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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

General americano alerta que a lei islâmica já está em vigor nos EUA


Por Gospel Prime

O tenente-general aposentado do exército americano, William “Jerry” Boykin (Foto), anunciou diante de uma sinagoga lotada na cidade de Stoughton, em Massachussets, que a lei islâmica Sharia já está em vigor nos Estados Unidos.
Falando com muito conhecimento, ele alertou que a Irmandade Islâmica está no país desde 1962, tanto que o novo presidente do Egito, Mohamed Morsi, declarou que se juntou a organização em 1978 quando ele morava nos EUA.
“As pessoas que defendem que a Irmandade Islâmica não está no país não estão lidando com a realidade”, assegura Boykin que tem informações de que 53 casos em 28 estados americanos foram julgados com base na Sharia.
Em seu discurso ele mostra preocupação, já que da mesma maneira a Sharia tem chegado a Europa. Os europeus não se preocuparam com as ações dos grupos islâmicos e agora, de acordo com Mark Steyn, comentarista político, não vai levar mais de uma geração para que a Europa seja dominada pelos radicais muçulmanos.
“A Irmandade Islâmica está trabalhando para controlar o diálogo no país, garantindo que as pessoas não falem sobre a Sharia e seus objetivos para nós”, explicou o tenente-general.
Boukin lembra até que o diretor do FBI, Robert Mueller, esteve reunido com a Irmandade Islâmica que reclamou do manual de treinamento antiterrorista.
“Em resposta, Mueller permitiu que o grupo eliminasse mais de 1000 documentos do manual de treinamento. Então não venham dizer que não pode acontecer aqui. Disseram a vocês muitas mentiras, e disseram que eles são uma religião de paz. Disseram que o islamismo e a democracia são compatíveis, e isso é mentira”.
Israel x Irã
O general também falou sobre o presidente do Irã, Mohmoud Ahmadinejad, que leva a crença escatológica do islamismo muito a sério, acreditando em um apocalipse dos judeus seguido do retorno do último imã – o redentor profetizado do Islã, que permanecerá na Terra por alguns anos antes do grande fim.
Por esse motivo, Boykin condena a atitude do presidente Obama de não levar a sério o alerta de Israel sobre os perigos que o Irã pode apresentar. “Estamos cometendo um erro fatal se pensamos que Mahmoud Ahmadinejad é um palhaço. Ele fala muito sério”.
A forma como o governo americano tem tratado o povo israelense deixa o general preocupado. “Se Obama for reeleito e não precisar se preocupar por mais quatro anos, Israel estará sozinho e terá que agir sem qualquer ajuda americana, que será pouco provável em um segundo mandato de Obama”.

Com informações Julio Severo

domingo, 19 de abril de 2009

MG News : Parlamento somali aprova instauração da sharia

O Parlamento de transição da Somália aprovou neste sábado (18) por unanimidade a proposta governamental de instaurar o código de lei islâmido, ou a sharia, no país, que está em guerra civil desde 1991, anunciou o vice-presidente do Legislativo, Osman Elmi Boqore.
"Havia 340 membros na sessão e votaram de forma unânime pela instauração da sharia na Somália", afirmou o vice-presidente da assembleia, que comanda os debates na ausência do presidente do Parlamento, Aden Mohamed Nur.
O novo presidente somali, o líder dos islamistas moderados Sharif Sheikh Ahmed, eleito no fim de dezembro, já havia se pronunciado a favor da aplicação da sharia e de um cessar-fogo para favorecer negociações com os insurgentes islâmicos radicais, os shebab, contrários às autoridades. "O texto apresentado pelo governo está aprovado pelo Parlamento. Temos um governo islâmico", completou Nur.
A maior parte do centro e do sul do país do país está nas mãos dos insurgentes islâmicos e o norte se encontra dividido em duas entidades autoproclamadas autônomas, a região de Puntland e a "república" de Somalilândia.
O apoio do presidente Ahmed à medida foi uma resposta aos esforços de mediação de seis autoridades religiosas da Arábia Saudita, Qatar, Kuwait e Sudão, que buscavam um acordo de cessar-fogo entre o governo e os grupos islamitas radicais.
O líder dos islamitas somalis moderados foi eleito presidente por um Parlamento ampliado aos islamistas moderados e a representantes da sociedade civil.
Ele sucedeu Abdullahi Yusuf Ahmed, que foi obrigado a renunciar no fim de 2008 e era contrário a negociar com os radicais.
A instauração da sharia era uma das condições impostas pelos shebab para acabar com a sangrenta insurreição.
Os shebab já aplicam a lei corânica nas regiões sob seu controle, a maior parte do centro e do sul do país, incluindo a cidade de Baidoa (250 km ao noroeste de Mogadíscio), onde anteriormente ficava a sede do Parlamento.
Além da instauração da sharia, os shebab exigem a retirada de todas as forças estrangeiras do país. Depois da saída, em dezembro de 2008, do Exército etíope que apoiava o governo de transição, a única força estrangeira que permanece na Somália é a missão da União Africana (Amisom).
A votação no Parlamento aconteceu no momento em que o presidente e seu primeiro-ministro, Omar Abdisashid Sharmarke, estão fora do país para tentar obter apoio ao plano de paz.
Na próxima quinta-feira (23) acontece em Bruxelas (Bélgica) uma conferência internacional para aumentar a ajuda à Somália, que pretende fortalecer o Estado de direito e acabar com os ataques de piratas somalis no Golfo de Aden e no Oceano Índico.
Fonte: AFP

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