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quarta-feira, 18 de julho de 2012

'Foi Deus quem o colocou no meu caminho outra vez', afirma Marinara Costa que retoma relacionamento com o ex Fernando Bosco


Por Lays Carvalho 


A modelo de grande sucesso dos anos 90, Marinara Costa (Foto) e o lutador Fernando Bosco estão juntos novamente. Eles, que já formaram uma família, agora estão namorando.
Segundo Marinara, eles deixaram o que passou para trás e que hoje tem amadurecimento suficiente para retomarem sua família, já que hoje Fernando é um homem de Deus, também convertido ao evangelho.
Depois de sua conversao, Fernando  procurou Marinara para pedir perdão.E esta reconhece que a agressão que sofreu de Bosco não foi apenas culpa dele, mas que ela o incitou. O lutador procurou pela modelo após ler uma entrevista em que ela admitiu ter tentado suicídio por seis vezes.
"Ele leu o meu depoimento e foi à minha casa para conversarmos. Foi Deus quem o colocou no meu caminho outra vez", afirmou.

Para o casal que ficou separado por 7 anos, sexo fora do casamento é pecado e, por isso, eles mantém o jejum.Com o plano de casar novamente, eles levam o namoro com calma e dizem "não queremos pecar".

"Quando você serve a Deus, seus valores são diferentes. O prazer da carne é passageiro. Te dá aquela sensação boa no momento, mas depois não te preenche. Hoje, aprendi esperar com paciência porque sei que Deus só coloca coisas boas no meu caminho", explica Marinara.

Fonte: OMG News

domingo, 4 de março de 2012

OMG News: Casal de lésbicas lutam na justiça pelo filho. Afinal quem é a Mãe?

Ex-par de lésbicas, que viveu junto por seis anos, se desentendeu no começo da gravidez. Filho está com a mãe que gestou o bebê; demanda judicial já dura três anos.

Duas enfermeiras - Gisele, 46 de idade e Amanda 42 - (*) , viveram juntas durante seis anos. No terceiro ano de união, decidiram ter um bebê por meio da fertilização in vitro.

Gisele cedeu os óvulos, que foram fecundados com espermatozoides de um doador anônimo e, depois, transferidos para o útero de Amanda. Na primeira tentativa, o tratamento não deu certo. Na segunda, a receptora engravidou de um menino.

O caso agora está em Juízo, onde uma decisão de primeiro grau afirmou que "doadora de óvulo não é parente da criança gestada".

As informações são do jornal Folha de S. Paulo. A matéria é assinada pela jornalista Claudia Collucci.

"Ouvir o coraçãozinho dele foi muito emocionante. Desde aquele momento, ele é a pessoa mais importante da minha vida", diz Gisele, com os olhos marejados.

Durante a gravidez, o par de lésbicas começou a se desentender. Gisele queria que seu nome também figurasse no registro de nascimento do filho; Amanda rejeitou a ideia. "Ela alegava que ele sofreria discriminação", diz Gisele.

Em 2008, o par de lésbicas se separou e Amanda ficou com a guarda do menino. "Cedi a todas exigências dela; deixei carro, deixei apartamento; saí com a roupa do corpo."

Segundo Gisele, a ex-companheira tornou-se evangélica e passou a negar a homossexualidade. "Ela escondia meu filho de mim. Sentia prazer em ver meu desespero."

Gisele entrou com uma ação pedindo o reconhecimento de maternidade, mas a sentença foi de improcedência do pedido.

Ao assumir o caso, a advogada Patrícia Panisa mudou de estratégia. "Naquele momento, os direitos dos casais homoafetivos ainda não estavam tão definidos e não adiantava insistir no reconhecimento da maternidade" - diz a profissional da Advocacia.

Patrícia optou por entrar com uma ação pedindo a guarda compartilhada da criança e visitas regulares. As visitas foram autorizadas, mas o pedido de guarda ainda não foi julgado.

Novos desdobramentos

Em dezembro passado, a relação do ex-par azedou ainda mais. "Eu iria passar o Natal e metade das férias com meu filho. Mas, novamente, ela escondeu ele e só consegui encontrá-lo com um mandado de busca e apreensão."

A advogada de Gisele entrou então com um pedido de reversão de guarda, sem desistir do pedido da ação principal ainda não julgada.

"A juíza negou a reversão de guarda, alegando que não tenho parentesco com ele. Fiquei indignada. Ele tem os meus genes, é a minha cara", diz Gisele. Sua advogada recorreu da decisão.

Gisele afirma que reúne provas de que Amanda negligencia nos cuidados do filho. "É comum ela deixá-lo trancado em casa sozinho. Já dei um celular com crédito para ele me ligar quando isso acontecer, mas ela fica com o aparelho. Eu me desespero pensando: e se ele passa mal? E se a casa pega fogo?"

Contraponto

A Folha de SP tentou falar com Amanda, mas, segundo seu advogado, ela não foi encontrada.

(*) Nota do editor - Os nomes usados são fictícios; o caso corre em segredo de Justiça.

Com informações Jusbrasil e Folha

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