Mostrando postagens com marcador vitimas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vitimas. Mostrar todas as postagens

domingo, 18 de setembro de 2011

OMG News: iPhone 4 Ajuda nas Buscas de Desastre Aéreo no Chile

Foto ilustrativa
Por Jussara Teixeira

O sinal de um iPhone 4 de uma das vítimas de um desastre de avião ocorrido em uma ilha no Chile na última sexta-feira permitiu a localização da aeronave. O sinal do telefone guiou as autoridades locais nas operações de busca e resgate de corpos.

O aplicativo FindMyiPhone permitiu às autoridades chilenas, que estavam com dificuldades no rastreamento da aeronave, a localização dos destroços, que havia desaparecido dos radares.

O desastre, ocorrido no dia 2 de setembro matou 21 pessoas que viajavam na aeronave que caiu no arquipélago de Juan Fernández, no Oceano Pacífico.
Related

Uma das vítimas, que estava com seu iPhone no momento do acidente, provavelmente tentou utilizar o aplicativo no momento da colisão. Quando um dos familiares se conectou ao programa FindMyiPhone – capaz de dar as coordenadas iPhones, iPads e iPodTouchs nas quais o aplicativo está instalado – o programa exibiu um mapa que permitiu a localização do telefone.

O aplicativo fica permanentemente ativo, quando o telefone está configurado e, a fim de localizar os aparelhos, ele utiliza o sinal de GPS e de WiFi enviado para torres de celulares.

O telefone pertencia ao esportista Joel Lizama, conhecido por participar de eventos esportivos em lugares de difícil acesso. Lizama contava com o aplicativo de localização em seu telefone celular. E foi isto que permitiu que sua família localizasse o seu telefone e informasse as autoridades civis e militares que realizavam buscas no arquipélago de Juan Fernández.

Fonte: The Christian Post

terça-feira, 28 de abril de 2009

MG News : Mãe vai à Justiça e pede R$ 1,3 mi por morte de filha em queda de teto na Renascer

A mãe de uma garota de 14 anos que morreu na queda do teto da Igreja Renascer em Cristo, em janeiro deste ano em São Paulo, recorreu à Justiça para pedir indenização no valor de R$ 1,370 milhão pela morte da garota.
O teto da sede da igreja, localizado no Cambuci (centro de São Paulo), desabou no dia 18 de janeiro deste ano deixando nove mortos e cerca de uma centena de feridos. A ação foi protocolada no início da tarde desta segunda-feira no cartório do Fórum Central Cível João Mendes Júnior, no centro de São Paulo, e será publicada amanhã no "Diário Oficial" da Justiça.
Procurada, a igreja informou que não irá se manifestar em relação ao assunto. Elaine Lacerda do Nascimento Uchoa de Britto é mãe de Gabriela Lacerda do Nascimento Uchoa Britto, 14, uma das nove pessoas mortas na tragédia, todas mulheres.
A advogada Gleice Raquel Valente Mendoza, que defende Britto, afirma antes de protocolar a ação tentou um acordo com o representante jurídico da empresa e também com bispos, sem sucesso.
Recentemente a própria Renascer declarou que nem mesmo as casas que foram atingidas devido a queda do teto não foram reformadas.
Danos
A ação pede o pagamento de R$ 1,2 milhão por danos morais. A mãe pede ainda que seja pago 2/3 do salário mínimo como forma de pena indenizatória (danos materiais) até que a garota completasse 65 anos, tratamento psicológico para ela e o filho e também um salário mínimo para uma pessoa cuidar do filho dela enquanto ela trabalha.
Uma cópia da inicial do processo que a reportagem da Folha Online teve acesso informa que logo após o desabamento do teto da igreja, ela perdeu documentos pessoais e as chaves de casa.
Ela relata que pediu à igreja que providenciasse um chaveiro, o que foi negado, segundo sustenta.
Britto afirma que ficou emocionalmente abalada pelo tratamento de recebeu da igreja logo após a morte da filha.
A ação informa ainda que a denominação ofereceu um caixão popular para realizar o enterro em Diadema (Grande SP). A inicial da ação protocolada hoje informa ainda que a Renascer indicou que no corpo da jovem fosse vestido com roupas doadas.
Ela voltou a informar o que já havia dito a jornalistas, de que nem mesmo ela nem a filha frequentavam reuniões da denominação.
À época a Renascer sustentou que elas eram sim participantes de cultos realizados. O processo foi distribuído à 1ª Vara Cível. A própria defesa reconhece que o processo pode demorar anos até que seja dada uma decisão final.

Fonte: Folha Online

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails