá o preço de CDs e DVDs, segundo ele, uma necessidade para fazer frente a produtos piratas que chegam a ser vendidos a R$ 2.

A PEC, no entanto, não tem o apoio de todos os senadores. A bancada do Amazonas é contra a aprovação do texto por considerá-lo prejudicial à Zona Franca de Manaus, que já conta com benefícios que podem ser estendidos aos demais estados com a aprovação da proposta.

Em entrevista à TV Senado, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) também rebateu argumentos de que a isenção fiscal reduzirá a pirataria no setor. Para a parlamentar, ao deixar de arrecadar, o governo também deixa de fiscalizar. "A fiscalização é para fins de arrecadação. Se não está arrecadando nada, por que [a Receita Federal] irá fiscalizar?", questiona.

Em sentido oposto, o senador Walter Pinheiro (PT-BA) aposta que a redução de impostos resultará em ganho de escala, reduzindo mercado para a pirataria. "Além da universalização, você ganha com essa escala a possibilidade de todos poderem acessar a boa música brasileira", diz Walter Pinheiro.

A PEC tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde aguarda designação de relator. Para entrar em vigor, a proposta precisa ser aprovada em dois turnos de votação no Plenário.

Fonte: UOL

terça-feira, 27 de setembro de 2011

OMG News: Se você não esta debaixo da lei, você deve cumprir os 10 Mandamentos?

Nós fizemos uma enquête em nosso blog omgnews.com.br cuja pergunta era: SE VOCÊ NÃO ESTA DEBAIXO DA LEI, VOCÊ DEVE CUMPRIR OS 10 MANDAMENTOS?

Varias pessoas responderam, 76% disseram que sim, 23% disseram que não, outras fingiram que não eram com elas e aqueles a quem eu questionei nem sequer me deu a atenção a esta... rsrsrs. Mas teve quem até tentou brigar comigo, não sei por que, me disse que ele esta debaixo da graça e não precisa cumprir a os Mandamentos. Aproveitando então este jargão, eu faço um desafio a você. Tente descumprir um mandamento sequer. As pessoas precisam entender que Lei e Mandamento, apesar de estarem intercambiáveis dentro da palavra, são diferentes.

Veja o que diz o prof. Paulo Cristiano do Cacp:

Embora o termo “a Lei” e a "palavra " mandamento" é freqüentemente usadas de modo intercambiável na Bíblia, o Evangelho de João faz uma nítida distinção entre eles. A expressão “a Lei” aparece quatorze vezes no Evangelho de João. A palavra “mandamento" também aparece aproximadamente quatorze vezes.

É sabido que o Evangelho de João é um livro de controvérsias. O livro descreve uma grande confrontação entre Jesus e a Lei, entre o mandamento de Cristo ou do Pai e a Lei, entre Jesus e Judaísmo, e entre a igreja e a sinagoga. Gutbrod declara que João " não tem nenhum interesse particular na Lei como uma possibilidade para regular o ser humano ou até mesmo para prática Cristã. '' Ele também diz que em João “a Lei nunca é usada como a regra de conduta Cristã para a igreja. '' Por outro lado, no livro de João, Jesus repetidamente deseja que seus discípulos obedeçam aos seus mandamentos.

Em todos, excetuando-se apenas uma vez, o termo lei aparece acompanhado de artigo definido. Sempre aparece o termo "a lei", veja:

 “a lei foi dada por intermédio de Moisés." João 1:17.

" Felipe achou a Natanael, e disse-lhe: Acabamos de achar aquele de quem escreveram Moisés na lei, e os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José" João 1:45.

A "Lei" em pauta, é claro, se refere à Lei de Moisés. É o corpo de instruções revelado a Moises que constituiu a base para a vida social e religiosa de Israel. É o corpo de revelação divina dado a Moises. Em um contexto mais lato no Evangelho de João, porém, o termo” a Lei” recorre não só aos cinco livros de Moisés mas também inclui os Salmos e os livros proféticos do Velho Testamento e, realmente, o próprio Velho Testamento inteiro.
Por exemplo: "Tornou-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: Vós sois deuses?”(João 10:34; cf. Salmos 82:6). E novamente:” Mas isto é para que se cumpra o que está escrito na Lei: ' me odiaram sem razão. " (João 15:25; cf. Salmos. 35:19; 69:4).
Em algumas passagens Joanina a expressão " a Lei " pode recorrer à Lei de Moisés em sentido não específico.

Observe:

"Moises não lhes deu a lei? Contudo nenhum de vós pratica. Por que procurais matar-me?"João 7:19.

"Ora, se um homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja violada, como vos indignais contra mim, porque no sábado tornei um homem inteiramente são?"João 7:23.

Em outras situações o termo " a Lei " tem o significado específico de uma ordenação legal:

"A nossa lei, porventura, julga um homem sem primeiro ouvi-lo e ter conhecimento do que ele faz?”João 7:51.

Mas sempre que o termo " a Lei " é usada no Evangelho de João, refere-se à Lei do Velho Testamento conhecida como a Torah dos judeus. João ensina que esta Lei de Moisés apontava para Cristo. É uma profecia sobre Cristo. Quando os judeus confrontaram Jesus e o acusaram de estar quebrando a Lei por curar no dia de sábado, eles o renegaram como um pecador fora da lei e então tentaram mata-lo. Fazendo isto, João mostra que os judeus eram infiéis à sua lei (veja João 7:19). Além disso, João mostra que Moises testemunhou de Cristo. Se os judeus tivessem sido fiéis à Lei, eles teriam abraçado Jesus como o Messias deles e Salvador em lugar de ter tentando mata-lo (João 7).

João também ensina que a Lei não só aponta para Cristo; não só é uma profecia sobre Cristo; mas a própria Lei é substituída por Jesus. Este pensamento é tecido ao longo do livro de João, mas é apresentado especialmente no prólogo de João 1:1-18.

Vejamos:

"No princípio era a Palavra [verbo], e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus. Ele estava no princípio com Deus; todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava vida, e a vida era a luz dos homens"

"Ninguém nunca viu a Deus; o Filho unigênito que está no seio do Pai; é quem o revelou" João 1:1-4,18

Os estudiosos descobriram que este prólogo Joanino é derivado de um hino pré-cristão composto por poetas rabínicos em elogio à Torah judaica. Os rabinos diziam que a Torah era a Lei, sabedoria, palavra. Eles diziam que a Torah estava desde o princípio com Deus e era o instrumento pelo qual Deus fez o mundo. Era o tesouro de Deus. A Torah estava desde o princípio no seio de Deus. Estava cheia de graça e verdade. João pega este hino pré-cristão em elogio à Torah e transfere a honra da Lei para Cristo. Jesus substitui a Torah.
Em outro lugar no livro de João, expressões como luz do mundo, água da vida, pão da vida, bom pastor, caminho, verdade e vida que os rabinos ensinavam designando à Lei judaica, agora é transferida para Jesus Cristo. Cristo é o fim a quem a Lei aponta, o que é o cumprimento da Lei, o que agora substitui a Lei, e a substitui como a revelação final de Deus.

Com a vinda de Cristo a Lei perdeu aquele valor que tinha antes, ela não tem o mesmo significado para João ou para a comunidade Cristã nascente. A revelação suprema de Deus não veio com Moisés, mas com o Filho de Deus. Por isto a regra suprema de vida para a comunidade Cristã não pode ser a Torah ; mas deve ser a palavra que sai diretamente de Deus para o Filho que é os mandamentos de Jesus.

É significativo que o livro de João apresenta a Lei como a Lei dos judeus. Nos lábios de Jesus no Evangelho de João, a Lei se torna invariavelmente "sua Lei", a Lei deles isto é, a Lei dos judeus.

Assim temos:

"Ora, na vossa lei está escrito que o testemunho de dois homens é verdadeiro." João 8:17.

"Tornou-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: Vós sois deuses?" João 10:34.

" Mas é para que se cumpra a palavra que está escrita na sua lei: "Odiaram-me sem causa" João 15:25.

Observe que João coloca palavras semelhantes na boca de Pilatos, de Nicodemos e dos judeus:

"Disse-lhes Pilatos: 'Levai-o vós e julgai-o segundo a vossa lei ".João 18:31.

"Condena a nossa lei alguém sem primeiro ouvi-lo para descobrir o que faz?" João 7:51.

"Os judeus insistiram, " Nós temos uma lei, e segundo essa lei ele deve morrer, porque se fez filho de Deus " João 19:7.

No quarto evangelho a "Lei" é caracterizada constantemente como "a Lei dos judeus".
João, escrevendo perto do fim do primeiro século, reflete a mesma visão da Lei como havia feito Jesus. A pessoa que ler seu evangelho percebe claramente uma certa distância pela qual a lei está sendo encarada e como é associada de algum modo especial com os judeus.

Em João a Lei não é usada como uma regra de vida para a comunidade cristã, porque Cristo, a quem a Lei apontou já veio. Ele substituiu a Lei como uma revelação de Deus. Todos os títulos de honra que o os rabinos deram à Lei, João transferiu para a pessoa de Cristo, de forma que a Lei se tornou [para os judeus] "sua Lei" agora, a "Lei deles", " a Lei de Moisés, " a Lei dos judeus". Enquanto a Lei é valiosa porque tem profeticamente apontado para Cristo, João já não pode avaliar isto como um judeu avaliaria, ou seja, segundo os moldes do rabinismo. Para ele a devoção para com a Lei já não caracteriza os filhos de Deus. A devoção que os cristãos devem prestar agora é para com Cristo.

A fé cristã nos obriga a encarar o testamento de Deus, não como revelado na Lei, mas como revelado na pessoa de Cristo. A revelação que passou por Moisés era uma revelação mediada. Não veio diretamente de Deus, porque Moisés nunca viu a Deus: "Ninguém jamais viu a Deus. O Deus unigênito, que está no seio do Pai, esse o deu a conhecer." (João 1:18). Ao contrário, ao longo dos escritos de João vemos constantemente que a revelação por Jesus Cristo é superior a Moisés porque Cristo foi ensinado diretamente por Deus. Ele realmente é a Palavra de Deus em carne. Nas palavras de Jesus o que importa obedecer não é mais a velha lei mas os mandamentos Dele.

Primeiro, foi mandamento do Pai que Jesus desse sua vida pelas ovelhas:

"Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho [autoridade] para a dar, e tenho [autoridade] para retomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai." João 10:18

"E sei que o seu mandamento é vida eterna. Aquilo, pois, que eu falo, falo-o exatamente como o Pai me ordenou." João 12:49, 50

"mas, assim como o Pai me ordenou, assim mesmo faço, para que o mundo saiba que eu amo o Pai. Levantai-vos, vamo-nos daqui." João 14:31

" Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor." João 15:10

Percebemos então que a ordem do Pai que Jesus obedece não é a Lei de Moisés; é a ordem para dar a vida Dele como um resgate por muitos - é o mandamento do amor sacrificial.
Outra questão significativa é que a palavra " mandamento " não só tem o significado de mandamento do Pai para Jesus, mas também do mandamento de Jesus para os discípulos dele, vejamos:

" Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei a vós, que também vós vos ameis uns aos outros " João 13:34

" Se me amais, guardareis meus mandamentos ". João 14:15.

"Aquele que tem meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama". João 14:21

" Se guardardes meus mandamentos permanecereis no meu amor... ". João 15:10

"O meu mandamento é este : Amai-vos uns aos outros como eu vos amei" João 15:12

" Vós sois meus amigos se vos fizerdes o que eu vos mando ". João 15:14

Os mandamentos de Jesus é "que nós nos amemos uns aos outros como Ele nos amou ". A expressão " eu vos amei" é o mandamento que o Pai ordenou, de forma que, para os discípulos obedecerem o mandamento precisam primeiro refletir sobre o amor do Pai em Cristo.

Assim, em resumo nós reconhecemos que João distingue a Lei que passou por Moisés dos mandamentos que passa por meio de Jesus. João evita usar o termo ' lei " ou " nova lei" para o Novo Testamento que veio por Jesus Cristo. Ao invés disso, ele usa a palavra " mandamento”. João não usa a expressão "a lei" nem nas suas epístolas, no evangelho ou no livro do Apocalipse. Parece que ele abandona a termo " lei " ao tentar expressar nossa obrigação para obedecer a Palavra de Deus. Nos escritos de João, Jesus, não define um código novo de regulamentos para a comunidade Cristã. E Paulo tampouco dá detalhes sobre a ética cristã. O ensino deles é profundamente espiritual. É centrado na mesma pessoa de Cristo.

Portanto, quando os apóstolos falam em guardar seus mandamentos no NT, temos de levar em consideração o contexto da Nova Aliança em Cristo e não mais o da Antiga, temos de levar em conta a cruz e não mais o Sinai.

Porem, você deve continuar a:

1º Não terás outros deuses diante de mim.

2º Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.

Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.

E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.

3º Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.

4º Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.

Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.

Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.

Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou.

5º Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá.

6º Não matarás.

7º Não adulterarás.

8º Não furtarás.

9º Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

10º Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

Êxodo 20:3-17
 
E não adianta ficar nervoso...está escrito!

Nós fizemos uma enquête em nosso blog omgnews.com.br cuja pergunta era: SE VOCÊ NÃO ESTA DEBAIXO DA LEI, VOCÊ DEVE CUMPRIR OS 10 MANDAMENTOS?

Varias pessoas responderam, 76% disseram que sim, 23% disseram que não, outras fingiram que não eram com elas e aqueles a quem eu questionei nem sequer me deu a atenção a esta... rsrsrs. Mas teve quem até tentou brigar comigo, não sei por que, me disse que ele esta debaixo da graça e não precisa cumprir a os Mandamentos. Aproveitando então este jargão, eu faço um desafio a você. Tente descumprir um mandamento sequer. As pessoas precisam entender que Lei e Mandamento, apesar de estarem intercambiáveis dentro da palavra, são diferentes.

Veja o que diz o prof. Paulo Cristiano do Cacp:

Embora o termo “a Lei” e a "palavra " mandamento" é freqüentemente usadas de modo intercambiável na Bíblia, o Evangelho de João faz uma nítida distinção entre eles. A expressão “a Lei” aparece quatorze vezes no Evangelho de João. A palavra “mandamento" também aparece aproximadamente quatorze vezes.

É sabido que o Evangelho de João é um livro de controvérsias. O livro descreve uma grande confrontação entre Jesus e a Lei, entre o mandamento de Cristo ou do Pai e a Lei, entre Jesus e Judaísmo, e entre a igreja e a sinagoga. Gutbrod declara que João " não tem nenhum interesse particular na Lei como uma possibilidade para regular o ser humano ou até mesmo para prática Cristã. '' Ele também diz que em João “a Lei nunca é usada como a regra de conduta Cristã para a igreja. '' Por outro lado, no livro de João, Jesus repetidamente deseja que seus discípulos obedeçam aos seus mandamentos.

Em todos, excetuando-se apenas uma vez, o termo lei aparece acompanhado de artigo definido. Sempre aparece o termo "a lei", veja:

 “a lei foi dada por intermédio de Moisés." João 1:17.

" Felipe achou a Natanael, e disse-lhe: Acabamos de achar aquele de quem escreveram Moisés na lei, e os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José" João 1:45.

A "Lei" em pauta, é claro, se refere à Lei de Moisés. É o corpo de instruções revelado a Moises que constituiu a base para a vida social e religiosa de Israel. É o corpo de revelação divina dado a Moises. Em um contexto mais lato no Evangelho de João, porém, o termo” a Lei” recorre não só aos cinco livros de Moisés mas também inclui os Salmos e os livros proféticos do Velho Testamento e, realmente, o próprio Velho Testamento inteiro.
Por exemplo: "Tornou-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: Vós sois deuses?”(João 10:34; cf. Salmos 82:6). E novamente:” Mas isto é para que se cumpra o que está escrito na Lei: ' me odiaram sem razão. " (João 15:25; cf. Salmos. 35:19; 69:4).
Em algumas passagens Joanina a expressão " a Lei " pode recorrer à Lei de Moisés em sentido não específico.

Observe:

"Moises não lhes deu a lei? Contudo nenhum de vós pratica. Por que procurais matar-me?"João 7:19.

"Ora, se um homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja violada, como vos indignais contra mim, porque no sábado tornei um homem inteiramente são?"João 7:23.

Em outras situações o termo " a Lei " tem o significado específico de uma ordenação legal:

"A nossa lei, porventura, julga um homem sem primeiro ouvi-lo e ter conhecimento do que ele faz?”João 7:51.

Mas sempre que o termo " a Lei " é usada no Evangelho de João, refere-se à Lei do Velho Testamento conhecida como a Torah dos judeus. João ensina que esta Lei de Moisés apontava para Cristo. É uma profecia sobre Cristo. Quando os judeus confrontaram Jesus e o acusaram de estar quebrando a Lei por curar no dia de sábado, eles o renegaram como um pecador fora da lei e então tentaram mata-lo. Fazendo isto, João mostra que os judeus eram infiéis à sua lei (veja João 7:19). Além disso, João mostra que Moises testemunhou de Cristo. Se os judeus tivessem sido fiéis à Lei, eles teriam abraçado Jesus como o Messias deles e Salvador em lugar de ter tentando mata-lo (João 7).

João também ensina que a Lei não só aponta para Cristo; não só é uma profecia sobre Cristo; mas a própria Lei é substituída por Jesus. Este pensamento é tecido ao longo do livro de João, mas é apresentado especialmente no prólogo de João 1:1-18.

Vejamos:

"No princípio era a Palavra [verbo], e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus. Ele estava no princípio com Deus; todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava vida, e a vida era a luz dos homens"

"Ninguém nunca viu a Deus; o Filho unigênito que está no seio do Pai; é quem o revelou" João 1:1-4,18

Os estudiosos descobriram que este prólogo Joanino é derivado de um hino pré-cristão composto por poetas rabínicos em elogio à Torah judaica. Os rabinos diziam que a Torah era a Lei, sabedoria, palavra. Eles diziam que a Torah estava desde o princípio com Deus e era o instrumento pelo qual Deus fez o mundo. Era o tesouro de Deus. A Torah estava desde o princípio no seio de Deus. Estava cheia de graça e verdade. João pega este hino pré-cristão em elogio à Torah e transfere a honra da Lei para Cristo. Jesus substitui a Torah.
Em outro lugar no livro de João, expressões como luz do mundo, água da vida, pão da vida, bom pastor, caminho, verdade e vida que os rabinos ensinavam designando à Lei judaica, agora é transferida para Jesus Cristo. Cristo é o fim a quem a Lei aponta, o que é o cumprimento da Lei, o que agora substitui a Lei, e a substitui como a revelação final de Deus.

Com a vinda de Cristo a Lei perdeu aquele valor que tinha antes, ela não tem o mesmo significado para João ou para a comunidade Cristã nascente. A revelação suprema de Deus não veio com Moisés, mas com o Filho de Deus. Por isto a regra suprema de vida para a comunidade Cristã não pode ser a Torah ; mas deve ser a palavra que sai diretamente de Deus para o Filho que é os mandamentos de Jesus.

É significativo que o livro de João apresenta a Lei como a Lei dos judeus. Nos lábios de Jesus no Evangelho de João, a Lei se torna invariavelmente "sua Lei", a Lei deles isto é, a Lei dos judeus.

Assim temos:

"Ora, na vossa lei está escrito que o testemunho de dois homens é verdadeiro." João 8:17.

"Tornou-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: Vós sois deuses?" João 10:34.

" Mas é para que se cumpra a palavra que está escrita na sua lei: "Odiaram-me sem causa" João 15:25.

Observe que João coloca palavras semelhantes na boca de Pilatos, de Nicodemos e dos judeus:

"Disse-lhes Pilatos: 'Levai-o vós e julgai-o segundo a vossa lei ".João 18:31.

"Condena a nossa lei alguém sem primeiro ouvi-lo para descobrir o que faz?" João 7:51.

"Os judeus insistiram, " Nós temos uma lei, e segundo essa lei ele deve morrer, porque se fez filho de Deus " João 19:7.

No quarto evangelho a "Lei" é caracterizada constantemente como "a Lei dos judeus".
João, escrevendo perto do fim do primeiro século, reflete a mesma visão da Lei como havia feito Jesus. A pessoa que ler seu evangelho percebe claramente uma certa distância pela qual a lei está sendo encarada e como é associada de algum modo especial com os judeus.

Em João a Lei não é usada como uma regra de vida para a comunidade cristã, porque Cristo, a quem a Lei apontou já veio. Ele substituiu a Lei como uma revelação de Deus. Todos os títulos de honra que o os rabinos deram à Lei, João transferiu para a pessoa de Cristo, de forma que a Lei se tornou [para os judeus] "sua Lei" agora, a "Lei deles", " a Lei de Moisés, " a Lei dos judeus". Enquanto a Lei é valiosa porque tem profeticamente apontado para Cristo, João já não pode avaliar isto como um judeu avaliaria, ou seja, segundo os moldes do rabinismo. Para ele a devoção para com a Lei já não caracteriza os filhos de Deus. A devoção que os cristãos devem prestar agora é para com Cristo.

A fé cristã nos obriga a encarar o testamento de Deus, não como revelado na Lei, mas como revelado na pessoa de Cristo. A revelação que passou por Moisés era uma revelação mediada. Não veio diretamente de Deus, porque Moisés nunca viu a Deus: "Ninguém jamais viu a Deus. O Deus unigênito, que está no seio do Pai, esse o deu a conhecer." (João 1:18). Ao contrário, ao longo dos escritos de João vemos constantemente que a revelação por Jesus Cristo é superior a Moisés porque Cristo foi ensinado diretamente por Deus. Ele realmente é a Palavra de Deus em carne. Nas palavras de Jesus o que importa obedecer não é mais a velha lei mas os mandamentos Dele.

Primeiro, foi mandamento do Pai que Jesus desse sua vida pelas ovelhas:

"Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho [autoridade] para a dar, e tenho [autoridade] para retomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai." João 10:18

"E sei que o seu mandamento é vida eterna. Aquilo, pois, que eu falo, falo-o exatamente como o Pai me ordenou." João 12:49, 50

"mas, assim como o Pai me ordenou, assim mesmo faço, para que o mundo saiba que eu amo o Pai. Levantai-vos, vamo-nos daqui." João 14:31

" Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor." João 15:10

Percebemos então que a ordem do Pai que Jesus obedece não é a Lei de Moisés; é a ordem para dar a vida Dele como um resgate por muitos - é o mandamento do amor sacrificial.
Outra questão significativa é que a palavra " mandamento " não só tem o significado de mandamento do Pai para Jesus, mas também do mandamento de Jesus para os discípulos dele, vejamos:

" Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei a vós, que também vós vos ameis uns aos outros " João 13:34

" Se me amais, guardareis meus mandamentos ". João 14:15.

"Aquele que tem meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama". João 14:21

" Se guardardes meus mandamentos permanecereis no meu amor... ". João 15:10

"O meu mandamento é este : Amai-vos uns aos outros como eu vos amei" João 15:12

" Vós sois meus amigos se vos fizerdes o que eu vos mando ". João 15:14

Os mandamentos de Jesus é "que nós nos amemos uns aos outros como Ele nos amou ". A expressão " eu vos amei" é o mandamento que o Pai ordenou, de forma que, para os discípulos obedecerem o mandamento precisam primeiro refletir sobre o amor do Pai em Cristo.

Assim, em resumo nós reconhecemos que João distingue a Lei que passou por Moisés dos mandamentos que passa por meio de Jesus. João evita usar o termo ' lei " ou " nova lei" para o Novo Testamento que veio por Jesus Cristo. Ao invés disso, ele usa a palavra " mandamento”. João não usa a expressão "a lei" nem nas suas epístolas, no evangelho ou no livro do Apocalipse. Parece que ele abandona a termo " lei " ao tentar expressar nossa obrigação para obedecer a Palavra de Deus. Nos escritos de João, Jesus, não define um código novo de regulamentos para a comunidade Cristã. E Paulo tampouco dá detalhes sobre a ética cristã. O ensino deles é profundamente espiritual. É centrado na mesma pessoa de Cristo.

Portanto, quando os apóstolos falam em guardar seus mandamentos no NT, temos de levar em consideração o contexto da Nova Aliança em Cristo e não mais o da Antiga, temos de levar em conta a cruz e não mais o Sinai.

Porem, você deve continuar a:

1º Não terás outros deuses diante de mim.

2º Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.

Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.

E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.

3º Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.

4º Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.

Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.

Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.

Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou.

5º Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá.

6º Não matarás.

7º Não adulterarás.

8º Não furtarás.

9º Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

10º Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

Êxodo 20:3-17
Entenda assim: O Art. 157 da lei do codigo civil te incomoda? Você talvez nem saiba que lei é essa. Sabe porque? Porque você pela graça não é ladrão. Você não furta. Então você não cupre a lei pelo medo e sim por não sentir necessidade de fazer (graça).
É assim que funciona!

E não adianta ficar nervoso...Está escrito!

terça-feira, 21 de abril de 2009

MG News : Projeto de lei que regulariza igrejas preocupa moradores em Brasília

A nova lei distrital, que regulariza templos religiosos em todo o Distrito Federal, pode beneficiar até uma igreja que, com autorização, invadiu a área de uma praça cujo terreno está sem registro imobiliário.
A praça já foi bem cuidada. Mas, há dez anos, perdeu espaço para uma igreja construída com autorização da Administração Regional de Taguatinga sobre o antigo campinho de futebol. Em 2004, a igreja avançou sobre um parquinho que há dois anos acabou de ser destruído.
Hoje, a praça está cercada de mato. “Destruíram o parquinho e agora a gente fica aqui sem poder brincar”, reclama Rodrigo Rocha Rodrigues, 6 anos. “Você não pode vir jogar bola com as crianças nem durante o dia, porque elas vão ver adolescentes fumando maconha”, acrescenta a dona de casa Rosana Ribeiro.
O pastor disse que quem destruiu o parquinho foi a administração. “Nós não estamos aqui para demolir nada. A praça está no lugar dela e a igreja está no lugar dela”, afirma Edmilson Campos.
Mas, há mais de quatro anos, a administração informou à polícia da depredação e notificou a igreja a parar de avançar sobre a praça. No projeto de lei aprovado na Câmara, nessa quinta-feira (16), o terreno da praça aparece como uma área sem registro imobiliário, passível de análise para regularização da igreja.
Mesmo assim, os moradores têm documentos que comprovam: a praça foi uma das primeiras do Distrito Federal a ter registro em cartório.
“O projeto abre essa perspectiva para que ela seja regularizada. Só que o nosso objetivo é lutar para que isso não ocorra, já que nós temos o registro da área em cartório”, destaca o líder comunitário Charles Dias.
O administrador reconhece: a igreja não pode continuar na área que por lei é destinada apenas ao lazer.
Lembra que o terreno invadido vai voltar a fazer parte da praça e que o espaço será entregue, novinho, para a comunidade.
“Até o final do ano, todas as igrejas que estão ocupando área indevidamente serão removidas para uma área própria”, garante o administrador de Taguatinga, Gilvando Galdino. O administrador informou ainda que a igreja será transferida para outra área escolhida pela Terracap.
A remoção está previsto na lei que regulariza as igrejas.
Fonte: DF TV

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