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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Muçulmanos do Irã afirmam possuir manuscrito antigo da Bíblia que “desacreditará o cristianismo”

por Gospel+

O governo do Irã divulgou que um manuscrito da Bíblia, com 1500 anos de idade e que  contém “novos ensinamentos” atribuídos a Jesus Cristo, é capaz de causar o colapso do cristianismo.
O livro com mais de 1500 anos foi confiscado na Turquia em 2000, durante a investigação e prisão de uma quadrilha de contrabandistas de antiguidades, apontam os relatórios do jornal Daily Mail. As páginas do livro, do século V ou VI, são de couro tratado e estão escritas em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus. Suas páginas estão hoje negras, por causa da ação do tempo, mas as letras douradas ainda possibilitam sua leitura.
As autoridades turcas acreditam que se trata de uma versão autêntica do Evangelho de Barnabé, um discípulo de Jesus que ficou conhecido por suas viagens com o apóstolo Paulo descritas no Livro de Atos.
Autoridades religiosas de Teerã insistem que o texto prova que Jesus nunca foi crucificado, não era o Filho de Deus, mas um profeta, e chama Paulo de “Enganador.” O livro também diz que Jesus ascendeu vivo ao céu, sem ter sido crucificado, e que Judas Iscariotes teria sido crucificado em seu lugar. Falaria ainda sobre o anúncio feito por Jesus da vinda do profeta Maomé, que fundaria o Islamismo 700 anos depois de Cristo. O texto prevê ainda a vinda do último messias islâmico, que ainda não aconteceu.
“A descoberta do original texto de Barnabé vai revolucionar a religião no mundo”, diz o relatório Basij.  Nenhum meio de comunicação publicou os versos. A foto divulgada da capa mostra apenas inscrições em aramaico e o desenho de uma cruz. A Internacional News Agency, diz que a inscrição na fotografia pode ser facilmente lida por um assírio. Os assírios viviam na região que compreende hoje o território do Iraque, o nordeste da Síria, o noroeste do Irã, e o sudeste da Turquia.
A tradução da inscrição inferior, que é o mais visível diz: “Em nome de nosso Senhor, este livro está escrito nas mãos dos monges do mosteiro de alta em Nínive, no ano 1.500 do nosso Senhor”.
Especialistas cristãos negam a existência de tal evangelho, que consideram um apócrifo (não inspirado por Deus). A autenticidade do livro precisaria ser provada por autoridades independentes. Porém, alguns especialistas já afirmaram que o Irã está promovendo a descoberta do livro 12 anos depois porque hoje o cristianismo tem se tornado uma ameaça em seu país.
O Vaticano teria demonstrado preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem aos especialistas da Igreja Católica avaliar o livro e seu conteúdo, em especial o “Evangelho de Barnabé”, que descreveria Jesus de maneira semelhante à pregada pelo islã.
O relatório da Basij Press, que divulgou o material para a imprensa, sugere que a descoberta é tão importante que poderá abalar a política mundial. “A descoberta da Bíblia de Barnabé  original irá minar a Igreja Cristã e sua autoridade e vai revolucionar a religião no mundo. O fato mais significativo, porém, é que esta Bíblia previu a vinda do profeta Maomé, mostrando a verdade da religião do Islã”.
A Basij afirma que o capítulo 41 do Evangelho diz: ’Deus disfarçou-se de Arcanjo Miguel e mandou (Adão e Eva) embora do céu, (e) quando Adão se virou, ele notou que na parte superior da porta de entrada do céu, estava escrito La elah ELA Allah, Mohamadrasool Allah”, ”significado Alá é o único Deus e Maomé o seu profeta ”
Erick Stakelbeck, apresentadora de TV e estudioso de assuntos iranianos, disse ao site WND: “Ao promover a chamada Bíblia de Barnabé, que não é aceita por nenhuma denominação cristã dominante,  o regime iraniano tenta mais uma vez desacreditar a fé cristã. O regime iraniano está empenhado em erradicar o cristianismo usando  todos os meios necessários. Isso significa a execução de muçulmanos convertidos, queima de Bíblias ou invasão das igrejas subterrâneas”.
No ano passado, as autoridades iranianas confiscaram e queimaram cerca de 6.500 Bíblias por ordem do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei.
Desde sua descoberta, o livro vinha sendo mantido em segredo, guardado em um cofre-forte na cidade de Ancara. Agora, a Turquia planeja colocar o livro em exposição pública. A teoria mais comum entre os cristãos é que um exame do texto sugere que ele seria similar ao material apócrifo escrito no século XIV.
Com informações WND, Christian Post e Daily Mail


quarta-feira, 14 de março de 2012

OMG News: Enquanto o mundo debate futuro de Nadarkhani, Irã fecha igrejas e prende cristãos

Por Gospel Prime

Os cristãos estão sofrendo com uma nova onda de perseguição no Irã. As autoridades iranianas estão fechando “igrejas subterrâneas”, e prendendo indiscriminadamente líderes e membros. Cinco igrejas “oficiais”, ligadas às Assembleias de Deus, também foram fechadas recentemente.

Desde o Natal passado, as igrejas em Ahwaz, Shiraz, Esfahan,Teerã e Kermanshah foram alvos da polícia religiosa. Dezenas de cristãos foram presos em suas casas e locais de trabalho.

Durante um ataque na cidade de Esfahan, Giti Hakimpour, de 78 anos de idade foi presa em sua casa no dia 22 de fevereiro. Ela havia passado recentemente por uma cirurgia no joelho e não estava em boas condições de saúde, precisando de cuidados especiais. Após persistentes esforços os irmãos, Giti foi solta três dias depois.

Hekmat Salimi, pastor de uma igreja em Esfahan, teve sua casa foi saqueada por agentes do governo, que o levaram preso e confiscaram seu computador, livros e outros pertences.

Em Kermanshah, província a 526 quilômetros da capital Teerã, Masoud Delijani, um ex-muçulmano convertido, foi sentenciado à três anos de prisão acusado de trocar de religião, fazer reuniões ilegais em sua casa e evangelizar muçulmanos.

Preso em março de 2011, Masoud, um professor, ficou na solitária por 114 dias. Ele conta que foi submetido a ‘intensa pressão física e mental’ antes de ser libertado mediante o pagamento de uma fiança de cerca de US$ 100 mil.

Congregações inteiras que se reuniam em casas foram presas. Em 21 de fevereiro, os 13 cristãos (incluindo algumas crianças) que se reuniam para cultuar foram levados por agentes de segurança em Kermanshah. Três deles ainda permanecem sob custódia do governo.

Esta onda de prisões ocorre justamente quando o Irã recebe forte pressão internacional para que abandone o seu programa nuclear. As autoridades iranianas estão acusando todos os cristãos de terem uma “aliança” com os países ocidentais.

Estima-se que, em 2011, cerca de 70 cristãos foram presos, alguns deles estão desaparecidos e não se sabe se continuam vivos ou não. O número de pessoas presas em 2012 é difícil de ser calculado, mas além de Assembleias de Deus, as igrejas presbiterianas, anglicanas e as pentecostais assírias tem sofrido uma pressão crescente.

O chefe da Mohabat, agência iraniana de notícias cristãs, Saman Kamvar descreve a situação:

“Os relatórios que temos de fontes dentro do país é que os cristãos foram forçados a fugir do Irã por causa do tratamento desumano e cruel do Estado. A pressão dos interrogatórios os  intimida por horas, querendo que testemunhem contra os seus companheiros crentes. Eles o colocam em solitárias por longos períodos, pressionam física e mentalmente para fazê-los renunciar à sua fé e voltar ao islamismo.

Há evidências de ferimentos por torturas físicas, como chicotadas… Em um esforço para pressionar as famílias dos cristãos detidos, as autoridades pedem grandes quantidades de dinheiro como fiança… Recentemente houve relatos de que juízes ou interrogadores pediram que os familiares apresentem as escritura de suas casas como fiança para conseguir sua liberdade provisória…

Mesmo assim, o regime atual do Irã está observando um crescimento do cristianismo como nunca antes, especialmente de cristãos convertidos do islamismo”.

Traduzido e adaptado de Mohabat News

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

OMG News: Governo do Irã lança campanha para “aniquilar todos os judeus do mundo”

Aiatolá Ali Khamenei
Usando livro e filme, muçulmanos tentam popularizar mensagem antissemita
 
Em meio à controvérsia internacional sobre se Israel deve ou não atacar o programa nuclear iraniano, os governantes da República Islâmica do Irã decidiram “atualizar” o seu objetivo estratégico de “varrer Israel do mapa”. Agora eles divulgaram oficialmente pela primeira vez que seu plano está mais ambicioso: aniquilar todos os judeus do mundo. Para alcançar o seu novo objetivo, decidiram usar uma conhecida há séculos, o antissemitismo.

Duas semanas atrás, os aiatolás (líderes religiosos muçulmanos) de Teerã e Qom desencadearam uma virulenta campanha antissemita em seus sermões. Um novo livro e um filme serão usados para ampla distribuição desses ideais. A ordem partiu do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei.

O material produzido pelo governo iraniano se baseia amplamente no antigo livro de ficção “Os Protocolos dos Sábios de Sião” para acusar os judeus e seus rabinos de conspirarem para corromper e governar o mundo.

Com o título “Como Israel deve ser destruído”, a obra de sete capítulos foi agraciada com o prêmio de melhor livro na feira do livro de Khorassan, em setembro, e agora será distribuída em todo o país.

Seus autores são identificados apenas como “seminaristas da cidade sagrada de Qom”. Eles basicamente estabelecem táticas para destruir Israel e os judeus do mundo. Em sua argumentação, citam o Alcorão, bem como os “sábios de Sião” para falar sobre “a visão de mundo judaica”, afirmando que a perseguição dos judeus ao longo dos séculos, inclusive o Holocausto nazista, foi uma “justa punição por seus crimes”.

São mencionados trechos do Alcorão que recomendam aos muçulmanos a ficarem longe dos judeus, por causa de sua “natureza pérfida e enganadora”. O livro lembra muitas das ideias do aiatolá Khomeini, grade opositor de Israel que liderou a revolução islâmica do Irã em 1979.

O editor do livro, Hojjat-ol-Eslam Mohammad Ebrahim-Nia, salienta que a publicação tem a força de um fatah (decreto religioso) e é obrigatória para todo muçulmano.

Ele acrescenta: “Apesar de todos os esforços para destruir este estado “criminoso”, ele continua existindo e, sob o disfarce do sionismo, continua seu ataque perverso ao Islã.

O filme antissemita “The Sabbath Hunter” não é novo, mas foi um fracasso com o público de cinema iraniano, possivelmente por ter poucos efeitos especiais como os filmes americanos. Agora, o líder supremo ordenou que ele seja exibido obrigatoriamente em todas as universidades do país. Os responsáveis por sua distribuição são os estudantes Basij, que invadiram a embaixada britânica em Teerã recentemente.

Assista:




Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

OMG News: Cristianismo se tornou obsoleto na Europa

Foram removidos das suas raízes conceitos poderosos como eternidade, criação, providência, destino escatológico. Darwin subverteu a imagem do Deus Criador.

Crise de fé é uma expressão otimista, no fundo. Parece a crise dos bancos. Algo que, com oportunas recapitalizações, pode ser posta nos eixos. Mas o fenômeno em curso no Velho Continente, casa e coluna do catolicismo, vai muito além. A Europa entrou em uma era de descristianização.

A primeira década de 2000 viu a afirmação de uma geração que, no seu conjunto, perdeu a memória viva, o vínculo real com o patrimônio cristão. Armando Matteo, assistente eclesiástico dos universitários católicos (Fuci), fala de "primeira geração incrédula" e não tem medo de afirmar que o cristianismo está se tornando estranho aos homens e às mulheres do nosso tempo.

As massas não devem se enganar com os grandes encontros ou as declarações de "pertencimento" ao cristianismo que se verificam nas pesquisas. É uma pertença sem crença. Meramente sociológica. Mas se a diferença entre identidade formal e fé substancial é típica de outras épocas, muitas vezes caracterizada por flutuações no curso da existência, o sinal da atual geração incrédula se revela (para a grande massa, sem se deter nas pequenas minorias motivadas) por meio de uma "surdez geral quando se fala de Deus, de fé, de oração, de comunidade". Uma atitude que supera em muito a escassa participação na missa e nos sacramentos.

É uma perda sistêmica dos fundamentos culturais do cristianismo, dos ensinamentos, dos símbolos derivados do Antigo e do Novo Testamento. O fenômeno se manifesta ainda na infância, a partir do momento em que a família não exerce mais um lugar de transmissão primária da fé.

Foram removidos das suas raízes conceitos poderosos como eternidade, criação, providência, destino escatológico. Paraíso e inferno não são mais representáveis. Darwin subverteu a imagem do Deus Criador. Auschwitz tornou impossível a ideia de que o mal, embora grande, possa ter uma função voltada para o bem. O próprio Bento XVI em seu livro-entrevista Luz do Mundo (Ed. Planeta), por exemplo, reconhece que hoje a ideia do sangue de Cristo como "resgate" dos pecados do homem corre o risco de não chegar mais aos contemporâneos. Por outro lado, da sua pregação contra o relativismo, surge a dificuldade de propor o conceito de verdade absoluta.

Declinados os conflitos ideológicos do século XX, quando ainda se contrapunham visões de mundo fortes, a novidade radical não consiste no aumento do ateísmo. Matteo defende com justiça que a nova geração não se coloca contra Deus e a Igreja, mas "está aprendendo a viver sem Deus e sem a Igreja".

A presença de Deus não é mais um axioma individual e social. Acreditar em Deus é uma "possibilidade".

Alessandro Castegnaro, que dirige o Observatório Sociorreligioso do Triveneto, não por acaso intitula uma recente pesquisa sua sobre o mundo juvenil de C'è campo? [Há espaço?]. O ponto de interrogação expressa a intermitência com que são captados os temas da espiritualidade, da religião, da Igreja.

As novas levas respeitam expoentes eclesiais individuais e apreciam a Igreja quando indica horizontes de valores. Mas a separação da instituição é enorme, e a individualização das escolhas é máxima.

Regras e crenças são submetidas a um mecanismo de seleção e de redução sobre os quais a Igreja não tem nenhum poder. Dogmas fundamentais – como a pessoa de Deus, a filiação divina de Cristo, a ressurreição, o além – assumiram uma fisionomia indeterminada.

Grande parte dos conceitos teológicos são percebidos como imagens velhas. A Igreja como um todo é percebida como antiquada. "Eles não acertam as contas com o que vivemos. Contam-nos uma história que não existe", resume Castegnaro.

Fonte: Paulopes

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

OMG News : Grupo diz que Irã está enganando a mídia sobre o caso do pastor Youcef Nadarkhani

Youcef Nadarkhani e sua familia
Um ministério de missões que tem acompanhado de perto o caso do pastor cristão iraniano Youcef Nadarkhani, diz que o governo do Irã está tentando confundir e enganar a mídia ocidental com relatos conflitantes.

A agência de notícias Fars, porta-voz oficial do governo iraniano, informou que o pastor Youcef Nadarkhani não está no corredor da morte por apostasia, mas por crimes contra a segurança nacional. Os crimes incluem estupro e extorsão.

As reivindicações foram feitas à Fars por Gholomali Rezvani, vice-governador da província do Irã Gilan. Os Ministérios Present Truth chamaram o relatório de "perplexo e desonesto".

"Nós temos o veredito original escrito tanto pelo Tribunal provincial em Gilan como do ramo da Suprema Corte em Qom que detalha a apostasia", escreveu o ministério em seu site sexta-feira.

Nadarkhani foi preso em 13 de outubro de 2009, depois de protestar contra a decisão do governo de forçar todas as crianças, incluindo seus próprios filhos cristãos, de lerem o Alcorão.

Ele foi inicialmente acusado por protestar, mas as acusações foram posteriormente alteradas para a apostasia e evangelismo aos Muçulmanos. Em 2010, ele foi condenado à morte e a sentença foi confirmada pela Suprema Corte do Irã este ano.

Esta semana, o pastor cristão recebeu a chance de retratar de sua fé em tribunal, mas ele se recusou a fazê-lo e agora aguarda um veredito final, por escrito, o que é esperado em uma questão de dias.

Seu advogado, Mohammad Ali Dadkhah, foi surpreendido pelo novo relatório da Fars, e afirmou que ele só defendeu Nadarkhani contra a sentença de morte no caso de sua acusação de apostasia.

"Se ele está sob julgamento em outro tribunal por outras acusações, eu não estou ciente", disse o advogado da Campanha Internacional para os Direitos Humanos no Irã. "A acusação que o pessoal do tribunal anunciou que eu defendi durante várias sessões diferentes do tribunal foi de apostasia e nenhum outro encargo".

A Fars relatou Rezvani como dizendo na sexta-feira, "O tema do crime e essa sentença de morte do indivíduo não são crenças baseadas e relacionadas à sua religião. Ninguém é executado em nosso regime pela escolha de uma religião, mas ele é um sionista que tem crimes contra a segurança. Neste momento, conduzir a sentença não é uma questão definitiva".

Enquanto Fars acusou a mídia ocidental de produzir relatórios falsos sobre Nadarkhani, o advogado do pastor sublinhou que só esta semana "a acusação de que o tribunal informou-o foi sobre sua apostasia", conforme foi relatado por Campanha Internacional para os Direitos Humanos no Irã.

O Irã está listado como o segundo pior perseguidor de Cristãos no mundo, atrás de Coréia do Norte, pelo Portas Abertas, um ministério que apóia Cristãos perseguidos. O ministério informou no mês passado que o governo iraniano está a intensificar a vigilância sobre os Cristãos e fazer seu melhor para silenciar o movimento crescente da igreja domiciliar lá.

Nadarkhani atuou como líder de um movimento da igreja domiciliares de 400 pessoas em Rasht.

Parlamentares dos EUA e líderes cristãos condenaram o governo iraniano por recusar o direito básico do pastor à liberdade religiosa e pediram sua libertação.

Franklin Graham, filho do evangelista Billy Graham, afirmou na sexta-feira, "é incompreensível para a maioria das pessoas pensar que uma pessoa no século 21 possa ser condenado à morte simplesmente defendendo uma fé que difere da de poderes dominantes de sua nação".

Graham teve palavras duras para a comunidade internacional e seu silêncio.

"Um homem é condenado a ser morto pelo 'crime' de uma crença sincera em Jesus Cristo - uma sentença em clara violação do direito internacional. Então, onde está a indignação internacional?" ele colocou.

"Nós, como cidadãos dos EUA, devemos nos juntar à nossa voz para continuar a pressionar os líderes mundiais a tomar medidas. A vida do Pastor Nadarkhani está pendurada na balança".

A Associação Nacional de Evangélicos também divulgou um comunicado, chamando a ameaça de execução do Irã ao Pastor Nadarkhani de "perseguição religiosa no seu pior".

Fonte: The Christian Post

sábado, 15 de agosto de 2009

OMG News : Muçulmana é proibida de usar 'burquini' na França

Uma mulher de 35 anos foi proibida de usar seu 'burquini' em uma piscina francesa. A muçulmana Carole tentou nadar em uma piscina na cidade de Emerainville quando foi avisada que seu traje era inapropriado. Leia mais aqui...

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

OMG News : Muçulmanos veem ofensa a Maomé na letra do hino de clube de futebol na Alemanha



O Schalke, um dos clubes de futebol mais tradicionais da Alemanha, está sendo alvo de críticas de muçulmanos incomodados com um trecho do hino do clube. Nos últimos dias, a direção do clube recebeu centenas de cartas e e-mails de protesto.
Eles foram motivados por matérias na imprensa turca, que considerou a letra do hino – escrita em 1963 – ofensiva ao profeta Maomé.
Leia mais aqui...

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

OMG News : Cristãos morrem queimados em onda de violência no Paquistão

Sete cristãos morreram queimados e outras 18 pessoas ficaram feridas durante o incêndio de 50 casas causado por uma multidão de muçulmanos que protestavam pela suposta profanação de um Corão na região de Punjab (nordeste do Paquistão), informam diferentes meios de imprensa.
O fato ocorreu este sábado na cidade de Gojra, que sofre com a violência religiosa desde quinta-feira, dia no qual, segundo os muçulmanos, vários cristãos profanaram um Corão, segundo o canal televisivo Dawn.
Leia mais aqui...

terça-feira, 21 de julho de 2009

OMG News: Religiões mudam tradições em razão da gripe suína

Cristãos e muçulmanos estão sendo obrigados a mudar de hábitos diante da gripe suína. A Organização Mundial da Saúde vem se reunindo com o Vaticano, com lideranças muçulmanas e de outras religiões para estabelecer um guia sobre como se deve agir caso a pandemia avance. Leia mais aqui...

segunda-feira, 20 de julho de 2009

OMG News: Sete cristãos são decapitados por extremistas na Somália

Insurgentes do grupo extremista somali Al-Shabaab, decapitaram sete somalis por serem “cristãos” e “espiões”. Essa notícia foi publicada pela Reuters em 10 de julho. A reportagem afirma que o incidente aconteceu na cidade de Baidoa, na manhã do dia 10. Leia mais aqui...

terça-feira, 14 de abril de 2009

MG News : Supostos fanáticos muçulmanos queimam igrejas na Nigéria

Presumíveis fanáticos muçulmanos atacaram segunda-feira em Gwada, no norte da Nigéria, cristãos durante a celebração da festa de Páscoas, queimaram três igrejas e feriram 26 fiéis, noticiou terça-feira o jornal privado "Punch".
Os assaltantes teriam sido irritados pela procissão de jovens cristãos pela cidade, que tocavam tambor e dançavam em comemoração da ressurreição de Cristo.
Outros fanáticos muçulmanos atacaram a Igreja Baptista em Minna, a capital do Estado do Níger, mas foram confrontrados com a determinação dos jovens cristãos que conseguiram impedir a destruição do seu local de culto.
No entanto, eles destruíram pelo menos três veículos e feriram numerosos fiéis.
O porta-voz da Polícia, Richard Oguche, anunciou a detenção de 88 fanáticos muçulmanos em Gwada e de 20 outros em Minna.


Fonte: Panapress

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Missões : Marrocos expulsa missionárias evangélicas acusadas de proselitismo

O governo de Marrocos expulsou no domingo cinco missionárias evangélicas, acusadas de “proselitismo” religioso. As mulheres, quatro espanholas e uma alemã, preferem ficar no anonimato.Todas foram levadas desde Casablanca até o porto de Tânger, a 350 quilômetros de distância, no qual foram colocadas num barco que rumou a Algeciras.
Uma das missionárias tem residência em Marrocos e teme agora não poder regressar ao país.
O país proíbe que um muçulmano mude de religião.Segundo o Observatório para a Liberdade Religiosa, da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), a Constituição marroquina prevê que "o Islã é a religião do Estado, garantindo a todos o livre exercício do culto" (Artigo 6º).
Em 1962, o rei Hassan II deu a sua interpretação deste artigo, afirmando que os cultos judaico e cristão podiam ser praticados em total liberdade, uma vez que estas são religiões reconhecidas pelo Islã.
Isto não significa, no entanto, acrescentou ele, que os muçulmanos tenham a liberdade de mudar de religião ou de alterar a forma do seu culto.

Fonte: Agencia Ecclesia

sexta-feira, 27 de março de 2009

MG News : ONU aprova resolução contra a difamação de religiões

O Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) aprovou nesta quinta-feira, 26 de março, resolução que recomenda a aprovação de leis contra a difamação de religiões.
O texto, proposto pelo Paquistão em nome dos países muçulmanos, foi criticado por governos ocidentais e por uma aliança de grupos ativistas por limitar a liberdade de expressão.
Cerca de 180 organizações religiosas, seculares e de imprensa fizeram campanha contra a resolução, que, afirmam, "pode ser usada para silenciar e intimidar ativistas de direitos humanos, dissidentes religiosos e outras vozes independentes".
A resolução teve apoio de 23 dos 47 membros do Conselho. Onze países rejeitaram o texto, e 13 se abstiveram, entre eles o Brasil.
Fonte:Folha de São Paulo

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